Skip to content

Categoria: Equipamentos

A manutenção de equipamentos na sua construtora é planejada?

A manutenção de equipamentos na sua construtora é planejada?

Suponha que você tenha uma grande entrega na sua construtora daqui a uma semana. Tudo está indo bem e de acordo com o plano. Mas então você recebe uma ligação do empreiteiro relatando que uma das máquinas que finalizam a estrutura do prédio não está funcionando. Será que a manutenção de equipamentos foi realizada nesse processo?

Para evitar perda de tempo com parada de máquinas e equipamentos, que no fim só trazem prejuízo financeiro, é fundamental focar no planejamento da manutenção que deve ocorrer com todos os itens usados na obra.

Mas afinal, qual a vantagem de ter essa atividade de manutenção planejada, incluindo a antecipação desse processo? É isso que vamos entender a partir de agora!

Neste artigo, vamos abordar a importância de manter uma rotina de manutenção de equipamentos planejada e periódica, explicando os tipos de manutenção, a relevância da manutenção preventiva e dos processos que ela envolve.

A importância de planejar a manutenção de equipamentos na construção civil

O principal objetivo da manutenção de equipamentos é evitar a quebra de máquinas e equipamentos e melhorar o desempenho nos seus projetos de construção civil. Isso inclui a manutenção de equipamentos realizando diversas atividades como substituição de peças, reparos e manutenção.

Essa é a única forma de garantir que a máquina esteja operacional para que a atividade de produção não seja interrompida devido a qualquer problema na máquina. Percebe a importância que isso tem para qualquer construtora?

Hoje em dia, sabemos que tempo é dinheiro! Se suas máquinas e equipamentos pararem por algum tempo ou não funcionarem, isso significa que você está perdendo dinheiro.

Por isso, a manutenção dos equipamentos é muito importante para a sua empresa. Aqui estão mais alguns casos que podem ocorrer se a atividade de manutenção do equipamento não for seguida:

  • Perda de recursos e perda de tempo na produção;
  • Uma avaria inesperada pode resultar em horas extras de trabalho para os funcionários e gestores;
  • Conhecimento insuficiente do ciclo de vida da máquina usada com frequência;
  • Reagendamento de entregas e refação de projetos.

Tipos de manutenção de equipamentos e suas funções

Na prática, falar de manutenção passa por diferentes modelos que são adotados hoje no mercado. Se antes o mantra era “consertar quando quebrar”, hoje já existem formas de se antecipar e evitar apenas essa prática de manutenção proativa, que podem gerar altos custos.

Veja aqui os tipos que ocorrem após um determinado período de tempo e os demais modelos!

Manutenção preditiva

Para começar, temos o modelo mais moderno que vem sendo adotado principalmente na construção civil. Estamos falando do modelo preditivo, esta atividade de manutenção que é feita com antecedência, o que significa resolver os problemas antes que venham a acontecer. Neste caso, são analisados dados e parâmetros para fazer as previsões.

Esta atividade funciona mais como uma precaução para se antecipar aos problemas. O principal objetivo da manutenção preditiva é determinar a condição dos equipamentos e máquinas para saber quando a atividade de manutenção pode ser realizada.

Esta é uma das formas promissoras de redução de custos. Ela ajuda na estimativa do estágio de degradação de um ativo, equipamento e máquina.

Manutenção preventiva

A manutenção preventiva é uma rotina para inspecionar periodicamente cada equipamento com o objetivo de perceber pequenos problemas e corrigi-los antes que os maiores se desenvolvam.

Idealmente, agindo com a manutenção preventiva programada em cada equipamento, mesmo que não demonstre nenhum problema aparente, podemos dizer que não haverá perda de produtividade por quebras inesperadas. O principal objetivo da manutenção preventiva é fazer a próxima atividade de manutenção sem quebras e falhas.

Esse trabalho inclui atividades como manutenção parcial ou completa em períodos especificados, envolvendo também a trocas de óleo, de peças, lubrificação, entre outras.

Manutenção produtiva total

A manutenção produtiva total, também conhecida como Total Productive Maintenance (TPM), trata-se de um processo de utilização de máquinas e equipamentos para manter e melhorar a integridade da produção e a qualidade dos sistemas.

Isso é feito envolvendo os funcionários na manutenção de seus próprios equipamentos, enfatizando técnicas de manutenção proativa e preventiva. A manutenção produtiva total busca uma produção perfeita em 4 pilares:

  • Sem avarias;
  • Sem paradas;
  • Sem defeitos;
  • Sem acidentes.

Como o objetivo da manutenção produtiva total é melhorar a produtividade reduzindo o tempo de inatividade, a implementação de um programa TPM pode impactar muito a eficácia geral do equipamento ao longo do tempo. Para isso, a manutenção preventiva deve estar sempre em primeiro plano na mente de todos.

Manutenção corretiva

Esta é uma atividade reativa, já que só é executada quando ocorre qualquer defeito ou falha em uma máquina ou equipamento. A manutenção corretiva restaura o equipamento dependendo da falha

Essa manutenção inclui várias etapas após a falha do equipamento, como o diagnóstico inicial para descobrir a causa da falha, pedidos de peças de reposição e a instalação de novas peças, assim como o teste de funcionalidade após a manutenção.

Esse tipo também pode ser dividido em duas partes: manutenção corretiva imediata e manutenção corretiva programada.

  • No processo de manutenção corretiva imediata, é preciso agir rapidamente logo após a falha para que a operação não fique parada sem a máquina;
  • Por outro lado, as manutenções corretivas programadas são agendadas para mais tarde. Pode haver muitas razões por trás disso, desde peças de reposição indisponíveis ou agenda cheia por parte dos técnicos necessários.

Se você quer uma solução para ajudar a sua empresa nesse tipo de prática, o 90Compor Manutenção de Equipamentos possui um módulo específico para manutenções corretivas. Nele, é possível desenvolver um programa de manutenção dentro do nosso sistema de gestão online para que nenhuma equipe e nem você esqueçam dos prazos.

O que deve constar em um planejamento de manutenção de equipamentos?

Agora é a hora de desenhar seu plano de manutenção! Ele é fundamental para que todos entendam o passo a passo que precisam seguir dentro do fluxo de manutenção de equipamentos.

Nada deve ser negligenciado para que um planejamento nessa linha de frente funcione de forma eficaz. O plano em si é formado por um documento muito detalhado, muitas vezes apresentado em formato de tabela ou planilha, que descreve cada equipamento até os mínimos detalhes.

Confira quais são os itens que precisam constar dentro desse planejamento!

Inventário

O planejamento deve manter um registro de inventário de todos os equipamentos usados em cada projeto. Ele deve ser atualizado com informações sobre novos equipamentos e incluir documentações que comprovam quando um equipamento antigo é retirado, seja por venda ou avaria.

Para cada equipamento, o registro de inventário deve ter uma série de informações anexadas, tais como:

  • Marca, número do modelo e número de série para que qualquer pessoa identifique o equipamento junto do fabricante;
  • Relação de problemas comuns que apresenta, que podem ser discutidos com o fabricante;
  • Data em que o equipamento foi adquirido e a informação se foi adquirido novo, usado ou recondicionado;
  • Informações de contato do fabricante/fornecedor;
  • Documentação com a lista de peças de reposição e contrato de manutenção;
  • Prazo de validade da garantia da última manutenção.

Checklist

Dentro do planejamento, você já pode prever qual o checklist de atividades necessárias que precisam ser realizadas de acordo com cada tipo de manutenção específica.

No caso da preventiva, já identifique não só o processo para levar o equipamento até o local que será feito o trabalho de manutenção, mas também anote todo o fluxo de comunicação necessário para que isso aconteça sem gerar imprevistos para ninguém.

Já pensando na manutenção corretiva, caso ela ocorra, prepare um checklist de como proceder para amenizar ao máximo o tempo de perda sem o equipamento.

KPIs de desempenho e produtividade

É importante definir metas desde o início. Quando se trata de planejamento de manutenções, as metas se concentram na redução dos custos de manutenção reativa ou custos de manutenção corretiva em uma porcentagem escolhida. Também é importante incluir a diminuição do tempo de inatividade em X por cento.

Esses indicadores de desempenho são considerados fundamentais para acompanhar de perto se há ganho de desempenho e de produtividade com o uso dos equipamentos.

Previsão de custos

Uma vez que as informações dos equipamentos tenham sido estabelecidas e registradas, você precisa avaliar o tipo de manutenção que cada um precisa, com que frequência passa por esse processo e quem realiza. Também vale a pena considerar se você precisa construir um estoque de peças de reposição, que pode ser um plano econômico.

Ter tudo isso definido dará na prática o seu tão sonhado plano de custos. Essas etapas anteriores ajudam a prever tudo com antecedência e, consequentemente, calcular detalhadamente quanto deve ser investido nesse fluxo de manutenção.

O nosso 90 Compor Manutenção de Equipamentos possui outro módulo específico para o controle de custos. É possível, por exemplo, calcular todo o investimento necessário em todas as manutenções e saber o valor total de cada equipamento.

Cronograma de manutenção

Além dos custos, todo planejamento já deve conter um cronograma de manutenção considerando todos os equipamentos ativos no momento. 

O ideal é desenhar um calendário anual e marcar as datas previstas para acontecer cada manutenção, como se fossem os destaque de feriados que são registrados nos calendários tradicionais.

Monitoramento

De nada adianta criar um plano sem prever, com antecedência, como será feito o monitoramento desse fluxo de manutenção dos equipamentos.

Aqui é preciso deixar o planejamento nas mãos de uma pessoa ou equipe que será responsável de monitorar o cronograma, para garantir que ele será atendido, assim como olhar de perto os KPIs que foram definidos como prioridade.

Capacitações

Por fim, dentro do plano, é preciso incluir a busca por capacitações na área. Afinal, toda construtora deve ser capaz de traçar esse fluxo e empoderar os profissionais contratados para que possam indicar, junto das ferramentas de acompanhamento, a necessidade de efetuar as manutenções.

Sabia que é possível automatizar os processos da manutenção de equipamentos?

É comum que as construtoras usem papel e caneta para realizar tudo que vimos até aqui. Acontece que, à medida que as empresas crescem e os ativos ficam mais avançados, isso pode não ser suficiente. Complementar a experiência com softwares, como o 90 Compor Manutenção de Equipamentos, torna a manutenção preventiva um processo automático, que beneficia e muito qualquer organização.

Essa é uma maneira comprovada de aumentar o tempo de atividade do equipamento e reduzir os custos de manutenção ao mínimo: criar mecanismos automáticos para identificar o momento certo de realizar as manutenções.

Em meio a um processo de transformação digital, há essa oportunidade de fazer uma transição para uma abordagem mais automatizada e sistemática para manter o tempo de atividade alto e os custos baixos. Automatizar como o trabalho preventivo deve ser uma das suas principais prioridades com o software.

A importância de usar um software especializado

De imediato, você precisa saber que um sistema especializado na automação dos processos de manutenção de equipamentos ajuda os empreiteiros a fazer o trabalho a tempo para reduzir custos, avarias e tempo de inatividade.

Se os equipamentos são parte representativa do custo total de uma obra, o controle automatizado da manutenção preventiva é fundamental para um resultado eficiente e sem gastos inesperados.90Compor Manutenção de Equipamentos

Ter um sistema que permite isso se torna essencial, contando principalmente com uma solução que traz não só a gestão das manutenções, mas também o Controle de Ativos.

Integração entre manutenção de equipamentos e gestão de ativos

A integração entre as ações de manutenção e gestão de equipamentos, que são os ativos de qualquer construtora, é fundamental para conseguir ter sucesso no trabalho de automatização.

Com o software fornecendo visibilidade dos próximos requisitos de manutenção preventiva de toda a frota, os gerentes podem planejar o trabalho com mais eficiência. Quando um ativo está na oficina para um reparo, eles são solicitados a fazer um trabalho preventivo futuro.

→ Para entender mais sobre o assunto, assista o Webinar sobre Gestão e Manutenção de Ativos:

5 benefícios de automatizar a manutenção de equipamentos de construção

Claramente, há vários benefícios em usar softwares de automação de fluxo de manutenção de equipamentos. Veja agora os 5 principais!

1. Maior previsibilidade no cumprimento do projeto

Com o software de coleta de dados dos equipamentos, você não precisa esperar que os técnicos entreguem seus prazos com base em achismos. Agora é possível ter total previsibilidade com base em informações reais.

Se antes era preciso transcrever todos os dados e digitar tudo para relatórios extensos, agora as ferramentas permitem um trabalho em tempo real para atender o cumprimento de todos os projetos.

2. Conservação do patrimônio

Com uma abordagem de manutenção mais automatizada e preventiva, os empreiteiros prolongam a vida útil de seus equipamentos e tornam a operação mais segura.

Essa conservação, a longo prazo, gera uma enorme economia e facilita a gestão de todo o patrimônio da empresa.

3. Redução de custos e desperdícios

Como vimos, ter essa atenção redobrada com a manutenção elimina não só custos quando elas precisam ser corretivas, mas também evitam desperdícios.

O fluxo automatizado funciona assim: toda a operação consegue prever, com antecedência, quando será necessário interromper o uso de uma máquina para que ela passe por manutenção. Por saber exatamente quando isso deve ser feito, o agendamento pode ser realizado bem antes, evitando atrasos ou agendas lotadas de manutenções.

Tudo isso permite que o tempo de interrupção seja calculado para priorizar outras atividades até ter a reposição do equipamento. Não há nenhum desperdício de tempo dessa forma, atendendo 100% dos prazos.

4. Sustentabilidade e responsabilidade social

A construção sustentável envolve o uso de materiais renováveis ​​e recicláveis ​​em projetos para reduzir o consumo de energia e resíduos tóxicos. O principal objetivo desta iniciativa é diminuir o impacto da indústria no meio ambiente.

No caso da automação no processo de manutenção, há grandes chances de eliminar o excesso de consumo de energia por parte dos equipamentos.

5. Prevenção de acidentes no trabalho

Todo mundo sabe que os riscos de ocorrerem acidentes com equipamentos que não passam por manutenção são bem maiores. Por conta disso, no momento que a manutenção passa a ser automatizada, podemos dizer que estamos evitando a incidência de acidentes.

Essa prevenção de acidentes está completamente conectada com a prevenção de quebras e avarias nos equipamentos. 

Chegando até aqui, viu que contar com a solução certa permitirá um controle efetivo de manutenções, evitando assim a parada inesperada do equipamento e aumentando sua disponibilidade?

Então não perca mais tempo: saiba como a nossa solução 90 Compor Manutenção de Equipamentos  pode oferecer o melhor controle de prevenção para você e sua empresa. Entre em contato aqui e fale com um de nossos especialistas!

Com este módulo da 90TI, o 90 Compor, que é baseado em boas práticas de mercado, você terá uma solução que permitirá ao gestor um controle efetivo de manutenções preventivas, evitando assim a parada inesperada do equipamento e aumentando sua disponibilidade, além do controle de eficiência, controle de pneus e vários relatórios para uma boa gestão.

7 recursos para fazer uma boa análise de equipamentos

7 recursos para fazer uma boa análise de equipamentos

A análise de equipamentos já não é uma opção para as empresas que lidam com seus instrumentos diariamente para realizar suas atividades, como acontece na construção civil e na indústria. Essa é uma obrigação para conseguir manter a operação funcionando como planejado.

Aqui nós vamos abordar conceitos, recursos e ferramentas que auxiliam na análise de criticidade e desempenho de equipamentos, destacando a importância de uma prática de monitoramento e manutenção preventiva. Confira!

O que considerar para uma análise de equipamentos adequada?

Problemas e falhas ocorrem todos os dias. Normalmente, só temos tempo para prestar socorro, o que muitas vezes é custoso para qualquer operação. Por isso, precisamos fazer uma análise adequada com o intuito de antecipar possíveis problemas e já realizar manutenções preventivas nos equipamentos.

Existem 3 elementos chave que precisamos considerar na hora de realizar qualquer tipo de análise:

1. Análise de criticidade dos equipamentos

Devemos levar em conta os efeitos e probabilidades que determinadas falhas podem acontecer, descrevendo cada uma detalhadamente para identificar as contramedidas apropriadas.

2. Análise de falhas no maquinário

Você deve concordar que qualquer trabalho de manutenção deve começar com os equipamentos mais críticos, correto? Para isso, é fundamental registrar todo e qualquer tipo de falhas existentes para, em seguida, realizar a análise com base na existência delas.

3. Definição de prioridades para manutenção

Além de se basear nos equipamentos que possuem mais ou menos incidência de falhas, cada empresa precisa determinar quais os fatores que precisa levar em conta na hora de priorizar a manutenção. Se existem equipamentos críticos para realizar o trabalho, eles devem estar no topo da lista!

90Compor Manutenção de Equipamentos

 

7 métodos e ferramentas para análise de equipamentos

Assim como um profissional da área de manutenção possui uma caixa de ferramentas que tem tudo que precisa para realizar suas atividades, sua lista de ferramentas de análise também deve conter uma variedade de opções. Você sempre deve selecionar o método de análise mais adequado para resolver determinado problema em questão.

No mercado, há uma variedade de recursos e métodos de análise de falhas e resolução de problemas usados ​​para analisar falhas de equipamentos e processos. Cada um deles possui uma descrição e são comparados entre si para que os profissionais possam selecionar a melhor opção para produzir a melhor solução com o menor custo.

Aqui listamos as 7 principais que você precisa conhecer! Confira abaixo:

1. Abordagem intuitiva

Um recurso que não pode ser desprezado é a abordagem intuitiva. Conforme os equipamentos são usados, é comum que os profissionais que lidam diretamente com eles consigam perceber indícios de possíveis falhas.

Nesse caso, a intuição é levada em conta combinada com a capacidade e experiência profissional.

2. Curva ABC e Diagrama de Pareto

Existem dezenas de métodos e ferramentas estatísticas disponíveis, e uma delas é a Curva ABC e o Diagrama de Pareto. As informações estatísticas são úteis para identificar tendências de desempenho do equipamento, tempo médio entre falhas, tempo médio de reparo, entre outros.

Entre eles estão a Análise de Pareto, geralmente chamada de regra 80-20 já que nela 20% dos problemas causam 80% das dificuldades. No fim, ela quer dizer que um número relativamente pequeno de problemas é responsável por uma grande parte das dificuldades.

Já a Curva ABC é usada para classificar informações para encontrar os itens de maior importância ou impacto (indicados com importância A), que são normalmente em menor número, separando esses dos demais (indicados como B ou C), e geralmente possuem uma quantidade maior.

3. Análise FMECA

O FMECA foi desenvolvido para avaliar o impacto de falhas de componentes em um sistema. Ele é usado para identificar onde uma falha pode ocorrer (modo de falha) e o impacto dessa falha (efeitos).

A análise FMECA começa com a definição do sistema a ser estudado e progride por uma série de etapas até que uma correção seja feita e o acompanhamento para avaliar sua eficácia seja concluído.

4. Cinco Porquês

Cinco porquês é uma técnica de questionamento usada para determinar a causa e os efeitos de um problema ou falha específica. Ele pergunta “por que alguma coisa” e a resposta para essa pergunta vira a base para a próxima pergunta.

Você continua essa sequência até chegar a algo claro para tomar uma decisão. O número baseia-se na questão se auto perguntar “ por que” cinco vezes seguidas tende, em geral, a resolver a demanda em questão. 

O detalhe é que esse método pode entregar o que precisa em apenas três perguntas, ou você ainda vai precisar perguntar mais vezes. Tudo depende do problema em questão.

5. Árvore de causa e efeito

Uma análise de causa e efeito combina a pergunta usada no cinco porquês com uma estrutura em árvore. Na prática, é uma expansão do método anterior em um formato lógico. A vantagem é que esse recurso pode examinar várias causas em um único efeito.

Funciona assim: um problema, falha ou desvio (que representa o efeito) é colocado no topo da árvore, que também pode ser um único item à esquerda de uma página. Ao perguntar “por que”, os fatores que foram causas imediatas desse efeito são exibidos abaixo e vinculados usando ramificações.

Todas as causas são testadas quanto à necessidade, suficiência e existência. As causas que não atendem a esse teste são removidas da árvore. Nesse caso, toda causa adicionada à estrutura deve atender aos mesmos requisitos.

6. Diagrama de Ishikawa

O diagrama de Ishikawa, também conhecido como espinha de peixe, é uma ferramenta gráfica usada para identificar possíveis causas-raiz e qual processo representa a maior fonte de problemas.

Um diagrama completo inclui uma espinha central e ramos que se assemelham a um esqueleto de peixe. As ramificações são usadas para categorizar as causas, seja por sequência de processo ou função. Em cada categoria, as causas potenciais são listadas e, em seguida, testadas. Abaixo, deixamos um vídeo explicativo sobre ela.

7. Análise de dados

A análise de dados é um processo de inspeção, limpeza, transformação e modelagem de dados com o objetivo de descobrir informações úteis, sugerir conclusões e apoiar a tomada de decisões.

Dentro da análise de equipamentos, é dessa forma que conseguimos encontrar falhas de forma automatizada, principalmente com o monitoramento contínuo de variáveis como temperatura, nível de óleo, entre outros.

Ferramenta de automação para uma análise de equipamentos contínua e eficiente

Se você chegou até aqui, já deve saber que manter o controle da análise de equipamentos, junto de um trabalho de prevenção e rápida resposta para executar manutenções, mesmo que corretivas, é essencial para qualquer organização.

A questão ainda pendente é: como automatizar todo o trabalho de análise dos equipamentos? Afinal, organizações que contam com vários itens precisam ser eficientes nesse processo.

Foi pensando em apoiar esse processo que surgiu o 90Compor, solução de Manutenção e Controle de Ativos que funciona como uma ferramenta automatizada para manter seu controle de forma contínua e sempre eficiente.

Confira abaixo como a ferramenta funciona e como ela apoia nas duas frentes de controle e manutenção:

Controle de ativos

Com essa ferramenta, você tem controle dos ativos de forma precisa de 4 maneiras diferentes:

  • Considerando dados técnicos: saiba exatamente as especificações de cada equipamento;
  • Gestão de central de equipamentos: faça o controle de aluguel de seus equipamentos para a obra facilitando assim a apropriação de custo destes equipamentos na sua aplicação, além de se ter todo o controle do valor;
  • Controle de transferência, permanência e utilização do patrimônio: atente-se ao local onde cada bem ou equipamento da organização encontra-se.
  • Depreciação e baixa: identificação de cada equipamento, ainda integrada ao módulo de contabilidade.

Manutenção

Obtenha com o 90 Compor Manutenção de Equipamentos o controle de manutenções preventivas adequadas a cada equipamento, observando a movimentação diária, histórico completo, política de manutenção da empresa e a natureza dos equipamentos.

Com ela, é possível acompanhar todos esses elementos:

  • Manutenções corretivas: tenha um plano de manutenção integrado ao sistema para controle do que efetivamente prioriza e programa sua equipe para suas manutenções;
  • Consumo de combustível: saiba o que se aplica de combustível em cada equipamento e compare-o com outro de mesmo modelo e marca para ter uma ideia do consumo ideal;
  • Horas trabalhadas: acompanhe as horas de trabalho efetivas de cada equipamento e aproprie este custo no valor da obra, considerando assim este equipamento como um insumo que deve ser mensurado;
  • Vida útil dos pneus: saiba exatamente o tempo de utilização de cada pneu e sua localização, além de fazer toda a sua gestão de reaproveitamento;
  • Custo de mão de obra para manutenção: calcule o custo aplicado de mão de obra em todas as suas manutenções e tenha exatamente o custo total de cada equipamento;
  • Cálculo de índices de disponibilidade: veja o que seus equipamentos estão efetivamente produzindo e a quantidade de horas improdutivas de cada um, analisando assim seu custo em oficina, no campo ou parado por falta de frente de trabalho.

A importância da análise de equipamentos para segurança na construção civil

Percebeu que além de todos os recursos existentes a segurança do trabalho na construção civil também depende de um acompanhamento próximo e contínuo? É nesses casos que uma ferramenta prática apoia a operação para que nada saia do controle.

As análises são fundamentais para ter, no fim de cada obra, um resultado satisfatório, entregando eficiência e eliminando gastos inesperados.

Contar com a solução certa, que permitirá ao gestor um controle efetivo de manutenções preventivas – evitando assim a parada inesperada do equipamento e aumentando sua disponibilidade – é a base para uma empresa de engenharia.

Então não perca mais tempo: saiba como a nossa solução 90 Compor Manutenção de Equipamentos pode oferecer o melhor controle de prevenção. Entre em contato aqui e fale com um de nossos especialistas!

Como otimizar o desempenho das máquinas de construção civil?

otimizar o desempenho das máquinas de construção civil

A manutenção preventiva das máquinas de construção gera redução de custos, evita desperdícios de materiais e fortalece a produtividade da equipe.

Descubra os motivos do impacto dessa ação e como otimizar o desempenho dos equipamentos para construção civil neste artigo!

Consequências do mau desempenho das máquinas de construção civil

O mau desempenho dos equipamentos para construção civil é consequência da falta de manutenção adequada e práticas ruins de utilização. Essa situação acaba gerando um efeito dominó, que prejudica outros processos da obra.

Mas, além da baixa produtividade em cadeia, outro problema surge do descuido com o maquinário: o aumento dos custos da construção diante da necessidade de aluguel urgente dos equipamentos necessários para a continuidade da obra.

No limite, esse problema chega ao cliente na forma de atraso na entrega e de um custo elevado, reduzindo o potencial de concorrência da construtora. Deve-se ter em mente que na base de toda esta situação está a eficiência da gestão das máquinas de construção.

Quanto mais eficiente a gestão dos equipamentos, menores os riscos de que problemas técnicos se tornem uma vulnerabilidade para o empreendimento. Por isso, o gestor de obras ou engenheiro de manutenção precisa acompanhar de perto o uso dos equipamentos.

Assim, é possível identificar com antecedência possíveis problemas no maquinário a fim de corrigi-los em tempo hábil. Mas podemos acrescentar algumas dicas para otimizar essa gestão. Veja a seguir!

7 Dicas para otimizar o desempenho dos equipamentos para a construção civil

Ações simples voltadas para a gestão de manutenção podem ser o divisor de águas entre um bom desempenho no andamento da obra ou uma avalanche de problemas que prejudicam o seu resultado.

Algumas medidas são importantes para garantir o bom desempenho do maquinário, bem como a eficiência da construtora. Algumas delas são:

1. Manutenção preventiva

Fazer a manutenção dos equipamentos antes que eles apresentem um problema aumenta a sua vida útil, evita desgaste, quebra ou falha dos componentes mecânicos e hidráulicos.

Para prevenir problemas no maquinário, é preciso fazer um planejamento de manutenção, prevendo ações diárias e com outras periodicidades. Além disso, deve-se buscar um plano de ação para aumentar a eficiência diante de inevitáveis necessidades de manutenções corretivas.

4. Automação e mecanização de processos

A tecnologia é uma aliada insubstituível para gerenciar o desempenho das máquinas de construção. Existem softwares de manutenção que automatizam o controle do uso dos equipamentos, contribuindo para diminuir o risco de tempo ocioso, a sobrecarga e outros problemas que resultam em prejuízos para os resultados da obra.

Eles também servem para automatizar tarefas simples, como cálculos, reduzindo o tempo de trabalho e possibilidade de erros, aumentando a produtividade e melhorando a qualidade do trabalho.

5. Software de manutenção na nuvem 

A opção de uma solução tecnológica para manutenção de maquinário na nuvem traz vantagens a mais à gestão dos equipamentos para construção civil. Esse tipo de software permite acompanhar remotamente e em tempo real quais máquinas estão sendo utilizadas e se estão sendo operadas corretamente.

6. Base de conhecimento

É interessante que a gestão das máquinas de construção da obra também preveja a alimentação de um banco de dados sobre o funcionamento dos equipamentos, situações problemáticas recorrentes, dentre outras informações relevantes.

Esses dados servirão de base para o aprendizado da construtora sobre os principais geradores de riscos e prejuízos no que diz respeito ao maquinário, assim como para planejar ações de capacitação em manutenção preventiva, conservação de patrimônio e afins.

7. Reposição de insumos

A partir do gerenciamento em tempo real de todas as operações dos equipamentos durante os ciclos de trabalho do canteiro de obras, é possível responder com agilidade à necessidade de manutenção de insumos, como combustível, óleo, peças de reposição e similares.

Como um software especializado pode te ajudar na gestão das máquinas de construção?

Para ilustrar a importância das dicas que indicamos para otimizar o desempenho dos equipamentos para construção civil, vamos ser mais específicos. Afinal, dentre as diversas soluções tecnológicas que podem ser utilizadas, qual proporciona os benefícios mencionados e ainda outros?

Podemos falar com propriedade da ferramenta 90 Compor manutenção de equipamentos. Desenvolvidas pela 90TI, uma empresa especializada no desenvolvimento de tecnologia para engenharia, ela executa funções essenciais para a gestão das máquinas a partir de dois módulos.

Controle de ativos

Esse módulo identifica com exatidão as especificações de cada máquina, fomenta o controle de aluguéis, da localização, depreciação e baixa de equipamentos.

Manutenção

Esse módulo do software efetivamente é o braço da manutenção preventiva. Ele realiza o controle das manutenções considerando a movimentação diária, histórico, política de manutenção da construtora e natureza dos equipamentos.

O acompanhamento realizado pelo 90Compor Manutenção de equipamentos proporciona uma visão integral e atualizada:

  • do consumo de combustível;
  • horas trabalhadas das máquinas;
  • vida útil de pneus;
  • produtividade efetiva do maquinário;
  • custo de mão de obra para manutenção;
  • planos de manutenção corretiva.

Trata-se, portanto, de uma ferramenta completa que exemplifica o quanto a tecnologia especializada pode facilitar e qualificar a gestão de manutenção e desempenho dos equipamentos para construção civil.

Implementar processos eficientes para manutenção das máquinas de construção com o auxílio de soluções tecnológicas qualificadas evitará o efeito dominó do mal funcionamento delas. Por outro lado, todas as atividades relacionadas à obra serão impactadas positivamente pela mesma ação.

Se você se interessa em saber mais sobre o assunto, assista ao nosso Webinar – Gestão e Manutenção de Ativos, no qual falamos com detalhes sobre o assunto e mostramos como um software de manutenção de equipamentos funciona.

Agora, se você já entendeu que precisa de uma força da tecnologia para otimizar a gestão das máquinas da sua construtora, preencha o formulário abaixo que entraremos em contato com você!

Aluguel de equipamentos na construção civil é mais vantajoso?

Aluguel de equipamentos

Tendência, aluguel de equipamentos reduz gastos de grandes construtores e autônomos

A circulação de máquinas é uma das primeiras imagens que vem à cabeça quando fala- se em canteiro de obra. A execução de um projeto de construção civil exige a utilização de diversos tipos de equipamentos. Elevadores, andaimes, retroescavadeiras, máquinas grandes e pequenas, motorizados ou não. Para utilizar tantos instrumentos em uma obra, a construtora tem a opção de comprar ou fazer o aluguel de equipamentos. Entretanto, você sabe quais as vantagens e desvantagens dessas alternativas?

O aluguel de equipamentos para obras é uma boa alternativa tanto para as construtoras quanto para profissionais autônomos. Isso porque o aluguel apresenta-se como uma medida prática, segura e muitas vezes vantajosas, já que além de otimizar os trabalhos nos canteiros de obra, a medida ainda possibilita a redução de gastos com mão de obra.

Vantagens e desvantagens do aluguel de equipamentos

Além das vantagens citadas, pode-se também apontar como características positivas da locação:

  • Economia;
  • Equipamentos novos e modernos;
  • Produtividade;
  • Garantia;
  • Sem custo de manutenção;
  • Transporte fácil.

Todavia, é válido ressaltar que além dos pontos positivos, a locação de máquinas também conta com desvantagens. Mesmo considerada uma prática comum nas construtoras, a medida exige certos cuidados, já que envolve questões como finanças, produtividade e cuidado ao longo da utilização do equipamento. Pode-se citar entre as desvantagens do aluguel de máquinas:

  • É preciso obedecer às regras e limites impostos pela locadora;
  • Aluguel de equipamentos a longo prazo pode alcançar um valor maior que a compra efetiva;
  • O equipamento não será propriedade da empresa;
  • Existe a possibilidade de pagar mais impostos.

Compra do próprio maquinário

No caso da compra de equipamentos, é importante destacar que uma boa análise financeira é essencial para os escritórios de construção civil, pois além da compra efetiva, é preciso considerar os gastos com a manutenção das máquinas.

Entre as vantagens de uma construtora adquirir os próprios equipamentos, destaca-se que a compra, em muitos casos, pode ser vista como um investimento, já que o preço do aluguel a longo prazo pode ser maior que o valor da compra. Além disso, enxerga- se como vantagem a estrutura de trabalho própria criada pela construtora. Outro ponto positivo em adquirir o próprio equipamento está no aprimoramento e melhor conhecimento técnico do maquinário por parte dos funcionários.

O engenheiro mecânico Marco Túllio Miraglia ressalta que “a aquisição vale a pena se for para utilização a longo prazo, com uma equipe preparada para lidar com a manutenção, além de contar com estoque de peças e almoxarifado”. Miraglia ainda diz ser preciso levar em consideração o tempo da obra, pois adquirir um equipamento que será utilizado apenas por seis meses pode não ser uma medida vantajosa financeiramente.

Seja na compra ou locação de equipamentos, é importante levar em conta o cálculo de custo da máquina, que é uma variável que orienta a decisão da construtora. A 90Ti destacou alguns passo para esse cálculo no artigo intitulado “Como fazer o controle do custo hora/máquina na construção civil?”.

Custo de manutenção

O valor gasto em manutenção da máquina deve ser levado em consideração para entender o custo real do equipamento. Tal custo é analisado por meio da divisão entre o valor total gasto com manutenção pela quantidade de horas úteis de um ano. É válido ressaltar que um plano anual para é essencial.

Valor residual

Ao longo do tempo de utilização, as máquinas de obras depreciam, mas não perdem totalmente o valor de mercado. Mesmo depois de alcançar o tempo de vida útil, os equipamentos mantêm um certo valor de revenda.

Esse valor, de acordo com estimativas, varia de 10% a 20% do valor pago na compra. Sendo assim, hipoteticamente, se uma escavadeira custou R$100 mil, o valor residual que ela adquire no fim da vida útil pode ser entre R$ 10 mil e R$20 mil.

Estimativa de custo de energia

É de conhecimento que boa parte das máquinas de um canteiro de obra necessita de energia para funcionar, por isso a estimativa desse custo é crucial. Para chegar a tal estimativa basta multiplicar a potência da máquina pelo valor do KW/h.

Teoria da Central de Equipamentos

Ainda na relação entre compra e aluguel de máquinas, a Central de Equipamentos é um víeis adotado por alguns escritórios de construção civil que consiste no aluguel de um equipamento pertencente à construtora para a obra. Essa medida é vista como uma transferência de custo interna, ou seja, a construtora repassa para a obra os custos de manutenção da máquina, já que a iniciativa não tem fins lucrativos. A medida também é uma forma da empresa identificar o quanto vale a pena manter o equipamento.

Seja qual for a escolha da construtora – compra ou aluguel de equipamentos – é sempre importante levar em consideração o plano financeiro do escritório e a demanda de cada obra ou projeto, visando sempre a melhor entrega para o cliente.

Com o 90 Compor Manutenção de Equipamentos, é possível fazer toda a gestão dos equipamentos com facilidade e precisão. Entre em contato agora mesmo e conheça a solução mais completa do mercado!

5 razões para fazer a manutenção preventiva dos equipamentos

Realizar uma boa manutenção preventiva evita gasto e trabalho desnecessários

O dia a dia de um canteiro de obras é sempre movimentado, com a presença de muitas pessoas e máquinas. Imagine que, por acaso, o responsável pela obra observe a quebra de uma escavadeira no canteiro, máquina essa que há muito tempo não ganhava uma manutenção preventiva. Isso pode alterar todo o cronograma planejado, já que existe um tempo necessário para o conserto e também um custo envolvido.

Dependendo do problema e da importância do maquinário, a obra pode ser totalmente paralisada devido a uma situação facilmente evitável.

Por isso, a manutenção preventiva de equipamentos existe para reduzir os imprevistos nas obras. Entre os problemas mais comuns estão: aumento no prazo da obra, gasto excessivo de verba e até a perda de vidas.

Afinal, o que é manutenção preventiva?

A Manutenção preventiva é, em resumo, uma forma planejada e sistemática de controlar e monitorar os equipamentos de uma empresa. Ela pode ser realizada com base em três aspectos:

  • Tempo: feita a partir do planejamento temporal, ou seja, a máquina sofrerá manutenção a cada 6 meses, por exemplo;
  • Utilização: a análise será feita quando o equipamento produzir uma certa quantidade de produtos ou serviços;
  • Mista: ocorre tanto baseada no tempo quanto no uso, o que acontecer primeiro.

Tendo isso em mente, vamos à parte prática? Conheça cinco ótimas razões para estar em dia com a manutenção preventiva dos equipamentos da sua obra.

5 razões para fazer a manutenção preventiva dos equipamentos

  1. Redução de Custos: ao fazer manutenção preventiva de equipamentos como furadeiras, betoneiras e serras, o engenheiro aumenta a vida útil das ferramentas, evitando a troca e perda de tempo no trabalho.
  2. Aumento da vida útil da máquina: permite a troca de peças antigas por novas, evitando o desgaste das máquinas, seguindo o cronograma de trocas.
  3. Prazo da obra: permitir que a construtora escolha o momento certo para a parada da máquina e uma verificação periódica de todos os equipamentos do ambiente da construção é essencial para evitar acidentes e problemas no andamento dos serviços.
  4. Conformidade com a lei: melhorar o nível de qualidade do serviço executado pelo perfeito funcionamento das máquinas, atendendo as exigências da ISO 9000.
  5. Redução de Riscos de Acidentes: a falha humana e a falta de preparo para utilização de máquinas e equipamentos é um dos grandes causadores de acidentes em construções e indústria.

A manutenção preventiva oferece mais economia a longo prazo e garante a continuidade da produção ao evitar problemas e imprevistos. Para realizá-la da melhor maneira possível, é preciso ter um software completo que lhe ajude a controlar todos os processos. Conheça o 90 Compor Manutenção de Equipamentos e tenha tudo isso e muito mais em suas mãos!

Saiba como calcular o custo de manutenção de equipamentos!

custo de manutenção de equipamentos

Qual é a importância de antecipar os problemas e também como calcular o custo de manutenção de equipamentos? Confira o nosso artigo do dia e facilite a sua tomada de decisão!

É inevitável: a manutenção de equipamentos é tão necessária quanto custosa. A diferença, para as empresas, está na atenção que elas dão à relevância de se antecipar aos problemas com os maquinários e aparelhos utilizados no setor de Engenharia Civil. Afinal, dispor de um investimento fixo para garantir reparos imediatos e ajustes, antes que o equipamento aponte um de

feito, é mais eficiente e econômico do que parar o canteiro de obras para esperar a reposição de uma peça que parou de funcionar inesperadamente.

A manutenção de equipamentos qualitativa

Além das intempéries climáticas e problemas de gestão, o cumprimento do cronograma de sua obra também esbarra em um obstáculo mecânico: o funcionamento de suas máquinas. Portanto, é fundamental se antecipar aos problemas antes que eles surjam, pois, como dissemos, os gastos e prejuízos de uma obra parada são superiores ao custo mensal de uma boa gestão na manutenção de equipamentos.

Sem falar que, ao relegar o maquinário apenas à manutenção corretiva, você pode encontrar uma série de outros imprevistos, como a indisponibilidade das peças necessárias e a deterioração de outros componentes após consertado um problema. Deve-se observar então que investimentos em manutenção de equipamentos ajudam a reduzir exponencialmente os custos decorrentes de qualquer problema que os aparelhos apresentem.

É claro que o lucro da operação pode ser reduzido, ainda mais quando sua empresa busca a perfeição e ausência de problemas nos equipamentos. Mas essa conveniência ajuda a construir um valor imensurável para os seus projetos — como o cumprimento do cronograma e do orçamento também.

90_Compor_Manutenção_de_Equipamentos

A metodologia 5S

Algo que pode ajudar na rotina de suas obras, contribuindo para uma gestão eficaz de manutenção de equipamentos, é seguir a metodologia 5S. Trata-se de uma poderosa ferramenta capaz de baixar os custos da manutenção. Para isso, a metodologia se apega às iniciais de 5 palavras japonesas:

  1. Seiri;
  2. Seiton;
  3. Seiso;
  4. Seiketsu ;
  5. Shitsuke.

Cada uma delas corresponde a um senso diferente a ser aplicado em seus processos:

Senso de utilização

Diz respeito a aprender, ensinar e capacitar a sua equipe a utilizar o equipamento da melhor forma possível, sem que sua vida útil seja reduzida por conta de usos indevidos, por exemplo.

Senso de organização

Com mais organização, a rotina é facilitada, o trabalho é agilizado e a manutenção de equipamentos é reduzida, pois eles não ficam espalhados pelo canteiro de obras, à própria sorte.

Senso de limpeza

A limpeza pós-uso dos equipamentos e o cuidado em observar qualquer tipo de problema ajuda a evitar que defeitos seguidos façam parte da rotina dos seus materiais.

Senso de padronização

Padronize todas as etapas de produção e, assim, você só usa os equipamentos quando necessário, no momento certo. Sem falar que os processos são realizados da maneira mais otimizada possível, evitando desgastes prematuros nos equipamentos e em seus componentes.

Senso de disciplina

Uma equipe disciplinada é a alma de um ambiente de trabalho seguro, coeso e eficiente. Por isso, é importante ter cada um dos processos bem definido e ministrar a relevância de cada um para a sua equipe. Dessa maneira, é possível contar gradativamente, durante a própria produção, com elementos que ajudem a reduzir o custo na manutenção de equipamentos.

O planejamento

Com base na metodologia anterior, convém idealizar um planejamento focado na manutenção de equipamentos. Principalmente porque você precisa ter em mente o quanto custa cada tipo de reparo, a importância em ter peças sobressalentes e os investimentos com mão-de-obra específica para garantir um serviço rápido e eficiente.

Dessa maneira, comece por um calendário de manutenção — que falaremos mais a respeito adiante — e analise o melhor período para realizar inspeções e ajustes no maquinário. Assim, você consegue realizar o conserto ou reparo sem que interfira na produtividade de sua equipe durante a obra.

O que é necessário na manutenção de equipamentos

Outro aspecto-chave é a avaliação do que necessita, de fato, de uma atenção especial para a manutenção dos equipamentos. Ou seja: o que puder ser feito internamente ou depender exclusivamente do bom manuseio para aumentar a vida útil das máquinas, só precisa seguir a metodologia 5S, por exemplo.

Analise a frequência de uso do equipamento

Existem máquinas que devem ser inspecionadas constantemente para se manterem eficientes. Acontece que muitas delas são usadas com pouca frequência, o que tornaria a manutenção periódica desnecessária — e custosa.

Por isso, aprenda a equilibrar a periodicidade de manutenção para os equipamentos mais utilizados e calcule a melhor forma de observar esse outro tipo de maquinário para que os reparos sejam feitos apenas mediante necessidade. O que vale, inclusive, outra dica: independente da frequência de uso do equipamento, crie o hábito — e estenda-o à sua equipe — de fazer com que os equipamentos sejam verificados constantemente.

Conte com todos os dados organizados

Com tudo o que falamos anteriormente, pode parecer um desafio e manter a disciplina no canteiro de obras e fora dele. Acontece que existem soluções que facilitam todos os cálculos que você precisa saber a respeito de sua obra — como a periodicidade para inspecionar os equipamentos e a vida útil de um componente em específico.

A importância da manutenção preditiva e a análise de óleo

A manutenção preditiva é o processo mais seguro para quem deseja ter sob controle a manutenção de equipamentos. Isso porque ela opera da maneira que mencionamos ao longo deste post: antecipadamente, conhecendo a vida útil e os hábitos de consumo de cada equipamento. Consequentemente, obtém-se um calendário preciso e atualizado a respeito da necessidade de ajustes, reparos ou substituições de peças, o que torna a sua obra mais ágil e imune a imprevistos.

No que diz respeito à análise de óleo, a manutenção preditiva pode ser crucial para observar o momento exato para trocá-lo sem interferir na produtividade e eficácia do maquinário. Isso porque a análise preditiva pode ajudar a estimar as propriedades do lubrificante utilizado, como a viscosidade ou densidade, ajudando na prevenção de falhas futuras.

A manutenção preditiva e a redução de custos

Com isso, deve ter dado para perceber que calcular o custo de manutenção de equipamentos passa por bastante organização e o acesso a um bom serviço de manutenção preditiva. Afinal, traz mais confiabilidade, produtividade à sua empresa e eficiência para a sua equipe trabalhar. Na Engenharia Civil, muitos dos imprevistos podem ser minimizados — se não erradicados — de sua rotina com as dicas que trouxemos neste post.

Conseguiu entender como a manutenção de equipamentos deve ser uma parte elementar e preventiva do seu processo produtivo e não uma simples resposta a eventuais falhas? Agora, para você cercar a sua empresa de cuidados e processos qualitativos para manter uma rotina de manutenção de equipamentos sob o seu controle, conheça o nosso software, é só preencher com seus dados que entramos em contato. 

Plataforma BIM na construção civil: entenda esta tendência!

Hoje em dia, muitas respostas que os empreendedores buscam para aprimorar a qualidade da construção civil esbarram em soluções tecnológicas — como é o caso da plataforma BIM.

O conceito tem se desenvolvido gradualmente, no setor, explorando com eficiência as novas demandas do mercado. Um produto perfeito para quem deseja conciliar a tríade: produtividade com economia e resultados em constante evolução.

Para facilitar as suas pesquisas, reunimos neste post tudo o que você precisa saber sobre a plataforma BIM e como ela qualifica os serviços na construção civil — e na sua empresa. Confira!

O que é o BIM?

Plataforma BIMAntes de falarmos da plataforma BIM, em si, vamos ao seu conceito: a sigla remete ao termo Building Information Modeling, cuja tradução é conhecida como Modelagem da Informação da Construção.

E o que isso significa? Que o BIM se encarrega de uma conceituação mais ampla para o gerenciamento de projetos acostumado aos desenhos tradicionais em 2D.

A modelagem, por sua vez, passa a ser observada em múltiplas dimensões, indo de acordo com as necessidades de cada etapa do empreendimento imobiliário em questão. Não à toa, muitos especialistas comparam a migração de um desenho feito à mão para a análise de obras por meio de maquetes.

Só que a plataforma BIM não é considerada exclusivamente como um material de visualização. Seus diferenciais vão além — muito além — do fator estético.

Como a plataforma BIM se diferencia?

A tecnologia atual permite algo que muito facilita o nosso trabalho: a integração de informações. Por meio disso, há como ter uma visão mais ampla — e ainda mais precisa — das etapas de planejamento.

Consequentemente, a tomada de decisão é mais ágil e certeira, o imóvel é analisado com um incrível aprofundamento de detalhes e, assim, cumpre-se o cronograma à risca. Algo que, de maneira inegável, contribui com a redução de custos no gerenciamento de obras.

Além disso, a plataforma BIM se consolida como um verdadeiro trunfo por agir de maneira digital. Ou seja: mais de uma pessoa pode acessá-la, ao mesmo tempo, adicionando e editando dados em tempo real, que são atualizados para todos.

E os benefícios do uso da plataforma BIM?

Além das facilidades descritas anteriormente, a plataforma BIM agrega valores múltiplos aos profissionais de construção civil. E muito disso se deve ao conjunto de funcionalidades e recursos dela. Confira os benefícios, logo abaixo:

  • permite um entendimento geral de todas as etapas da construção;
  • contribui com a qualidade geral do projeto, facilitando a visualização do resultado final;
  • minimização de conflitos — agenda ou cronograma — durante a execução da obra;
  • ciclos de aprovação mais rápidos;
  • facilidades para a qualificação do controle de previsão de custos
  • mais produtividade fazendo uso de menos recursos do que antigamente;
  • versatilidade de aplicações, tornando a plataforma BIM em ferramenta estratégica, de planejamento e de controle de riscos das obras;
  • melhorias na logística e organização do canteiro de obras;
  • dados salvos na nuvem, exigindo menos infraestrutura física de servidores e, ainda, promovendo a segurança de sua propriedade intelectual;
  • visualização de todo o histórico do projeto.

Não são poucos os benefícios, portanto, em investir na plataforma BIM. Faltou apontar, contudo, as aplicações práticas desse tipo de solução, agregando ainda mais valor aos seus serviços prestados no setor de construção civil!

Quais são as aplicações da plataforma BIM?

Por meio dessa perspectiva virtual de toda a construção que sua empresa esteja à frente, a plataforma BIM se configura como uma opção de elevada versatilidade para o planejamento.

Não à toa, você pode avaliá-la a partir de diferentes maneiras — indo, como havíamos adiantado, a um nível muito mais profundo do que a visualização em 2D, exclusivamente:

3D

Aqui, consta o trabalho de modelagem dos desenhos em um sistema 3D. Algo que possibilita a visualização ampla do resultado final, como um todo.

Vale destacar que é um momento interessante de desenhar e, posteriormente, analisar diversas etapas da construção. Casos, por exemplo, dos sistemas elétrico e hidráulico da obra, entre outros.

4D

Além das etapas de construção, a plataforma BIM integra as informações — como havíamos adiantado — e isso facilita que você visualize o cronograma da obra.

Como resultado, é possível observar o que vem sido cumprido e o quanto as equipes podem estar atrasadas ao longo de todo o processo previamente estipulado.

5D

Etapa que permite aos seus profissionais a avaliação dos dados de custo. E isso em toda a obra. Dessa maneira, qualquer gasto acima do previsto pode ser analisado em detalhes, para que o orçamento permaneça sendo o norte de execução para todos os envolvidos.

6D

O ciclo 6D da plataforma BIM é pensado para que os profissionais possam avaliar o consumo e eficiência energética do projeto.

Ou seja: em um momento no qual a sustentabilidade é amplamente bem vista e valorizada, o objetivo do sistema, aqui, reside em oferecer o desempenho máximo, ao projeto, sem impactar o meio ambiente ao redor.

7D

Por fim, o último passo de modelagem, por meio da plataforma BIM, consiste executar a gestão completa do ciclo da obra.

Uma maneira rápida e eficaz de empreender com inovação, na construção civil, promovendo o controle de todos os dados relativos a obra, como:

  • manutenção;
  • fornecedores;
  • custos.

Para tanto, é importante avaliar que a plataforma BIM deve ser gerida com cautela, uma vez que alguns pontos de atenção devem ser observados. E o principal deles, que pode causar um certo desconforto entre os envolvidos, é o seguinte: alguns parceiros podem não fazer uso da plataforma BIM, o que gera uma incompatibilidade entre as plataformas e, assim, inviabilizando a visualização de terceiros;

No mais, a plataforma BIM vem em uma constante de aprimoramentos que procuram adequá-la cada vez mais à demanda da construção civil e, assim, qualificar ainda mais a sua equipe e os projetos em planejamento ou execução.

Quer dar o primeiro passo nessa direção? Então, aproveite para compartilhar este post nas suas redes sociais e marcar os colegas de profissão que vão adorar entender, definitivamente, os diferenciais e aplicações da plataforma BIM!

Material rodante: custo e prevenção

Na hora de manter a lucratividade da sua construtora ou empresa no ramo da construção civil, é extremamente importante ficar de olho nos equipamentos e maquinários, principalmente no material rodante.

Afinal, a negligência com a manutenção, por exemplo, pode causar sérios problemas de segurança no canteiro de obras, além de levar a custos adicionais com uma vida útil reduzida.

Para lhe ajudar a reduzir as despesas, mas sem colocar em risco os seus maquinários, nós separamos algumas informações importantes. Confira!

O que é o material rodante?

Podemos defini-lo como o conjunto de equipamentos usados por equipamentos de grande porte, como os tratores e escavadeiras, e que inclui rodas guias, sapatas, correntes, roletes, aro motriz, etc.

No trator, esses materiais são os que mais sofrem com o desgaste – e, portanto, que mais necessitam de manutenção. Sem esse cuidado, você pode colocar em risco a segurança e a vida útil do seu equipamento.

Para se ter uma ideia, alguns especialistas garantem que os custos com a manutenção do material rodante pode chegar a até 50% dos valores relacionados aos maquinários e equipamentos.

Como reduzir os custos associados ao material rodante?

Esses valores são altos porque esses maquinários costumam ficar expostos a circunstâncias severas de trabalho, com condições naturais desfavoráveis e que podem favorecer à quebra.

Justamente por isso, é essencial ter boas práticas com os equipamentos, ajudando a reduzir os custos e as paradas para manutenções, ou até mesmo a necessidade da compra de um novo trator, por exemplo.

Nós separamos algumas boas práticas que podem lhe ajudar a diminuir esses custos. Confira.

Material rodante adequado

O processo se inicia antes mesmo da compra. Isso significa escolher corretamente o material de acordo com a aplicação e os impactos das operações.

Por exemplo, a severidade da aplicação é que indicará o tipo de esteira que deverá ser usada. Solos arenosos costumam ter uma abrasividade maior que pode ser potencializada com a presença da umidade. Isso ocasiona um desgaste maior das sapatas, dos pinos, dos elos e das buchas. Já o uso em terrenos rochosos pode favorecer à trinca nesses componentes.

Assim, é indispensável entender qual uso os maquinários terão e, depois, definir os tipos e os componentes mais indicados para essas aplicações.

Recomendações dos fabricantes

Ficar de olho no que os fabricantes recomendam, em termos de uso e de manutenção, também ajuda a evitar problemas e a ampliar o tempo de vida útil dos equipamentos.

A regulagem das esteiras é uma informação essencial, já que é necessário seguir a folga pré-estipulada pelos manuais dos fabricantes. Afinal, cada equipamento possui uma folga exata.

Tempo médio de giro das esteiras

O giro das esteiras é o que vai definir quando determinada máquina deverá ir para uma manutenção. E esse tempo dependerá muito do terreno onde a máquina trabalha e também do tipo de maquinário.

No caso dos tratores, pode-se seguir a regra abaixo:

  • terrenos argilosos: em média 3.500 horas. Essas são as operações mais tranquilas e com menos desgaste porque dificilmente promovem o desalinhamento do trator;
  • terrenos rochosos: a manutenção deverá ser feita após 1.200 a 1.500 horas. Aqui, o desgaste é maior nas sapatas, nas buchas, nos elos e nos pinos que sofrem impactos maiores e estão sujeitos à quebras. Uma dica é pedir ao técnico para realizar a inspeção do material em campo;
  • terrenos com areia molhada: cerca de 400 horas de uso. Isso porque, nessas condições, a parte de baixo da esteira fica submersa e a roda motriz arrasta esse material que é extremamente abrasivo. Como consequência, os pinos e as buchas podem ficar em estado comprometido ou até totalmente destruídos;
  • terrenos com lama: nesse caso não existe um limite de horas, mas é importante sempre acompanhar o estado dos componentes após os trabalhos. Afinal, nos serviços realizados com o trator dentro da lama, as pedras podem atingir as esteiras sem que o operador consiga visualizá-las, o que pode ocasionar a quebra de pinos, sapatas, buchas e molas tensoras.

Engraxadas ou lubrificadas

Material rodanteOutro ponto importante é em relação ao movimento do rodante. As esteiras dos tratores, por exemplo, costumam ter uma vida útil bem menor quando comparadas às das escavadeiras. E o motivo para isso é simples, afinal os tratores trabalham com mais movimento do material rodante.

Para evitar esse desgaste excessivo, a dica é optar por esteiras lubrificadas. Já para as escavadeiras, é possível optar por esteiras engraxadas, que possibilitam o giro de buchas e pinos por mais horas, ofertando um resultado superior.

Inspeções e cuidados

As inspeções devem ser feitas regularmente, para evitar que algum problema passe despercebido. Assim, é muito importante criar o hábito de inspecionar sempre a esteira de forma cuidadosa ao final de cada turno e fazer uma boa limpeza.

Nos casos em que existe um acúmulo de material muito grande, é possível notar problemas como trincas nos elos, buchas e sapatas. Ficar de olho nos terrenos onde os maquinários são usados também é essencial para desenvolver um programa de manutenção mais adequado.

Por exemplo, os tratores usados em aterros sanitários costumam necessitar de manutenções mais frequentes, devido à presença do enxofre que favorece a oxidação das peças.

Manutenções

Já deu para notar que as manutenções são extremamente importantes, não é mesmo? Além do giro médio das esteiras, é essencial criar um calendário visando a manutenção preventiva, ou seja, aquela que evita que a máquina tenha que ficar parada.

Os erros mais comuns e que favorecem ao desgaste excessivo e até a quebra de componentes estão relacionados ao uso exagerado das máquinas, além do acúmulo de materiais como vegetação, cascalho, pedras, terra e lama, que levam ao travamento dos roletes e que podem ser facilmente retirados ou ainda analisados com uma inspeção ao fim de cada turno de trabalho.

Outra dica é evitar o uso da solda, que possui uma dureza maior à original da peça, fabricada com tratamentos, tecnologia e especificações concebidas de maneira a oferecer aos equipamentos melhor desempenho.

Alinhamento e equilíbrio

Por fim, não se esqueça de verificar o alinhamento e o equilíbrio durante as operações. É fundamental que a máquina esteja bem assentada ao solo durante a operação e se você for acoplar alguma ferramenta, sempre use um contrapeso do lado oposto.

O treinamento dos seus funcionários é outro fator decisivo para que o desgaste do material não aconteça de forma exagerada. Por exemplo, deixar o equipamento “patinar” no solo, exige uma força extra para que ele consiga se locomover, o que gera um desgaste maior e desnecessário em outros componentes, reduzindo a sua vida útil.

O mesmo vale em relação ao peso máximo de operação, que sempre deve ser respeitado. Ir além do que estipula o fabricante aumenta o desgaste, o consumo de combustível, a deterioração de outras partes da máquina e ainda compromete a segurança do operador.

Por que é importante se atentar a essas questões?

Cuidar do material rodante é algo extremamente importante para qualquer empresa que detenha maquinários como tratores, escavadeiras, guindastes, entre outros.

Afinal, os custos desses equipamentos são bem elevados, e sem a manutenção e os cuidados corretos, é possível que exista avarias nesses materiais, o que leva a gastos excessivos, a diminuição do tempo de vida útil dos maquinários e pode, até mesmo, comprometer a segurança dos seus funcionários nos canteiros de obras, levando a questões trabalhistas complicadas.

Por isso, é muito mais fácil, rápido e econômico pensar em protocolos para inspeção dos equipamentos após o uso, controle de horas e também calendários de manutenções, do que ter de arcar com todos esses problemas que citamos.

Já está convencido da importância de ficar de olho na manutenção e nos cuidados do material rodante? Se você gostou deste conteúdo, curta também a nossa página no Facebook e receba sempre dicas e informações bacanas como esta!

Descubra os objetivos e as principais regras da NR 18 no canteiro de obras

Você já sabe como as principais regras da NR 18 devem ser integradas ao canteiro de obras que a sua empresa está trabalhando? Elas são determinantes, uma vez que o descumprimento dessas diretrizes pode acarretar uma série de implicações legais para a empresa.

Por isso, para que o seu negócio esteja em profundo alinhamento com as regras da NR18 — que foram estabelecidas pelo Ministério do Trabalho com o objetivo de regularizar o ambiente de trabalho —, nós preparamos este artigo.

Confira, e entenda como o seu canteiro de obras pode se beneficiar das regras da NR 18 a partir da prevenção de acidentes!

Para que serve a NR 18?

A NR 18 foi criada com o principal objetivo de reduzir os acidentes no canteiro de obras. Isso se traduz em boas práticas que aumentam a segurança no ambiente de trabalho e tornam a construção em um local mais harmonioso e envolto em precauções.

São regulamentações para diversos tipos de serviços e etapas do processo de construção. Por isso, é fundamental que a gestão entenda quando, onde e como aplicar essas regras da NR 18 para garantir a segurança dos trabalhadores e evitar problemas com o governo.

Além disso, as regras da NR 18 também visam:

  • o zelo pela integridade física e também a saúde dos profissionais do setor;
  • a definição de responsabilidades e atribuições para que a segurança no ambiente de trabalho seja gerenciada com eficácia;
  • a realização de boas práticas para a prevenção de riscos presentes na execução de trabalhos no canteiro de obras;
  • o mapeamento desses riscos, apontando diferentes medidas de prevenção para reduzir ou erradicar esses problemas na obra;
  • a otimização das técnicas de execução de obras para que a empresa fique livre de acidentes em sua rotina.

Com isso, já dá para ter uma boa ideia da relevância em cumprir as regras da NR 18, não é mesmo?

Qual é a importância da NR18 para o setor?

A norma regulamentadora tem o seu fundamental valor para a administração da construção civil porque marca um direcionamento em etapas diversas do canteiro de obras, como:

  • administração;
  • planejamento;
  • organização do canteiro de obras.

Com isso, obtém-se muito mais controle e métodos preventivos de segurança para todo o canteiro de obras, criando assim um ambiente de trabalho livre de acidentes.

Quais são as principais regras da NR 18?

Agora que já entendemos um pouco do conceito por trás da NR 18 e a sua importância para o setor, vamos nos ater à explicação de suas principais regras:

Regras da NR 18 para elevadores

Seja para o transporte de materiais ou de pessoas, as regras da NR 18 apontam a importância em montar, desmontar, dimensionar, operar e trabalhar com a manutenção de elevadores.

Afinal, especialmente na construção de edifícios, esse meio de transporte tem ampla utilidade. E é aí que entram os cuidados para que o uso desse equipamento seja seguro para todos.

Torres de elevadores

Além dos elevadores, as torres onde eles estão inseridos também demandam a atenção das regras da NR 18 para o canteiro de obras. Isso inclui o planejamento para que o elevador suporte a carga máxima de acordo com, o que será transportado.

Há também a exigência para que esse maquinário seja operado somente por profissionais qualificados à tarefa. Sem falar em outros aspectos de segurança, como:

A torre e o elevador devem estar distantes de redes elétricas ou isoladas segundo as diretrizes apontadas pela concessionária de energia;

  • a torre deve estar montada sobre uma área de concreto nivelado e rígido;
  • necessidade de ter um sistema de equilíbrio bilateral para os elevadores de caçamba;
  • qualidade na construção da torre, evitando acidentes por meio da redução de custos com materiais sucateados.

Para o transporte de materiais, inclusive, existem especificações particulares. Por exemplo: pessoas são proibidas nos elevadores de carga. Da mesma maneira que o profissional que manusear o elevador deve estar em um posto protegido contra acidentes — como eventuais quedas de materiais.

Vale destacar que esse tipo de elevador deve vir acompanhado de:

  • sistema de frenagem automática;
  • segurança eletromecânica no limite superior do elevador de carga;
  • trava automática;
  • interruptor que impede o funcionamento do elevador com as portas abertas.

Transporte de passageiros

Para o transporte de passageiros, as regras da NR 18 apontam que edifícios com 12 ou mais pavimentos devem ter um elevado exclusivo para o transporte de pessoas.

Edifícios menores — com mais de oito pavimentos ou um número maior de 30 profissionais no canteiro de obras — deve ter um elevador desses a partir da sétima laje.

Andaimes

Para a questão dos andaimes — muito comum em obras de pequeno, médio e grande porte —, as regras da NR 18 apontam precauções diversas. Entre elas:

  • os andaimes devem ser dimensionados por profissionais habilitados;
  • o cálculo deve ser considerado a partir da carga máxima imposta ao equipamento;
  • a construtora é a responsável pela conferência da qualidade e resistência do andaime, caso o mesmo seja alugado ou terceirizado;
  • o seu piso deve ser forrado com material antiderrapante, além de ser nivelado e amparado por instrumentos de fixação;
  • o acesso deve ser limitado;
  • o uso de escadas está proibido para aumentar o alcance do andaime.

Quais são os riscos em descumprir as regras da NR 18?

Essas foram algumas das principais regras da NR 18 que a sua equipe deve se atentar, inserida no canteiro de obras. Vale destacar que o cumprimento dessas e de outras exigências não se refere a uma simples questão de prevenção de acidentes, mas de regras obrigatórias.

Pense no cumprimento às regras da NR 18 como um investimento da sua empresa — tal qual já são feitos com as inovações do setor —, uma vez que os acidentes envolvem diversos custos e eventuais problemas legais para as construtoras. Casos de:

  • despesas com o tratamento médico do profissional acidentado;
  • custos adicionais com insalubridade e a periculosidade do cargo;
  • danos estéticos;
  • pensão vitalícia, caso o acidente culmine no óbito de um profissional no exercício do seu trabalho;
  • multas aplicadas pelo Ministério do Trabalho;
  • embargo da obra ou interdição da sua empresa, ou mesmo do maquinário em que resultou o acidente.

Quer dizer: são questões que se traduzem em problemas de enorme gravidade para o trabalhador e para a empresa, que vai perder os prazos no cronograma, marcar uma mancha no seu histórico e enfrentar diversos problemas legais.

Agora, queremos saber de você: o quanto a sua empresa já se adapta às regras da NR 18 no canteiro de obras? Compartilhe conosco os desafios dessa atividade no campo de comentários do post!

Veja 5 dados sobre segurança do trabalho na construção civil

A segurança do trabalho na construção civil é assunto sério. Afinal de contas, os profissionais vivem equilibrados entre a urgência de prazos, a qualidade no serviço prestado e os cuidados em concluir tarefas com o máximo de eficiência e segurança.

A missão é realmente tão difícil quanto parece. Não à toa, os acidentes na construção civil geram todo tipo de dor de cabeça aos envolvidos. Dessa maneira, é fundamental entender os principais causadores desse grave tipo de imprevisto, bem como os melhores caminhos para minimizá-los ou erradicá-los de vez de seu canteiro de obras.

E é com esta premissa que elaboramos este artigo. Acompanhe-nos nesta leitura e descubra como promover mais segurança do trabalho na construção civil com base em 5 dados que levantamos sobre o assunto!

  1. Os acidentes ocorrem por duas causas principais

A segurança do trabalho na construção civil se dá por meio de medidas preventivas. Para tanto, é importante observar a origem dos principais acidentes ocorridos na execução de uma obra. Algo que pode ser dividido em duas categorias:

Causas humanas

Podemos listar algumas características que geram acidentes de causas humanas:

  •         Falta de conhecimento em determinadas tarefas ou no manuseio de equipamentos;
  •         Falta de experiência ou capacitação adequada;
  •         Motivação inadequada;
  •         Estresse;
  •         Descumprimento de normas e regras de segurança.

Podemos avaliar muitas outras causas, inclusive, mas já dá para ter uma ideia dos problemas associados — direta e indiretamente — motivados por ação humana.

 

Causas materiais

São os problemas e acidentes gerados por questões técnicas e físicas que independem de ação humana para acontecer, como problemas no equipamento ou em decorrência de ações naturais, como a eletricidade.

  1. A construção civil é o quinto setor com o maior número de acidentes

Quer um bom motivo para focar mais em segurança do trabalho na construção civil? Pois então lá vai: de acordo com o Anuário Estatístico da Previdência Social, entre 2007 e 2013 foram registrados 5 milhões de acidentes de trabalho no país.

Vale analisar que a construção civil é o quinto setor com o maior número de ocorrências. E, se parece pouco esse alarmante índice, nesse mesmo período o levantamento destacou que se trata do segundo ambiente mais letal, entre as ocorrências, com uma média de 450 mortes por ano. Além de um aumento em 6% no número de acidentes.

O que levanta uma importante questão: com base no tópico anterior, é fundamental avaliar quais são os principais causadores de acidentes para, então, elaborar medidas preventivas e cercar os seus trabalhadores de cuidados.

  1. Existem elementos em comum entre os principais acidentes

Para focar em mais segurança do trabalho na construção civil é importante analisar a origem do acidentes. Como já dissemos, trata-se de um esforço de análise e prevenção.  Por isso, também é importante compreender quais são os principais riscos em comum entre os canteiros de obras espalhados pelo país — conforme listagem abaixo:

  •         Desorganização no canteiro de obras: a falta de organização contribui para que acidentes aconteçam, o que evidencia a importância em manter o local limpo e os equipamentos, ferramentas e materiais acondicionados em seus devidos lugares;
  •         Desatenção: um gerente de obras de sucesso não deixa sua equipe se acomodar, no trabalho, pois a repetição de movimentos pode tornar o profissional descuidado. Como resultado, muitos acidentes decorrentes dessa falta sensação de segurança podem acontecer;
  •         Queda de materiais: tijolos, blocos, vigas e ripas de madeira, entre outros materiais, compõem boa parte dos acidentes que elevam a preocupação por mais segurança do trabalho na construção civil — sendo importante o uso de EPIs para evitá-los (falaremos mais a respeito disso adiante);
  •         Doenças de pele: muitas delas são causadas pela exposição contínua a materiais tóxicos, como argamassa ou cimento. Essas alergias podem chegar a estados graves, em que o profissional deve se ausentar do trabalho, prejudicando a sua saúde e o cumprimento do cronograma;
  •         Queda de nível: mais comum na construção de edifícios, a queda de nível pode ser facilmente evitada seguindo os requisitos de segurança, como o uso de cintos tipo paraquedista;
  •         Choques elétricos: uma das grandes causas de acidentes na construção civil, ela pode ser evitada também com o uso de EPIs adequados e no cuidado em realizar as instalações e utilizar extensões;
  •         Falhas de sinalização: todo tipo de sinalização — placas, faixas e fitas de sinalização, entre outros — deve fazer parte de um canteiro de obras. A ausência desses materiais pode gerar graves indenizações às empresas construtoras.
  1. Os EPIs são obrigatórios e fundamentais

Os EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) são obrigatórios e podem evitar boa parte dos incidentes que mencionamos acima. Para tanto, certifique-se de que suas equipes possuem:

  •         Óculos de segurança;
  •         Protetor auditivo;
  •         Máscara;
  •         Luvas;
  •         Calçado de segurança;
  •         Cinto de segurança tipo paraquedista.

Entre outros itens que devem compor o canteiro de obras e serem utilizados mediante a necessidade.

  1. Atente-se aos documentos focados em segurança do trabalho na construção civil

Este dado é de suma relevância, pois o descumprimento deles pode render uma série de penalizações à construtora. Conheça-os, e busque alinhar as suas exigências e recomendações à realidade dos seus canteiros de obras:

  •         Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO): promovido pelo Ministério do Trabalho e do Emprego, contém orientações de cuidado e segurança no ambiente de trabalho;
  •         Programa de Prevenção de Riscos Ambientes (PPRA): normativa federal e obrigatória para todas as empresas, sendo necessária a contratação de engenheiros especializados;
  •         Diálogo Diário de Segurança (DDS): proposta de estimular a disseminação de conhecimento e conscientização aos colaboradores.

Seguindo as normativas e exigências regulamentárias, fica mais fácil minimizar o número de acidentes e, assim, cumprir os prazos, reduzir custos nas obras e entregar projetos de qualidade ao consumidor.

Agora, para obter outras informações e dicas de qualidade, recebendo-as sempre em primeira mão, que tal curtir a nossa página no Facebook? Dessa maneira, você sempre terá as melhores orientações para desenvolver gradativamente o nível de excelência em sua empresa!