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Categoria: Blog

Passou da hora de você usar um sistema de gestão integrada para obras!

sistema gestão integrada

Primeiro de tudo, o sistema de gestão integrada, também conhecido como ERP ou Enterprise Resource Planning, tem se revelado uma tecnologia indispensável para o sucesso da gestão em diversos segmentos. Por sua função de centralizar informações e automatizar processos, principalmente as áreas especializadas, como a de engenharia, se beneficiam dessa ferramenta.

O recurso, atualmente é encontrado On Premise. Ou seja, ele é utilizado em servidor local ou On Cloud, na nuvem, opção que facilita a comunicação e fluidez entre diferentes departamentos da empresa. Por exemplo, setores interdependentes, como compras, financeiro e estoque, visualizam em tempo real a atualização das atividades de cada um.

No entanto, esse tipo de sincronia evita ultrapassar o orçamento, a falta de materiais em estoque, a venda do que não está disponível, dentre outros descompassos, que prejudicam desde a rentabilidade da obra até a relação com o cliente.

Hoje, nossa missão aqui é trazer mais informações sobre o sistema de gestão integrada como aliado da eficiência na gestão de obras. Dessa forma, ao final, você encontrará um material completo sobre o assunto e uma alternativa especializada de ERP para construção civil. Prossiga!

O que queremos dizer com sistema de gestão integrada?

Antes de tudo, o ERP surgiu em 1990, como uma evolução dos softwares de planejamento de materiais (MRPs). Gartner incluiu nessa ferramenta, além da manufatura, outras áreas de uma empresa, como recursos humanos e finanças.

Sendo assim, o sistema de gestão integrada é estruturado na forma de módulos, dispondo de ferramentas integradas que geram dados unificados para cada um dos setores da organização. Ainda em termos de estrutura, ele se divide em três camadas:

  • Código: diz respeito à linguagem a partir da qual o software é construído;
  • Banco de dados: local de armazenamento dos dados inseridos no ERP;
  • Interface: é a camada superficial do programa, acessível para visualização e interação.

Do que você precisa para ter controle sobre o seu projeto?

Em suma, da sua criação aos dias de hoje, o ERP surge como uma solução que visa oferecer maior controle aos processos de gestão, mitigando alguns dos principais gargalos que prejudicam os negócios, tais como:

  • informações segmentadas e fragmentadas;
  • lentidão e falta de estrutura em processos;
  • incapacidade de cumprir o planejamento;
  • monitoramento ineficiente das atividades;
  • erros e retrabalhos recorrentes;
  • grande gasto de tempo com operações administrativas manuais;
  • desperdício de recursos materiais, financeiros e humanos;
  • falta ou falha na comunicação entre setores.

Se você viu a situação da sua construtora nestes itens, saiba que é o momento de buscar um sistema de gestão integrada que atenda às particularidades do seu empreendimento. Muitos desses problemas extrapolam um único fator de prejuízo, gerando um efeito dominó de falhas nos processos da empresa.

Isso não quer dizer, necessariamente, que o gestor da obra não seja competente, que os colaboradores sejam o problema ou coisas do tipo. Fato é que chegamos a um momento de complexidade das atividades na construção civil, que não permite mais contar apenas com as habilidades humanas.

Automatizar, centralizar e virtualizar processos e informações se tornou condição para manter a competitividade no mercado de engenharia.

Soluções para uma gestão integrada e eficiente na construção civil

Um ponto que já sugerimos é sobre a especialidade do ERP. É possível encontrar no mercado uma série de sistemas de gestão integrada genéricos, construídos de acordo com os princípios de administração dos negócios em geral.

Contudo, os serviços de engenharia lidam com particularidades únicas. Dessa maneira, a adoção de um sistema genérico pode acabar solucionando apenas parte das necessidades de gestão de obras, deixando rebarbas de problemas que continuarão a minar o potencial de sucesso dos serviços.

A lida, por exemplo, com o desempenho, produtividade e manutenção de equipamentos, dentre outras questões afins, é algo inexistente em outros tipos de prestação de serviço, mas fundamental para a construção civil.

Por esse motivo, um ERP especializado será um auxílio valioso desde aos processos de planejamento, até à entrega ou venda da construção, passando por todas as atividades internas e em campo que uma obra envolve.

Dessa forma, a 90 TI, empresa movida por uma equipe de engenheiros apaixonados pela área, desenhou um sistema de gestão integrada completo, dinâmico e na medida do nicho de construções. Criamos um material robusto para que você saiba mais detalhes sobre os ERPs e a nossa solução.

O 90 Compor ERP funciona na nuvem, alternativa mais flexível, que proporciona a possibilidade de acessar informações e realizar ações de qualquer lugar. O nosso sistema de gestão integrada ainda conta com versão mobile e módulos de: finanças, controladoria, faturamento, suprimentos, BI, incorporação, fiscal e contábil, além de um core business de gestão de obras.

Portanto, baixe agora o nosso E-book para conhecer a solução que o seu empreendimento de engenharia precisa para alcançar um controle eficaz na gestão de obras.

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24 pontos de atenção para a fiscalização de obras públicas

A fiscalização de obras públicas é uma atividade complexa e de extrema relevância. Ela evita problemas como atrasos, paralisações por falta de licenças, penalidades pelos órgãos de controle e qualquer outro tipo de irregularidade que caracterize o mau uso do dinheiro público.

Em cada momento do processo de fiscalização, tudo precisa estar nos conformes, para que o andamento da obra siga de acordo com o planejado e dentro dos recursos destinados. Considerando essas ressalvas, neste artigo vamos abordar alguns pontos estratégicos essenciais para um bom controle e fiscalização de obras públicas. Acompanhe!

Sobre a importância da fiscalização de obras e do profissional que a executa

No setor privado, a realização de uma grande reforma ou obra nova é uma tarefa que exige muito controle e monitoramento. No setor público, por sua vez, a importância disso se potencializa, pois são aplicados recursos arrecadados da população por meio de tributos. 

Isto é apenas um dos fatores, claro. A fiscalização de obras públicas é também importante pois todas as ações devem seguir o que está estipulado no projeto e o que foi aprovado por meio da licitação. Cronograma, aplicação de recursos, compra de materiais e todas as demais especificações detalhadas no projeto devem ser acompanhadas e analisadas. 

Lembrando que o que se espera de uma obra pública é que os recursos sejam usados de forma econômica, eficiente e sustentável, o que reforça ainda mais a importância da fiscalização e do papel do profissional que realiza essa tarefa: o fiscal de obra.

Esse profissional é o responsável pela fiscalização adequada de todos os requisitos, normas e procedimentos legais, para verificar se estão sendo cumpridos.

Por falar em normas e práticas, essas são as que devem ser atendidas e para as quais a atenção da fiscalização de obras públicas deve se voltar:

  • leis, decretos, códigos, portarias e normas municipais, estaduais e federais. Isso inclui normas de concessionárias de serviços públicos;
  • resoluções e orientações dos órgãos do sistema CREA/Confea;
  • normas técnicas da ABNT e do Inmetro.

O fiscal é aquela pessoa que está periodicamente presente no canteiro de obras. Ele verifica cada etapa do projeto, faz os registros necessários, efetua medições e tem como um de seus principais objetivos evitar que o cronograma atrase.

Além disso, verifica as medidas de segurança necessárias, considerando que o canteiro de obras é vulnerável a diversos tipos de acidentes; assim como a necessidade de ações que diminuam os impactos ambientais e medidas que auxiliem a prevenir falhas que poderiam atrapalhar o andamento ou a conclusão da obra.

Dessa forma, o trabalho da fiscalização de obras públicas é essencial para uma gestão eficiente da construção civil nesse setor.

Irregularidades que a fiscalização de obras públicas não pode deixar passar

Ressaltamos a importância da fiscalização de obras públicas para que o seu resultado atenda à população de maneira eficiente. Mas, de fato, não se restringe à atividade do fiscal durante a execução da construção os eventos de fiscalização relevantes para essa atividade.

Abaixo listamos algumas irregularidades em diferentes momentos que envolvem as atividades da construção civil no setor público, com base em um apanhado em documentos de diversos órgãos de controle, como TCU, CGU, Controladorias estaduais e municipais e Tribunais de Contas.

Essas irregularidades foram constatadas em auditorias de obras públicas e servem para alertar gestores de licitação e gestores de projetos e obras em relação à importância e aos pontos de atenção na fiscalização de obras públicas. 

No procedimento licitatório

Algumas das constatações de irregularidades nos processos de licitação são:

  1. Projeto básico incompleto ou inadequado, sem elementos suficientes para caracterizar a obra, elaborado posteriormente ao processo licitatório ou não aprovado por autoridade competente;
  2. Tipo ou modalidade de licitação inadequados;
  3. Dispensa de licitação com justificativa discordante ou sem justificativa;
  4. Falta da publicidade necessária nas etapas da licitação;
  5. Manipulação de preços, de forma que os serviços iniciais se mostrem caros e os finais muito baratos, podendo gerar desinteresse do contratado nas etapas finais do projeto, por causa dos baixos valores dos serviços remanescentes.

Na gestão do contrato

Dentre as irregularidades mais comuns em relação à gestão do contrato estão:

  1. Discordância entre a constante do edital do processo de licitação e a descrição do objeto;
  2. Discrepância entre os projetos executivo e básico;
  3. falta de aditivos que contemplem eventuais alterações no cronograma físico-financeiro ou no projeto;
  4. Falta de justificativa sobre supressão ou acréscimo de serviços;
  5. Adição de serviços contratados por preços unitários diferentes do orçamento apresentado no processo licitatório;
  6. Contrato encerrado com o objeto não concluído.

Na execução do orçamento

Como exemplos de irregularidades na execução do orçamento, temos:

  1. Obra não inclusa no Plano Plurianual ou em lei que autorize que seja incluída (em casos de execução superior a um exercício financeiro);
  2. Falta de previsão de recursos do orçamento que garantam o pagamento das etapas que devem ser executadas no exercício financeiro corrente.

Referentes à medições e pagamentos

Em relação às medições e pagamento, algumas irregularidades são:

  1. Pagamento de serviços que não foram executados;
  2. Pagamento de serviços feitos, mas não aprovados pela fiscalização;
  3. Pagamentos a serviços de supervisão, apesar de a obra estar parada;
  4. Falta de conferência e comprovação dos serviços feitos;
  5. Medições e pagamentos feitos a partir de critérios diferentes do estipulado no edital e contrato;
  6. Superfaturamento.

No momento de receber a obra

  1. Obra entregue com falhas visíveis de execução;
  2. Condições descritas no edital do processo de licitação ou no contrato não cumpridas;
  3. Prazos previstos no contrato e nos termos aditivos (de entrega, conclusão e recebimento definitivo) não cumpridos;
  4. Falta de recebimento provisório pelo fiscal da obra, de acordo com o termo circunstanciado assinado pelos envolvidos;
  5. Falta de vistorias para a emissão do habite-se feitas pelos órgãos públicos competentes.

Soluções tecnológicas que auxiliam na fiscalização de obras públicas

Soluções tecnológicas têm oferecido um suporte valioso à fiscalização de obras públicas, assim como outros momentos que envolvem essa empreitada. Há softwares que facilitam todos os processos, desde a análise de viabilidade dos projetos até o final de sua execução. 

Algumas soluções, por sua vez, são obrigatórias. Exemplo disso é o BIM, também conhecido por Modelagem de Informação da Construção. O decreto federal nº 10.306 estabelece o uso dessa tecnologia nos serviços de engenharia prestados ao setor público. 

Utilizando essa ferramenta, é possível:

  • compreender melhor as fases do projeto;
  • melhorar a comunicação entre as equipes envolvidas;
  • reduzir retrabalhos e desperdícios;
  • controlar melhor o orçamento;
  • estruturar melhor o cronograma de obras;
  • fazer o acompanhamento geral da construção. 

Outra novidade — e também obrigatoriedade — vem por meio do decreto federal 10.899, de dezembro de 2021, que adiciona novas funcionalidades à fiscalização de obras públicas. Esse decreto permite que o acompanhamento das obras possa ser feito por meio de vídeos e fotos dos empreendimentos. 

Esse novo tipo de fiscalização contempla as normas da Nova Lei de Licitações, que já está sendo adotada em partes, mas que entra definitivamente em vigor em 2023. Além dessas tecnologias obrigatórias, precisamos lembrá-lo/a sobre a importância da segurança digital, sobretudo quando se trata de obras públicas.

Há que se ter um programa completo de segurança, com recursos e ferramentas necessários para prevenção de ataques, proteção de dados, backup e recuperação de sistemas. 

Transformação_Digital_Construtoras

Para concluir, é importante ressaltar que os pontos de atenção para a fiscalização de obras públicas não interessam apenas aos fiscais em si, mas em todos os personagens públicos e privados envolvidos nos processos licitatórios dos serviços de engenharia.

Evitar equívocos antes mesmo da fiscalização é uma medida inteligente e eficiente para o sucesso e obtenção dos melhores resultados na construção civil no âmbito público. A busca por metodologias e tecnologias que facilitem cada momento é uma das ações favoráveis à prevenção de problemas.

Se você quer continuar se atualizando sobre informações e dicas relacionadas à construção civil e tecnologias que facilitam as atividades de engenharia, siga a 90Ti nas redes sociais!

As maiores construtoras do Brasil segundo a INTEC

maiores construtoras do Brasil

A grande maioria dos estudantes de Engenharia Civil – e mesmo aqueles que já estão formados – sonham em trabalhar em uma grande construtora. Afinal as maiores construtoras do Brasil costumam oferecer um bom ambiente de trabalho, salários e benefícios que chamam atenção no mercado.

Assim, todos os anos, a INTEC organiza o ranking com as 100 maiores construtoras do Brasil. Neste artigo, você descobrirá algumas dessas empresas, que ocupam as primeiras posições do ranking e conhecerá um pouco mais sobre elas.

Confira!

As 10 maiores construtoras do Brasil

Aparecer entre as maiores construtoras de acordo com a INTEC é objetivo de qualquer gestor do ramo da construção civil. O ranking mostra o sentimento dos grandes empreendedores do setor para o mercado. Ou seja, as empresas citadas no ranking podem servir de inspiração para as construtoras que ainda não foram contempladas.

1- Direcional

A construtora tem 40 anos de história, com sede em Belo Horizonte e atuação em 13 estados do Brasil com mais de 150 mil unidades entregues e incorporadas. As unidades entregues variam desde o segmento de médio e alto padrão até empreendimentos do programa Casa Verde e Amarela. 

São mais de 6 mil colaboradores que fazem parte da empresa que realiza o sonho da casa própria de milhares de brasileiros. Mais informações podem ser vistas em seu site oficial: www.direcional.com.br

2- Tenda

A empresa, também de Belo Horizonte, foi fundada em 1969 com objetivo de facilitar o sonho da casa própria aos brasileiros. A Tenda tem parceria com programas governamentais, com benefícios para facilitar o financiamento. Também oferece condições de pagamento facilitadas e atendimento personalizado durante todo o processo. 

A empresa já ajudou mais de 120 mil famílias e atua em nove estados brasileiros. Ela é uma das empresas que integram a Bolsa de Valores de São Paulo, tem capital pulverizado, com free float (ações em livre negociação) de mais de 90% dos papéis emitidos. Visite o site para mais informações: www.tenda.com

3- MPD

Fundada em 1982, em São Paulo, a MPD possui mais de 120 obras realizadas ao longo de sua história em seu currículo. Além de aparecer no ranking das maiores construtoras do Brasil, também já recebeu prêmio de uma das melhores empresas para trabalhar e também na gestão de pessoas. 

Além disso, atua na construção de hospitais, universidades, shopping centers, indústrias, incorporação de apartamentos, escritórios de médio e alto padrão, galpões de logísticas e mais. Veja mais informações no site: www.mpd.com.br

4- Plaenge

O Grupo Plaenge foi fundado em 1970 e atua nos setores de desenvolvimento urbano, projetos, montagens industriais, incorporação industrial e mais. A empresa desenvolve imóveis de alto luxo ao lado da Vanguard.

Além disso, ela trata da construção dos imóveis, enquanto a Vanguard é porta de entrada para novas ideias e catalisadora de mudanças adicionando ousadia à empresa. 

A Plaenge está presente em sete capitais brasileiras e é conhecida como a maior construtora do centro-oeste do país. Além do Brasil, estão há mais de uma década no Chile e no setor industrial já entregaram obras em 19 estados do Brasil e na Venezuela. Saiba mais no site: www.plaenge.com.br

5- Diálogo

A Diálogo Engenharia foi fundada em 1987 e se propõe a entregar empreendimentos nas melhores localizações de São Paulo. Até agora, já foram entregues mais de 12 mil apartamentos, mais de 180 torres e mais de 1,8 milhão de metros quadrados de área construída. Além disso, a empresa prevê a entrega de mais de 6 mil apartamentos nos próximos 24 meses. Confira mais informações no site: www.dialogo.com.br

6- Cyrela

A Cyrela foi fundada em 1962, em São Paulo, e já está presente, além do Brasil, na Argentina e Uruguai. A empresa opera em 16 estados e 66 cidades brasileiras. A Cyrela é responsável por empreendimentos de luxo e alto padrão.

Ela se divide em três grupos: Cyrela, Living e Vivaz. Entre suas obras de destaque estão o Faria Lima Financial Center e JK Financial Center, ambos em São Paulo, e o Le Parc Residential Resort Salvador, maior condomínio de luxo do país. Confira mais informações sobre a construtora em seu site oficial: www.cyrela.com.br

7- Cury

A Cury Construtora foi fundada em 1963 e oferece qualidade em obras com valor acessível, no programa Casa Verde e Amarela. A empresa possui certificados reconhecidos e prêmios imobiliários. Em 2020, foi realizado o IPO e a empresa entrou na B3, a Bolsa de Valores nacional. 

A Cury tem como objetivo reduzir o déficit habitacional do Brasil e, para tal, já foi responsável por mais de 60 mil casas próprias. Presente em São Paulo e no Rio de Janeiro, também é responsável por imóveis de alto luxo. Saiba mais informações em seu site: www.cury.net

8- Matec

A Matec foi fundada em 2003 para atender a alta demanda que a empresa especializada na produção de tecidos de filtragem e assistência técnica que os seus fundadores possuíam. A Matec foi criada para produção de máquinas e, em pouco tempo, a produção artesanal foi convertida em industrial, com número crescente de plantas em todo o mundo.

A Matec Brasil nasceu em 2018 para importar e distribuir produtos da empresa para toda a América Latina. A empresa faz o que define como Engenharia de Valor, fazendo uso de recursos tecnológicos de forma colaborativa. Confira mais informações sobre a Matec em seu site oficial: www.matecconnect.com.br

9- Plano & Plano

A Plano & Plano nasceu na década de 1990 com foco em prestar serviços de engenharia e construção civil de qualidade. Atualmente, está presente em mais de 15 cidades. Em 2018, a construtora apareceu no ranking das 100 maiores do Brasil, sendo a primeira do Sudeste e a quarta do país.

Novamente, a empresa fundada em São Paulo aparece no ranking das 100 maiores do país, ainda entre as primeiras colocações. Saiba mais sobre a Plano & Plano em seu site: www.planoeplano.com.br

10- Ribeiro Caram

A Ribeiro Caram foi fundada em 1997 e, até agora, já executou projetos em 12 estados, com mais de três milhões de metros quadrados de área construída. Dois terços desses projetos foram feitos na última década, comprovando o crescimento da empresa. Desde 2007, a empresa tem o seu Programa Aprendiz, oferecendo a jovens estudantes a oportunidade do primeiro emprego, em parceria com o CIEE e NUBE. 

A empresa tem ainda o projeto IMCASA, que dá a oportunidade do imóvel próprio com alta qualidade e custo acessível. A construtora possui projetos nas áreas institucionais, comerciais, residenciais, industriais, centro logístico e shopping centers.

Além disso, ela também oferece burocracia reduzida, com clientes tendo acesso direto aos profissionais responsáveis pelos projetos, do engenheiro ao diretor, para que os problemas e dúvidas sejam solucionadas com mais rapidez. Saiba mais sobre a empresa em seu site: www.ribeirocaram.com.br

Outras grandes construtoras do Brasil que não estão no ranking da INTEC

  • MRV

Fundada em 1979, a MRV é a maior construtora do Brasil nos segmentos de imóveis para classe média e média baixa. Ela é a única que oferece casas e apartamentos em mais de 160 cidades do país.

Em 2014, ela conquistou as certificações ISO 14.001 e a OHSAS 18.001. A primeira estabelece padrões rigorosos sobre gestão de meio ambiente e a segunda, sobre gestão de segurança e saúde das empresas. Saiba mais informações no site: www.mrv.com.br

  • Caprem Construtora

A Caprem foi fundada em 2003 e, desde então, já tem mais de 750 mil metros quadrados de construção e cerca de 2.500 unidades habitacionais entregues. Confira mais informações no site oficial: www.caprem.com.br

  • BN Engenharia

A BN Engenharia também é uma das maiores construtoras do Brasil. Ela foi fundada em 1977, a partir da junção do Grupo Bueno Netto com duas empresas independentes, uma incorporadora e uma construtora. Seu foco é prestar serviços para terceiros e negócios para o grupo.

A empresa já construiu edificações comerciais, residenciais, hospitalares, industriais e shopping centers. Saiba mais informações sobre a BN Engenharia: www.bnengenharia.com.br

Como alcançar um melhor gerenciamento de obras?

Alcançar o status de construtoras mais bem avaliadas no Brasil não é fácil, no entanto, um bom gerenciamento de obras pode ser o início dessa meta.

Assim, ao iniciar uma construção, é importante pensar no melhor caminho a seguir e como isso deve ser feito. Os pontos cruciais do gerenciamento de obras devem ser levados em conta para que o projeto consiga se manter com qualidade, prazo e orçamento estabelecidos, evitando o aumento de custos.

Nesse caso, uma gestão de obras manual pode ser improdutiva e está sujeita a perdas de informações e erros. Assim, soluções tecnológicas são essenciais para otimizar o gerenciamento de obras, além de deixá-lo mais econômico.

Quando as construtoras investem em soluções tecnológicas, há maior precisão, organização e centralização de dados. A perda de informações é evitada e os dados tornam-se mais completos, com mais possibilidades de uso de recursos visuais, por exemplo. Isso impacta diretamente na confiabilidade, qualidade e produtividade de toda a obra.

Quer saber mais? Baixe agora o nosso material sobre a transformação digital para construtoras e descubra ainda mais benefícios para a sua gestão.

SAP: 90TI certifica solução para o mercado de Business One

Parceria SAP 90

A 90 TI conquistou uma importante certificação internacional SAP: a SSP (Software Solutions Partners).  

O rigoroso processo para a certificação SAP considera, entre outros pontos, a solidez econômica do parceiro, a qualidade de desenvolvimento do sistema, a aderência tecnológica da solução ao ambiente SAP e os benefícios concretos que o produto disponibiliza aos clientes.  

A 90TI desenvolveu, em parceria com a SAP, um aditivo de software (add-on), que se integra de forma transparente à estrutura do Business One, permitindo que seus usuários tenham acesso imediato à plataforma.  

90 COMPOR ONE 

O 90Compor One é uma solução completa e especialista, que foi concebida na intenção de inovar e tornar mais simples, práticas e eficientes as atividades ligadas à execução de uma obra. A solução contempla desde a fase de orçamento e planejamento, passando pelo gerenciamento até a finalização. Confira algumas das principais rotinas disponíveis: 

  • Orçamento: faça todo o cálculo de orçamento da obra de maneira fácil e inteligente. As rotinas como BDI diferenciado, reajuste final do valor da planilha, geradores de relatórios e bancos de dados dos principais órgãos do Brasil (SINAP, DNIT, EMOP e outros), tornam a solução de orçamento a melhor e mais utilizada atualmente. 
  • Planejamento: integrado ao orçamento é possível planejar a obra por completo. Faça o acompanhamento dos cronogramas físico e financeiro, do histograma de mão de obra e equipamentos e muito mais! 
  • Gestão de Obras: a gestão do resultado das obras é fundamental para obter informações sobre o contrato com cada cliente. Nesse módulo é possível realizar o acompanhamento dos serviços, obter o comparativo de composição de preço unitário, fazer análise de valor agregado, da projeção de valores da obra e a previsão de desvios. É possível fazer a integração deste módulo com o nosso sistema de Manutenção de Equipamentos.
  • Incorporação: controle contratos de vendas, imprima boletos facilmente dos maiores bancos do país, renegocie dívidas, faça a gestão de unidades disponíveis e muito mais.

CONHEÇA A 90TI 

Com mais de 35 anos de experiência no mercado, a 90TI não é só uma empresa no desenvolvimento de softwares para o setor de engenharia com reconhecimento nacional, mas também uma especialista neste setor. Atuando nos segmentos de construção civil e pesada, consultoria, fiscalização, gerenciamento, projetos e orçamento, temos uma equipe que vive a engenharia diariamente com boas práticas e conhecimento profundo no que temos de melhor em experiência adquirida academicamente e com nossos clientes. 

Por serem criados exclusivamente para o setor de engenharia, nossos softwares possuem características específicas que tornam mais simples, práticas e eficientes as atividades ligadas à execução de uma obra. Desde a fase de orçamentação e planejamento, passando por todo o gerenciamento das obras até a sua conclusão, os sistemas da 90TI reduzem a necessidade do retrabalho e os custos envolvidos no processo. 

CONHEÇA A SAP  

Líder mundial no mercado de aplicações de software empresarial, a SAP auxilia empresas de todos os portes e setores a operar com mais assertividade. Suas soluções abrangem desde as áreas de negócios à análise executiva, depósitos, pontos de venda, escritório e dispositivos móveis. São mais de 380 mil clientes no mundo inteiro que operam de forma mais rentável e podem crescer com assertividade em seus negócios.  

Acesse aqui o site da SAP para mais informações. 

Curva S: jeito simples para acompanhar projetos de engenharia

Curva S

A curva em S, ou simplesmente curva S, como também é conhecida, é uma maneira muito eficiente de apresentar informações gerenciais para o acompanhamento de projetos. A sua representação gráfica permite o claro contraste entre aquilo que foi planejado em comparação com o que foi realizado.

Confira um exemplo de curva normal da estatística, gerada pelo Excel:

Curva S 1

A Curva S é um gráfico que mostra, mês a mês, o percentual da obra que será executado. Tem este nome porque se o gráfico mostrar os percentuais acumulados, terá o formato de um “S”. Se o gráfico exibir os percentuais mensais, terá a forma da curva de Gauss, ou curva Normal.

O nome dessa ferramenta está relacionado à regularidade do desembolso financeiro (custos) e realização física (trabalho). Isso porque é normal que o início do projeto tenha o mínimo de desempenho e avanço físico, que vão ascendendo e se estabilizando de acordo com a evolução das atividades. Daí, aparece o formato de ‘’S’’.

Confira abaixo:

Curva S

Diferenças entre Planejado e Realizado

O primeiro passo na construção de um gráfico em curva S é estabelecer a linha de base que deve ser guardada em segredo, para que o projeto não fique inviável de comparação entre tudo o que foi planejado com o que foi realizado.

Realizado

Trata das informações do desembolso financeiro e do trabalho que foi realizado no projeto. Independentemente da organização ser mensal, trimestral ou semestral, é fundamental que a linha de base do projeto permaneça preservada.

Curva S: Planejado X Realizado

Agora que o planejamento de custos e trabalho foi preservado e que o desembolso financeiro e a realização física são conhecidos, basta que essas informações sejam organizadas para a plotagem do gráfico da curva em S. Embora possa ser realizada em diferentes períodos, em geral, a comparação é feita mensalmente.

Para Pio Soares, a vantagem em utilizar o 90 Compor Orçamento para gerar o gráfico, é que não é preciso digitar os percentuais mensais nem importá-los de uma planilha.

Basta informar a data inicial da obra e o número de meses previstos. O 90 Compor Orçamento gera automaticamente os percentuais mensais do planejamento da obra. Ou seja, ele cria o cronograma físico-financeiro, que poderá ser utilizado para calcular o desembolso mensal, previsão de receita, consumo de materiais, etc.

A Curva de Gauss gerada pelo 90 Compor Orçamento:

Curva S 3

Curva S na Construção Civil

Na construção Civil, a curva S tem um papel importante na gestão de obras, por ser uma ferramenta de fácil interpretação para engenheiros e arquitetos.

Na gestão de obras, a sua utilização permite que gestores afirmem se uma obra está adiantada ou atrasada em termos de cronograma apenas analisando a linha de base e a porcentagem executada e acumulada.

Outro ponto importante sobre a curva S na construção civil, é a ponderação das atividades no cronograma ao elaborar a curva. Ela é usada para mostrar o peso de uma atividade: se lenta ou rápida.

A utilização da curva S proporciona maior controle sobre o andamento da obra, pois:

⦁ verifica o que já foi realizado;
⦁ analisa o que ainda está em execução;
⦁ mostra como todas essas informações impactam no cronograma.

O monitoramento da curva S na construção civil é fundamental para o sucesso do projeto. E para otimizar o tempo e erros, nada melhor do que utilizar a curva S do 90 Compor Orçamento. Só preencher com seus dados e sua demonstração gratuita será agendada!

Por que utilizar a Contabilidade para construção civil e construtoras?

contabilidade para construção civil

Veja quais são os diferenciais da contabilidade para construção civil em relação a outros tipos de contabilidade

A construção civil segue sendo um dos setores mais fortes do país, principalmente quando olhamos para dois fatores: o impulso que gera na economia e o nível de empregabilidade. Mas, ao mesmo tempo em que as empresas do setor crescem, elas enfrentam desafios ainda maiores. Um deles está relacionado com a contabilidade para construção civil e construtoras.

Sabia que não olhar para isso diretamente pode acabar gerando inúmeras perdas e até quebrar a empresa? É que a partir da contabilidade surgem oportunidades de:

  • Controlar os custos de produção;
  • Entender as oportunidades de redução da carga tributária;
  • Gerenciar melhor as contratações de profissionais e fornecedores;
  • Reduzir os riscos da operação.

Que tal alcançar essas e outras oportunidades? Aqui vamos apresentar esses desafios, explicando como a contabilidade para construção civil cumpre com um papel estratégico para esse setor.

Diferenças da contabilidade para construção civil com os demais segmentos

A contabilidade para o setor de construção é mais complexa do que para a maioria das empresas devido à natureza da obra, os preços por projeto, os custos operacionais – que mudam com frequência – e muito mais.

As construtoras precisam ser capazes de rastrear e relatar despesas, licitar projetos, gerenciar a folha de pagamento e uma série de outras responsabilidades contábeis. 

É por isso que listamos abaixo as principais maneiras que a contabilidade para construção civil difere de outros tipos de contabilidade.

Trabalho baseado em projetos

As construtoras trabalham de projeto para projeto, e normalmente gerenciam vários deles ao mesmo tempo. Mas existe um detalhe importante: os projetos não são necessariamente pagos assim que são concluídos.

Pode haver um depósito inicial para começar o trabalho, porém, o projeto geralmente é pago integralmente durante ou no final da entrega. Isso significa que pode levar meses ou anos até que a fatura final seja liquidada.

Por esses motivos, as construtoras podem precisar gerar declarações de lucros e perdas separadas para cada projeto ou período, pensando no cálculo de faturamento e impostos. 

Essa é uma responsabilidade importante, que leva em conta diferentes legislações. Nesse caso, contar com profissionais especializados em contabilidade para construtoras é essencial.

Diferentes modalidades de vendas

As empresas de outros segmentos, como o varejo por exemplo, geralmente oferecem no máximo 3 modalidades de vendas diferentes para os seus produtos ou serviços. Já nas empresas de construção civil, existe uma ampla gama de serviços que podem ser comercializados no contrato dos projetos.

Isso pode incluir não só o trabalho de serviço de construção, mas também os serviços de design, engenharia, fornecimento de materiais e muito mais.

Na prática, isso pode dificultar o rastreamento das despesas e o cálculo correto do lucro gerado por cada categoria de serviço. É por isso que a melhor opção é repassar tudo para uma equipe de contabilidade.

Contratos de longo prazo

Sua empresa pode gerenciar contratos de curto e longo prazo, geralmente com datas de término variáveis.

Para manter o controle do fluxo de caixa e dos seus livros de controle financeiro, é preciso contar com uma organização impecável, correndo o risco de se sujeitar a cobranças indevidas.

Como a contabilidade para construção civil pode apoiar de forma estratégica?

Entendendo essas diferenças, fica mais fácil encontrar as ações que a contabilidade para construção civil pode executar com o intuito de apoiar as empresas de forma estratégica.

Destacamos aqui 3 dessas ações:

1. Determinar o custo do trabalho

O custo do trabalho é um método para alocar despesas e receitas para cada trabalho específico. Isso não apenas o ajudará a se preparar para a hora de calcular os impostos, mas também fornecerá uma visão precisa da lucratividade de cada contrato.

Basicamente, essa ação garante que o preço do serviço cobre todas as despesas gerais, ao mesmo tempo que garante que haja lucro.

O custo do trabalho é calculado determinando o custo da mão de obra, materiais e despesas gerais em uma obra específica:

Custo total da obra = Materiais + Mão de obra + Despesas gerais

2. Controle as despesas de negócios

Você também vai precisar da contabilidade para controlar suas despesas. Isso inclui folha de pagamento, taxas de subcontratados, aluguel de equipamentos e compras de materiais.

É preciso categorizar essas despesas por serviço e por trabalho individual para que possa controlar facilmente quanto dinheiro entrou e quanto você gastou nas despesas.

Usar um sistema de controle e salvar seus recibos pode ajudá-lo a controlar todas as suas despesas, mas apenas com a contabilidade conseguirá ter visão sobre os custos com impostos, por exemplo.

As despesas mais comuns das empresas do setor de construção incluem:

  • Registro e licenciamento de obras;
  • Taxas bancárias;
  • Ferramentas e equipamentos;
  • Taxas de filiação de sindicatos e associações;
  • Seguros;
  • Pagamentos de locação;
  • Equipamentos de segurança e uniformes;
  • Folha de pagamento dos colaboradores;
  • Custos de Marketing;
  • entre outros.

3. Conciliar as declarações bancárias e fiscais

A cada mês, é preciso manter um registro de suas receitas e despesas. Em seguida, você deve conciliar suas transações para garantir que correspondam ao seu próprio sistema de contabilidade. As faturas e pagamentos devem estar de acordo com as movimentações bancárias.

Essa conciliação de suas transações envolve:

  • Comparação dos seus registros bancários com seus recibos de despesas;
  • Comparando todas as transações com o que você tem em suas receitas;
  • Gerenciar relatórios bancários com todas as movimentações.

Essa é mais uma ação estratégica que ajuda a ter visibilidade a longo prazo, identificando oportunidades de economia e investimentos.

Utilize um software de gestão integrada

Usar modelos de acompanhamento impressos ou planilhas de Excel só irão ajudar no controle contábil e da operação até certo ponto. Se você realmente deseja dominar sua contabilidade no setor de construção civil e evitar contratempos, você também deve olhar para um software de gestão.

Contar com o ERP, ou software de gestão integrada, é o caminho mais ágil entre o conhecimento da informação organizada em dados e a tomada de decisão. O seu uso torna mais fácil para sua empresa rastrear despesas, monitorar o status dos pagamentos, gerar relatórios financeiros e muito mais.

Com uma só solução, é possível gerenciar a operação de forma eficiente e detalhada, facilitando ainda mais o trabalho da contabilidade para construção civil. Com a solução certa, você consegue gerenciar:

  • Movimentações financeiras;
  • Controladoria;
  • Faturamento;
  • Compras e materiais;
  • Cumprimento das obrigações fiscais e contábeis, com apuração dos impostos.

O software oferece uma maneira segura e conveniente de integrar tudo que vimos até aqui. Além disso, você terá todas as ferramentas de que precisa para apoiar sua contabilidade e tomar decisões financeiras mais inteligentes.

Então, que tal começar na prática? Conheça agora os detalhes do 90 Compor ERP e entre em contato com o nosso time!

10 Vantagens do 90 Compor Orçamento em relação ao Excel

90 Compor Orçamento

Confira porque o 90 Compor Orçamento é mais completo na hora de planejar e orçar suas obras. Excel é coisa do passado?

Muitos engenheiros ainda usam o Excel para orçar e planejar suas obras. Para muitos profissionais, as planilhas do software são uma ótima ferramenta para coletar e transformar pequenas quantidades de dados. Mas, será que ele é completo mesmo?

Para começar a utilizar o Excel, o engenheiro precisa conhecer pelo menos 6 fórmulas:

  • Max e Min: = MAX (F1: F10)
  • Soma e Média: = SOMA (L1: L10)
  • Instruções SE (IF): = SE (B1 > B2, “bom” , “ruim”)
  • Somase, Count.Se, Mediase: = função (intervalo, critérios, faixa de função). = SOMA (D1: D10, “bom” , L1:L9).
  • Concatenação: = CONCAT (C1 , “”, M2)
  • E (And): = E (G1 = ” BOM ” , H2 > 5)

Muita informação pra guardar, não é?

Nos últimos anos, os engenheiros perceberam que o Excel tem algumas limitações, como as planilhas não possuírem controle de erros, escalabilidade problemática, etc. Por este motivo, começaram a buscar novos softwares de orçamento para otimizar seu trabalho e tempo.

Uma parte dessas pessoas encontraram no 90 Compor Orçamento e Planejamento de Obras uma ferramenta de qualidade e eficiência para produzir os seus orçamentos e relatórios.

O 90 Compor Orçamento e Planejamento de Obras foi desenvolvido para lidar com um gigantesco volume de dados. É responsável por fazer atualizações online sobre os valores que fazem parte do orçamento das obras, como as licitações, por exemplo.

Para a diretora da 90TI, Daniele Alpino, ao utilizar o sistema da empresa o engenheiro tem acesso aos bancos de dados, com valores e preços de insumo, e isso facilita o trabalho pois reduz os prazos e custos das obras.

Mas, afinal, quais são as vantagens do 90 Compor Orçamento em relação ao Excel? Confira 10 pontos essenciais:

  1. Assertividade e segurança nos cálculos: no Excel você pode esquecer de fazer uma autosoma e ter valores errados. Na solução da 90TI, não há esse risco;
  2. Planilhas disponíveis e editáveis em ferramenta WEB (similar ao conhecido Excel) e que facilitam e agilizam a elaboração do orçamento;
  3. Base de dados de referência atualizadas: o Excel não tem um banco de dados do Sinap, o 90 Compor Orçamento sim;
  4. Facilidade na composição de preços unitários: alguns itens, o engenheiro cria composições (ex: levantar uma parede) quando vai fazer um orçamento, calcula o custo de cada serviço;
  5. Rapidez no reajuste de preços e ajuste do preço final;
  6. Relatórios de órgãos públicos e gerador de relatórios;
  7. Integração simples com o acompanhamento através do ERP;
  8. Caso sua planilha já esteja em Excel, é possível reduzir significativamente o seu tempo. O 90 Compor Orçamento e Planejamento permite que uma planilha seja criada a partir de uma simples importação do Excel.
  9. Preço de custo de Serviços e Insumos sempre atualizados em conformidade com os principais Órgãos Públicos.
  10. Integração com a tecnologia BIM (Building Information Modeling – Modelagem de Informações da Construção), com plugin integrado ao Revit para atualização online dos quantitativos do orçamento.

O 90 Compor Orçamento conta com versões pagas e uma gratuita para quem deseja testar as funções do programa por um tempo determinado. Para saber mais, acesse: https://noventa.com.br/90compor/

Chegou a hora de trocar o ERP da sua empresa?

trocar ERP

O que todo gestor precisa saber antes de trocar o ERP por outro sistema

Toda empresa sabe da importância de ter um ERP (sistema integrado de gestão empresarial), e muitas são bem resistentes em trocá-lo, mesmo que ele não apresente os resultados que deveria. O ERP é uma ferramenta de gestão que conecta e organiza os setores de uma empresa, deixando-a mais eficiente e com as operações mais dinâmicas.

Desta maneira, todas as atividades e relatórios dos setores de estoque, vendas, finanças e recursos humanos são automatizados, proporcionando uma maior produtividade, segurança e redução de custos.

Um ERP adequado deve agilizar os processos, economizar o tempo dos colaboradores que fazem uso dele e facilitar a execução das tarefas.

Se o sistema não permite que você reduza o seu custo operacional e minimize os desperdícios, talvez seja a hora de repensar trocar o ERP da sua empresa.

Algumas dicas para saber se precisa trocar o ERP:

– Se seu ERP é modular e exige muito tempo dos colaboradores para execução dos processos na plataforma;
– Se os usuários não conseguem personalizar seus dashboards de acordo com as próprias necessidades;
– Não tem um bom relacionamento com o fornecedor;
– Não tem uma melhoria dos processos no uso do sistema.

A hora certa para trocar o seu ERP é a partir do momento que ele se torna obsoleto para a sua empresa. É preciso revisar alguns fatores que são extremamente relevantes para que o sistema te ajude a gerar melhores resultados.  Observe a seguir!

1 – Avaliar se as demandas da empresa são atendidas

Antes de ter uma nova tecnologia ERP é importante avaliar se as necessidades da empresa são atendidas pelo atual fornecedor do software. Crescimento da organização, mudanças legais ou alterações de processos internos são situações que exigem a alteração do sistema.

2 – Dificuldade ao utilizar o sistema

Se o sistema começa a travar e afetar a produtividade da equipe, é hora de começar a pensar na troca do ERP.

3 – O ERP não tem data de validade

É preciso analisar se o fornecedor do software realiza as atualizações tecnológicas, nos bancos de dados e nos aplicativos de forma recorrente.

As novas tecnologias trazem maior agilidade na utilização de determinados processos e melhoram alguns procedimentos, portanto, se o fornecedor não atualizar o ERP com certa frequência, talvez seja a hora de trocá-lo.

4 – Seu ERP antigo tem apresentado problemas

Se você teme que a empresa que presta suporte possa ter dificuldades no futuro para se adequar ao crescimento do seu negócio, mudanças na legislação ou até mesmo adaptações tecnológicas, então está na hora de mudar de sistema.
É muito importante sempre ficar atento se o software é atualizado conforme as mudanças na legislação e que auxilie a empresa a se manter em conformidade com as novas obrigatoriedades impostas pelo governo.

Todos os programas que não possuem manutenções frequentes, dificilmente conseguirão manter seus clientes por um longo período.

5 – O ERP não controla todas as informações

Se seu sistema não permite colaboração e compartilhamento de informações, é provável que a gestão do software não controla mais todas as informações, o que afeta diretamente na satisfação do cliente e deixa o trabalho da equipe comprometido.

E se não há um controle total das informações, os seus dados não estão seguros! Ao manter diversos controles paralelos ao ERP, a margem de erro aumenta drasticamente.

6 – Se o ERP da sua empresa não é flexível

Os ERPs precisam ser flexíveis para se adaptarem a novas legislações, afinal, o país passa por um período de constantes revisões nas regulamentações e, por conta disso, modelos mais antigos podem não conseguir se adequar às novas exigências legais.

Procure sempre estar em contato com seu fornecedor para entender as atualizações do seu sistema e para que o mesmo acompanhe as mudanças futuras que possam ocorrer.

7 – Dificuldade de contato com o fornecedor e se ele não te acompanha com frequência

Outra dica que sempre fazemos questão de lembrar é que ferramentas de TI e sistemas de gestão, em geral, não resolvem todos os problemas por si só. Os ERP’s devem, necessariamente, ser acompanhados de uma mudança cultural e da adoção das melhores práticas do mercado.

Ter um fornecedor que esteja a disposição e consiga mapear os processos da sua empresa é fundamental.
Se o fornecedor do seu sistema não realiza tal acompanhamento, pode ser o momento de buscar outras soluções.

Quais os desafios que uma empresa pode ter ao trocar seu software de gestão integrada?

Para Daniele Alpino, diretora executiva da 90Ti, a resistência da equipe a mudanças e a adaptação aos novos processos atrapalha. “Quando existe uma troca de um sistema integrado, a forma como uma área trabalha afeta o trabalho da outra pode gerar muito conflito. Muitas vezes, quando vamos fazer essa mudança, o usuário está focado em resolver somente o problema dele e não se preocupa com o que pode afetar mais à frente no seu setor e na empresa”, afirma.

Confira alguns desafios recorrentes:

– Resistência a mudanças de processos;
– Dificuldade de transição de um software para outro;
– Comprometimento da diretoria, gestores e funcionários;
– Disciplina para entrega das atividades no prazo.

90 Compor ERP

O 90 Compor ERP é um software integrado, feito especialmente para o setor de engenharia e atende tanto o back office (financeiro, suprimentos fiscal, contábil), quanto a parte vertical de engenharia como: gestão de obras, gestão de sub empreiteiro, gestão de contratos administrativos, a parte de orçamento e planejamento de obras e parte manutenção de equipamentos e patrimônios. O sistema atende tanto a parte back office, quanto a parte especializada da engenharia.

O sistema 90Compor ERP faz parte da solução 90ti que também é composta pelos sistemas 90Compor Orçamento e Planejamento de Obras e 90 Compor manutenção de equipamentos.

Ele possui os módulos de Gestão de Obras, Suprimentos, Financeiro, Controladoria, Contábil, Fiscal, Incorporação, BI (Business Inteligence) e Mobile (Aplicativo para Celular) e trabalha de forma integrada com as soluções 90Ti.

Quais os diferenciais o 90 ERP Compor e porque as empresas deveriam trocar para o da 90TI?

Para Daniele, o grande diferencial do sistema é que foi feito para engenharia, são uma empresa especializada em engenharia, com reconhecimento nacional no desenvolvimento de softwares de diversas vertentes em engenharia. A equipe que desenvolveu o sistema foi formada por engenheiros e traz essa proximidade maior entre o TI e esses colaboradores.

Temos uma equipe multidisciplinar: Engenheiros, contadores, analistas de negócio, administradores, desenvolvedores de softwares e analistas de testes;

Além disso, somos referência em softwares de orçamento em todo o Brasil com mais 3 mil clientes e mais de 5 mil acessos ao 90 Compor ERP.

Por que contratar um software de gestão?

Para integrar todas as áreas, evitar retrabalho. É a ferramenta mais adequada para integração de dados e processos de uma empresa, agilizando a tomada de decisão.

Caso você ainda esteja em dúvida quanto à necessidade de trocar o seu sistema de gestão, nossos colaboradores são especialistas em ERP e podem te ajudar a entender melhor como funciona 90 Compor ERP e as funcionalidades do nosso sistema de gestão integrada.