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Autor: Daniel Mendes

Business Intelligence na construção civil: transforme os resultados da sua empresa

business intelligence

O Business Intelligence (BI) na construção civil é fundamental para fazer com que as decisões de um projeto sejam guiadas por dados e se transformem em resultados expressivos! Leia este conteúdo e saiba mais sobre o tema.

Pequenos, médios ou grandes empreendimentos. Não importa o tamanho, em todos eles a gestão é fator fundamental para que as obras sejam bem planejadas, tenham seus recursos humanos e financeiros alocados nos pontos certos e, principalmente, cumpram seus objetivos finais: a entrega de projetos sem atrasos.

O grande ponto aqui é que, como os profissionais mais experientes da área já sabem, dificilmente esses processos ocorrem de maneira linear. Aliás, ironicamente, “imprevistos” sempre acontecem.

Um pequeno atraso do fornecedor na entrega dos materiais já é capaz de modificar todo o ecossistema de uma obra e, nesse caso, cabe ao gestor responsável trazer maneiras de planejar e implementar ações que evitem um maior desperdício de tempo e verba.

E é exatamente aqui que os dados são fundamentais, tanto para guiar um replanejamento quanto para evitar que determinados empecilhos ocorram no decorrer do projeto.

Então, continue acompanhando este artigo e descubra o que é o BI na construção civil, seus diferenciais, como funciona, as principais aplicações e vantagens práticas!

O que é Business Intelligence (BI)?

Business Intelligence é o processo de tornar dados disponíveis e significativos para os tomadores de decisão empresariais. O objetivo da inteligência empresarial é ajudar as empresas a tomar melhores decisões com base em dados. A inteligência empresarial pode ser dividida em três áreas principais:

  • dados históricos: são usados ​​para analisar tendências passadas e entender o que funcionou bem ou não antes;
  • dados atuais: voltados ao monitoramento e desempenho da empresa em tempo real a fim de tomar decisões operacionais;
  • previsões: utilizado para prever tendências futuras e preparar a empresa para o que está por vir.

Grandes negócios usam a inteligência empresarial para tomar decisões críticas, como quais produtos lançar, onde investir seus recursos e como melhorar sua operação. O BI também é útil para analisar o impacto das decisões de negócios e entender o que está funcionando bem e o que precisa ser melhorado.

BI na construção civil: qual é seu diferencial?

Adotar o Business Intelligence na construção civil significa utilizar a tecnologia a favor do seu projeto e tornar a sua empresa mais competitiva no mercado. Simples assim.

Vale dizer que este setor movimenta muito dinheiro e é primordial para a economia brasileira e global. Logo, qualquer erro ou perda de oportunidades pode ser muito significativa para os negócios.

Veja abaixo como contar com os diferenciais do BI na construção civil.

1 – Ferramentas de integração de dados

Do básico, como o ERP para construção civil até o mais avançado, para transformar esses dados em análises e resultados é preciso um software capaz de processar e integrar informações.

Portanto, é necessário que essa ferramenta seja capaz de trazer fontes de maneira eficiente.

 

2 – Integração de dados (software para BI)

Desde informações internas, como orçamentos e contratos e afins até as pesquisas de mercado e mapeamento de oportunidades, todas elas podem (e devem) ser integradas ao BI.

Geralmente as informações internas estão em sistemas de gestão e as externas em Big Data. Especializado na indústria da construção civil, o 90 Compor ERP oferece integração completa para o Bl.

3 – Criação e monitoramento de KPIs

Definir as Key Performance Indicators (KPI) ou Indicadores de Performance é fundamental para o sucesso de um projeto.

Com a integração de dados do sistema de gestão e utilização do KPI, é possível defini-las com mais assertividade e também monitorá-las de perto, para saber se os processos estão ou não no caminho planejado.

Este pode ser considerado o ponto chave para a gestão de obras, visto que o gestor tem controle sobre tudo o que está acontecendo. É uma conta básica: conhecimento/controle + autonomia + base de dados sólida = tomadas de decisão assertivas.

Como funciona o Business Intelligence?

Uma coleta de dados completa e bem estruturada é necessária para que o BI seja efetivamente realizado, portanto é fundamental coletar excelentes dados. Afinal de contas, o estudo será inteiramente baseado nas informações que foram coletadas.

Este processo é conhecido como Big Data ou Big Data Analytics. Aqui, os relatórios são gerados através da análise de dados. Estes documentos serão comparados entre si a fim de fornecer uma representação concreta da informação.

Um painel de controle (dashboard) é criado a partir das informações acima. Para colocar de outra forma, uma planilha na qual os usuários podem ver os indicadores e métricas obtidas pelo BI. Estes dados serão compartilhados com outros colegas em toda a empresa para que eles possam entender melhor quaisquer problemas que possam surgir.

Isto é feito de uma maneira direta e transparente, permitindo que todos compreendam o que foi apresentado. O processo de tomada de decisão segue depois disso, e o plano de ação é modificado nos setores afetados pelo conhecimento adquirido.

Principais benefícios do business intelligence na construção civil

Ok, você já sabe que o Business Intelligence favorece a coleta e análise de dados, agora a grande questão é: como tudo isso se torna uma vantagem prática em uma obra ou qualquer outro projeto do tipo?

Confira abaixo as principais vantagens do BI na construção civil:

  • redução de falhas operacionais, táticas e estratégias/gerenciais;
  • aumento de produtividade;
  • otimização da gestão e administração de obras;
  • mais mobilidade;
  • inovação;
  • melhoria contínua de processos;
  • informações disponíveis a qualquer momento;
  • dentre outras.

Business Intelligence é o diferencial para o seu projeto

O ramo da construção civil é extremamente técnico e o BI surge como um diferencial competitivo para tornar isso ainda mais aplicável na rotina de trabalho.

Portanto, podemos dizer sem dúvida alguma que integrar, coletar e analisar dados a fim de identificar oportunidades de mercado e melhorar a mão de obra técnica, operacional e estratégica deixou de ser um luxo e passou a ser necessidade na construção civil.

Em outras palavras, em um segmento tão competitivo, se destaca quem consegue ser mais assertivo — e mostrar essa eficiência.

Então, não desperdice mais chances de despontar! Entre em contato com a 90TI e otimize a sua gestão de obras!

 

Tecnologia na engenharia civil em 2022: conheça as principais tendências

tecnologia na engenharia civil

A tecnologia na engenharia civil avança a cada dia que passa com materiais, produtos, ferramentas e metodologias. Quer saber quais são as principais tendências adotadas no ano de 2022? Descubra agora!

A construção civil não só é um mercado importante e necessário para a economia brasileira e mundial, como também é altamente inovador e cheio de campos a serem explorados.

Inclusive, engana-se quem acha que o avanço tecnológico se opõe ao meio ambiente e às gerações futuras do planeta. Pois, à medida em que a tecnologia ganha força, assuntos como ESG na engenharia (meio ambiente, social e governança), programas como IPTU verde e construções sustentáveis tornam-se ainda mais relevantes.

Aliás, o que uma coisa tem a ver com a outra? Simplesmente tudo! Até porque é dessa forma que uma obra consegue cumprir seu papel com excelência, já que é executada com precisão, pensada na qualidade de vida das pessoas e ainda traz inovações!

Então, sem mais delongas, confira agora o que há de mais interessante em tecnologia na engenharia civil em 2022!

Tendências de tecnologia na engenharia civil

Em uma época em que muito se fala sobre a utilização das máquinas de construção civil, por que não ir além e falar também sobre os recursos que não necessariamente dependem delas?

Nesse caso, as tendências de tecnologia na engenharia civil são interessantes por dois motivos: primeiro, novos empreendimentos estão sendo feitos a partir delas e edificações antigas podem aderi-las ao passarem por reformulações.

Até porque, os recursos tecnológicos são hoje um dos maiores aliados de um projeto! Confira alguns deles:

1 – Isolamento acústico

Essa é uma das tecnologias mais utilizadas na construção civil. Isso porque desde 2013 a NBR 15.575 determina que as novas edificações tenham isolamento acústico.

Sua utilização é essencial para garantir conforto às pessoas, pois, como seu nome sugere, ela isola ruídos externos que possam causar incômodos.

O isolamento acústico pode ser feito de diferentes formas, como painel wall (composto por duas placas cimentícias, sem amianto, e um miolo de madeira), lã de vidro e de rocha e espumas acústicas. Seus benefícios em uma construção são:

  • redução de poluição sonora;
  • aumento de privacidade;
  • diminuição de atrito entre vizinhos;

2 – Impressão 3D

Recurso extremamente interessante, a impressão 3D é uma tecnologia utilizada para imprimir projetos com três dimensões (altura, largura e profundidade).

Na construção civil, as impressoras 3D são usadas principalmente para reduzir a utilização de materiais utilizados durante uma obra, pois permitem que estruturas complexas sejam desenhadas, estruturadas e projetadas com maior facilidade.

Essa tecnologia dispensa mão de obra e é capaz de reproduzir obras em pouco tempo! 

3 – Concreto autocicatrizante

Se você achou que este artigo sobre tecnologia abordaria temas como data science na construção civil, automatização de tarefas e softwares inovadores, acertou, mas não podemos deixar de citar as inovações dos materiais! No caso, o bom e velho concreto.

O concreto autocicatrizante é uma mistura de cimento, areia, água e aditivos que promove a cura das fissuras e trincas do concreto, sendo uma tecnologia na engenharia civil relativamente nova. 

Ainda assim, ele está ganhando cada vez mais popularidade devido às suas vantagens em relação ao concreto tradicional. 

Uma das principais vantagens do concreto autocicatrizante é a sua capacidade de se curar sozinho, sem a necessidade de intervenção humana. Isso reduz o tempo e o custo necessários para a manutenção do Concreto, além de aumentar sua durabilidade. Outra vantagem é a sua resistência à água, o que o torna ideal para a construção em ambientes com alta umidade.

4 – Representações virtuais

As representações virtuais na construção civil são ferramentas úteis que permitem aos gestores de obras, arquitetos e engenheiros criar modelos tridimensionais de edifícios e outras estruturas. 

Eles podem ser usados para visualizar o projeto, fazer simulações e testes, bem como para analisar o impacto da construção no ambiente. 

Além disso, as representações virtuais na construção civil também podem ser usadas para gerar imagens e vídeos do projeto, o que pode ser útil para a comunicação do projeto para os clientes e o público.

5  – Utilização de drones

Aclamada tecnologia na engenharia civil e também em outros mercados, os drones estão cada vez mais populares. Eles podem ajudar a monitorar o progresso de um projeto, fazer entregas de materiais e até mesmo inspecionar áreas inacessíveis.

Veja algumas das formas pelas quais os drones na construção civil podem ser utilizados:

  • Monitoramento do projeto: os drones podem ser usados para sobrevoar a obra e tirar fotos ou vídeos do progresso. Isso é útil para garantir que o projeto esteja de acordo com o cronograma e também para identificar problemas que precisam ser abordados;
  • Entrega de materiais: seu uso para essa finalidade evita o tráfego pesado e ajuda a garantir que os materiais sejam entregues a tempo;
  • Inspeção de áreas inacessíveis: os drones também são usados para inspecionar locais altos, perigosos ou que um ser humano não conseguiria alcançar.

6 – Smart homes 

Antes um sonho distante, hoje as smart homes já são realidade quando falamos em tecnologia na engenharia civil!

As casas inteligentes são uma construção tecnológica que tem como objetivo integrar todas as suas partes e realizar tarefas de forma automatizada graças à internet.

O mercado smart home está em ascensão e seus principais benefícios são segurança, praticidade e conforto.

7 –  Construções modulares

As construções modulares são criadas em seções pré-fabricadas e podem ser facilmente transportadas e montadas no local da construção, o que acelera o processo de estruturação, possibilitam que custos operacionais e de materiais sejam reduzidos durante o projeto e oferecem flexibilidade.

Por essas razões, o conceito de construção modular ganha cada vez mais espaço no cenário da construção civil, especialmente quando falamos de fábricas e galpões.

Tecnologia é essencial para se destacar na construção civil

Seja com o uso de um software de gestão capaz de facilitar a visualização e acompanhamento do seu projeto ou então com recursos disruptivos que aceleram a produção e finalizam uma obra com maestria, a tecnologia na engenharia civil já deixou de ser luxo e tornou-se uma necessidade.

Por isso, este artigo trouxe 7 tendências tecnológicas para você acompanhar e utilizar visando a otimização do seu projeto! Aliás, quais delas você já utiliza?

Por falar nisso, acompanhe o blog da 90 e mantenha-se atualizado sobre as principais tecnologias na construção civil e se destaque no mercado.

Gestão de obras: saiba como otimizá-la em 9 passos

gestão de obras

A gestão de obras é fundamental para o sucesso do seu projeto! Mas o que ela significa na prática e quais são as melhores estratégias e metodologias para otimizá-la? Descubra neste conteúdo!

Toda obra tem como objetivo cumprir a relação de atividades planejadas, evitar imprevistos como atrasos, acidentes, diminuir retrabalhos e garantir que custos sejam poupados graças a tudo isso.

Aliás, quem dera se tudo ocorresse dessa maneira, não é mesmo?

Pois bem, embora falhas, refações e o aumento do tempo médio para determinadas entregas naturalmente aconteçam, é possível frear o impacto negativo delas com um gerenciamento de obras preciso e eficiente!

Então, confira agora o que é gestão de obras, qual a sua importância prática em um projeto e quais ferramentas, metodologias e estratégias aplicar para melhorá-la.

O que é Gestão de Obras?

A Gestão de Obras é uma disciplina que envolve a organização e o gerenciamento de todos os aspectos de um projeto de construção. 

As atividades são desenvolvidas com o objetivo de assegurar que o projeto seja concluído dentro do prazo, orçamento e especificações acordados.

Por que é importante otimizar a Gestão de Obras?

Responda de “bate-pronto”: como criar perspectivas e projeções em cima de algo que você não controla? E aí podemos falar de diversos aspectos, como projetos pessoais, vida financeira, o planejamento de uma viagem, o andamento do mercado da construção civil e afins.

É aqui que mora o ponto principal: a gestão de obras é essencial para coordenar todas as etapas de um empreendimento e alinhar as expectativas com os objetivos por meio de planejamento.

Com uma gestão de obras adequada, é possível cumprir prazos, orçamentos e metas estabelecidas para o seu projeto à medida em que se orienta todas as áreas nele envolvidas.

Em outras palavras, esse é o melhor e mais seguro caminho para ter controle sobre tudo o que acontece e garantir que o projeto seja entregue no prazo e dentro da qualidade esperada.

Esse gerenciamento, quando bem executado, irá implementar ações a fim de trazer melhorias a todas as etapas e componentes da obra, desde o planejamento até acompanhamento de mão de obra humana e otimização das máquinas de engenharia.

9 dicas para otimizar a gestão de obras

Confira abaixo 9 dicas para otimizar a gestão de obras na prática e garantir o sucesso do seu projeto:

1 – Tenha um bom planejamento

Tudo começa com um planejamento. Até porque se você parar para pensar é a relação atividades acordadas X entregues que mede a eficiência e qualidade de uma obra no final das contas.

Logo, ter um plano detalhado sobre o projeto é essencial para uma gestão bem-sucedida. Isso inclui:

  • estabelecer metas claras e mensuráveis;
  • criar um cronograma de atividades;
  • definir quais serão as prioridades em cada etapa do projeto;
  • analisar orçamentos;
  • escolher fornecedores confiáveis;
  • gerir materiais e estoque;
  • contratação de mão de obra;
  • acompanhamento da equipe.

2 – Estabeleça escalas de gerenciamento

As atividades de uma obra são interligadas, e a sua execução deve ser feita de modo a evitar que uma tenha efeito negativo sobre a outra.

Portanto, antes mesmo de iniciar a parte operacional, é preciso que as escalas de gerenciamento estejam definidas envolvendo gestão dos materiais, serviço e mão de obra por parte do engenheiro responsável.

No fim, essa relação irá envolver o gestor da obra, fornecedores e o cliente. A ideia central é garantir que todos cumpram com suas obrigações nas datas acordadas e colaborem com o desenvolvimento do projeto.

3 – Garanta uma comunicação eficiente

Uma boa gestão de obras conta com canais de comunicação claros e confiáveis para garantir que todos estejam sempre a par das últimas novidades.

Além disso, se comunicar com frequência e assertividade garante que desencontros de informações e ruídos não aconteçam.

4 – Faça inspeções e controle de qualidade

O controle de qualidade eficiente, bem como inspeções regulares, são essenciais para assegurar que o produto final atenda às expectativas. 

Para tal, estabeleça critérios claros de aceitação e monitore o projeto de perto para garantir que os padrões sejam mantidos de acordo com os principais indicadores de performance da obra.

Nessa hora, um sistema ERP como o da 90TI  é fundamental para conferir os principais dados sobre a obra, como estoque, orçamentos, prazos, dentre outras.

5 – Calcule os riscos

O gerenciamento de riscos minimiza imprevistos e problemas durante a obra. É importante identificá-los e traçar planos de ação para minimizar os seus impactos.

Gestores mais experientes normalmente já sabem quais são os problemas mais comuns de acordo com o tipo de projeto e se antecipam em relação a eles, ganhando tempo.

De todo modo, é fundamental analisar todas as etapas da obra a fim de levantar quais falhas de processo ou mesmo técnicas podem surgir ao longo do caminho.

Com isso mapeado, elas não serão surpresas e não terão impacto significativo na entrega final. 

6 – Acompanhe a equipe

A gestão de pessoas dentro de uma obra é primordial para que ela ocorra perfeitamente, e isso envolve desde a contratação dos profissionais até o acompanhamento diário de suas tarefas.

Estar próximo das pessoas significa instruí-las sobre as atividades que devem ser entregues, bem como o cumprimento de prazos e criar lideranças internas para conduzir a obra.

Assim, você pode mensurar o volume e qualidade da mão de obra e realizar ajustes na equipe com a finalidade de manter a alta produtividade.

7 – Cuide do canteiro de obras

Por incrível que pareça, o canteiro de obras pode ser um ponto crítico do projeto, pois acumula sujeiras e deixa a operação desorganizada.

Mantendo a higiene e organização do local é possível reduzir custos, salvar materiais que seriam desperdiçados e ainda realizar o descarte correto deles. 

8 – Utilize um sistema de gestão

O sistema de gestão integrada (ERP) é um programa que organiza todas as operações da obra, proporcionando comunicação eficiente e garantindo que os processos sejam aplicados de modo automatizado e mais eficiente, pois evita erros humanos.

Assim, é possível ter uma visão total da obra dentro de uma única plataforma e acessar de forma rápida as informações que mais interessam, independente do setor. Isso resulta em:

  • assertividade;
  • rapidez;
  • eficiência;
  • praticidade.

9 – Acompanhe e revise o cronograma inicial

Você tem um planejamento e está trabalhando para que ele seja cumprido dia após dia. Ótimo! Porém, em alguns casos é preciso revê-lo ainda que nada de tão preocupante tenha acontecido.

Na prática, revisar o cronograma inicial traz a vantagem de evitar erros que passariam despercebidos e, mais que isso, identificar oportunidades de potencializar os resultados do projeto.

Otimize agora a gestão da sua obra

Neste conteúdo, você conferiu o que é gestão de obras, sua importância em cada etapa, como ela deve ser desenvolvida e quais estratégias, metodologias e ferramentas utilizar para otimizá-la.

Diante disso, você já deve ter percebido que o sucesso de um projeto está baseado em seu gerenciamento, pois é ele quem garante que todas as atividades sejam cumpridas da maneira correta e no tempo mais adequado.

Agora que você já sabe de tudo isso e está pronto para aplicar as dicas deste artigo, eleve o nível da sua gestão de uma vez por todas com o ERP Da 90TI e tenha o controle total do projeto na palma da sua mão!

 

 

 

 

Sustentabilidade na construção civil: saiba tudo sobre este conceito

sustentabilidade na construção civil

A sustentabilidade na construção civil é um tema que se torna mais relevante a cada dia que passa, mas o que isso significa e quais são as ações práticas para promovê-la? Descubra neste artigo!

A quantidade de entulhos e lixos tóxicos que uma grande obra costuma gerar é de se espantar. Só para se ter uma ideia, os últimos estudos mostram que a construção civil além de estar entre as indústrias que mais geram resíduos aqui no Brasil, com mais de 100 toneladas por ano, recicla cerca de apenas 20% a 22% de tudo isso.

Como se isso não bastasse, o processo de extração de matéria-prima e o uso elevado de energia elétrica são outros dois causadores de problemas. O que nos traz um desafio: como minimizar os impactos das grandes construções?

É aí que entra o conceito de sustentabilidade! Continue a leitura deste artigo e entenda mais sobre ele, suas vantagens e quais são as medidas práticas que o seu projeto deve adotar!

O que significa “sustentabilidade na construção civil”?

A sustentabilidade é uma palavra que tem sido cada vez mais utilizada nos últimos anos, a preocupação com o meio ambiente e a constante pauta da poluição são as principais causas. Essa pauta também se tornou importante na área da construção civil. Mas afinal, o que ela significa? 

De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), sustentabilidade é o “desenvolvimento que atende às necessidades do presente sem comprometer a capacidade das gerações futuras de atenderem às suas próprias necessidades”. 

Ou seja, na prática, sustentabilidade na construção civil significa desenvolver projetos e construir edifícios com foco em processos e materiais que minimizem o impacto ambiental negativo, ao mesmo tempo em que maximizam o conforto e a segurança dos moradores. 

Pilares da sustentabilidade na construção civil

Você já sabe o que a sustentabilidade significa quando falamos em construção civil, mas ela vai muito além disso. 

Desse modo, quando falamos em uma construção sustentável, estamos sustentados por três pilares que guiam todas as ações a serem implementadas e devem fazer parte do acompanhamento da obra. São eles: 

  • Meio ambiente;
  • Economia;
  • Impacto social.

Pilar 1: meio ambiente

No que diz respeito ao meio ambiente, sustentabilidade na construção civil envolve a minimização do impacto ambiental de um projeto, seja durante a construção ou no seu funcionamento. 

Isto pode ser alcançado através da redução do consumo de energia e água, dos resíduos sólidos, da gestão adequada do lixo e do esgoto, entre outras medidas. 

Pilar 2: economia

Falando em economia, sustentabilidade significa maximizar os benefícios financeiros para todos os envolvidos em um projeto, desde o proprietário do terreno até os trabalhadores da construção. 

Isto pode ser feito através da redução dos custos de construção e operação, bem como aumentando a eficiência energética do edifício para diminuir as despesas com água e energia, por exemplo. 

Pilar 3: impacto social

A profissão de um engenheiro civil, por exemplo, não só é importante para o desenvolvimento do país mas também para a vida das pessoas, com a construção de escolas, empresas, moradias e afins.

Indo além, quando se fala no pilar de impacto social, as medidas sustentáveis referem-se ao bem-estar das pessoas que vão habitar ou trabalhar no edifício. Para isso, é importante considerar fatores como:

  • Acessibilidade;
  • Segurança;
  • Iluminação;
  • Ventilação adequada;
  • Entre outras.

Qual é a importância desses pilares?

Todos esses pilares são cruciais para a ESG na construção civil pois asseguram que o ciclo de vida dos materiais seja respeitado, dá a devida importância às comunidades locais e tornam a construção mais rentável no fim das contas, pois se tem economia direta na forma como recursos são aplicados.

Quais são as boas práticas de sustentabilidade na construção civil?

As boas práticas de sustentabilidade na construção civil não só são necessárias como trazem vantagens, tendo como incentivos fiscais uma das mais relevantes dentro do pilar econômico.

Com isso em mente, algumas das boas práticas que devem ser implementadas para tornar um empreendimento sustentável no longo prazo são:

Utilização de materiais sustentáveis

O mercado hoje disponibiliza muitos materiais sustentáveis, como por exemplo, os a madeira certificada, painéis de fibra de coco, entre outros.

Com mudanças pequenas de preferências de materiais sustentáveis já é possível reduzir significativamente o impacto ambiental negativo das construções.

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Promover eficiência energética

As construções sustentáveis ​​devem priorizar a eficiência energética, para isso utilize recursos como painéis solares e iluminação natural para reduzir o consumo de energia.

Utilizar sistemas de reuso de água

Implementar sistemas de reuso de água nas construções pode ajudar a economizar este recurso vital. Exemplos incluem cisternas para captação da chuva e sistemas de irrigação que utilizam água reciclada.

Redução de desperdícios

A redução do desperdício durante o processo de construção pode economizar custos e recursos. Reutilizar materiais de construção existentes sempre que possível e investir em produtos para minimizar o descarte também podem ajudar nesta área.

Pensa bem, se você utiliza um sistema ERP para diminuir os custos da obra, por que não praticar a sustentabilidade para contribuir ainda mais com eles?

Promover isolamento térmico

A implementação de isolamento térmico nas construções sustentáveis ajuda muito na redução do consumo de energia, já que os edifícios ficam menos expostos às variações de temperatura.

Aqui, tem dois benefícios. Primeiro, o bem-estar dos habitantes do edifício. Segundo, a proteção de determinados materiais.

Como funciona o incentivo fiscal para obras sustentáveis?

Quem promove a sustentabilidade na construção civil pode ter isenções fiscais de 5% até 100%! Isso depende de detalhes do empreendimento e segue incentivos locais, um dos programas mais conhecidos é o IPTU verde.

Além disso, uma construção eco friendly ou ecologicamente correta, tem maior facilidade para conseguir determinados financiamentos.

Entretanto, vale dizer que cada município tem uma regra para conseguir essas isenções.

No geral, as ações incentivadas pelo programa IPTU verde são captação e reutilização de água, reciclagem de materiais da construção, uso de placas solares e energias sustentáveis e criação de espaço verde.

Gostou deste artigo e quer conhecer ainda mais sobre sustentabilidade na construção civil além de saber como a tecnologia pode contribuir com os seus projetos de engenharia?

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Inteligência Artificial na engenharia: entenda sua importância

inteligência artificial na engenharia

Inteligência Artificial na engenharia: como ela pode ser utilizada

A Inteligência Artificial na engenharia já é uma realidade e pode ser aplicada em diferentes áreas trazendo mais funcionalidade, praticidade, economia de tempo, entre muitos outros benefícios.

Em um primeiro momento até soa como roteiro de filme de ficção científica, mas não é. Diferentes áreas da engenharia como computação, construção civil, produção e outras já podem ser beneficiadas pelo uso da inteligência artificial (ou apenas IA).

Aliás, o que vem à sua cabeça quando falamos no assunto em questão? A Siri, da Apple, a Alexa, da Amazon, um sistema capaz de automatizar tarefas? Um robô capaz de executar essas tarefas e tomar decisões no lugar de um ser humano?

Bom, na verdade é um pouco de tudo isso, porém é ainda mais interessante do que parece. 

Continue a leitura deste conteúdo e descubra o que é IA na engenharia e como ela é aplicada de forma prática para otimizar projetos

O que é Inteligência Artificial? 

A Inteligência Artificial é definida como um campo de estudos que têm como origem as seguintes áreas:

  • Computação;
  • Engenharia;
  • Psicologia;
  • Matemática;
  • Cibernética.

Todas essas áreas, de forma multidisciplinar, têm como objetivo principal a construção de sistemas que sejam configurados com um modo de operação e comportamento inteligente a fim de executar atividades e processar informações com a excelência equivalente ou superior a de um ser humano.

Para tal, a IA é fundamentada a partir de três pilares: raciocínio, aprendizado e percepção

O raciocínio é o processo lógico de compreensão e tomada de decisões. 

O aprendizado é a capacidade de uma máquina de aprender com experiências anteriores e ajustar seu comportamento de acordo. 

Já a percepção é a capacidade de uma máquina de processar informações do mundo externo. 

Principais Funcionalidades da Inteligência Artificial na Engenharia

Quando falamos em Inteligência Artificial na engenharia a premissa é a mesma: construir sistemas capazes de analisar dados de maneira precisa e contribuir para tomadas de decisão cada vez mais assertivas. Nesse caso, é parecido com o que faz um ERP para engenharia civil por meio da integração de informações.

A engenharia é uma área extremamente competitiva e que absorve os avanços e impactos tecnológicos de maneira rápida. Até porque, em muitos casos, neles é que estão os diferenciais frente a um mercado que entende a importância do pioneirismo.

Com isso em mente, as principais utilidades da IA para a área são:

Machine Learning (ML)

O machine learning é um método de análise de dados que automatiza a construção de modelos analíticos em sistemas. 

Uma das principais partes do trabalho da IA é possibilitar que sistemas aprendam com dados, identifiquem padrões e tomem decisões com o mínimo de intervenção humana.

Assim, se tem redução de custos operacionais e diminuição de erros relacionados às tomadas de decisão, principalmente porque torna-se possível analisar dados complexos e volumosos por meio da criação de algoritmos que projetam cenários ideais (livres de erros).

Ou seja, é como se a IA garantisse um processo de melhoria contínua tendo os dados como base.

Deep Learning (DL)

Aprofundando no conceito de Machine Learning, o Deep Learning é uma tecnologia ainda mais avançada e, além de aprender com os dados, é capaz de fazer o cruzamento deles para gerar insights e se adaptar a diferentes cenários e necessidades.

Um dos benefícios práticos do DL é a prevenção de fraudes. Em sistemas financeiros, por exemplo, ele tem autonomia para identificar padrões suspeitos de comportamento e bloquear possíveis fraudes ou erros com potencial para resultar em erros ainda mais graves.

Monitoramento de projetos

A Inteligência Artificial na engenharia também pode ser utilizada para o monitoramento de projetos a fim de melhorar a administração das obras, otimizar processos e acelerar etapas, por exemplo.

A IA encontra padrões para todas as fases de um projeto, o que facilita sua gestão como um todo, desde a fase de iniciação e planejamento até a análise de processos, metodologias e encerramento.

Essa é uma maneira eficiente de evitar pequenos erros ao longo do projeto e ganhar tempo com isso, minimizando consideravelmente qualquer chance de atraso.

Logística

A Inteligência Artificial na engenharia também tem funcionalidades e benefícios relacionados à logística, especialmente quando falamos em gestão de materiais, supply chain e até impressão 3D de obras, galpões e afins.

Por meio de softwares e óculos de realidade virtual, a IA permite que seja possível “estar dentro” daquele espaço e checar suas condições antes mesmo de ele ser concluído.

Nesse contexto, a IA pode ser aplicada por meio de um sistema de automação para cruzar informações relacionadas ao estoque, padrões no inventário e informações de armazenagem, como temperatura ideal do ambiente, clima e afins.

Relatórios e tomadas de decisão estratégicas

A Inteligência Artificial na engenharia utiliza dados, monitora seus padrões, cruza essas informações para gerar insights e reduz quase que completamente os erros advindos da mão de obra humana.

Portanto, naturalmente todo esse ecossistema facilita as tomadas de decisão envolvendo o projeto, independente da fase em que ele esteja.

Isso porque o sistema é quem faz todo o trabalho analítico. Isto é, filtrar a base de dados, mapeia processos, elimina erros e entrega ao responsável pelo projeto somente o que é pertinente (tendo base confiável).

Assim, o gestor tem maior facilidade para tomar decisões assertivas e seguras em situações como: cálculos de obras e projetos, definição de indicadores de desempenho, análise de orçamentos, dentre outras.

IA na engenharia é realidade

Ao longo deste artigo você pôde conferir algumas das principais funcionalidades da IA na engenharia. Agora, responda: de todas elas, com quais você já se deparou no mercado?

Muitas né? Isso porque a IA já deixou de ser vista como algo futurista e inalcançável, podendo ser encarada até como fundamental em certos casos.

Quando falamos em Inteligência Artificial na engenharia, é possível afirmar até que ela é um enorme diferencial competitivo e capaz de garantir o sucesso de um projeto, pois traz eficiência, reduz custos, potencializa acertos e, consequentemente, lucros.

Mantenha-se informado! Confira outros artigos como este no Blog da 90Ti e fique por dentro dos principais assuntos envolvendo tecnologia, engenharia, metodologias e muito mais.

 

A manutenção de equipamentos na sua construtora é planejada?

A manutenção de equipamentos na sua construtora é planejada?

Suponha que você tenha uma grande entrega na sua construtora daqui a uma semana. Tudo está indo bem e de acordo com o plano. Mas então você recebe uma ligação do empreiteiro relatando que uma das máquinas que finalizam a estrutura do prédio não está funcionando. Será que a manutenção de equipamentos foi realizada nesse processo?

Para evitar perda de tempo com parada de máquinas e equipamentos, que no fim só trazem prejuízo financeiro, é fundamental focar no planejamento da manutenção que deve ocorrer com todos os itens usados na obra.

Mas afinal, qual a vantagem de ter essa atividade de manutenção planejada, incluindo a antecipação desse processo? É isso que vamos entender a partir de agora!

Neste artigo, vamos abordar a importância de manter uma rotina de manutenção de equipamentos planejada e periódica, explicando os tipos de manutenção, a relevância da manutenção preventiva e dos processos que ela envolve.

A importância de planejar a manutenção de equipamentos na construção civil

O principal objetivo da manutenção de equipamentos é evitar a quebra de máquinas e equipamentos e melhorar o desempenho nos seus projetos de construção civil. Isso inclui a manutenção de equipamentos realizando diversas atividades como substituição de peças, reparos e manutenção.

Essa é a única forma de garantir que a máquina esteja operacional para que a atividade de produção não seja interrompida devido a qualquer problema na máquina. Percebe a importância que isso tem para qualquer construtora?

Hoje em dia, sabemos que tempo é dinheiro! Se suas máquinas e equipamentos pararem por algum tempo ou não funcionarem, isso significa que você está perdendo dinheiro.

Por isso, a manutenção dos equipamentos é muito importante para a sua empresa. Aqui estão mais alguns casos que podem ocorrer se a atividade de manutenção do equipamento não for seguida:

  • Perda de recursos e perda de tempo na produção;
  • Uma avaria inesperada pode resultar em horas extras de trabalho para os funcionários e gestores;
  • Conhecimento insuficiente do ciclo de vida da máquina usada com frequência;
  • Reagendamento de entregas e refação de projetos.

Tipos de manutenção de equipamentos e suas funções

Na prática, falar de manutenção passa por diferentes modelos que são adotados hoje no mercado. Se antes o mantra era “consertar quando quebrar”, hoje já existem formas de se antecipar e evitar apenas essa prática de manutenção proativa, que podem gerar altos custos.

Veja aqui os tipos que ocorrem após um determinado período de tempo e os demais modelos!

Manutenção preditiva

Para começar, temos o modelo mais moderno que vem sendo adotado principalmente na construção civil. Estamos falando do modelo preditivo, esta atividade de manutenção que é feita com antecedência, o que significa resolver os problemas antes que venham a acontecer. Neste caso, são analisados dados e parâmetros para fazer as previsões.

Esta atividade funciona mais como uma precaução para se antecipar aos problemas. O principal objetivo da manutenção preditiva é determinar a condição dos equipamentos e máquinas para saber quando a atividade de manutenção pode ser realizada.

Esta é uma das formas promissoras de redução de custos. Ela ajuda na estimativa do estágio de degradação de um ativo, equipamento e máquina.

Manutenção preventiva

A manutenção preventiva é uma rotina para inspecionar periodicamente cada equipamento com o objetivo de perceber pequenos problemas e corrigi-los antes que os maiores se desenvolvam.

Idealmente, agindo com a manutenção preventiva programada em cada equipamento, mesmo que não demonstre nenhum problema aparente, podemos dizer que não haverá perda de produtividade por quebras inesperadas. O principal objetivo da manutenção preventiva é fazer a próxima atividade de manutenção sem quebras e falhas.

Esse trabalho inclui atividades como manutenção parcial ou completa em períodos especificados, envolvendo também a trocas de óleo, de peças, lubrificação, entre outras.

Manutenção produtiva total

A manutenção produtiva total, também conhecida como Total Productive Maintenance (TPM), trata-se de um processo de utilização de máquinas e equipamentos para manter e melhorar a integridade da produção e a qualidade dos sistemas.

Isso é feito envolvendo os funcionários na manutenção de seus próprios equipamentos, enfatizando técnicas de manutenção proativa e preventiva. A manutenção produtiva total busca uma produção perfeita em 4 pilares:

  • Sem avarias;
  • Sem paradas;
  • Sem defeitos;
  • Sem acidentes.

Como o objetivo da manutenção produtiva total é melhorar a produtividade reduzindo o tempo de inatividade, a implementação de um programa TPM pode impactar muito a eficácia geral do equipamento ao longo do tempo. Para isso, a manutenção preventiva deve estar sempre em primeiro plano na mente de todos.

Manutenção corretiva

Esta é uma atividade reativa, já que só é executada quando ocorre qualquer defeito ou falha em uma máquina ou equipamento. A manutenção corretiva restaura o equipamento dependendo da falha

Essa manutenção inclui várias etapas após a falha do equipamento, como o diagnóstico inicial para descobrir a causa da falha, pedidos de peças de reposição e a instalação de novas peças, assim como o teste de funcionalidade após a manutenção.

Esse tipo também pode ser dividido em duas partes: manutenção corretiva imediata e manutenção corretiva programada.

  • No processo de manutenção corretiva imediata, é preciso agir rapidamente logo após a falha para que a operação não fique parada sem a máquina;
  • Por outro lado, as manutenções corretivas programadas são agendadas para mais tarde. Pode haver muitas razões por trás disso, desde peças de reposição indisponíveis ou agenda cheia por parte dos técnicos necessários.

Se você quer uma solução para ajudar a sua empresa nesse tipo de prática, o 90Compor Manutenção de Equipamentos possui um módulo específico para manutenções corretivas. Nele, é possível desenvolver um programa de manutenção dentro do nosso sistema de gestão online para que nenhuma equipe e nem você esqueçam dos prazos.

O que deve constar em um planejamento de manutenção de equipamentos?

Agora é a hora de desenhar seu plano de manutenção! Ele é fundamental para que todos entendam o passo a passo que precisam seguir dentro do fluxo de manutenção de equipamentos.

Nada deve ser negligenciado para que um planejamento nessa linha de frente funcione de forma eficaz. O plano em si é formado por um documento muito detalhado, muitas vezes apresentado em formato de tabela ou planilha, que descreve cada equipamento até os mínimos detalhes.

Confira quais são os itens que precisam constar dentro desse planejamento!

Inventário

O planejamento deve manter um registro de inventário de todos os equipamentos usados em cada projeto. Ele deve ser atualizado com informações sobre novos equipamentos e incluir documentações que comprovam quando um equipamento antigo é retirado, seja por venda ou avaria.

Para cada equipamento, o registro de inventário deve ter uma série de informações anexadas, tais como:

  • Marca, número do modelo e número de série para que qualquer pessoa identifique o equipamento junto do fabricante;
  • Relação de problemas comuns que apresenta, que podem ser discutidos com o fabricante;
  • Data em que o equipamento foi adquirido e a informação se foi adquirido novo, usado ou recondicionado;
  • Informações de contato do fabricante/fornecedor;
  • Documentação com a lista de peças de reposição e contrato de manutenção;
  • Prazo de validade da garantia da última manutenção.

Checklist

Dentro do planejamento, você já pode prever qual o checklist de atividades necessárias que precisam ser realizadas de acordo com cada tipo de manutenção específica.

No caso da preventiva, já identifique não só o processo para levar o equipamento até o local que será feito o trabalho de manutenção, mas também anote todo o fluxo de comunicação necessário para que isso aconteça sem gerar imprevistos para ninguém.

Já pensando na manutenção corretiva, caso ela ocorra, prepare um checklist de como proceder para amenizar ao máximo o tempo de perda sem o equipamento.

KPIs de desempenho e produtividade

É importante definir metas desde o início. Quando se trata de planejamento de manutenções, as metas se concentram na redução dos custos de manutenção reativa ou custos de manutenção corretiva em uma porcentagem escolhida. Também é importante incluir a diminuição do tempo de inatividade em X por cento.

Esses indicadores de desempenho são considerados fundamentais para acompanhar de perto se há ganho de desempenho e de produtividade com o uso dos equipamentos.

Previsão de custos

Uma vez que as informações dos equipamentos tenham sido estabelecidas e registradas, você precisa avaliar o tipo de manutenção que cada um precisa, com que frequência passa por esse processo e quem realiza. Também vale a pena considerar se você precisa construir um estoque de peças de reposição, que pode ser um plano econômico.

Ter tudo isso definido dará na prática o seu tão sonhado plano de custos. Essas etapas anteriores ajudam a prever tudo com antecedência e, consequentemente, calcular detalhadamente quanto deve ser investido nesse fluxo de manutenção.

O nosso 90 Compor Manutenção de Equipamentos possui outro módulo específico para o controle de custos. É possível, por exemplo, calcular todo o investimento necessário em todas as manutenções e saber o valor total de cada equipamento.

Cronograma de manutenção

Além dos custos, todo planejamento já deve conter um cronograma de manutenção considerando todos os equipamentos ativos no momento. 

O ideal é desenhar um calendário anual e marcar as datas previstas para acontecer cada manutenção, como se fossem os destaque de feriados que são registrados nos calendários tradicionais.

Monitoramento

De nada adianta criar um plano sem prever, com antecedência, como será feito o monitoramento desse fluxo de manutenção dos equipamentos.

Aqui é preciso deixar o planejamento nas mãos de uma pessoa ou equipe que será responsável de monitorar o cronograma, para garantir que ele será atendido, assim como olhar de perto os KPIs que foram definidos como prioridade.

Capacitações

Por fim, dentro do plano, é preciso incluir a busca por capacitações na área. Afinal, toda construtora deve ser capaz de traçar esse fluxo e empoderar os profissionais contratados para que possam indicar, junto das ferramentas de acompanhamento, a necessidade de efetuar as manutenções.

Sabia que é possível automatizar os processos da manutenção de equipamentos?

É comum que as construtoras usem papel e caneta para realizar tudo que vimos até aqui. Acontece que, à medida que as empresas crescem e os ativos ficam mais avançados, isso pode não ser suficiente. Complementar a experiência com softwares, como o 90 Compor Manutenção de Equipamentos, torna a manutenção preventiva um processo automático, que beneficia e muito qualquer organização.

Essa é uma maneira comprovada de aumentar o tempo de atividade do equipamento e reduzir os custos de manutenção ao mínimo: criar mecanismos automáticos para identificar o momento certo de realizar as manutenções.

Em meio a um processo de transformação digital, há essa oportunidade de fazer uma transição para uma abordagem mais automatizada e sistemática para manter o tempo de atividade alto e os custos baixos. Automatizar como o trabalho preventivo deve ser uma das suas principais prioridades com o software.

A importância de usar um software especializado

De imediato, você precisa saber que um sistema especializado na automação dos processos de manutenção de equipamentos ajuda os empreiteiros a fazer o trabalho a tempo para reduzir custos, avarias e tempo de inatividade.

Se os equipamentos são parte representativa do custo total de uma obra, o controle automatizado da manutenção preventiva é fundamental para um resultado eficiente e sem gastos inesperados.90Compor Manutenção de Equipamentos

Ter um sistema que permite isso se torna essencial, contando principalmente com uma solução que traz não só a gestão das manutenções, mas também o Controle de Ativos.

Integração entre manutenção de equipamentos e gestão de ativos

A integração entre as ações de manutenção e gestão de equipamentos, que são os ativos de qualquer construtora, é fundamental para conseguir ter sucesso no trabalho de automatização.

Com o software fornecendo visibilidade dos próximos requisitos de manutenção preventiva de toda a frota, os gerentes podem planejar o trabalho com mais eficiência. Quando um ativo está na oficina para um reparo, eles são solicitados a fazer um trabalho preventivo futuro.

→ Para entender mais sobre o assunto, assista o Webinar sobre Gestão e Manutenção de Ativos:

5 benefícios de automatizar a manutenção de equipamentos de construção

Claramente, há vários benefícios em usar softwares de automação de fluxo de manutenção de equipamentos. Veja agora os 5 principais!

1. Maior previsibilidade no cumprimento do projeto

Com o software de coleta de dados dos equipamentos, você não precisa esperar que os técnicos entreguem seus prazos com base em achismos. Agora é possível ter total previsibilidade com base em informações reais.

Se antes era preciso transcrever todos os dados e digitar tudo para relatórios extensos, agora as ferramentas permitem um trabalho em tempo real para atender o cumprimento de todos os projetos.

2. Conservação do patrimônio

Com uma abordagem de manutenção mais automatizada e preventiva, os empreiteiros prolongam a vida útil de seus equipamentos e tornam a operação mais segura.

Essa conservação, a longo prazo, gera uma enorme economia e facilita a gestão de todo o patrimônio da empresa.

3. Redução de custos e desperdícios

Como vimos, ter essa atenção redobrada com a manutenção elimina não só custos quando elas precisam ser corretivas, mas também evitam desperdícios.

O fluxo automatizado funciona assim: toda a operação consegue prever, com antecedência, quando será necessário interromper o uso de uma máquina para que ela passe por manutenção. Por saber exatamente quando isso deve ser feito, o agendamento pode ser realizado bem antes, evitando atrasos ou agendas lotadas de manutenções.

Tudo isso permite que o tempo de interrupção seja calculado para priorizar outras atividades até ter a reposição do equipamento. Não há nenhum desperdício de tempo dessa forma, atendendo 100% dos prazos.

4. Sustentabilidade e responsabilidade social

A construção sustentável envolve o uso de materiais renováveis ​​e recicláveis ​​em projetos para reduzir o consumo de energia e resíduos tóxicos. O principal objetivo desta iniciativa é diminuir o impacto da indústria no meio ambiente.

No caso da automação no processo de manutenção, há grandes chances de eliminar o excesso de consumo de energia por parte dos equipamentos.

5. Prevenção de acidentes no trabalho

Todo mundo sabe que os riscos de ocorrerem acidentes com equipamentos que não passam por manutenção são bem maiores. Por conta disso, no momento que a manutenção passa a ser automatizada, podemos dizer que estamos evitando a incidência de acidentes.

Essa prevenção de acidentes está completamente conectada com a prevenção de quebras e avarias nos equipamentos. 

Chegando até aqui, viu que contar com a solução certa permitirá um controle efetivo de manutenções, evitando assim a parada inesperada do equipamento e aumentando sua disponibilidade?

Então não perca mais tempo: saiba como a nossa solução 90 Compor Manutenção de Equipamentos  pode oferecer o melhor controle de prevenção para você e sua empresa. Entre em contato aqui e fale com um de nossos especialistas!

Com este módulo da 90TI, o 90 Compor, que é baseado em boas práticas de mercado, você terá uma solução que permitirá ao gestor um controle efetivo de manutenções preventivas, evitando assim a parada inesperada do equipamento e aumentando sua disponibilidade, além do controle de eficiência, controle de pneus e vários relatórios para uma boa gestão.

7 recursos para fazer uma boa análise de equipamentos

7 recursos para fazer uma boa análise de equipamentos

A análise de equipamentos já não é uma opção para as empresas que lidam com seus instrumentos diariamente para realizar suas atividades, como acontece na construção civil e na indústria. Essa é uma obrigação para conseguir manter a operação funcionando como planejado.

Aqui nós vamos abordar conceitos, recursos e ferramentas que auxiliam na análise de criticidade e desempenho de equipamentos, destacando a importância de uma prática de monitoramento e manutenção preventiva. Confira!

O que considerar para uma análise de equipamentos adequada?

Problemas e falhas ocorrem todos os dias. Normalmente, só temos tempo para prestar socorro, o que muitas vezes é custoso para qualquer operação. Por isso, precisamos fazer uma análise adequada com o intuito de antecipar possíveis problemas e já realizar manutenções preventivas nos equipamentos.

Existem 3 elementos chave que precisamos considerar na hora de realizar qualquer tipo de análise:

1. Análise de criticidade dos equipamentos

Devemos levar em conta os efeitos e probabilidades que determinadas falhas podem acontecer, descrevendo cada uma detalhadamente para identificar as contramedidas apropriadas.

2. Análise de falhas no maquinário

Você deve concordar que qualquer trabalho de manutenção deve começar com os equipamentos mais críticos, correto? Para isso, é fundamental registrar todo e qualquer tipo de falhas existentes para, em seguida, realizar a análise com base na existência delas.

3. Definição de prioridades para manutenção

Além de se basear nos equipamentos que possuem mais ou menos incidência de falhas, cada empresa precisa determinar quais os fatores que precisa levar em conta na hora de priorizar a manutenção. Se existem equipamentos críticos para realizar o trabalho, eles devem estar no topo da lista!

90Compor Manutenção de Equipamentos

 

7 métodos e ferramentas para análise de equipamentos

Assim como um profissional da área de manutenção possui uma caixa de ferramentas que tem tudo que precisa para realizar suas atividades, sua lista de ferramentas de análise também deve conter uma variedade de opções. Você sempre deve selecionar o método de análise mais adequado para resolver determinado problema em questão.

No mercado, há uma variedade de recursos e métodos de análise de falhas e resolução de problemas usados ​​para analisar falhas de equipamentos e processos. Cada um deles possui uma descrição e são comparados entre si para que os profissionais possam selecionar a melhor opção para produzir a melhor solução com o menor custo.

Aqui listamos as 7 principais que você precisa conhecer! Confira abaixo:

1. Abordagem intuitiva

Um recurso que não pode ser desprezado é a abordagem intuitiva. Conforme os equipamentos são usados, é comum que os profissionais que lidam diretamente com eles consigam perceber indícios de possíveis falhas.

Nesse caso, a intuição é levada em conta combinada com a capacidade e experiência profissional.

2. Curva ABC e Diagrama de Pareto

Existem dezenas de métodos e ferramentas estatísticas disponíveis, e uma delas é a Curva ABC e o Diagrama de Pareto. As informações estatísticas são úteis para identificar tendências de desempenho do equipamento, tempo médio entre falhas, tempo médio de reparo, entre outros.

Entre eles estão a Análise de Pareto, geralmente chamada de regra 80-20 já que nela 20% dos problemas causam 80% das dificuldades. No fim, ela quer dizer que um número relativamente pequeno de problemas é responsável por uma grande parte das dificuldades.

Já a Curva ABC é usada para classificar informações para encontrar os itens de maior importância ou impacto (indicados com importância A), que são normalmente em menor número, separando esses dos demais (indicados como B ou C), e geralmente possuem uma quantidade maior.

3. Análise FMECA

O FMECA foi desenvolvido para avaliar o impacto de falhas de componentes em um sistema. Ele é usado para identificar onde uma falha pode ocorrer (modo de falha) e o impacto dessa falha (efeitos).

A análise FMECA começa com a definição do sistema a ser estudado e progride por uma série de etapas até que uma correção seja feita e o acompanhamento para avaliar sua eficácia seja concluído.

4. Cinco Porquês

Cinco porquês é uma técnica de questionamento usada para determinar a causa e os efeitos de um problema ou falha específica. Ele pergunta “por que alguma coisa” e a resposta para essa pergunta vira a base para a próxima pergunta.

Você continua essa sequência até chegar a algo claro para tomar uma decisão. O número baseia-se na questão se auto perguntar “ por que” cinco vezes seguidas tende, em geral, a resolver a demanda em questão. 

O detalhe é que esse método pode entregar o que precisa em apenas três perguntas, ou você ainda vai precisar perguntar mais vezes. Tudo depende do problema em questão.

5. Árvore de causa e efeito

Uma análise de causa e efeito combina a pergunta usada no cinco porquês com uma estrutura em árvore. Na prática, é uma expansão do método anterior em um formato lógico. A vantagem é que esse recurso pode examinar várias causas em um único efeito.

Funciona assim: um problema, falha ou desvio (que representa o efeito) é colocado no topo da árvore, que também pode ser um único item à esquerda de uma página. Ao perguntar “por que”, os fatores que foram causas imediatas desse efeito são exibidos abaixo e vinculados usando ramificações.

Todas as causas são testadas quanto à necessidade, suficiência e existência. As causas que não atendem a esse teste são removidas da árvore. Nesse caso, toda causa adicionada à estrutura deve atender aos mesmos requisitos.

6. Diagrama de Ishikawa

O diagrama de Ishikawa, também conhecido como espinha de peixe, é uma ferramenta gráfica usada para identificar possíveis causas-raiz e qual processo representa a maior fonte de problemas.

Um diagrama completo inclui uma espinha central e ramos que se assemelham a um esqueleto de peixe. As ramificações são usadas para categorizar as causas, seja por sequência de processo ou função. Em cada categoria, as causas potenciais são listadas e, em seguida, testadas. Abaixo, deixamos um vídeo explicativo sobre ela.

7. Análise de dados

A análise de dados é um processo de inspeção, limpeza, transformação e modelagem de dados com o objetivo de descobrir informações úteis, sugerir conclusões e apoiar a tomada de decisões.

Dentro da análise de equipamentos, é dessa forma que conseguimos encontrar falhas de forma automatizada, principalmente com o monitoramento contínuo de variáveis como temperatura, nível de óleo, entre outros.

Ferramenta de automação para uma análise de equipamentos contínua e eficiente

Se você chegou até aqui, já deve saber que manter o controle da análise de equipamentos, junto de um trabalho de prevenção e rápida resposta para executar manutenções, mesmo que corretivas, é essencial para qualquer organização.

A questão ainda pendente é: como automatizar todo o trabalho de análise dos equipamentos? Afinal, organizações que contam com vários itens precisam ser eficientes nesse processo.

Foi pensando em apoiar esse processo que surgiu o 90Compor, solução de Manutenção e Controle de Ativos que funciona como uma ferramenta automatizada para manter seu controle de forma contínua e sempre eficiente.

Confira abaixo como a ferramenta funciona e como ela apoia nas duas frentes de controle e manutenção:

Controle de ativos

Com essa ferramenta, você tem controle dos ativos de forma precisa de 4 maneiras diferentes:

  • Considerando dados técnicos: saiba exatamente as especificações de cada equipamento;
  • Gestão de central de equipamentos: faça o controle de aluguel de seus equipamentos para a obra facilitando assim a apropriação de custo destes equipamentos na sua aplicação, além de se ter todo o controle do valor;
  • Controle de transferência, permanência e utilização do patrimônio: atente-se ao local onde cada bem ou equipamento da organização encontra-se.
  • Depreciação e baixa: identificação de cada equipamento, ainda integrada ao módulo de contabilidade.

Manutenção

Obtenha com o 90 Compor Manutenção de Equipamentos o controle de manutenções preventivas adequadas a cada equipamento, observando a movimentação diária, histórico completo, política de manutenção da empresa e a natureza dos equipamentos.

Com ela, é possível acompanhar todos esses elementos:

  • Manutenções corretivas: tenha um plano de manutenção integrado ao sistema para controle do que efetivamente prioriza e programa sua equipe para suas manutenções;
  • Consumo de combustível: saiba o que se aplica de combustível em cada equipamento e compare-o com outro de mesmo modelo e marca para ter uma ideia do consumo ideal;
  • Horas trabalhadas: acompanhe as horas de trabalho efetivas de cada equipamento e aproprie este custo no valor da obra, considerando assim este equipamento como um insumo que deve ser mensurado;
  • Vida útil dos pneus: saiba exatamente o tempo de utilização de cada pneu e sua localização, além de fazer toda a sua gestão de reaproveitamento;
  • Custo de mão de obra para manutenção: calcule o custo aplicado de mão de obra em todas as suas manutenções e tenha exatamente o custo total de cada equipamento;
  • Cálculo de índices de disponibilidade: veja o que seus equipamentos estão efetivamente produzindo e a quantidade de horas improdutivas de cada um, analisando assim seu custo em oficina, no campo ou parado por falta de frente de trabalho.

A importância da análise de equipamentos para segurança na construção civil

Percebeu que além de todos os recursos existentes a segurança do trabalho na construção civil também depende de um acompanhamento próximo e contínuo? É nesses casos que uma ferramenta prática apoia a operação para que nada saia do controle.

As análises são fundamentais para ter, no fim de cada obra, um resultado satisfatório, entregando eficiência e eliminando gastos inesperados.

Contar com a solução certa, que permitirá ao gestor um controle efetivo de manutenções preventivas – evitando assim a parada inesperada do equipamento e aumentando sua disponibilidade – é a base para uma empresa de engenharia.

Então não perca mais tempo: saiba como a nossa solução 90 Compor Manutenção de Equipamentos pode oferecer o melhor controle de prevenção. Entre em contato aqui e fale com um de nossos especialistas!

Quanto custa um ERP para a área da construção civil?

Quanto custa um ERP para a construção civil?

Quando falamos de administração de negócios, é indiscutível a necessidade do uso de tecnologia, especialmente softwares de gestão. A recomendação é que as empresas utilizem um sistema de gestão integrada, que chamamos de ERP – Enterprise Resource Planning, ou Planejamento de Recursos Empresariais. Trata-se de um software que reúne e integra informações de diversos setores de uma empresa, organizando-as e armazenando-as de maneira automática.

Se tratando de empresas de construção civil ou pesada, agilidade e precisão são necessidades vitais, o que torna ainda mais importante a utilização de um ERP para manter a competitividade e permanência no mercado.

Um ERP específico para Engenharia mescla eficiência com menor investimento, fornecendo maior integração das áreas e uma gestão mais completa de dados, além de análises de projetos, de forma que as construtoras não precisem contratar inúmeros sistemas que não conversam entre si.

Neste artigo falaremos mais sobre o ERP e todos os seus benefícios. Confira!

Por que o ERP é tão importante para a construção civil?

O ERP utilizado na construção civil serve para auxiliar na organização e gerenciamento da construtora em diferentes setores.

O ERP faz com que a construtora torne-se mais competitiva, uma vez que otimiza a tomada de decisões, através do cruzamento de dados para análise de cenários, identificação de problemas e direcionamento da gestão para as melhores soluções.

Com tantos benefícios, fica fácil entender a importância do ERP para o funcionamento mais eficaz de uma construtora. Vamos analisar alguns deles a seguir:

1. Reduz custos da obra

Um dos benefícios mais notáveis do ERP é a redução de custos. O sistema permite que o trabalho seja mais eficiente e focado na construção civil ao automatizar os processos e permitir que o planejamento seja mais preciso.

Assim, o gestor consegue obter mais informações sobre as atividades da obra, bem como as entradas e saídas, aplicação de insumos, avanço da obra, permitindo que esses recursos e execuções sejam otimizados e previsíveis.

Ao final, essa visão macro do projeto se traduz na redução de custos de materiais e mão de obra, uma vez que a quantidade de erros e de retrabalho diminuem.

Portanto, a redução de custos com a obra é uma necessidade importante para o especialista responsável pela condução do projeto.

Saiba mais sobre a redução de custos de obra com ERP nesse vídeo que fizemos pra você.

2. Centraliza e valida informações

O ERP tem como funcionalidade centralizar e cruzar dados importantes. As informações são lançadas em diferentes módulos totalmente integrados, facilitando o acesso e compartilhamento de dados. O gestor pode ter uma visão mais ampla da obra, fazendo com que a duplicidade de informações seja evitada.

3. Otimiza o tempo de obra

Já que todos os processos são automatizados e otimizados, o uso de um ERP diminui a perda de tempo de obra. O levantamento de estoque, por exemplo, torna-se mais simples e rápido, já que o sistema permite o acesso em tempo real a relatórios e gráficos. 

Além disso, o sistema elimina a necessidade de digitar informações várias vezes em planilhas diferentes.

4. Consegue estimar um prazo de entrega do projeto

Um outro benefício que se destaca do ERP é a possibilidade de criação de cronogramas bem estruturados, permitindo que o gestor acompanhe a evolução diariamente. Assim, os cronogramas podem estimar um prazo de entrega mais realista, correto, objetivo e certeiro.

5. Gera competitividade

Ao oferecer tantos benefícios, é natural que o ERP seja um diferencial para a empresa. Construtoras que investem em tecnologias para desenvolver seus projetos tendem a ser bem vistas e a ganharem mais relevância no mercado, e o ERP trilha um bom caminho para isso.  

O ERP também diminui os riscos de acidentes e imprevistos ao tentar preveni-los. Nesse processo, a construtora pode tomar medidas preventivas ou criar respostas rápidas, diminuindo impactos negativos e aumentando a sua competitividade no mercado.

A competitividade da empresa também fica em alta com o auxílio nas tomadas de decisões que o ERP fornece: elas podem ser feitas de forma mais assertiva, inteligência e ágil.

Afinal, quanto custa um ERP para a construção civil?

Após entender melhor sobre os seus benefícios, é natural surgir a dúvida sobre quanto custa implantar um ERP em sua empresa.

Existem hoje no mercado uma variedade de sistemas ERPs, com os mais diversos custos de investimento. Alguns sistemas são desenvolvidos especificamente para uma área, incluindo sistemas especializados para Engenharia.

Na área de Construção, é necessário levar em conta a quantidade e complexidade dos projetos, prazos de entrega, controles de insumos e mão de obra, além de outras características da empresa como quadro de colaboradores, parceiros, fornecedores, clientes, para que seja feita uma escolha adequada de um sistema de gestão.

O custo de investimento em um ERP varia de acordo com o tamanho da empresa e suas necessidades. Os principais fatores que influenciam no custo de um ERP são: a licença de uso e manutenção incluindo suporte e atualizações, a sua implementação contemplando cadastros e treinamento de colaboradores, necessidade de customizações de acordo com a aderência do sistema aos seus processos.

Atualmente, os softwares são geralmente ofertados em formato SaaS (do inglês Software as a Service), ou software como um serviço. As vantagens de se utilizar um software como serviço são muitas, podendo citar o acesso a tecnologias por um valor muito mais acessível do que antigamente, quando era necessário comprar a licença e instalar em uma infraestrutura própria dentro da empresa.

Hoje, com aplicativos SaaS, não é necessário adquirir, instalar, atualizar ou manter o software. O SaaS torna aplicativos corporativos como ERP e CRM acessíveis a organizações que não têm recursos para comprar, implantar e gerenciar a infraestrutura e software necessários. Você também economiza porque o serviço SaaS escala verticalmente e horizontalmente de acordo com o nível de uso, ou seja, você pode contratar mais acessos e mais módulos mediante demanda.

Os usuários podem acessar aplicativos e dados SaaS por meio de qualquer computador ou dispositivo móvel conectado à internet. Além disso, você não precisa de especialistas para gerenciar problemas de segurança inerentes à computação móvel. Com dados armazenados na nuvem, os usuários podem acessar suas informações por meio de qualquer computador ou dispositivo móvel conectado à internet. E, quando os dados do aplicativo estiverem armazenados na nuvem, nenhum dado será perdido se um computador ou dispositivo do usuário falhar.

O investimento para implantar um ERP é menor quando a oferta é no modelo SaaS.

Nesse modelo, geralmente é contratado o serviço de acordo com o número de usuários e módulos habilitados, e o pagamento ocorre mensalmente como uma assinatura. Os valores variam desde R$300 por usuário e por módulo podendo chegar a valores bem maiores quando se trata de uma solução mais completa.

Além do investimento no uso da licença, normalmente existe a necessidade de implantar o sistema, com cadastros e integrações bancárias, além do treinamento dos usuários. O custo de implantação geralmente é único e pode ser parcelado, e algumas linhas de crédito oferecem um financiamento para viabilizar o investimento para empresas que assim desejarem. Os valores de implantação variam muito de acordo com o tamanho da solução contratada, partindo desde R$20.000 podendo chegar até a R$200.000 em grandes projetos.

Antes de escolher um ERP, é de extrema importância verificar todos os recursos oferecidos, o que está incluído no pacote contratado e o quanto esse sistema está preparado para fazer a gestão de seu negócio. Isso evita surpresas ao longo da implantação, o famoso barato que sai caro.

O retorno do investimento em um sistema de ERP é rápido e facilmente mensurável, o que não diminui a necessidade de ser criterioso na análise e escolha da melhor opção para a sua empresa. Isso porque a dedicação para a implementação de um software integrado é grande e passa por todas os setores de sua empresa, sendo ideal que a empresa tome essa decisão planejando permanecer com o mesmo sistema por um médio a longo prazo.

Após analisar as demandas da empresa, é recomendado optar por um ERP que atenda a todas elas e ponderar o melhor custo x benefício.

90 Compor ERP: a melhor solução do mercado!

Atualmente existem alguns sistemas ERP que se propõem a atender o mercado de Engenharia. Porém, são poucas que realmente oferecem uma solução 100% integrada de forma nativa. O que isso significa? No intuito de atender um mercado tão abrangente como é o mercado de construção civil e pesada, algumas empresas fazem uma integração entre diversos sistemas, construindo o que chamamos de colcha de retalhos. São sistemas independentes que são apresentados para o cliente como se fosse uma coisa só que, na prática, não funcionam muito bem.

Isso gera insatisfação e muitas vezes diminui a eficácia de sistemas de gestão por parte dos usuários, que acabam por voltar a utilizar planilhas de Excel para fazer seus controles.

Ao escolher um sistema de gestão integrada, é essencial verificar se os módulos são integrados dentro da mesma aplicação, de forma a conversarem entre si sem a necessidade de nenhuma API (interface de programação de aplicações, um conjunto de definições e protocolos para criar e integrar softwares de aplicações).

Atualmente o melhor e mais completo software especializado para Engenharia é o 90 Compor ERP. Há mais de 3 décadas a 90 TI vem desenvolvendo esse sistema, oferecendo soluções seguras, completas e específicas para empresas de Engenharia, principalmente empresas de construção.

O 90 Compor ERP é uma ferramenta completa e especializada na otimização da gestão de construtoras, com módulos totalmente integrados, como suprimentos, financeiro e gestão de obras, entre outros. Confira os benefícios:

1. Otimiza o seu financeiro

Com o uso do 90Compor ERP você pode fazer a gestão financeira do seu negócio, controlando as contas a pagar e a receber, fluxo de caixa, conciliação bancária automática, tudo isso integrado aos módulos suprimentos, contábil e fiscal e incorporação.

2. Gestão de custos e receita 

Por meio de uma controladoria eficiente, você pode gerenciar seus custos e receitas, captando análises de resultados Através de uma controladoria eficiente, você pode gerenciar seus custos e receitas por local e centro de custo, captando análises de resultados que podem ser apresentados de acordo com as demandas atuais da sua corporação.

3. Faturamento integrado aos órgãos municipais e federais

Tenha o seu faturamento totalmente integrado à Receita Federal, além de várias prefeituras. Em outras palavras, quando precisar emitir notas fiscais, essa inserção é praticamente automática no banco de dados do governo, fazendo a integração simultânea.

4. Gestão de suprimentos

Se você busca um controle mais otimizado e eficiente na gestão de materiais de suas obras, o 90 Compor ERP certamente atenderá suas demandas. A inteligência do sistema permite diversas conferências durante o processo de compras, evitando erros de compras e controle de estoque e avaliação de fornecedores. Além disso é possível controlar os contratos com seus fornecedores, sabendo exatamente o que já foi entregue e o saldo do contrato.

5. Gestão de obras

O módulo de Gestão de Obras entrega exatamente o que seu nome diz: a gestão completa de suas obras. Por meio dele é possível cadastrar os contratos das obras e acompanhar seu avanço através das rotinas de produção e medição, além da parte diária de mão e obras e equipamentos.

Um grande diferencial desse módulo é o controle de contratos com subempreiteiros, que são serviços terceirizados que impactam no saldo das obras. Com essa rotina, você têm toda a gestão da prestação desses serviços de forma prática e segura. Os relatórios permitem que você tenha informações sobre o previsto versus realizado, tanto em termos de custos como prazo.

Essas são apenas algumas das inúmeras vantagens de optar pelo 90 Compor ERP!

Agora que você já sabe um pouco mais sobre os benefícios de se utilizar um ERP, entre em contato com a gente e fale com um de nossos consultores. Não espere mais tempo para levar sua empresa para outro patamar, otimizando a sua gestão com o melhor ERP para engenharia do mercado!

As maiores construtoras do Brasil segundo a INTEC

maiores construtoras do Brasil

A grande maioria dos estudantes de Engenharia Civil – e mesmo aqueles que já estão formados – sonham em trabalhar em uma grande construtora. Afinal as maiores construtoras do Brasil costumam oferecer um bom ambiente de trabalho, salários e benefícios que chamam atenção no mercado.

Assim, todos os anos, a INTEC organiza o ranking com as 100 maiores construtoras do Brasil. Neste artigo, você descobrirá algumas dessas empresas, que ocupam as primeiras posições do ranking e conhecerá um pouco mais sobre elas.

Confira!

As 10 maiores construtoras do Brasil

Aparecer entre as maiores construtoras de acordo com a INTEC é objetivo de qualquer gestor do ramo da construção civil. O ranking mostra o sentimento dos grandes empreendedores do setor para o mercado. Ou seja, as empresas citadas no ranking podem servir de inspiração para as construtoras que ainda não foram contempladas.

1- Direcional

A construtora tem 40 anos de história, com sede em Belo Horizonte e atuação em 13 estados do Brasil com mais de 150 mil unidades entregues e incorporadas. As unidades entregues variam desde o segmento de médio e alto padrão até empreendimentos do programa Casa Verde e Amarela. 

São mais de 6 mil colaboradores que fazem parte da empresa que realiza o sonho da casa própria de milhares de brasileiros. Mais informações podem ser vistas em seu site oficial: www.direcional.com.br

2- Tenda

A empresa, também de Belo Horizonte, foi fundada em 1969 com objetivo de facilitar o sonho da casa própria aos brasileiros. A Tenda tem parceria com programas governamentais, com benefícios para facilitar o financiamento. Também oferece condições de pagamento facilitadas e atendimento personalizado durante todo o processo. 

A empresa já ajudou mais de 120 mil famílias e atua em nove estados brasileiros. Ela é uma das empresas que integram a Bolsa de Valores de São Paulo, tem capital pulverizado, com free float (ações em livre negociação) de mais de 90% dos papéis emitidos. Visite o site para mais informações: www.tenda.com

3- MPD

Fundada em 1982, em São Paulo, a MPD possui mais de 120 obras realizadas ao longo de sua história em seu currículo. Além de aparecer no ranking das maiores construtoras do Brasil, também já recebeu prêmio de uma das melhores empresas para trabalhar e também na gestão de pessoas. 

Além disso, atua na construção de hospitais, universidades, shopping centers, indústrias, incorporação de apartamentos, escritórios de médio e alto padrão, galpões de logísticas e mais. Veja mais informações no site: www.mpd.com.br

4- Plaenge

O Grupo Plaenge foi fundado em 1970 e atua nos setores de desenvolvimento urbano, projetos, montagens industriais, incorporação industrial e mais. A empresa desenvolve imóveis de alto luxo ao lado da Vanguard.

Além disso, ela trata da construção dos imóveis, enquanto a Vanguard é porta de entrada para novas ideias e catalisadora de mudanças adicionando ousadia à empresa. 

A Plaenge está presente em sete capitais brasileiras e é conhecida como a maior construtora do centro-oeste do país. Além do Brasil, estão há mais de uma década no Chile e no setor industrial já entregaram obras em 19 estados do Brasil e na Venezuela. Saiba mais no site: www.plaenge.com.br

5- Diálogo

A Diálogo Engenharia foi fundada em 1987 e se propõe a entregar empreendimentos nas melhores localizações de São Paulo. Até agora, já foram entregues mais de 12 mil apartamentos, mais de 180 torres e mais de 1,8 milhão de metros quadrados de área construída. Além disso, a empresa prevê a entrega de mais de 6 mil apartamentos nos próximos 24 meses. Confira mais informações no site: www.dialogo.com.br

6- Cyrela

A Cyrela foi fundada em 1962, em São Paulo, e já está presente, além do Brasil, na Argentina e Uruguai. A empresa opera em 16 estados e 66 cidades brasileiras. A Cyrela é responsável por empreendimentos de luxo e alto padrão.

Ela se divide em três grupos: Cyrela, Living e Vivaz. Entre suas obras de destaque estão o Faria Lima Financial Center e JK Financial Center, ambos em São Paulo, e o Le Parc Residential Resort Salvador, maior condomínio de luxo do país. Confira mais informações sobre a construtora em seu site oficial: www.cyrela.com.br

7- Cury

A Cury Construtora foi fundada em 1963 e oferece qualidade em obras com valor acessível, no programa Casa Verde e Amarela. A empresa possui certificados reconhecidos e prêmios imobiliários. Em 2020, foi realizado o IPO e a empresa entrou na B3, a Bolsa de Valores nacional. 

A Cury tem como objetivo reduzir o déficit habitacional do Brasil e, para tal, já foi responsável por mais de 60 mil casas próprias. Presente em São Paulo e no Rio de Janeiro, também é responsável por imóveis de alto luxo. Saiba mais informações em seu site: www.cury.net

8- Matec

A Matec foi fundada em 2003 para atender a alta demanda que a empresa especializada na produção de tecidos de filtragem e assistência técnica que os seus fundadores possuíam. A Matec foi criada para produção de máquinas e, em pouco tempo, a produção artesanal foi convertida em industrial, com número crescente de plantas em todo o mundo.

A Matec Brasil nasceu em 2018 para importar e distribuir produtos da empresa para toda a América Latina. A empresa faz o que define como Engenharia de Valor, fazendo uso de recursos tecnológicos de forma colaborativa. Confira mais informações sobre a Matec em seu site oficial: www.matecconnect.com.br

9- Plano & Plano

A Plano & Plano nasceu na década de 1990 com foco em prestar serviços de engenharia e construção civil de qualidade. Atualmente, está presente em mais de 15 cidades. Em 2018, a construtora apareceu no ranking das 100 maiores do Brasil, sendo a primeira do Sudeste e a quarta do país.

Novamente, a empresa fundada em São Paulo aparece no ranking das 100 maiores do país, ainda entre as primeiras colocações. Saiba mais sobre a Plano & Plano em seu site: www.planoeplano.com.br

10- Ribeiro Caram

A Ribeiro Caram foi fundada em 1997 e, até agora, já executou projetos em 12 estados, com mais de três milhões de metros quadrados de área construída. Dois terços desses projetos foram feitos na última década, comprovando o crescimento da empresa. Desde 2007, a empresa tem o seu Programa Aprendiz, oferecendo a jovens estudantes a oportunidade do primeiro emprego, em parceria com o CIEE e NUBE. 

A empresa tem ainda o projeto IMCASA, que dá a oportunidade do imóvel próprio com alta qualidade e custo acessível. A construtora possui projetos nas áreas institucionais, comerciais, residenciais, industriais, centro logístico e shopping centers.

Além disso, ela também oferece burocracia reduzida, com clientes tendo acesso direto aos profissionais responsáveis pelos projetos, do engenheiro ao diretor, para que os problemas e dúvidas sejam solucionadas com mais rapidez. Saiba mais sobre a empresa em seu site: www.ribeirocaram.com.br

Outras grandes construtoras do Brasil que não estão no ranking da INTEC

  • MRV

Fundada em 1979, a MRV é a maior construtora do Brasil nos segmentos de imóveis para classe média e média baixa. Ela é a única que oferece casas e apartamentos em mais de 160 cidades do país.

Em 2014, ela conquistou as certificações ISO 14.001 e a OHSAS 18.001. A primeira estabelece padrões rigorosos sobre gestão de meio ambiente e a segunda, sobre gestão de segurança e saúde das empresas. Saiba mais informações no site: www.mrv.com.br

  • Caprem Construtora

A Caprem foi fundada em 2003 e, desde então, já tem mais de 750 mil metros quadrados de construção e cerca de 2.500 unidades habitacionais entregues. Confira mais informações no site oficial: www.caprem.com.br

  • BN Engenharia

A BN Engenharia também é uma das maiores construtoras do Brasil. Ela foi fundada em 1977, a partir da junção do Grupo Bueno Netto com duas empresas independentes, uma incorporadora e uma construtora. Seu foco é prestar serviços para terceiros e negócios para o grupo.

A empresa já construiu edificações comerciais, residenciais, hospitalares, industriais e shopping centers. Saiba mais informações sobre a BN Engenharia: www.bnengenharia.com.br

Como alcançar um melhor gerenciamento de obras?

Alcançar o status de construtoras mais bem avaliadas no Brasil não é fácil, no entanto, um bom gerenciamento de obras pode ser o início dessa meta.

Assim, ao iniciar uma construção, é importante pensar no melhor caminho a seguir e como isso deve ser feito. Os pontos cruciais do gerenciamento de obras devem ser levados em conta para que o projeto consiga se manter com qualidade, prazo e orçamento estabelecidos, evitando o aumento de custos.

Nesse caso, uma gestão de obras manual pode ser improdutiva e está sujeita a perdas de informações e erros. Assim, soluções tecnológicas são essenciais para otimizar o gerenciamento de obras, além de deixá-lo mais econômico.

Quando as construtoras investem em soluções tecnológicas, há maior precisão, organização e centralização de dados. A perda de informações é evitada e os dados tornam-se mais completos, com mais possibilidades de uso de recursos visuais, por exemplo. Isso impacta diretamente na confiabilidade, qualidade e produtividade de toda a obra.

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Órgãos públicos terão que aumentar infraestrutura de dados para o BIM

BIM

Arthur Costa Sousa, vice-presidente executivo da Concremat

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Os órgãos públicos terão que fazer investimento em sua estrutura de armazenamento e conexão de dados para cumprir as normas que tornaram obrigatório o uso do BIM (Modelagem de Informações para Construção, na sigla em inglês). É o que avalia Arthur Sousa, vice-presidente executivo da Concremat, empresa de desenvolvimento de projetos que é uma das pioneiras no uso dessa metodologia no país.

O país se tornou um dos mais avançados na América Latina em termos de uso dessa metodologia ao tornar obrigatório, para contratações públicas do governo federal, que os projetos utilizem o BIM, o que vale já a partir deste ano para alguns órgãos nos ministérios da Defesa e da Infraestrutura, segundo Sousa.

Uma regra de transição do Decreto 10.306/2020 determina que até 2024 todas os projetos e obras de grande porte deverão obrigatoriamente utilizar, em toda a administração federal, essa ferramenta. E, até 2028, serão inseridos os chamados projetos de média relevância. Os critérios para determinar o grau de relevância serão criados.

Mas, para que a metodologia funcione, não bastará apenas a determinação legal. Segundo ele, são necessários equipamentos que possam receber, processar e armazenar grandes volumes de dados. O custo inicial dos equipamentos para se usar o BIM chegam a ser quatro vezes superiores aos de um gerenciamento comum, na avaliação do especialista.

Capacitação

Sousa também alerta para a necessidade de capacitação dos profissionais do setor público e privado para o uso da metodologia. Ele lembrou que as próprias empresas do setor criaram o BIM Fórum Brasil, uma associação que vai ter a finalidade de promover a capacitação e apoio para o uso da metodologia.

Apesar dos custos iniciais considerados mais elevados para a implantação, Sousa diz que o uso do BIM traz muito mais benefícios ao longo da construção e até mesmo para a fase de operação e manutenção, após a obra pronta.

O BIM é na prática uma forma de que todos os envolvidos com o projeto ou a obra estejam cooperando dentro de uma mesma ferramenta de troca de informações, o que garante benefícios como maior agilidade para atualizações de projeto e melhor controle de custos. Antes, os projetos eram feitos por diferentes profissionais, de forma separada, o que dificultava o controle e levava a muito mais lentidão e insegurança para realizar alterações de projetos.

“Era como se cada profissional, o projetista, o orçamentista, o planejador, trabalhassem numa caixa separada”, explicou Sousa.

 

Demanda por BIM

O vice-presidente da empresa afirmou que Concremat usa o BIM desde 2009 e atualmente só não faz o projeto nessa plataforma se o cliente exigir. Segundo ele, as empresas estão cada vez mais demandando que os projetos sejam feitos pelo BIM por causa dos benefícios que o modelo apresenta.

Entre eles, segundo Sousa, está a maior segurança para que o nível decisório da companhia possa tomar decisões em mudanças de projetos, por exemplo.

“Se, na construção de uma rede de esgoto, você encontra uma tubulação de gás e tem que fazer desvio, vamos apresentar soluções mais rápidas. Quem decide vai poder visualizar isso de maneira muito mais simples. Eu digo que o BIM facilita a engenharia para não engenheiros”, disse o vice-presidente.

Outro benefício está na financiabilidade do projeto. Segundo ele, é possível ter muito mais segurança sobre o andamento da obra e as necessidades de recursos que ela terá em cada fase, o que facilita a obtenção e o gerenciamento do crédito para a construção.

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