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Categoria: Financeira

Como determinar o cronograma de execução de obra?

cronograma de execução de obra

O sucesso de qualquer projeto de construção depende de uma gestão eficiente do tempo. Entre as várias ferramentas disponíveis para garantir o cumprimento dos prazos, o cronograma de execução de obra se destaca como uma peça fundamental. 

Neste artigo, exploraremos o que é um cronograma de execução de obra, sua importância, os tipos existentes e como elaborar um eficiente, além de apresentar uma solução prática para sua determinação precisa.

O que é um cronograma de execução de obra

Um cronograma de execução é um documento detalhado que organiza e estabelece as atividades necessárias para a realização de um projeto de construção, indicando claramente as datas de início e término de cada uma delas. Este cronograma serve como um roteiro essencial para todas as partes envolvidas no projeto da obra, desde os gerentes de projeto até os trabalhadores no local.

Este documento não apenas enumera as diferentes etapas da construção, mas também considera a interdependência entre elas, mostrando como o progresso em uma atividade afeta as outras. 

Por exemplo, a instalação de uma fundação deve preceder a construção das paredes, e assim por diante. Portanto, um cronograma de execução de obra não é apenas uma lista de tarefas, mas sim uma representação visual e temporal das relações entre essas tarefas.

Além disso, um bom cronograma de execução de obra não se limita apenas às atividades principais, mas também inclui aspectos como a entrega de materiais, inspeções regulatórias e outras tarefas administrativas ou logísticas que podem influenciar o progresso do projeto.

Qual a importância de elaborar um cronograma de execução de obras

A elaboração de um cronograma de execução de obras é de suma importância para o sucesso de qualquer empreendimento na área da construção civil. Este documento desempenha múltiplos papeis fundamentais ao longo do ciclo de vida de um projeto, influenciando diretamente sua eficiência, custo e qualidade. A seguir, destacam-se os principais aspectos que evidenciam sua relevância.

Planejamento estratégico

Um cronograma de execução de obras é o ponto de partida para o planejamento estratégico de um projeto de construção. Ele permite que os responsáveis identifiquem as etapas necessárias para atingir os objetivos do empreendimento, proporcionando uma visão clara do escopo do trabalho e das atividades envolvidas. Esse ponto de clareza desde o início ajuda a evitar problemas futuros e permite que sejam tomadas medidas proativas para garantir o sucesso do projeto.

Gerenciamento de recursos

Com um cronograma em mãos, os gestores podem melhorar o gerenciamento de recursos, como mão de obra, materiais e equipamentos. Ao estimar a duração de cada atividade e sua interdependência, é possível programar adequadamente o uso de recursos, evitando desperdícios e maximizando a eficiência operacional. Isso contribui para reduzir custos desnecessários e otimizar o orçamento do projeto.

Controle de prazos

Um dos benefícios mais evidentes de um cronograma de execução de obras é a capacidade de controlar os prazos do projeto. Ao estabelecer datas de início e término para cada atividade, os gestores podem monitorar o progresso em relação ao plano inicial e identificar possíveis atrasos ou desvios. Isso permite que medidas corretivas sejam tomadas rapidamente, como realocação de recursos ou reprogramação de atividades, para manter o projeto no caminho certo e evitar penalidades contratuais.

Gestão de riscos

Um cronograma de execução de obras também desempenha um papel crucial na gestão de riscos. Ao antecipar potenciais obstáculos e problemas, os gestores podem desenvolver planos de contingência e mitigação adequados. Além disso, ao monitorar de perto o progresso do projeto, é possível identificar tendências adversas e tomar medidas proativas para minimizar seu impacto, garantindo assim a continuidade das operações e a conclusão bem-sucedida da obra.

Comunicação e transparência

Por fim, um cronograma de execução de obras promove a comunicação eficaz e a transparência entre todas as partes interessadas no projeto. Ao fornecer uma visão clara das atividades planejadas e de seus prazos, o cronograma facilita a colaboração entre clientes, empreiteiros, subempreiteiros e outras partes envolvidas. Isso ajuda a evitar mal-entendidos e conflitos, promovendo um ambiente de trabalho harmonioso e produtivo.

Tipos de cronograma de obras

Na gestão de projetos de construção, diversos tipos de cronogramas são empregados para atender a diferentes necessidades e perspectivas de acompanhamento. Estes incluem:

  • Cronograma físico

O cronograma físico concentra-se nas atividades e marcos relacionados ao progresso físico da obra. Este tipo de cronograma é importante para acompanhar o avanço real da construção e garantir que os prazos sejam cumpridos de acordo com o planejamento. Os marcos podem incluir a conclusão de etapas específicas, como fundações, estrutura principal, acabamentos, entre outros, e servem como referência para avaliar o progresso do projeto.

  • Cronograma financeiro

O cronograma financeiro, por outro lado, foca nos aspectos relacionados aos recursos financeiros necessários para a realização da obra. Ele estabelece os custos associados a cada fase do projeto e indica quando os gastos devem ocorrer ao longo do tempo. Esse tipo de cronograma é essencial para garantir o controle financeiro do projeto, permitindo que os gerentes acompanhem os fluxos de caixa, identifiquem desvios orçamentários e tomem medidas corretivas conforme necessário. Além disso, o cronograma financeiro pode incluir informações sobre pagamentos programados a fornecedores, empreiteiros e outros envolvidos no projeto.

  • Cronograma físico-financeiro

O cronograma físico-financeiro combina os aspectos de ambos em um único documento integrado. Isso permite que os gerentes avaliem não apenas o progresso físico do projeto, mas também sua performance financeira, garantindo que ambos estejam alinhados com os objetivos estabelecidos. O cronograma físico-financeiro é uma ferramenta valiosa para uma gestão eficaz de projetos de construção, pois fornece uma visão abrangente e integrada do desempenho do projeto em termos tanto de tempo quanto de custo.

Como elaborar um cronograma eficiente

Elaborar um cronograma eficiente requer um processo cuidadoso e metódico, que leve em consideração diversos fatores para garantir que o plano seja realista, preciso e capaz de guiar de forma eficaz o projeto de construção. Abaixo estão alguns dos passos principais para elaborar um cronograma eficiente:

1. Identificar e listar atividades:

O primeiro passo é identificar e listar todas as atividades necessárias para completar o projeto de construção. Isso inclui desde as tarefas de preparação do terreno e fundações até os acabamentos finais e limpeza. É importante ser o mais abrangente possível nesta fase, garantindo que todas as etapas do projeto sejam contempladas.

2. Estimar duração das atividades:

Uma vez que as atividades estejam identificadas, é necessário estimar a duração de cada uma delas. Isso pode ser feito com base em experiências anteriores, consulta a especialistas ou análise de dados presentes nos históricos de outros projetos. É importante considerar fatores como a complexidade da tarefa, disponibilidade de recursos e possíveis obstáculos que possam surgir ao longo do caminho.

3. Sequenciar atividades:

Após estimar a duração de cada atividade, é hora de sequenciá-las na ordem correta. Isso envolve identificar as dependências entre as atividades, ou seja, quais delas precisam ser concluídas antes que outras possam começar. O sequenciamento adequado das atividades é crucial para garantir que o projeto progrida de forma eficiente e sem interrupções desnecessárias.

4. Atribuir recursos:

Com as atividades sequenciadas, é necessário atribuir os recursos necessários para cada uma delas. Isso inclui mão de obra, materiais, equipamentos e qualquer outro recurso necessário para realizar a tarefa. É importante garantir que cada um deles esteja disponível quando necessário e que haja capacidade suficiente para atender às demandas de cada atividade.

5. Estabelecer marcos e metas intermediárias:

Para acompanhar o progresso do projeto, é útil estabelecer marcos e metas intermediárias ao longo do cronograma. Isso permite que os gerentes monitorem o seu avanço e identifiquem potenciais problemas ou atrasos antes que se tornem grandes obstáculos. Os marcos podem incluir a conclusão de etapas importantes do projeto ou a entrega de partes específicas do trabalho.

6. Monitorar e atualizar regularmente:

Um cronograma eficiente não é estático, ele precisa ser monitorado e atualizado regularmente conforme o projeto avança. Isso envolve acompanhar o progresso real em relação ao plano estabelecido, identificar desvios ou atrasos e tomar medidas corretivas conforme necessário. A atualização do cronograma permite que os gerentes ajustem as datas de entrega, possam realocar recursos e reprogramar atividades para garantir que o projeto permaneça dentro do prazo e do orçamento.

A melhor solução para determinar um cronograma de obras preciso

Para determinar um cronograma de obras preciso e eficiente, é indispensável que a construtora possua uma solução confiável de planejamento e controle. 

O 90Compor Orçamento e Planejamento de Obras é uma ferramenta poderosa que oferece recursos abrangentes para criar, gerenciar e otimizar cronogramas de execução de obras. Com sua interface intuitiva e funcionalidades avançadas, a plataforma simplifica o processo de planejamento, permitindo que os profissionais da construção civil gerenciem seus projetos com maior eficiência e precisão.

Além disso, o 90 Compor Orçamento e Planejamento de Obras também fornece integração com a tecnologia Building Information Modeling (BIM) e com outros sistemas de gerenciamento de projetos, que permitem uma colaboração mais eficiente entre as equipes e uma análise mais abrangente do projeto como um todo.

Conclusão

Determinar o cronograma de execução de uma obra é uma tarefa complexa, mas fundamental para o sucesso do projeto. Um cronograma bem elaborado não apenas ajuda a garantir a conclusão dentro do prazo e do orçamento, mas também contribui para uma gestão eficiente do tempo e dos recursos. 

Com ferramentas modernas como o 90 Compor Orçamento e Planejamento de Obras, os profissionais da construção civil têm ao seu alcance os recursos necessários para criar cronogramas precisos e eficientes, impulsionando assim o progresso e a qualidade dos projetos de construção.

Tenha mais controle, agilidade e precisão do seu cronograma de execução de obras. Visite a página da solução para saber mais.

 

Análise de viabilidade econômica: como realizar em sua gestão de obras

análise de viabilidade econômica

A análise de viabilidade econômica surge como um pilar fundamental em um cenário onde a eficácia na gestão de obras é necessária para o sucesso empresarial. 

Como saber se um projeto é economicamente viável? Como garantir que os recursos sejam alocados de forma inteligente e rentável? Essas são questões importantes que permeiam o universo da construção e engenharia. 

A análise de viabilidade econômica não se limita apenas a números; ela resulta em uma avaliação abrangente, considerando fatores como mercado, custos, demanda e até mesmo valores corporativos. 

Neste artigo, veremos a importância dessa análise para a gestão de obras, destacando como pode ser conduzida e como a tecnologia, em particular, o uso de software de gestão como a 90TI, pode aprimorar esse processo, promovendo decisões estratégicas e contribuindo para o crescimento sustentável das organizações no setor da construção civil.

O que é a análise de viabilidade econômica

A análise de viabilidade econômica visa avaliar a capacidade de um projeto de gerar retornos financeiros satisfatórios e se encaixar nas metas e objetivos da empresa, ao envolver uma reflexão abrangente de diversos fatores que podem influenciar o sucesso ou fracasso do empreendimento. Isso inclui considerações sobre o mercado, os custos envolvidos, a demanda esperada, os potenciais lucros e até mesmo a concorrência.

No contexto financeiro, a análise de viabilidade se concentra em determinar se os investimentos necessários para iniciar o projeto são justificáveis ​​pelos lucros esperados ao longo do tempo. 

Isso implica examinar o capital inicial necessário, os custos operacionais fixos e variáveis, e a projeção de receitas ao longo do período de execução do projeto. 

Se os benefícios esperados superarem os custos, o projeto é considerado viável financeiramente. Por outro lado, a análise de viabilidade econômica vai além dos aspectos puramente financeiros. 

Ela avalia os benefícios não apenas em termos de retorno monetário, mas também em relação a outros critérios importantes, como impacto ambiental, social e até mesmo a compatibilidade do projeto com os valores e a missão da empresa. 

Essa análise compara o projeto em questão com outras oportunidades de investimento disponíveis, considerando aspectos como risco e potencial de retorno.

Na prática, a análise de viabilidade econômica é uma ferramenta essencial para orientar decisões empresariais. Ela fornece uma base sólida para determinar se um projeto é viável e se vale a pena prosseguir com ele. 

Ao considerar tanto os aspectos financeiros quanto os econômicos, essa análise ajuda as empresas a maximizar suas chances de sucesso e alocar recursos de forma eficiente. 

Dessa forma, a análise de viabilidade econômica é o alicerce sobre o qual se constrói um empreendimento sustentável e lucrativo.

A importância de um estudo de viabilidade para a gestão de obras

A gestão eficaz de obras exige uma análise minuciosa de viabilidade econômica, garantindo que os recursos financeiros sejam investidos de forma inteligente e rentável

Um estudo de viabilidade ajuda a evitar desperdícios de recursos preciosos e serve como um guia estratégico para o sucesso do empreendimento. 

Aqui estão algumas razões pelas quais um estudo de viabilidade é crucial para a gestão de obras:

Otimização de recursos financeiros

Ao realizar um estudo de viabilidade, é possível identificar a alocação ideal de recursos financeiros, evitando gastos desnecessários e garantindo que cada centavo seja utilizado de forma eficiente para maximizar o retorno do investimento.

Minimização de riscos

Um estudo de viabilidade permite identificar e avaliar os potenciais riscos envolvidos no projeto, sejam eles financeiros, técnicos ou de mercado. 

Isso ajuda os gestores a desenvolver estratégias de mitigação de riscos e a tomar decisões informadas para evitar surpresas desagradáveis durante a execução da obra.

Avaliação de alternativas

Por meio da análise de viabilidade, é possível comparar diferentes opções de projetos e escolher aquela que oferece a melhor relação custo-benefício. 

Isso permite que os gestores tomem decisões mais assertivas e escolham o caminho que melhor atenda aos objetivos da empresa.

Planejamento estratégico

Um estudo de viabilidade fornece uma base sólida para o planejamento estratégico da obra, ajudando os gestores a definir metas realistas e desenvolver um cronograma viável. 

Isso contribui para uma execução mais eficiente do projeto e reduz o risco de atrasos e custos adicionais.

Garantia de retorno do investimento

Ao analisar cuidadosamente os custos e benefícios do projeto, um estudo de viabilidade ajuda a garantir que o investimento seja lucrativo a longo prazo. 

Isso proporciona segurança aos investidores e stakeholders, aumentando a confiança no sucesso do empreendimento.

Assim, um estudo de viabilidade é essencial para a gestão de obras, fornecendo uma base sólida para tomada de decisões, minimizando riscos e garantindo a eficiência e rentabilidade do projeto.

Como realizar a análise de viabilidade econômica

Realizar uma análise de viabilidade econômica e financeira é um processo fundamental para avaliar a viabilidade de um projeto e garantir que os recursos sejam alocados de forma eficiente e lucrativa. 

Aqui estão algumas etapas para realizar essa análise:

  • 1 – Projeção de receitas: estime quanto a empresa espera faturar ao longo de um período determinado. Considere fatores como demanda de mercado, sazonalidade e potencial de crescimento.
  • 2 – Projeção de custos e investimentos: estime os custos operacionais fixos e variáveis, bem como os investimentos necessários para iniciar o projeto. Considere despesas como salários, aluguel, matéria-prima e equipamentos.
  • 3 – Análise de indicadores: utilize indicadores financeiros, como Valor Presente Líquido (VPL), Taxa Interna de Retorno (TIR) e Payback, para avaliar a viabilidade do projeto. Compare os retornos esperados com os custos e investimentos para determinar se o projeto é financeiramente atrativo.
  • 4 – Análise de sensibilidade: considere diferentes cenários e variações nos principais parâmetros do projeto para avaliar sua robustez e resiliência a mudanças de mercado.
  • 5 – Tomada de decisão: com base na análise realizada, tome uma decisão informada sobre a viabilidade do projeto. Se os indicadores apontarem para um retorno positivo do investimento e uma boa relação custo-benefício, o projeto pode ser considerado viável e digno de prosseguimento.

É importante ressaltar que a análise de viabilidade econômica e financeira deve ser realizada de forma criteriosa e com base em dados sólidos

Consultar especialistas e utilizar ferramentas adequadas pode ajudar a garantir a precisão e confiabilidade da análise, fornecendo assim uma base sólida para a tomada de decisões estratégicas.

Saiba como melhorar a sua análise

Para enriquecer a análise de viabilidade econômica e financeira de um projeto, é preciso considerar diversas variáveis e adotar estratégias que aumentem a precisão e confiança nas decisões. 

Aqui estão algumas dicas para aprimorar sua análise:

Orçamento paramétrico

O uso do orçamento paramétrico, especialmente na etapa de viabilidade econômica, pode fornecer estimativas mais precisas dos custos da obra. 

Esse método utiliza índices e indicadores, como o Custo Unitário Básico (CUB) e dados históricos de obras similares, para estimar os custos do projeto de forma simplificada e eficiente.

Projeções do cronograma físico-financeiro

Elaborar projeções detalhadas do cronograma físico-financeiro da obra ajuda a compreender melhor o fluxo de caixa do projeto. 

Isso é essencial para tomar decisões informadas em cenários adversos ou de incerteza, especialmente considerando os impactos da instabilidade do mercado e das mudanças nos hábitos dos consumidores.

Análise de valor geral de vendas (VGV)

O VGV, que representa a soma das vendas potenciais das unidades do empreendimento, é um indicador-chave para avaliar a lucratividade do projeto. 

Analisar a relação entre os custos e o VGV permite identificar a capacidade de retorno e lucratividade do investimento em diferentes contextos de mercado.

Ao implementar essas práticas e ferramentas em sua análise de viabilidade econômica, você estará mais preparado para reduzir os riscos, aumentar a precisão das projeções e tomar decisões estratégicas que impulsionam o sucesso do seu empreendimento.

Como um software de gestão pode auxiliar o processo de análise 

Um software de gestão pode desempenhar um papel importante ao otimizar o processo de análise de viabilidade econômica de um projeto. 

Aqui estão algumas maneiras pelas quais essa ferramenta pode ser benéfica:

  • Estimativas de custos precisos: os softwares permitem inserir e calcular estimativas de custos detalhadas para o empreendimento, considerando uma variedade de fatores, como materiais, mão de obra e equipamentos. Isso proporciona uma visão abrangente dos investimentos necessários para a realização do projeto.
  • Projeções de receitas confiáveis: com base em dados históricos e estimativas de mercado, os softwares podem projetar as receitas potenciais do projeto ao longo do tempo. Isso ajuda a prever o fluxo de caixa e a rentabilidade do empreendimento.
  • Análise de indicadores financeiros: os softwares são capazes de calcular automaticamente indicadores econômicos importantes, como o Valor Presente Líquido (VPL) e o Payback. Esses indicadores fornecem insights valiosos sobre a viabilidade financeira do projeto e ajudam na tomada de decisões.
  • Visualização de dados: a capacidade de visualizar dados de forma clara e intuitiva é uma vantagem dos softwares de gestão. Gráficos e relatórios visuais podem ajudar os usuários a identificar tendências, padrões e áreas de preocupação no processo de análise.

Ao integrar um software de gestão ao processo de análise de viabilidade econômica, as empresas podem ganhar eficiência, precisão e confiabilidade, permitindo uma tomada de decisão mais informada e estratégica.

Como a 90TI pode te ajudar 

A 90TI oferece soluções tecnológicas avançadas que podem ser fundamentais para a análise de viabilidade econômica de projetos de construção e engenharia. 

Aqui estão algumas maneiras pelas quais a 90TI pode contribuir para esse processo:

Gestão eficiente de dados

Com suas ferramentas de gestão de dados, a 90TI permite que as empresas coletem, armazenem e analisem informações importantes relacionadas aos custos, receitas e cronogramas dos projetos. Isso proporciona uma base sólida para a análise de viabilidade econômica.

Análise de custos e receitas

Através de suas soluções de software, a 90TI facilita a análise detalhada dos custos envolvidos em um projeto, bem como das receitas esperadas. Isso permite uma avaliação precisa da rentabilidade potencial do empreendimento.

Projeções financeiras

Utilizando ferramentas de projeção financeira, a 90TI ajuda as empresas a estimar o fluxo de caixa futuro do projeto e a identificar potenciais desafios ou oportunidades, o que é essencial para a tomada de decisões informadas sobre a viabilidade econômica do empreendimento.

Segurança e conformidade

Com sua tecnologia de ponta e conformidade com regulamentações como a LGPD, a 90TI garante a segurança e integridade dos dados utilizados na análise de viabilidade econômica, protegendo contra vazamentos e violações de privacidade.

Em suma, a 90TI oferece ferramentas e recursos essenciais para ajudar as empresas a conduzir uma análise de viabilidade econômica abrangente e precisa. 

Ao utilizar as soluções da 90TI, as empresas podem tomar decisões informadas e estratégicas que maximizam o potencial de retorno sobre investimento de seus projetos de construção e engenharia.

Como vimos, a análise de viabilidade econômica é fundamental para o sucesso dos projetos de construção e engenharia. 

Ao adotar práticas eficazes e utilizar ferramentas avançadas de gestão, as empresas podem realizar análises mais precisas e confiáveis, permitindo uma tomada de decisão informada e estratégica. 

Tudo isso não maximiza o potencial de retorno sobre o investimento e contribui para o crescimento sustentável e a eficiência operacional das organizações no setor da construção civil. Conheça a solução ideal para sua empresa, entre em contato conosco para saber mais!

Planejamento de obras: 7 dicas para montar um guia eficaz

planejamento de obras

O sucesso de qualquer empreendimento na área da construção civil está intrinsecamente ligado a um planejamento de obras realizado de maneira eficiente. A falta de um guia bem estruturado pode resultar em atrasos, custos elevados e, em última instância, na insatisfação do cliente. 

Neste artigo, exploraremos a importância do planejamento de obras e apresentaremos sete dicas essenciais para criar um guia que assegure o sucesso do seu projeto.

Como realizar um bom planejamento de obras?

O primeiro passo para um planejamento de obras bem-sucedido é entender o escopo do projeto a ser realizado. Isso inclui uma análise detalhada dos requisitos do cliente, o levantamento de recursos necessários e a definição de prazos realistas. 

A utilização de metodologias de gestão de projetos, como o Método do Caminho Crítico (CPM) ou a Técnica de Revisão e Avaliação de Programas (PERT), pode oferecer uma visão mais clara e estruturada do cronograma da obra.

Além disso, é crucial envolver todas as partes interessadas desde o início. A comunicação eficiente entre a equipe de projeto, fornecedores e clientes contribui para alinhar expectativas e evitar mal-entendidos ao longo do processo.

Entenda a importância do planejamento de obras para o andamento do seu projeto

O planejamento de obras desempenha um papel vital no sucesso de um projeto. Ele proporciona uma visão abrangente das atividades a serem realizadas, permitindo a antecipação de desafios e a implementação de estratégias para superá-los. 

Desde os requisitos específicos do cliente até as condições ambientais e regulatórias, todas as nuances são cuidadosamente examinadas. Isso não apenas proporciona uma visão clara do cenário geral, mas também capacita a equipe a antecipar desafios potenciais. Ao identificar obstáculos antes mesmo do início da construção, é possível desenvolver estratégias eficazes para superá-los, minimizando assim os impactos adversos no decorrer do projeto.

Além disso, um planejamento abrangente não apenas estabelece as diretrizes para a execução das atividades, mas também otimiza a alocação de recursos. Seja mão de obra, materiais ou equipamentos, cada componente é meticulosamente analisado e integrado ao cronograma de maneira eficiente. 

Essa abordagem resulta em uma distribuição mais eficaz dos recursos disponíveis, evitando desperdícios e reduzindo custos desnecessários. A otimização de recursos não apenas beneficia a empresa em termos financeiros, mas também contribui para a sustentabilidade e responsabilidade social.

Outro aspecto crucial é a minimização de riscos. Identificar potenciais obstáculos antes mesmo de iniciar a obra permite a implementação de medidas preventivas, garantindo que o projeto prossiga sem contratempos significativos.

Dicas para montar um planejamento de obras eficaz

Ao seguir um planejamento de obras detalhado e estruturado, a equipe de construção pode executar suas tarefas de maneira coordenada e eficiente. Isso resulta em prazos mais curtos, custos mais baixos e, o mais importante, na entrega de um projeto de alta qualidade. 

A eficiência operacional não apenas beneficia a empresa, mas também eleva a satisfação do cliente, estabelecendo uma reputação positiva no mercado. Separamos abaixo 7 dicas para montar um planejamento de obras eficaz:

1. Defina objetivos claros e mensuráveis

Antes de iniciar o planejamento, estabeleça objetivos específicos e mensuráveis para o projeto. Isso proporciona uma base sólida para todas as etapas subsequentes, facilitando a avaliação do progresso e a identificação de possíveis desvios.

2. Leve em consideração os fatores ambientais

Analise cuidadosamente os fatores ambientais que podem impactar a obra, como condições climáticas, restrições legais e ambientais. Incorporar essas variáveis no planejamento ajuda a evitar atrasos e problemas futuros, como multas e até um possível embargo da obra.

3. Estime os recursos necessários

Faça uma estimativa precisa dos recursos necessários, incluindo mão de obra, materiais e equipamentos que serão utilizados. Isso evita surpresas durante a execução da obra e garante que todos os elementos essenciais estejam prontamente disponíveis.

4. Utilize tecnologia de gestão de projetos

Ferramentas modernas de gestão de projetos, como o 90 Compor ERP, oferecem recursos avançados para facilitar o gerenciamento da obra. Elas permitem uma gestão integrada de informações, agilizando processos e melhorando a eficiência operacional.

5. Estabeleça um cronograma realista

Desenvolva um cronograma realista para o seu planejamento, considerando as dependências entre as atividades. Evite prazos muito apertados que possam comprometer a qualidade do trabalho, mas também esteja atento para não estender desnecessariamente o tempo de conclusão da obra.

 6. Implemente um sistema de controle de qualidade

Integre um sistema de controle de qualidade ao planejamento, garantindo que os padrões e especificações estabelecidos sejam seguidos rigorosamente. Isso contribui para a entrega de um projeto que atenda ou supere as expectativas do cliente.

7. Realize monitoramento contínuo

O acompanhamento regular do progresso da obra é essencial. Mantenha uma comunicação aberta e utilize indicadores de desempenho para identificar possíveis desvios do planejamento original. Isso permite a implementação de ajustes antes que problemas mais sérios ocorram.

Conheça o 90 Compor ERP

O 90 Compor ERP é uma ferramenta fundamental para otimizar o planejamento de obras. Este sistema integrado de gestão empresarial oferece funcionalidades específicas para o setor da construção, permitindo uma administração eficaz de projetos, custos, prazos e recursos. 

Um planejamento de obras eficaz é o alicerce para o sucesso de qualquer empreendimento na construção civil. Ao adotar a plataforma, as empresas podem potencializar a eficiência operacional e elevar a qualidade de suas entregas.

A compreensão da importância dessa etapa, aliada a práticas e ferramentas adequadas, é essencial para garantir o andamento tranquilo e bem-sucedido de um projeto. Ao seguir as dicas apresentadas e explorar soluções como o 90 Compor ERP, as empresas estarão mais preparadas para superar desafios, entregar resultados de alta qualidade e manter a satisfação dos clientes.

Quer saber mais sobre o 90 Compor? Entre em contato com nossos especialistas!

 

Como a tecnologia pode auxiliar na gestão de fornecedores da construção civil

gestão de fornecedores

A gestão eficiente de fornecedores é um fator crítico para o sucesso e a rentabilidade de projetos na construção civil. As empresas do setor enfrentam desafios importantes ao lidar com diversas variáveis, desde a seleção até a entrega de materiais e serviços. Nesse contexto, a tecnologia surge como uma aliada estratégica, fornecendo soluções inovadoras para melhorar processos e superar os obstáculos comuns enfrentados na gestão de fornecedores.

Dessa forma, traremos neste artigo os principais desafios de uma gestão e como uma plataforma como o 90 Compor ERP pode auxiliar nas etapas da cadeia logística envolvendo fornecedores da construção civil.

O que é a gestão de fornecedores

A gestão de fornecedores é um conjunto estratégico de práticas e processos adotados por empresas da construção civil para gerenciar de maneira eficiente todas as etapas relacionadas à aquisição de materiais e serviços necessários para a execução dos seus projetos. 

Este processo vai além da simples compra de insumos, englobando a seleção criteriosa de parceiros, a negociação de contratos, o acompanhamento do desempenho e a resolução ágil de eventuais problemas que possam surgir durante a execução do projeto.

O passo a passo de uma gestão de fornecedores

Identificação de necessidades

A fase de identificação de necessidades na gestão de fornecedores é o ponto de partida inicial, onde as empresas de construção civil analisam minuciosamente as demandas específicas de cada projeto, avaliando suas necessidades específicas e os requisitos dos materiais ou serviços a serem adquiridos. 

Essa etapa busca compreender, de forma detalhada, os requisitos técnicos, prazos e orçamentos associados à obra em questão. É um processo que exige uma visão estratégica, considerando não apenas os critérios imediatos do projeto, mas também as metas de longo prazo da empresa.

Seleção de fornecedores

A etapa de seleção de fornecedores representa um marco determinante na gestão eficiente de projetos na construção civil. Trata-se de um processo minucioso e estratégico, onde as empresas buscam identificar parceiros que não apenas atendam às suas necessidades imediatas, mas que também estejam alinhados com os padrões de qualidade, prazos e valores fundamentais para o sucesso do empreendimento.

Durante a seleção de fornecedores, diversos critérios entram em jogo. A reputação no mercado, histórico de entregas pontuais, qualidade dos produtos ou serviços oferecidos e, não menos importante, a compatibilidade com as exigências específicas do projeto são fatores cruciais a serem considerados.

A análise desses elementos não apenas assegura a escolha de fornecedores confiáveis, mas também contribui para a construção de parcerias sólidas e duradouras.

Contratação

Durante a contratação, é imperativo que as empresas de construção civil garantam que todos os aspectos cruciais sejam contemplados nos contratos. Isso inclui prazos de entrega, padrões de qualidade, condições de pagamento e quaisquer cláusulas específicas relacionadas ao projeto.  A transparência nesse estágio é essencial, garantindo que ambas as partes tenham uma compreensão clara de suas obrigações e benefícios.

Além disso, os contratos de fornecimento não devem ser meramente vistos como salvaguardas legais, mas como documentos que estabelecem a base para uma colaboração bem-sucedida. A comunicação aberta e a disposição para ajustes quando necessário são elementos-chave durante esse processo, permitindo uma adaptação dinâmica às circunstâncias variáveis que podem surgir ao longo do projeto.

Monitoramento e avaliação

Durante o monitoramento, a transparência e a comunicação aberta são fundamentais. Ferramentas modernas e sistemas integrados permitem o acompanhamento em tempo real, proporcionando insights valiosos para a tomada de decisões informadas. Essa abordagem proativa permite identificar rapidamente eventuais desvios em relação às expectativas, possibilitando a implementação de correções antes que possam impactar negativamente o progresso do projeto.

Mas a avaliação contínua dos fornecedores não se restringe apenas ao cumprimento de prazos e à qualidade técnica. Ela inclui também a análise do nível de colaboração, a capacidade de adaptação a mudanças e a resiliência diante de imprevistos. Estabelecer métricas claras e indicadores de desempenho durante essa fase é crucial, fornecendo dados tangíveis para fundamentar decisões estratégicas.

Gestão de riscos

Ao antecipar riscos, as empresas têm a capacidade de adotar medidas preventivas, reduzindo a probabilidade de ocorrência e o impacto adverso em caso de concretização. Isso implica em uma avaliação cuidadosa das variáveis externas, como condições climáticas, flutuações de mercado e instabilidades geopolíticas, bem como das internas, como a competência da mão de obra, eficácia dos fornecedores e potenciais desafios logísticos.

A gestão de riscos na construção civil não é um exercício isolado; é um processo dinâmico que evolui conforme o projeto avança. Estratégias de mitigação são implementadas de forma contínua, ajustando-se às mudanças nas circunstâncias do projeto.

Ferramentas avançadas, como modelos de simulação e análise de cenários, oferecem às empresas uma visão mais precisa e preditiva, permitindo a tomada de decisões informadas para enfrentar riscos potenciais.

Quais são os principais problemas enfrentados durante a gestão

A gestão de fornecedores na construção civil apresenta uma série de desafios complexos, impactando diretamente a eficiência operacional e a qualidade do projeto. Compreender esses desafios é fundamental para implementar estratégias eficazes. Os principais problemas enfrentados durante a gestão incluem:

  • Atrasos nas entregas: um desafio recorrente é lidar com a possibilidade de atrasos nas entregas de materiais ou serviços. Isso pode resultar em atrasos na execução do projeto, aumento de custos e insatisfação do cliente;
  • Variações na qualidade: garantir a consistência na qualidade dos insumos e serviços fornecidos é um desafio constante. Variações na qualidade podem comprometer a integridade da construção e impactar negativamente a reputação da empresa;
  • Comunicação ineficaz: a falta de uma comunicação eficiente entre a empresa e os fornecedores pode levar a mal-entendidos, erros na execução e atrasos desnecessários. Estabelecer canais claros e eficazes é crucial para o alinhamento de expectativas;
  • Identificação e gestão de riscos: antecipar e gerenciar riscos, desde questões logísticas até flutuações de mercado, é um desafio contínuo. A falta de uma estratégia robusta de gestão de riscos pode resultar em surpresas indesejadas ao longo do projeto;
  • Complexidade contratual: a elaboração e gestão de contratos muitas vezes complexos pode ser um desafio. Contratos mal definidos podem levar a disputas legais e dificuldades na resolução de conflitos;
  • Adequação aos padrões regulatórios: a conformidade com normas e regulamentos, tanto internos quanto externos, é crucial. Desafios surgem quando as exigências regulatórias não são completamente compreendidas ou implementadas;
  • Flutuações de mercado: a volatilidade nos preços de materiais de construção e a disponibilidade de recursos podem impactar significativamente o planejamento e a execução do projeto.

Entender esses desafios permite às empresas da construção civil desenvolver estratégias específicas para superá-los, promovendo uma gestão de fornecedores mais eficiente e resiliente.

Como a tecnologia pode auxiliar no processo de gestão de fornecedores

A integração de soluções tecnológicas desempenha um papel crucial na modernização e aprimoramento da gestão de fornecedores na construção civil. Diversas ferramentas e plataformas oferecem benefícios substanciais, otimizando processos e superando desafios. Veja a seguir como a tecnologia pode ser uma aliada estratégica no processo de gestão de fornecedores:

1. Monitoramento em tempo real:

Plataformas especializadas permitem o acompanhamento contínuo e em tempo real do status de entregas, estoques e desempenho dos fornecedores. Isso proporciona uma visibilidade abrangente, permitindo as tomadas de decisões informadas de maneira ágil.

2. Comunicação Eficiente: 

Ferramentas de comunicação integradas, como o 90 Compor ERP,  facilitam a troca de informações entre construtoras e fornecedores. A comunicação instantânea e transparente reduz erros, minimiza atrasos e fortalece os laços colaborativos.

3. Análise de Dados: 

A análise de dados é uma arma poderosa na gestão de fornecedores. Plataformas analíticas possibilitam a identificação de padrões, previsão de demandas e otimização de processos, contribuindo para uma gestão mais eficiente e proativa.

4. Gestão de Documentos:

Sistemas integrados de gestão de documentos centralizam contratos, pedidos e demais registros relacionados aos fornecedores. Isso não apenas facilita o acesso rápido a informações cruciais, mas também reduz a probabilidade de perda de dados.

5. Automatização de Processos: 

A automação de tarefas rotineiras, como pedidos e pagamentos, reduz a carga administrativa, minimiza erros humanos e libera recursos para atividades mais estratégicas.

6. Rastreabilidade:

Sistemas de rastreabilidade baseados em tecnologia, como códigos de barras ou RFID, oferecem maior controle sobre a movimentação de materiais, possibilitando uma gestão mais eficaz do estoque e evitando perdas.

Conheça o 90 Compor ERP

A integração da tecnologia não apenas otimiza os processos, mas também contribui para a construção de relacionamentos mais sólidos e colaborativos com os fornecedores, impactando positivamente na qualidade e na entrega de projetos dentro do prazo e orçamento estipulados.

Uma solução especializada para o cenário da construção civil é o 90 Compor ERP. Este software integra as operações da empresa, proporcionando uma visão completa e unificada da gestão de fornecedores. 

Com módulos específicos para controle de compras, estoque e comunicação com fornecedores, o 90 Compor ERP se destaca pela sua capacidade de melhorar a eficiência operacional e reduzir custos.

A tecnologia desempenha um papel fundamental na modernização da gestão de fornecedores na construção civil. Ao adotar soluções tecnológicas como o 90 Compor ERP, as empresas podem superar desafios, melhorar a eficiência operacional e garantir o sucesso de seus projetos. Quer saber mais sobre a solução? Entre em contato conosco através do formulário abaixo, ou visitando a página do produto aqui.


 

Gestão de custos e receita: como melhorar o processo de controladoria na construção civil

gestão de custos

Construtoras que adotam práticas eficazes de gestão de custos e receitas garantem o sucesso financeiro de seus projetos construtivos, bem como aumentam a produtividade, a lucratividade e a competitividade da empresa no mercado.

O processo de controladoria pode ser incrementado a partir de um orçamento bem definido, de uma gestão precisa de estoque e equipamentos e da utilização de ferramentas tecnológicas, entre outras soluções que você poderá acompanhar ao longo deste artigo.

O que é o processo de controladoria na construção civil 

O processo de controladoria tem como objetivo garantir uma gestão de qualidade, coordenando processos administrativos e orçamentários.

Do ponto de vista financeiro, a controladoria coopera para que a empresa se torne mais lucrativa, e também é fundamental na gestão de custos e receitas, contribuindo para a redução de gastos desnecessários.

Em relação ao aspecto administrativo, a controladoria reúne informações de todos os setores para que o orçamento empresarial e os objetivos da organização tenham sinergia.

 Em resumo, a controladoria possibilita que todas as áreas caminhem em direção à meta econômico-financeira definida pela empresa.

 O processo de controladoria geralmente está pautado na figura de um gestor, o chamado controller. Esse profissional possui papel fundamental nas tomadas de decisões e no planejamento estratégico.

Os principais problemas relacionados à gestão de custos na construção civil 

Existem diversos erros que impactam negativamente a gestão de custos na construção civil, começando pela falta de planejamento.

Quando isso acontece, os recursos tendem a ser utilizados de maneira incorreta, e há grandes chances da obra precisar ser interrompida, impactando no prazo de conclusão do projeto.

A falta de tecnologias relacionadas ao orçamento da obra acaba sendo outro problema frequente. Nesse sentido, é comum usar índices desatualizados como referência para os cálculos, desconsiderar a logística do projeto ou não mapear as variáveis que podem impactar no custo da obra.

Aliado a tudo isso, ainda existem construtoras que mantêm planilhas físicas em vez de utilizar softwares de gestão com o objetivo de economizar. Porém, o barato costuma sair caro diante dessa escolha, deixando a organização obsoleta e sujeita a erros.

Como o gestor pode otimizar a gestão de custos e receita na construção civil 

A gestão de custos e receitas é essencial para a saúde financeira de projetos construtivos, garantindo que a construtora se mantenha competitiva no mercado e consiga viabilizar suas obras.

Para otimizar esse processo, existem pelo menos 5 soluções que podem ser colocadas em prática:

Contar com um orçamento eficiente 

É essencial que todos os profissionais envolvidos no projeto tenham clareza sobre o orçamento de obras.

Para que o acompanhamento e o controle de custos sejam mais eficientes, um cronograma físico-financeiro é essencial, bem como a utilização de um software de gestão de obras.

Fazer uma boa gestão de compras e controlar o estoque de materiais 

Quando a gestão de compras é assertiva e há um bom controle de estoque, não há riscos da obra parar por falta de materiais ou o orçamento ser “quebrado” diante da aquisição de insumos sem planejamento.

Controlar todos os custos, por menores que sejam 

É um erro pensar que gastos pequenos do dia a dia não sejam capazes de impactar no orçamento da obra. Quando repetidos constantemente, tornam-se uma “bola de neve” e prejudicam o bom andamento do projeto.

Por isso, a boa gestão de custos e receitas também deve priorizar o monitoramento correto de toda saída de caixa, seja qual for o montante gasto.

É fundamental que não sejam criadas exceções para determinados cargos, permitindo que profissionais com posições mais altas na hierarquia possam ter gastos sem precisar prestar contas, por exemplo.

Ter cautela com relação aos equipamentos utilizados 

Uma boa gestão de custos e receitas também deve considerar como será a utilização dos equipamentos no canteiro de obras: o ideal é adquirir um maquinário próprio ou optar pela locação das máquinas?

Essa decisão deve levar em conta o perfil da construtora e dos projetos, lembrando que equipamentos parados podem resultar em gastos extras com manutenção e locais de armazenamento.

Contar com a tecnologia 

O ideal é que a gestão de custos e receitas tenha o suporte de soluções tecnológicas, como um software específico para construção civil.

Dessa forma, não há riscos de perder informações importantes, cadastrar dados em duplicidade ou ter resultados errados nos cálculos, questões que são recorrentes quando há a utilização de recursos manuais para o controle financeiro, como folhas de papel ou planilhas de Excel.

Lembrando que um software de gestão de obras tem como premissa automatizar tarefas, contribuindo para operações mais enxutas e eficientes, além de maior produtividade entre as equipes, que podem se concentrar em tarefas mais estratégicas.

O 90 Compor ERP como auxiliar no processo de gestão de custos na construção civil 

Entre os softwares de gestão de obras disponíveis no mercado, o 90 Compor ERP se destaca como um dos mais completos.

Por ter sido desenvolvido por especialistas em engenharia, o sistema está totalmente alinhado às necessidades das construtoras, seja qual for o perfil da sua empresa.

O 90 Compor ERP é um grande aliado da gestão de custos construtivos, principalmente por conta do módulo de Controladoria, o qual garante um gerenciamento detalhado das finanças, permitindo o compartilhamento das informações em tempo real, bem como a emissão de relatórios personalizados, que identificam oportunidades e ameaças à saúde financeira.

Principalmente com o auxílio de um ERP focado na construção civil, a gestão de custos e receitas garante que os projetos sejam executados com eficiência, mantendo a lucratividade da construtora.

Através de um software de gestão integrada como o 90 Compor ERP, o orçamento das obras é seguido à risca e há um maior controle sobre o estoque de materiais e equipamentos, garantindo que os recursos sejam bem empregados e todos os profissionais envolvidos no projeto estejam a par do que acontece no canteiro de obras.

Entre em contato preenchendo o formulário abaixo e conheça a nossa solução, feita especialmente para a sua empresa. 

Conheça as principais etapas do processo de orçamento de obras

orçamento de obras

Construir um orçamento de obras eficiente é importante não apenas para que as empresas de engenharia prevejam os custos e estimem a lucratividade de um projeto. Com a ajuda desta ferramenta, as obras podem ser concluídas no tempo certo e sem gastos extras para a construtora. 

Além disso, a empresa se torna mais rentável e conquista uma boa reputação no mercado de construção civil, aumentando sua competitividade.

A elaboração de um orçamento completo e o mais próximo possível da realidade do projeto pode ficar mais simples com o apoio de soluções tecnológicas que automatizam as etapas de orçamentação, como um software especialmente dedicado à construção civil.

O que é o orçamento de obras

O orçamento de obras é uma ferramenta que engloba todos os custos de um projeto construtivo, desde a concepção até a conclusão da obra. Mas, além dos custos, o orçamento prevê também os lucros com a construção.

Existem, basicamente, três tipos de orçamento no ramo da construção civil, que variam de acordo com a fase em que o projeto se encontra:

  •         Estimativa de custos: é uma avaliação aproximada que se baseia em projetos anteriores com características semelhantes, ou se apoia em tabelas próprias para o levantamento;
  •         Orçamento preliminar: um pouco mais detalhado do que a estimativa, esse tipo de orçamento compreende quantidades e custos unitários dos insumos que serão utilizados;
  •         Orçamento analítico: o mais completo entre os tipos de orçamento, o mesmo contempla composições de custos de cada serviço e material a serem usados na obra, e é baseado em projetos detalhados.

Para garantir que o orçamento de obras seja o mais eficiente possível, é essencial que ele seja elaborado a partir da colaboração de todos os setores envolvidos na construção, e não apenas com a participação do orçamentista ou da área financeira.

Dessa forma, existe uma garantia de que todas as necessidades da obra serão contempladas. A partir de uma ferramenta bem-elaborada, a construtora conquista benefícios como:

  •       Melhor controle de custos
  •         Aumento da rentabilidade
  •         Aumento da credibilidade perante o mercado
  •         Crescimento do poder de negociação junto aos fornecedores
  •         Aumento da competitividade diante de concorrências e licitações

Por outro lado, quando não há a devida dedicação ao orçamento de obras, é comum que faltem recursos para a conclusão do projeto no tempo estimado, tornando a obra mais cara e prejudicando a reputação da construtora.

Orçamento e orçamentação de obras: os processos são iguais?

É bastante comum que profissionais iniciantes de construção civil confundam os conceitos de orçamento e orçamentação de obras. Embora os termos sejam muito semelhantes, eles não significam a mesma coisa.

Em linhas gerais, pode-se dizer que o orçamento é o resultado de uma orçamentação. Ou seja, enquanto na orçamentação faz-se o levantamento e definição de custos, o orçamento é o produto final desse processo.

Quais as informações obrigatórias em um orçamento de obras 

Um bom orçamento de obras deve contemplar os custos diretos e indiretos, os impostos e o lucro esperado com a venda do empreendimento.

Para que essas informações sejam as mais realistas possíveis, é essencial fazer pesquisas aprofundadas de valores e contar com o apoio de tabelas de composição de preços, além de considerar índices atualizados para os cálculos e não se esquecer de levar as variáveis em conta.

Outros dados obrigatórios em um orçamento de obras eficiente são os custos unitários de materiais e equipamentos, bem como o cálculo do BDI (Benefícios e Despesas Indiretas), o qual ajudará a compor o preço de venda.

Etapas do processo de orçamento de obras

Em geral, o orçamento de obras compreende 5 etapas básicas, entre elas:

1. Elaboração do projeto executivo e do memorial descritivo

Para que o orçamento seja eficiente, é essencial que ele seja baseado em documentos bem detalhados, incluindo o projeto executivo e o memorial descritivo, possibilitando cálculos orçamentários mais precisos.

2. Análise do projeto e do memorial

Com a elaboração desses documentos, o próximo passo é analisá-los para entender quais as demandas da obra, incluindo localização, tamanho e condições do terreno, complexidade da construção etc.

3. Coleta de informações

A elaboração do orçamento de obras segue com a coleta de informações a respeito dos materiais, equipamentos e mão-de-obra que a construção irá necessitar.

4. Definição de custos diretos e indiretos

A partir dos dados coletados anteriormente, chega o momento de quantificar os materiais e serviços a serem utilizados na obra.

Feito isso, deve-se partir para o levantamento dos custos diretos, que são aqueles que impactam diretamente na construção, como a compra de materiais e equipamentos, e dos custos indiretos, que apesar de não estarem associados com o canteiro de obras, são necessários para que a construção seja realizada, incluindo despesas com materiais de escritório, automóveis, segurança etc.

A composição de custos deve incluir ainda os valores dos encargos sociais trabalhistas. Para o levantamento de todos esses custos, sua empresa pode utilizar planilhas e fazer os cálculos manualmente. Esse, porém, não é o método mais seguro. O ideal mesmo é contar com um software de orçamento de obras para que o resultado das operações esteja livre de erros.

5. Realização do fechamento

O orçamento de obras é finalizado com a etapa de fechamento, em que são inseridos os impostos e a lucratividade desejada com a obra.

Para isso, deve-se utilizar o chamado BDI (Benefícios e Despesas Indiretas), que abrange custos indiretos, lucro e impostos.

Com relação ao lucro esperado, é importante levar em conta questões como os riscos envolvidos na obra, a concorrência existente para aquele projeto e a situação do mercado imobiliário.

Conheça o 90 Compor Orçamento e Planejamento de Obras 

Para a elaboração de um orçamento de obras mais preciso e que garanta maior assertividade nas tomadas de decisão, é altamente recomendável contar com o apoio de ferramentas completas para o nicho, como o 90 Compor Orçamento e Planejamento de Obras.

O software promove mais controle, agilidade e precisão para os profissionais envolvidos na construção de orçamentos, trazendo benefícios como:

  •         Criação de orçamentos personalizados, com detalhamento e precisão
  •         Economia de dinheiro com um modelo inovador para o levantamento de preços
  •         Aumento de até 90% na velocidade de elaboração de orçamentos com a ajuda da tecnologia BIM
  •         Maior integração do serviço realizado na obra com o banco de atestado de obras

Com a ajuda do 90 Compor, o orçamento de obras se torna mais justo e adequado ao contexto do projeto construtivo, garantindo a entrega de um empreendimento de qualidade, no tempo previsto.

Conclusão

O orçamento de obras está entre as ferramentas mais importantes de um projeto construtivo, e influencia diretamente na qualidade de uma construção, bem como na credibilidade de uma empresa de engenharia perante o mercado.

Existem etapas cruciais que devem ser seguidas para que um orçamento seja o mais adequado possível à realidade da obra e da construtora. Para elaborá-lo, há a possibilidade de fazer os cálculos manualmente, mas essa é uma decisão que pode gerar custos extras e diversos prejuízos para a empresa.

Sua construtora tem a chance de conquistar mais lucratividade e se tornar mais competitiva, e com o apoio de um software especializado para orçamentos isso é possível. Então, não perca a chance de conhecer melhor uma das ferramentas mais completas do mercado para orçamento de obras.

Nosso software de orçamento e planejamento é a solução ideal para sua empresa de construção civil. Entre em contato conosco para saber mais.

Análise das variações: conheça a diferença entre custo padrão e custo real

análise das variações

O controle de custos é essencial para a lucratividade de uma empresa. Entre as técnicas que auxiliam os gestores a checar os números e apontar possíveis desigualdades, estão a análise das variações. Ela é útil, por exemplo, para calcular a diferença entre os custos padrão e real.

Para além de observar mudanças na contabilidade de uma empresa, a análise das variações permite identificar tendências e os níveis de desempenho em diversos segmentos, da indústria à engenharia.

A técnica contribui ainda para melhorar a tomada de decisões, impulsionando os resultados.

Então, se essa é uma meta para a sua gestão, continue lendo este artigo e saiba como incorporar a análise das variações no dia a dia da sua empresa de engenharia.

O que é custo padrão? 

Dentro da Contabilidade de Custos, o conceito de custo padrão se refere ao custo planejado de um produto de acordo com condições de operação correntes ou previstas.

Traduzindo para a realidade de uma empresa, isso seria a avaliação dos custos envolvidos no momento de planejar a compra de insumos, levando em consideração experiências passadas.

Existem, pelo menos, 3 tipos de custos-padrão existentes:

  •         Custo padrão ideal: refere-se ao custo obtido em condições ideais, com a empresa operando em sua máxima eficiência e com os menores índices de perdas. Considerando que essa é uma realidade muito difícil de ser atingida, o custo padrão ideal é uma medida mais teórica do que prática;
  •   Custo padrão estimado: equivale ao custo projetado de acordo com dados históricos, sem levar em conta questões como desperdícios, por exemplo;
  •         Custo padrão corrente: no meio termo entre o ideal e o estimado, o custo padrão corrente leva em consideração questões como desperdício e qualidade do material.

Vale ressaltar que os padrões devem ser estabelecidos de forma exata, em um trabalho conjunto dos departamentos de Engenharia de Produção e Contabilidade de Custos.

Logo que a empresa implementa esse controle em seus processos, é comum que aconteçam erros, principalmente por conta do aspecto dinâmico do custo padrão.

Porém, à medida que os profissionais vão ganhando experiência, o controle de custos vai se tornando mais enxuto e eficiente.

O que é custo real?  

O custo real, por sua vez, é aquele que efetivamente ocorreu na empresa.

Ao aplicar a análise das variações, quando o custo real é maior do que o custo padrão, pode-se dizer que as finanças da empresa são desfavoráveis. Quando o custo padrão é maior do que o real, o financeiro fica favorável.

A diferença ou variação entre os custos podem ter diversas origens, como material, mão de obra, questões indiretas de fabricação e até mesmo ser mista, quando combina mais de um fator.

Como é feito esse cálculo 

O cálculo do custo padrão é feito a partir da multiplicação da quantidade padrão pelo preço padrão de um material. Para facilitar, utilize a fórmula abaixo:

CP = QP x PP

(custo padrão igual a quantidade padrão multiplicado por preço padrão)

Para calcular o custo real, pode-se utilizar a mesma fórmula acima, no entanto, é preciso antes saber a diferença entre os dois custos para um resultado mais preciso.

Quais as principais diferenças entre eles? 

Além das características descritas nos tópicos acima, outras diferenças entre os custos aparecem no momento de registro desses valores nos demonstrativos financeiros.

Enquanto os custos padrão normalmente estão inclusos no valor líquido de uma venda, os custos reais são registrados na finalização das vendas.

Outra diferença é que o custo padrão é uma ferramenta que auxilia na preparação do orçamento, sendo registrado no início do período contábil. O custo real, por outro lado, é registrado ao longo desse período.

Qual a importância da análise de variações para o negócio? 

 Antes de destacar especificamente a análise das variações, cabe salientar que os diferentes modelos de análises de dados são extremamente úteis no dia a dia de uma empresa.

Quando a organização é orientada por dados, ou seja, está inserida em uma cultura data driven, ela passa a colher diversos benefícios dessa tecnologia.

Entre os principais estão a melhora na tomada de decisões, que se torna mais precisa, a diminuição dos erros ao longo dos processos, e a facilidade para experimentar novas ideias e rever processos, garantindo uma gestão inovadora.

Tanto para a análise das variações, quanto para outros tipos de análise, um software de gestão integrada permite que a checagem dos dados aconteça de forma automatizada, reduzindo erros operacionais e tornando os resultados mais fidedignos.

Para o mercado de construção civil, um software de gestão de obras contribui para automatizar processos, integrar dados de diversas áreas e fazer a análise das informações com o objetivo de aumentar a eficiência das operações.

Aproveite para conhecer melhor o 90 Compor e entender como essa tecnologia funciona.

Retomando a análise das variações, é de extrema importância que ela faça parte da gestão contábil, uma vez que ajuda a determinar se a empresa está operando no azul ou no vermelho.

Quando uma análise demora muito para ser feita, a tendência é que o lucro da empresa caia de forma progressiva. Por outro lado, quanto mais cedo a análise das variações for implementada, mais cedo as diferenças serão identificadas e as correções colocadas em prática.

Assim que a análise das variações é concluída, é importante que os gestores indiquem quais foram as causas das possíveis discrepâncias entre os custos e proponham estratégias para minimizar essas diferenças.

Como dissemos no início desse texto, a análise de variações é uma técnica que pode ser implementada em diversos segmentos, inclusive o de engenharia, possibilitando a tomada de decisão de forma mais precisa.

Se você gostou de saber mais sobre os diferentes custos envolvidos em um projeto e quer ficar por dentro de outros assuntos relevantes para a sua gestão, inscreva-se abaixo na newsletter da 90TI e mantenha-se atualizado sobre o mercado de tecnologia para o setor de engenharia. 

Até o próximo conteúdo!

Orçamento de obra: é possível economizar sem perder a qualidade?

orçamento de obra

O orçamento de obra é uma das ferramentas mais importantes dentro de um projeto de construção civil, permitindo que a construtora preveja os custos e estime a lucratividade de uma obra, mantendo a boa saúde financeira.

Economizar enquanto tenta manter a qualidade é um desafio para as empresas da área, o que pode ser superado quando a gestão coloca em prática algumas estratégias.

Se essa é uma meta almejada pela sua empresa, continue a leitura para entender como deixar o orçamento de obra mais enxuto e preservar a máxima qualidade das suas entregas construtivas.

Como melhorar meu orçamento de obra sem prejudicar a entrega 

Técnicas construtivas defasadas, desperdício de materiais, mão de obra sem a capacitação necessária, falta de planejamento e de investimento em ações sustentáveis…

Questões como essas estão entre as principais causas para gastos acima do previsto na construção civil, algo que impede o cumprimento de prazos e impacta na gestão financeira dessas empresas.

Veremos mais adiante diversas maneiras de cortar custos do orçamento de obra sem interferir na qualidade do projeto, porém, cabe destacar desde já a importância que a tecnologia possui nesse sentido.

Quando a empresa investe em um sistema de gestão de obras eficiente, ela consegue ter uma visão detalhada de todo o projeto, garantindo decisões mais estratégicas e a identificação de processos que possibilitam a economia de recursos.

Com um bom sistema em ação, os gestores também garantem as entregas do projeto dentro do previsto, permitindo que se antecipem a situações que podem prejudicar o bom andamento da obra.

É possível aliar economia a qualidade?

No momento de cortar custos de um orçamento de obra, a manutenção da qualidade dos projetos nunca deve ser perdida de vista.

Nesse sentido, é importante que o gestor de obras não confunda custos com investimentos, uma vez que escolhas conscientes feitas no presente podem gerar grandes economias em médio e longo prazo.

Esse é o caso, por exemplo, do investimento em um bom software de gestão. Soluções como essas permitem automatizar tarefas, ter uma visão detalhada de todo o projeto, se antecipar a problemas e garantir o melhor aproveitamento de matérias-primas e mão de obra.

Em conjunto, todos esses atributos reduzem custos desnecessários e tornam os orçamentos de obra mais enxutos.

Considerando que o desperdício de materiais está entre as principais razões para gastos acima do previsto na construção civil, a escolha de insumos de baixa qualidade no intuito de economizar é uma péssima decisão.

Ao invés disso, o gestor de obra deve priorizar a parceria com fornecedores de confiança, que ofereçam materiais de alta qualidade com o melhor custo-benefício e boas condições de pagamento.

6 dicas para reduzir custos sem perder a qualidade 

Prosseguindo para a parte prática de como enxugar um orçamento de obra, e ao mesmo tempo manter a qualidade dos projetos, veja abaixo seis dicas que vão ajudar você a alcançar esse objetivo na sua gestão.

1. Desenvolver um bom planejamento 

 A primeira dica não poderia ser outra: elabore de um planejamento detalhado. Afinal, a construtora só conseguirá otimizar os custos se primeiro souber as necessidades do projeto e quais processos permitem a economia de recursos.

 É fundamental que o planejamento contemple o cronograma físico-financeiro, além de uma planilha de custos bem detalhada para que o orçamento possa ser acompanhado de perto e ajustado de tempos em tempos.

2. Contar com mão de obra qualificada 

De nada adianta investir em materiais de qualidade, técnicas construtivas inovadoras ou em maquinários modernos se a obra não for liderada e executada por profissionais experientes e qualificados.

Tanto os profissionais que atuam no canteiro de obras quanto a equipe de gestão devem ter a capacitação necessária para garantir a qualidade do projeto em todos os níveis.

3. Reduzir o desperdício 

O desperdício de materiais resulta em gastos desnecessários ao longo do projeto, impedindo que o orçamento de obra se torne mais eficiente.

Para evitar que insumos sejam descartados, é importante investir em recursos de boa qualidade, comprar a quantidade necessária de material e apostar sempre que possível na reciclagem e/ou reutilização de suprimentos.

Outra atitude que pode ser colocada em prática é a entrega just in time, garantindo que os materiais sejam entregues no momento certo de acordo com a etapa da obra.

4. Investir em equipamentos de qualidade 

Tanto na hora de investir em materiais quanto em equipamentos, é essencial adquirir ferramentas de marcas consolidadas ao invés de soluções com preços muito baixos.

No longo prazo, a tendência é que a economia não compense e ainda acabe gerando gastos desnecessários com manutenção ou substituições.

Em alguns casos, o aluguel de equipamentos pode ser uma escolha interessante, mas tudo depende do perfil e das necessidades da construtora a cada obra.

5. Tornar a obra mais sustentável 

Desde a etapa inicial do projeto ao longo da execução da obra, a sustentabilidade ajuda a cortar custos do orçamento.

Isso é possível ao elaborar uma gestão eficiente de resíduos e entulhos, colocando em prática os “R’s” sustentáveis (reduzir, reutilizar e reciclar) e apostando em tecnologias que visem a economia de recursos naturais.

6. Investir na tecnologia ERP 

Contar com um sistema integrado de gestão, como o 90 Compor ERP,  é uma maneira eficiente de usar a tecnologia a favor do orçamento de obra.

A partir da automatização de tarefas, diminui-se a ocorrência de erros, e com a ajuda de relatórios detalhados é possível ter um melhor controle financeiro em todas as etapas do projeto.

Conheça o 90 Compor ERP 

O software de gestão integrada 90 Compor ERP tem como um dos seus principais diferenciais o fato de ter sido desenvolvido especificamente para o setor de engenharia, garantindo total eficiência na gestão de obras.

Com a solução, os gestores podem cortar custos e otimizar o orçamento das obras, pois conseguem ter o controle total das etapas do projeto em tempo real e de maneira integrada.

Ao utilizar o 90 Compor ERP é possível saber qual será o custo da obra, acompanhar se as compras estão de acordo com os valores orçados e se as entregas vêm sendo executadas no tempo previsto.

Além disso, os gestores podem se antecipar a problemas e identificar gargalos, como atrasos ou desperdícios.

Conclusão 

Para alguns gestores da construção civil pode ser complicado reduzir os custos de um orçamento de obra sem que isso impacte a qualidade do projeto.

Apesar de ser uma tarefa desafiadora, ela é possível de ser concretizada com a adoção de algumas estratégias, além do investimento em soluções tecnológicas.

Um bom sistema de gestão integrada pode ser um ótimo aliado na redução de custos, garantindo uma visão detalhada de toda a obra, além de tomadas de decisão mais estratégicas.

Caso a sua empresa esteja em dúvida sobre qual sistema ERP é o mais adequado, saiba que existem produtos desenhados especificamente para as necessidades da sua empresa, como o 90 Compor ERP.

Entre em contato com nossos especialistas e saiba como nossa solução pode ajudar a reduzir os custos da sua obra.

Índice Nacional de Custo da Construção Civil (INCC): entenda o que é e sua importância para as construtoras

incc

O INCC é um indicador essencial para as construtoras! Mas o que ele realmente significa, como é calculado e qual o seu impacto na prática? Descubra agora!

O mercado da construção civil costuma ser muito sensível às mudanças socioeconômicas do país, principalmente por ser uma das principais indústrias que temos em solo nacional.

Dito isso, é crucial que gestores, engenheiros e empresários estejam sempre atentos aos seus impactos, bem como os índices e suas possíveis variáveis.

Afinal, é preciso garantir que um projeto seja de fato rentável e não fique paralisado por causa de contratempos econômicos. E é aqui que o INCC se faz tão importante.

Continue a leitura deste conteúdo e saiba do que se trata o Índice Nacional de Custo da Construção Civil, como funciona, sua importância para construtoras, quando foi criado e muito mais!

 

O que é o INCC? 

O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção Civil) é um índice utilizado para medir a variação dos custos de construção no Brasil. 

O INCC é composto por três subíndices: 

  • materiais;
  • mão de obra;
  • custos administrativos.

Cada subíndice é calculado com base em pesquisas realizadas junto aos fabricantes, comerciantes e prestadores de serviços do setor da construção. O INCC é utilizado como referência para ajustes de contratos de construção e para acompanhar a evolução dos custos no setor.

 

Como surgiu este índice?

O índice nacional de custo da construção civil (INCC) foi criado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) em 1979 com o objetivo de medir a variação dos custos de construção no Brasil. Ele surgiu como uma necessidade para acompanhar a evolução dos preços no setor e proporcionar uma forma de ajustar contratos de construção.

Antes da criação do INCC, não havia um índice específico para medir os custos de construção no país. Alguns contratos de construção utilizavam índices gerais de inflação, mas esses índices não eram adequados para medir a variação dos custos no setor da construção, pois não levavam em conta as particularidades do setor.

A FGV, como instituição especializada em pesquisas econômicas, foi escolhida para desenvolver e calcular o índice. O INCC é calculado mensalmente a partir de pesquisas realizadas junto a fabricantes, comerciantes e prestadores de serviços do setor da construção, que, no fim, ajudam no controle financeiro de mão de obra.

 

O que compõe o INCC?

Você conferiu acima cada fator que compõe o INCC, veja no detalhe o que cada um significa e o seu peso para o índice:

  • sub índice de materiais: este sub índice mede a variação dos preços dos materiais utilizados na construção, como cimento, tijolos, madeira, entre outros. Ele é calculado com base em pesquisas realizadas junto a fabricantes e comerciantes de materiais de construção;

 

  • sub índice de mão de obra: mede a variação dos salários dos trabalhadores envolvidos na construção, como pedreiros, encanadores, eletricistas, entre outros. Ele é calculado com base em pesquisas realizadas junto a sindicatos e outras instituições que representam os trabalhadores do setor;

 

  • subíndice de custos administrativos: este sub índice mede a variação dos custos administrativos envolvidos na construção, como aluguel de equipamentos, seguros, licenças, entre outros. Ele é calculado com base em pesquisas realizadas junto a empresas de construção e prestadores de serviços.

Cada sub índice é pesado de acordo com a importância relativa dos itens que compõem, e os dados coletados são usados para calcular a variação mensal do INCC. Este índice é utilizado como referência para ajustes de contratos de construção e para acompanhar a evolução dos custos no setor.

 

Qual a importância do uso do INCC pelas construtoras?

A segurança capital do seu projeto deve ser pensada em todas as partes, desde a alocação de recursos financeiros, escolha do software de gestão e, claro, o impacto do INCC na sua construtora.

Sendo assim, o uso do Índice Nacional de Custo da Construção Civil (INCC) é importante para as construtoras, pois ele permite que elas ajustem os contratos de acordo com a variação dos custos do setor.

Com o uso do INCC, as construtoras podem incluir cláusulas contratuais que permitam reajustar os preços dos contratos de acordo com a variação do índice. Isso garante que as construtoras possam cobrir os custos adicionais decorrentes da inflação e outros fatores que possam afetar os custos de construção.

Além disso, o INCC também é uma ferramenta importante para as construtoras no planejamento orçamentário e financeiro. Como o índice é calculado mensalmente, as construtoras podem usá-lo para acompanhar a evolução dos custos no setor e se preparar para eventuais aumentos de preços. Isso permite que elas possam tomar decisões informadas sobre preços, orçamentos e investimentos.

Outro fator importante é que o uso do INCC auxilia as construtoras a serem mais competitivas e evitar surpresas desagradáveis no futuro graças à visualização e o controle facilitado dos dados, um dos principais recursos de um software de gestão.  Ele também é importante para estabelecer preços justos e equitativos para ambas as partes envolvidas em contratos de construção.

 

Saiba como calcular o INCC

O cálculo do Índice Nacional de Custo da Construção Civil (INCC) é realizado pela Fundação Getulio Vargas (FGV). O índice é calculado mensalmente e utiliza dados coletados em pesquisas realizadas junto a fabricantes, comerciantes e prestadores de serviços do setor da construção.

Para calcular o INCC, é utilizado o método de Índice de Preços ao Produtor (IPP). Esse método consiste em calcular a variação percentual dos preços de um conjunto de bens e serviços entre dois períodos de tempo.

A primeira etapa é a escolha dos bens e serviços que compõem o índice. Esses bens e serviços são selecionados de acordo com a sua importância no setor da construção. Cada item é atribuído um peso, que representa sua importância relativa no índice.

Em seguida, é realizada uma pesquisa para coletar informações sobre os preços dos bens e serviços selecionados. Essas informações são coletadas junto a fabricantes, comerciantes e prestadores de serviços do setor da construção.

Após a coleta de dados, é realizado o cálculo do índice. O cálculo do INCC é feito com base no preço dos bens e serviços coletados e nos pesos atribuídos a cada item. O índice é calculado com base no preço médio ponderado dos bens e serviços, levando em conta a importância relativa de cada item.

 INCC é calculado mensalmente, e o cálculo é realizado pela FGV, que é responsável por divulgar o resultado. É importante frisar que o INCC é utilizado para acompanhar a variação dos custos do setor da construção civil, e não é usado para medir a inflação geral da economia.

Curtiu a nossa explicação sobre o INCC para a construção civil? Continue acompanhando as novidades do mercado no Blog da 90TI. Inscreva-se na nossa newsletter e receba outros conteúdos exclusivos.

 

Você conhece todas as funcionalidades de um sistema ERP?

O uso de um ERP na construção civil tem sido uma solução eficiente para os empreendedores melhorarem continuamente seus serviços, atendendo às crescentes demandas que surgem na área e reduzindo os custos, mas sem comprometer o tempo e a qualidade na entrega.

Por ser um setor que trabalha com dados precisos, comprometendo-se diante de qualquer erro na base de cálculo, um bom sistema para construtora é aliado fundamental na redução de riscos. No entanto, a escolha do ERP deve ser feita com cuidado, considerando as particularidades da empresa. 

Nesse artigo vamos te ajudar a entender melhor as funcionalidades e especificidades de um ERP para construção civil, assim como o que você considera para fazer uma boa escolha de sistema para a sua construtora. Continue essa leitura! 

O que é um ERP?

ERP (Enterprise Resource Planning) consiste em um sistema de gestão integrada, que tem por objetivo auxiliar a empresa a melhorar processos internos. Para isso, a plataforma ERP centraliza as informações do negócio e promove a integração dos setores, tornando a gestão mais prática e eficiente.

Uma das diversas vantagens do sistema é a eliminação da duplicidade de dados, que dá ao gestor uma visão mais precisa do seu empreendimento, favorável às tomadas de decisão mais acertadas.

Além disso, o ERP ajuda na padronização e automatização de alguns processos, reduzindo o tempo despendido na resolução de demandas, contribuindo, portanto, para uma gestão mais eficaz.

Todos os ERPs são iguais?

Assim como os negócios são diferentes, os ERPs também são. A tecnologia dos sistemas de gestão integrada é variável nas funcionalidades, modo de operação e qualidade do que oferecem.

Mas, além disso, existem sistemas que são desenvolvidos pensando nas necessidades de nichos específicos. Esse é o caso, por exemplo, de um ERP especializado na área da construção civil.

No entanto, podemos perceber que existem outros modelos de ERP, como por exemplo:

1. ERP legado 

Esse tipo de ERP já foi bastante utilizado no mercado, e não é à toa que foi um dos primeiros a serem criados. No entanto, pelas demandas atuais, ele acabou ficando completamente obsoleto, já que não atendia mais às expectativas e necessidades dos negócios. 

Por esse motivo, optar por um ERP legado pode acabar “engessando” os processos. Isso porque, com a necessidade de integrar novos modelos para otimizar atividades, iremos empacar esse tipo de sistema de gestão, uma vez que ele não comporta integração com outros sistemas mais modernos. 

2. ERP engessado 

Trata-se de um ERP bem mais barato, se formos comparar com os novos modelos de mercado. Entretanto, por ser engessado, como o próprio nome diz, ele não garante processos funcionais. Caso a sua construtora deseje crescer em tamanho, por exemplo, o ERP engessado não é o mais indicado.

Isso porque ele irá focar apenas nos processos atuais do negócio. Caso a empresa perceba a necessidade de implementar e adotar novos recursos, ela estará limitada, uma vez que esse tipo de ERP não se encaixa com processos, tecnologias e implementações mais atuais. 

3. ERP para Omnichannel

Mais indicados para atendimento direto, como é o caso de e-commerces, por exemplo, o modelo de ERP tipo omnichannel costuma ser o mais indicado. Para segmentos que possuem estabelecimentos físicos, precisam obter novos jeitos de emitir boletos e notas fiscais, controle sobre comissões, e etc, ele pode ser de grande valia.

4. ERPs gratuitos 

Para quem busca custo-benefício, muitos gestores tendem a investir em sistemas de gestão gratuitos. No entanto, aquilo que sai barato, pode acabar sendo caro lá na frente. Grande parte dos negócios que optam por sistemas ERPs gratuitos, acabam precisando  de mais dinheiro para investir em consultoria, já que essas ferramentas não oferecem suporte.
Dessa forma, esses profissionais acabam migrando para softwares de gestão pagos.

Como entender de qual sistema para construtora eu preciso?

Existem diferentes tipos de sistema para construtora, que podem ser mais abrangentes ou focar em aspectos mais específicos do negócio, como o orçamentário ou o desempenho de pessoas e equipamentos.

Todos eles têm o seu lugar. Entender qual é o melhor sistema para a sua construtora vai depender de quais são os gargalos com os quais ela lida no momento.

Não só para grandes construtoras, mas principalmente para elas, o ERP para construção civil tem o diferencial de ser uma solução mais completa. A partir da integração promovida por ele, toda a cadeia de produção se conecta, favorecendo uma visão completa do negócio e a comunicação entre os setores.

Portanto, os dois principais pontos para definir o melhor sistema para uma construtora dizem respeito à especialidade do software e, em seguida, ao quanto ele atende às demandas específicas do empreendimento. Com isso em mente, podemos listar algumas reflexões que ajudam a alcançar essa compreensão.

1. Avaliar as necessidades da construtora

O primeiro passo é identificar os pontos críticos e de maior fragilidade na rotina. Ao mapear os principais desafios que a construtora enfrenta, é possível orientar a busca por um sistema que contemple tal realidade.

2. Escolher sistemas fáceis e práticos

É importante considerar que o sistema para uma construtora, provavelmente, será manuseado por diferentes colaboradores. Assim, uma interface intuitiva e de fácil compreensão são relevantes para que a otimização dos processos seja alcançada, portanto, deverão contar para a sua escolha.

3. Optar por sistemas em nuvem

Os sistemas que operam na nuvem são mais práticos por permitirem o acesso remoto e simultâneo, resultando em maior flexibilidade de uso. Paralelamente, eles oferecem maior segurança para os dados e processos, evitando, por exemplo, a perda de informações devido a problemas na máquina. 

4. Realizar testes

Antes de adquirir um sistema para a construtora que você gerencia, experimente as alternativas e as funcionalidades para tomar uma decisão mais segura sobre qual ferramenta atende ao seu negócio. Alguns serviços disponibilizam teste gratuito, o que traz maior segurança para o investimento posterior no software. 

5. Priorize sistemas específicos para construção civil

Quanto mais específico for o sistema que a sua empresa adotar, melhor ele vai se encaixar às necessidades do seu empreendimento. Isso é particularmente verdade no caso de um setor como o da construção civil, que tem diferenciais consideráveis em relação a outros tipos de negócio.

Conheça as funcionalidades do 90 Compor ERP: feito por especialistas!

Entre as opções de ERP construtora direcionadas para a construção civil, o 90 Compor ERP desponta como a ferramenta mais completa e especializada para otimizar a gestão das construtoras. Ele conta com os seguintes módulos:

1. Financeiro

Compreende funções de tesouraria, contas a pagar, fluxo de caixa, dentre outros, gerenciando a movimentação financeira da empresa de maneira integrada.

2. Controladoria

Oferece uma visão clara dos custos e receitas da construtora, além de análise de resultados personalizada de acordo com as necessidades da empresa.

3. Faturamento

Solução que emite notas fiscais com inserção automática no banco de dados governamental, integrando com a Receita Federal e diversas prefeituras.

4. Suprimentos

Promove um controle de compras e materiais integrado com os demais módulos e alinhado com padrões internacionais de qualidade.

5. Business Intelligence

Elabora análises precisas, com base em dados reais, de maneira prática e de fácil visualização, conferindo maior confiança para as tomadas de decisão da gestão.

6. Incorporação

Facilita o controle de vendas, contando com correções automáticas, emissão de boletos, gestão de unidades e renegociação de dívidas.

7. Fiscal e Contábil

Ferramenta fundamental para a gestão tributária, auxilia no cumprimento de prazos das obrigações fiscais, contábeis e apuração de impostos.

8. Gestão de obras (GEOB)

O GEOB promove o controle efetivo de cada obra, fornecendo o controle da produção, medição, contrato com clientes, dentre outras facilidades.

9. Mobile

O 90 Compor ERP ainda conta com a versão mobile, para facilitar ainda mais a missão da gestão das construtoras, compreendendo funcionalidades essenciais que poderão ser executadas com agilidade e segurança.

Outros sistemas da 90TI para construção civil

A 90TI oferece mais duas soluções em sistemas para construtora, que podem ser complementares ao ERP engenharia ou, em alguns casos, apresentarem-se como solução mais conveniente para algumas empreendedoras. Saiba mais sobre elas a seguir!

90 Compor Orçamento e Planejamento de Obras

No controle de Orçamento e Planejamento de Obras, o 90 Compor Orçamento e Planejamento de Obras  traz funcionalidades que otimizam a gestão financeira da construtora, tais como: planilhas editáveis, atualização de custos de serviços e insumos conforme a precificação dos principais órgãos e integração com o BIM.

90 Compor Manutenção de equipamentos

O 90 Compor Manutenção de Equipamentos auxilia no controle do desempenho do maquinário, atuando de maneira preventiva e agilizando a resposta às necessidades de manutenção.

Entre as funcionalidades, temos: controle do aluguel de máquinas, do consumo de combustível, das horas trabalhadas, entre outros aspectos que ajudam a garantir uma vida útil maior aos equipamentos da obra.

Menos planilha. Mais planejamento e organização

Talvez um dos maiores gargalos da gestão de uma empresa de construção civil seja a quantidade de planilhas para gerenciar e atualizar. Planilhas orçamentárias, de equipamento, de materiais, de escala de trabalho. Todas são importantes para a rotina da obra, mas acabam onerando o tempo de trabalho e acumulando o risco de erros no preenchimento e controle manual.

Com um sistema ERP para construtora, grande parte do tempo que se gasta preenchendo e atualizando planilhas manualmente é economizado a partir das funções da ferramenta.

Isso aumenta a produtividade da equipe, que poderá se dedicar a questões mais complexas do trabalho, otimizando a mão de obra e o tempo de serviço. Enquanto isso, o sistema ERP garante a segurança dos dados, bem como o cruzamento destes, o que possibilita uma visão macro e detalhada das atividades da construtora.

Viu como as inovações da 90TI poderão transformar a sua gestão de obras? Veja o resumo de nosso sistema ERP abaixo e entre em contato conosco para começar a mudança agora mesmo!

Veja todos os benefícios de um ERP para construção civil neste infográfico