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Categoria: Orçamento

Como realizar o orçamento de equipamentos na construção civil

orçamento de equipamentos

Na indústria da construção civil, o orçamento de equipamentos desempenha um papel crucial na determinação do sucesso de um projeto. Desde pequenas reformas até grandes empreendimentos, a alocação eficiente de recursos é essencial para garantir a viabilidade financeira e a qualidade do trabalho realizado. 

Neste artigo, iremos explorar a importância de realizar o orçamento de equipamentos de forma correta, destacando métodos, tecnologias e ferramentas que podem otimizar esse processo.

Entenda a importância de realizar o orçamento de equipamentos da maneira correta

Um orçamento preciso de equipamentos permite uma alocação adequada de recursos financeiros, evitando desperdícios e garantindo que o dinheiro seja direcionado para as áreas mais críticas do projeto. Feito isso, ele ajuda na identificação de custos ocultos que podem surgir ao longo do processo de construção, como despesas com manutenção, reparos ou substituição de equipamentos.

Outro ponto importante é que um orçamento bem elaborado proporciona uma visão clara dos custos totais do projeto, o que é essencial para a tomada de decisões informadas. Isso permite que os gestores identifiquem potenciais problemas financeiros antes que se tornem crises, possibilitando ajustes no planejamento ou na execução do projeto.

Além disso, um orçamento preciso é essencial para garantir a competitividade no mercado da construção civil. Projetos que conseguem estimar e controlar seus custos de forma eficaz têm uma vantagem significativa sobre aqueles que não o fazem, podendo oferecer preços mais competitivos aos clientes sem comprometer sua margem de lucro.

Como realizar um orçamento de equipamentos na construção civil

O processo de orçamento de equipamentos na construção civil envolve várias etapas fundamentais:

1. Identificação das necessidades: 

Identificar as necessidades na etapa de orçamento de equipamentos na construção civil é um processo fundamental que envolve compreender as exigências específicas do projeto em questão. Isso implica em uma análise detalhada do escopo do trabalho, das atividades a serem realizadas e das condições do local onde a construção será executada.

Essa identificação precisa não apenas determina quais equipamentos serão necessários, mas também suas quantidades e características específicas, como capacidade de carga, alcance e potência. Todas essas informações são essenciais para solicitar orçamentos precisos aos fornecedores e garantir que os equipamentos selecionados sejam adequados para as demandas do projeto.

Esse processo também envolve considerar fatores externos que podem influenciar na escolha dos equipamentos, como restrições de espaço, regulamentações locais, condições climáticas e prazos de entrega. Ignorar esses aspectos pode resultar em atrasos, custos adicionais e até mesmo em problemas de segurança durante a execução do projeto.

2. Pesquisa de mercado: 

A pesquisa de mercado permite aos profissionais da área comparar e avaliar as opções disponíveis antes de tomar decisões financeiras importantes. Esse processo envolve a coleta de informações sobre fornecedores, produtos, preços, condições de pagamento e qualidade dos equipamentos.

Por exemplo, ao planejar o aluguel de um guindaste para um projeto de construção, realizar uma pesquisa de mercado envolveria identificar e entrar em contato com diferentes empresas que oferecem esse tipo de serviço. Durante esse processo, seria importante coletar informações detalhadas sobre os tipos de guindastes disponíveis, suas capacidades de carga, disponibilidade, custos de aluguel, taxas adicionais (como transporte e seguro) e também suas políticas de manutenção.

A pesquisa de mercado também auxilia na negociação de melhores condições com os fornecedores, uma vez que eles têm uma compreensão mais ampla do que está disponível no mercado. Isso pode incluir descontos em volume, prazos de pagamento estendidos ou serviços adicionais incluídos no contrato de aluguel.

Essa etapa também pode ajudar na identificação de tendências e inovações no setor de equipamentos de construção, permitindo que os profissionais façam escolhas mais informadas e atualizadas. Por exemplo, pode revelar novas tecnologias que aumentam a eficiência ou reduzem os custos operacionais dos equipamentos, proporcionando vantagens competitivas aos projetos.

3. Cálculo dos custos: 

O cálculo dos custos inclui não apenas os gastos diretos de aquisição ou aluguel dos equipamentos, mas também os custos operacionais e de manutenção ao longo do tempo.

Vamos considerar um outro exemplo prático: um projeto de construção de uma ponte que requer o uso de uma frota de caminhões basculantes para transportar materiais de construção. O cálculo dos custos envolveria diversos aspectos:

  • Custo inicial: aqui será considerado o custo de aquisição ou aluguel dos caminhões basculantes. Se forem adquiridos, é preciso considerar não apenas o preço de compra, mas também seus custos associados, como impostos, taxas de registro e custos de entrega. Se forem alugados, é importante considerar os termos do contrato de locação, incluindo taxas de aluguel, período de locação e condições de devolução;

 

  • Custos operacionais: esses custos incluem despesas como combustível, lubrificantes, manutenção preventiva, reparos e reposição de peças. É importante estimar esses gastos com base na duração prevista do projeto e na utilização esperada dos caminhões basculantes. Fatores como distância percorrida, tipo de terreno e carga transportada podem influenciar significativamente esses custos;

 

  • Custos de pessoal: além dos custos diretos dos equipamentos, é importante considerar os gastos indiretos associados à operação dos mesmos, como os salários dos operadores, treinamento, benefícios e horas extras. Todos esses custos devem ser incluídos no cálculo total para garantir uma estimativa precisa do que for utilizado até o final do projeto;

 

  • Custos de seguro: os caminhões basculantes devem ser segurados para proteger contra possíveis danos, roubo ou responsabilidade civil. Os custos de seguro variam dependendo de vários fatores, como o valor do equipamento, histórico de segurança e localização do projeto, e devem ser considerados no cálculo dos custos totais;

 

  • Custos adicionais: além dos custos diretos e operacionais, é importante considerar quaisquer outros custos adicionais que possam surgir ao longo do projeto, como taxas de licenciamento, impostos municipais ou despesas inesperadas.

 

Ao calcular todos esses custos de forma precisa e detalhada, os profissionais da construção civil podem desenvolver um orçamento completo e realista para o uso dos equipamentos necessários. Isso ajuda a evitar surpresas desagradáveis ​​e a garantir que os recursos financeiros sejam alocados de forma eficiente e eficaz ao longo do ciclo de vida do projeto.

4. Contingências: 

As contingências se referem a uma reserva de recursos adicionais destinados a lidar com imprevistos ou situações inesperadas que possam surgir ao longo do projeto. Esses imprevistos podem variar desde atrasos no cronograma até mudanças no escopo do projeto, condições climáticas adversas, falhas mecânicas nos equipamentos ou qualquer outra eventualidade que possa afetar os custos planejados.

Nessas situações, as contingências fornecem uma rede de segurança financeira para cobrir custos adicionais não previstos no orçamento original. Isso permite que a equipe de projeto tome medidas corretivas sem comprometer o andamento do trabalho ou estourar o orçamento. As contingências também ajudam a reduzir o risco financeiro do projeto, oferecendo uma margem de manobra para lidar com imprevistos sem comprometer a qualidade ou a conclusão dentro do prazo.

É importante notar que o tamanho das contingências pode variar dependendo da complexidade do projeto, do ambiente operacional e do nível de incerteza associado. Projetos mais complexos ou sujeitos a maiores riscos podem exigir uma reserva maior de recursos para contingências, enquanto projetos mais simples ou com menor incerteza podem necessitar de contingências menores.

Como a tecnologia pode auxiliar nesse processo

A tecnologia desempenha um papel cada vez mais fundamental na otimização de processos de orçamento de equipamentos na construção civil, oferecendo uma variedade de ferramentas e soluções que ajudam os profissionais a trabalhar de forma mais eficiente e precisa. 

Uma das maneiras pelas quais a tecnologia pode auxiliar é através do uso de softwares especializados em gestão de projetos e orçamentos. Esses programas permitem aos gestores criar orçamentos detalhados, com a capacidade de incluir todos os custos associados aos equipamentos, desde a aquisição ou aluguel até os custos operacionais e de manutenção ao longo do tempo. 

Além disso, esses softwares muitas vezes oferecem recursos avançados de análise de dados e simulação de cenários, permitindo aos usuários identificar e avaliar diferentes opções de equipamentos e estratégias de alocação de recursos antes de tomar decisões financeiras importantes.

Outra maneira pela qual a tecnologia pode auxiliar no processo de orçamento de equipamentos é através do uso de plataformas online de comparação de preços e fornecedores. Essas plataformas permitem que os profissionais da construção civil pesquisem e comparem uma variedade de opções de equipamentos e serviços de diferentes fornecedores, facilitando a obtenção de orçamentos competitivos e a escolha da melhor opção para o projeto em questão. 

A tecnologia também pode auxiliar no monitoramento e gerenciamento remoto dos equipamentos durante a execução do projeto. Por exemplo, o uso de sensores e dispositivos de IoT (Internet das Coisas) permite que os gestores monitorem em tempo real o desempenho dos equipamentos, identifiquem problemas potenciais e tomem medidas corretivas antes que se tornem crises. Isso ajuda a reduzir custos operacionais, minimizar tempo de inatividade e garantir que os equipamentos estejam operando de forma eficiente ao longo do projeto.

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A 90TI oferece uma solução completa para o controle de orçamento de equipamentos na construção civil. Com recursos avançados de análise de dados, integração com fornecedores e acompanhamento em tempo real do desempenho dos equipamentos, a solução 90 Compor Orçamento e Planejamento de Obras permite uma gestão financeira precisa e eficiente. 

Desde a elaboração do orçamento inicial até o acompanhamento dos custos ao longo do projeto, nossa plataforma oferece as ferramentas necessárias para maximizar a eficiência e economia. Um software completo com vários módulos integrados, inclusive com a tecnologia BIM, para oferecer uma estrutura facilitada e acessível.

Próximos passos

Realizar o orçamento de equipamentos na construção civil de forma correta é essencial para o sucesso de qualquer projeto. Ao identificar as necessidades, pesquisar o mercado, calcular os custos e utilizar tecnologias avançadas, os profissionais do setor podem garantir uma alocação eficiente de recursos e evitar surpresas desagradáveis ao longo do processo. 

Com ferramentas como o 90 Compor Orçamento e Planejamento de Obras da 90TI, é possível simplificar e otimizar esse processo, garantindo uma gestão financeira eficaz e resultados superiores.

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Como determinar o cronograma de execução de obra?

cronograma de execução de obra

O sucesso de qualquer projeto de construção depende de uma gestão eficiente do tempo. Entre as várias ferramentas disponíveis para garantir o cumprimento dos prazos, o cronograma de execução de obra se destaca como uma peça fundamental. 

Neste artigo, exploraremos o que é um cronograma de execução de obra, sua importância, os tipos existentes e como elaborar um eficiente, além de apresentar uma solução prática para sua determinação precisa.

O que é um cronograma de execução de obra

Um cronograma de execução é um documento detalhado que organiza e estabelece as atividades necessárias para a realização de um projeto de construção, indicando claramente as datas de início e término de cada uma delas. Este cronograma serve como um roteiro essencial para todas as partes envolvidas no projeto da obra, desde os gerentes de projeto até os trabalhadores no local.

Este documento não apenas enumera as diferentes etapas da construção, mas também considera a interdependência entre elas, mostrando como o progresso em uma atividade afeta as outras. 

Por exemplo, a instalação de uma fundação deve preceder a construção das paredes, e assim por diante. Portanto, um cronograma de execução de obra não é apenas uma lista de tarefas, mas sim uma representação visual e temporal das relações entre essas tarefas.

Além disso, um bom cronograma de execução de obra não se limita apenas às atividades principais, mas também inclui aspectos como a entrega de materiais, inspeções regulatórias e outras tarefas administrativas ou logísticas que podem influenciar o progresso do projeto.

Qual a importância de elaborar um cronograma de execução de obras

A elaboração de um cronograma de execução de obras é de suma importância para o sucesso de qualquer empreendimento na área da construção civil. Este documento desempenha múltiplos papeis fundamentais ao longo do ciclo de vida de um projeto, influenciando diretamente sua eficiência, custo e qualidade. A seguir, destacam-se os principais aspectos que evidenciam sua relevância.

Planejamento estratégico

Um cronograma de execução de obras é o ponto de partida para o planejamento estratégico de um projeto de construção. Ele permite que os responsáveis identifiquem as etapas necessárias para atingir os objetivos do empreendimento, proporcionando uma visão clara do escopo do trabalho e das atividades envolvidas. Esse ponto de clareza desde o início ajuda a evitar problemas futuros e permite que sejam tomadas medidas proativas para garantir o sucesso do projeto.

Gerenciamento de recursos

Com um cronograma em mãos, os gestores podem melhorar o gerenciamento de recursos, como mão de obra, materiais e equipamentos. Ao estimar a duração de cada atividade e sua interdependência, é possível programar adequadamente o uso de recursos, evitando desperdícios e maximizando a eficiência operacional. Isso contribui para reduzir custos desnecessários e otimizar o orçamento do projeto.

Controle de prazos

Um dos benefícios mais evidentes de um cronograma de execução de obras é a capacidade de controlar os prazos do projeto. Ao estabelecer datas de início e término para cada atividade, os gestores podem monitorar o progresso em relação ao plano inicial e identificar possíveis atrasos ou desvios. Isso permite que medidas corretivas sejam tomadas rapidamente, como realocação de recursos ou reprogramação de atividades, para manter o projeto no caminho certo e evitar penalidades contratuais.

Gestão de riscos

Um cronograma de execução de obras também desempenha um papel crucial na gestão de riscos. Ao antecipar potenciais obstáculos e problemas, os gestores podem desenvolver planos de contingência e mitigação adequados. Além disso, ao monitorar de perto o progresso do projeto, é possível identificar tendências adversas e tomar medidas proativas para minimizar seu impacto, garantindo assim a continuidade das operações e a conclusão bem-sucedida da obra.

Comunicação e transparência

Por fim, um cronograma de execução de obras promove a comunicação eficaz e a transparência entre todas as partes interessadas no projeto. Ao fornecer uma visão clara das atividades planejadas e de seus prazos, o cronograma facilita a colaboração entre clientes, empreiteiros, subempreiteiros e outras partes envolvidas. Isso ajuda a evitar mal-entendidos e conflitos, promovendo um ambiente de trabalho harmonioso e produtivo.

Tipos de cronograma de obras

Na gestão de projetos de construção, diversos tipos de cronogramas são empregados para atender a diferentes necessidades e perspectivas de acompanhamento. Estes incluem:

  • Cronograma físico

O cronograma físico concentra-se nas atividades e marcos relacionados ao progresso físico da obra. Este tipo de cronograma é importante para acompanhar o avanço real da construção e garantir que os prazos sejam cumpridos de acordo com o planejamento. Os marcos podem incluir a conclusão de etapas específicas, como fundações, estrutura principal, acabamentos, entre outros, e servem como referência para avaliar o progresso do projeto.

  • Cronograma financeiro

O cronograma financeiro, por outro lado, foca nos aspectos relacionados aos recursos financeiros necessários para a realização da obra. Ele estabelece os custos associados a cada fase do projeto e indica quando os gastos devem ocorrer ao longo do tempo. Esse tipo de cronograma é essencial para garantir o controle financeiro do projeto, permitindo que os gerentes acompanhem os fluxos de caixa, identifiquem desvios orçamentários e tomem medidas corretivas conforme necessário. Além disso, o cronograma financeiro pode incluir informações sobre pagamentos programados a fornecedores, empreiteiros e outros envolvidos no projeto.

  • Cronograma físico-financeiro

O cronograma físico-financeiro combina os aspectos de ambos em um único documento integrado. Isso permite que os gerentes avaliem não apenas o progresso físico do projeto, mas também sua performance financeira, garantindo que ambos estejam alinhados com os objetivos estabelecidos. O cronograma físico-financeiro é uma ferramenta valiosa para uma gestão eficaz de projetos de construção, pois fornece uma visão abrangente e integrada do desempenho do projeto em termos tanto de tempo quanto de custo.

Como elaborar um cronograma eficiente

Elaborar um cronograma eficiente requer um processo cuidadoso e metódico, que leve em consideração diversos fatores para garantir que o plano seja realista, preciso e capaz de guiar de forma eficaz o projeto de construção. Abaixo estão alguns dos passos principais para elaborar um cronograma eficiente:

1. Identificar e listar atividades:

O primeiro passo é identificar e listar todas as atividades necessárias para completar o projeto de construção. Isso inclui desde as tarefas de preparação do terreno e fundações até os acabamentos finais e limpeza. É importante ser o mais abrangente possível nesta fase, garantindo que todas as etapas do projeto sejam contempladas.

2. Estimar duração das atividades:

Uma vez que as atividades estejam identificadas, é necessário estimar a duração de cada uma delas. Isso pode ser feito com base em experiências anteriores, consulta a especialistas ou análise de dados presentes nos históricos de outros projetos. É importante considerar fatores como a complexidade da tarefa, disponibilidade de recursos e possíveis obstáculos que possam surgir ao longo do caminho.

3. Sequenciar atividades:

Após estimar a duração de cada atividade, é hora de sequenciá-las na ordem correta. Isso envolve identificar as dependências entre as atividades, ou seja, quais delas precisam ser concluídas antes que outras possam começar. O sequenciamento adequado das atividades é crucial para garantir que o projeto progrida de forma eficiente e sem interrupções desnecessárias.

4. Atribuir recursos:

Com as atividades sequenciadas, é necessário atribuir os recursos necessários para cada uma delas. Isso inclui mão de obra, materiais, equipamentos e qualquer outro recurso necessário para realizar a tarefa. É importante garantir que cada um deles esteja disponível quando necessário e que haja capacidade suficiente para atender às demandas de cada atividade.

5. Estabelecer marcos e metas intermediárias:

Para acompanhar o progresso do projeto, é útil estabelecer marcos e metas intermediárias ao longo do cronograma. Isso permite que os gerentes monitorem o seu avanço e identifiquem potenciais problemas ou atrasos antes que se tornem grandes obstáculos. Os marcos podem incluir a conclusão de etapas importantes do projeto ou a entrega de partes específicas do trabalho.

6. Monitorar e atualizar regularmente:

Um cronograma eficiente não é estático, ele precisa ser monitorado e atualizado regularmente conforme o projeto avança. Isso envolve acompanhar o progresso real em relação ao plano estabelecido, identificar desvios ou atrasos e tomar medidas corretivas conforme necessário. A atualização do cronograma permite que os gerentes ajustem as datas de entrega, possam realocar recursos e reprogramar atividades para garantir que o projeto permaneça dentro do prazo e do orçamento.

A melhor solução para determinar um cronograma de obras preciso

Para determinar um cronograma de obras preciso e eficiente, é indispensável que a construtora possua uma solução confiável de planejamento e controle. 

O 90Compor Orçamento e Planejamento de Obras é uma ferramenta poderosa que oferece recursos abrangentes para criar, gerenciar e otimizar cronogramas de execução de obras. Com sua interface intuitiva e funcionalidades avançadas, a plataforma simplifica o processo de planejamento, permitindo que os profissionais da construção civil gerenciem seus projetos com maior eficiência e precisão.

Além disso, o 90 Compor Orçamento e Planejamento de Obras também fornece integração com a tecnologia Building Information Modeling (BIM) e com outros sistemas de gerenciamento de projetos, que permitem uma colaboração mais eficiente entre as equipes e uma análise mais abrangente do projeto como um todo.

Conclusão

Determinar o cronograma de execução de uma obra é uma tarefa complexa, mas fundamental para o sucesso do projeto. Um cronograma bem elaborado não apenas ajuda a garantir a conclusão dentro do prazo e do orçamento, mas também contribui para uma gestão eficiente do tempo e dos recursos. 

Com ferramentas modernas como o 90 Compor Orçamento e Planejamento de Obras, os profissionais da construção civil têm ao seu alcance os recursos necessários para criar cronogramas precisos e eficientes, impulsionando assim o progresso e a qualidade dos projetos de construção.

Tenha mais controle, agilidade e precisão do seu cronograma de execução de obras. Visite a página da solução para saber mais.

 

Como um software especialista pode te auxiliar no orçamento de obras

Um orçamento bem produzido é um instrumento imprescindível no dia a dia das obras. Com ele, é possível fazer o planejamento, calcular as despesas com materiais, equipamentos e mão de obra, entre outras atividades pertinentes. Já imaginou contar com a ajuda da tecnologia para otimizar esse processo? Isso é possível com um software especialista.

Ela permite que você torne a elaboração e o gerenciamento do orçamento mais rápidos e eficientes, além de reduzir os custos e maximizar o sucesso do empreendimento.

Continue a leitura e descubra a importância de uma ferramenta de gestão para o orçamento de obra.

A importância da preparação do orçamento de obras

No ramo da construção civil é indispensável realizar o orçamento de obra. Ele é um documento que detalha todos os custos de determinado projeto.

Neste orçamento devem estar descritos itens como equipamentos, materiais, mão de obra e despesas em geral. Além disso, o orçamento de obra também pode incluir o prazo de conclusão do projeto.

Com um orçamento há a garantia de que o projeto será executado com o valor disponível e dentro do prazo estabelecido, sem imprevistos que tornem a obra mais cara.

Entenda a importância da tecnologia para melhoria de processos

A tecnologia tem se tornado cada vez mais presente na construção civil. No orçamento de obra, o uso de uma ferramenta de gestão traz diversos benefícios, como:

  • Precisão: as ferramentas de gestão, como os softwares de orçamento, possibilitam criar orçamentos detalhados e precisos, evitando problemas e diminuindo o risco de erros ou omissões;
  • Velocidade: a tecnologia permite que a equipe automatize as tarefas, aumentando a velocidade de execução dos processos;
  • Monitoramento: com o uso de uma ferramenta de gestão é possível fazer o monitoramento em tempo real, possibilitando a detecção de problemas com rapidez e fazer os ajustes necessários no decorrer dos processos;
  • Tomada de decisão: a tecnologia pode ajudar os responsáveis a tomarem decisões mais assertivas e contribui para a alocação de recursos e a priorização de tarefas, maximizando o sucesso do projeto;
  • Colaboração: a utilização de um software proporciona a colaboração entre os membros da equipe. Isso contribui com a motivação de todos os envolvidos.

De forma geral, o uso de uma ferramenta de gestão é útil para o bom andamento dos processos, possibilita a criação de orçamento detalhado e preciso, contribui para as tomadas de decisões e aumenta a eficiência e a qualidade do projeto.

90 Compor Orçamento e Planejamento de Obras

Etapas de um orçamento de obras

Uma obra deve ter o planejamento realizado antes da sua execução. O planejamento do orçamento de obra fornece uma base sólida para a execução do projeto, em virtude de permitir aos responsáveis a identificação e alocação dos recursos.

Um orçamento de obra possui, basicamente, 4 etapas. Veja a seguir.

1 – Análise do projeto

A primeira etapa de um orçamento de obras é a análise do projeto. Nessa fase, os responsáveis pela execução da obra devem estudar e compreender as demandas.

Dentre as informações importantes para a realização do orçamento, destacamos a localização, o tamanho, os objetivos e a complexidade da obra.

2 – Coleta de dados

A segunda etapa do orçamento de obras é a coleta de dados. Aqui, os profissionais responsáveis irão coletar as informações sobre os equipamentos, materiais, mão de obra e despesas em geral que o projeto requer.

Nessa etapa pode ser incluída a pesquisa de preços dos materiais, a alocação de equipamentos e a contratação de mão de obra especializada.

3 – Definição dos custos

Com base nas informações coletadas na etapa anterior, será elaborado um orçamento com os custos mais detalhados — tanto os diretos quanto indiretos.

Essa etapa pode ser realizada manualmente por meio de planilhas ou então de forma mais prática e assertiva por um software de orçamento.

Independente disso, o uso de uma ferramenta de gestão é indispensável.

4 – Fechamento do orçamento

Depois de todas as etapas, o orçamento será finalizado e sua lucratividade será calculada. 

O BDI (Benefícios e Despesas Indiretas) é a ferramenta orçamentária para calcular os custos de uma obra. Com ele, é possível cobrir todas as despesas que envolvem a execução da obra, não ficando nada sem ser previsto e calculado.

Benefícios de um bom orçamento de obras

Um orçamento de obra bem desenvolvido pode trazer muitos benefícios. Separamos cinco que consideramos destaque e que merecem a sua atenção.

Veja a seguir.

– Redução de riscos

Um orçamento bem elaborado ajuda a reduzir riscos, já que com ele podemos identificar potenciais problemas no projeto, diminuindo as chances de custos extras e imprevistos orçamentários.

– Controle financeiro

O orçamento de obras possibilita que os responsáveis monitorem as despesas no decorrer do projeto. Com isso há a garantia que o projeto será concluído com êxito seguindo o orçamento estabelecido.

– Comunicação

O orçamento de obras pode ser usado como uma ferramenta de comunicação entre a equipe e os contratantes do projeto.

Com isso todos os envolvidos no projeto estarão alinhados com as expectativas e objetivos da atividade, cientes do que deve ser feito, quais os materiais envolvidos e suas respectivas quantidades, para que cada item é destinado dentro do projeto, entre outros.

– Previsibilidade

Com a realização de um orçamento de obras é possível fazer a previsão das necessidades de materiais e recursos financeiros.

Isso permite que a equipe se prepare para a execução do projeto, bem como possíveis imprevistos.

– Gerenciamento

Com um orçamento de obras bem elaborado, os responsáveis podem analisar o progresso do projeto e tomar as melhores decisões para o sucesso do empreendimento.

Agora que você já conhece os benefícios de um bom orçamento de obra, você precisa escolher a ferramenta de gestão para executar a tarefa.

 

90 Compor: completo para sua gestão de obras

Para o sucesso do empreendimento é preciso usar uma boa ferramenta de gestão para elaborar o orçamento de obra.

O 90 Compor Orçamento é uma ferramenta de gestão completa para sua empresa. Ele é um software com várias funcionalidades, desde o planejamento e o orçamento até o controle de obras.

Por meio dele é possível obter orçamentos personalizados e sem complicação! Além disso, você economiza dinheiro, já que o nosso software possibilita fazer o levantamento de preços e com isso você conseguirá tomar as melhores decisões.

Agora que você sabe a importância de uma ferramenta de gestão para te auxiliar na elaboração de um orçamento de obra, fale com os especialistas da 90TI. Somos apaixonados por engenharia e buscamos oferecer as melhores soluções para te ajudar. 

Aqui na 90TI você conta com um software completo para orçamento, planejamento e controle de atestado de obras. Conheça o 90Compor, a ferramenta de gestão para orçamento de obra que você precisa! Preencha o formulário de contato abaixo para saber mais!

Orientações para elaboração de planilhas orçamentárias de obras públicas sem erros!

Mesmo os profissionais mais experientes podem precisar recorrer a orientações para elaboração de planilhas orçamentárias de obras públicas. A complexidade do instrumento se reflete nos mais de 50 erros frequentes listados no Manual do TCU, lançado em 2014.

A planilha, em si, é simples. Mas, justamente por essa percepção, ela pode se tornar uma armadilha, capaz de prejudicar todas as etapas envolvidas na prestação do serviço de construção civil licitado.

Cientes da importância que a eficiência desse instrumento tem para o sucesso das obras públicas, criamos um material para facilitar e reduzir os riscos de erro na sua construção. Continue a leitura e confira como ele vai te ajudar!

Por que a planilha orçamentária de obras públicas não deve ser subestimada?

A planilha orçamentária está atrelada a outros instrumentos e procedimentos centrais para as licitações de obras públicas. Portanto, sua elaboração é interdependente do conhecimento e efetividade dos demais elementos.

Além disso, a legislação tem passado por várias mudanças, exigindo constante atualização. O presente momento soma a peculiaridade da convivência entre a nova lei de licitação e dispositivos anteriores, parcialmente vigentes até 2023.

Ademais, o setor de construção civil responde às normativas das instâncias federal, estadual e municipal. Diante dessa complexidade, o auxílio de orientações para elaboração de planilhas orçamentárias de obras públicas centralizadas, adequadas e atualizadas, previne complicações administrativas e jurídicas decorrentes de erros nesta atividade.

6 erros que o apoio de orientações para elaboração de planilhas orçamentárias de obras públicas podem evitar

A falta de precisão e suficiência dos dados orçamentários lançados na planilha para obras públicas é o que a maioria dos erros recorrentes neste documento têm em comum.

Falhas dessa natureza são passíveis de penalidades em variados níveis, uma vez que prejudicam a aplicação correta do dinheiro público, dentre outros prejuízos. Veja alguns exemplos desses equívocos a seguir. 

1. Quantificação inadequada de materiais e serviços na licitação

Ocorre quando a projeção de quantidades de materiais e serviços é omitida ou inconsistente em relação às previsões reais do projeto básico ou executivo.

2. Superestimativa de serviços sem justificativa

A ideia de que ‘é melhor sobrar do que faltar’ não cabe na elaboração dos instrumentos públicos. Não se admite que as planilhas orçamentárias superestimem o quantitativo de serviços sem justificativa plausível.

3. Falta de critério na estrutura da planilha orçamentária

Além de dados precisos e projeções factíveis, a planilha orçamentária deve ser estruturada por algum critério, como a ordem de execução dos serviços. Isto é fundamental para que ela seja capaz de apoiar a gestão e fiscalização de todas as etapas da construção.

4. Pesquisa inadequada de preços

Dentre as orientações para elaboração de planilhas orçamentárias de obras públicas, o modo de contratação, de pagamento e da formação de preços são assuntos frequentes. Por mais que o orçamento seja uma previsão, é importante que suas projeções tenham base na realidade e atendam aos requisitos legais.

5. Tratar a administração local como vários serviços na planilha

Não incluir a administração local no orçamento é um erro. Todavia, incluí-la seguindo a mesma lógica dos demais serviços também é. O setor administrativo deve ser orçado por composição de custo unitária específica.

6. Consumar aditivos sem planilhas demonstrativas

Atualizações e mudanças relacionadas ao que foi definido por contrato, projetos, planilha orçamentária e demais documentos relacionados às obras públicas precisam ser justificadas e detalhadas em instrumentos adicionais. Afinal, documentos rasurados e acordos verbais têm frágil validade legal.

Como as orientações para elaboração orçamentária de obras públicas podem ajudar?

O que você achou desses erros? Assim como as outras dezenas de falhas listadas, muitos deles poderiam ser evitados. Processos bem definidos e fundamentados nas orientações para elaboração de planilhas orçamentárias de obras públicas contribuem para a elaboração de um documento adequado e correto.

Mas, então, o que acontece para que tantos profissionais não se apoiem em recursos capazes de ajudá-los? Uma das dificuldades consiste na segmentação, diversidade e volume de dispositivos legais, reguladores e orientadores.

Fora isso, muitos materiais governamentais de apoio, que organizam tópicos importantes de interesse da construção civil no setor público, contam com lenta atualização. Ainda, há quem nem saiba como procurar ou encontrar tais materiais.

Essa complicação acaba submetendo o exercício de serviços de engenharia no poder público à pior face da burocracia, dificultando o trabalho de servidores e agentes privados envolvidos.

O Kit de materiais que vamos disponibilizar aqui foi criado para ajudar a superar estes problemas. Ele reúne e facilita a consulta às orientações para elaboração de planilhas orçamentárias de obras públicas, com base em materiais oficiais e atualizados.

Acesse o nosso kit de orientações para elaboração de planilhas orçamentárias de obras públicas!

Analisando os erros frequentes nos orçamentos das construções públicas, percebemos um problema paralelo ao descumprimento das normas:

  • a necessidade do suporte de tecnologias, para maior agilidade e precisão nas atividades de elaboração;
  • a dificuldade de gerir os documentos e processos relacionados à orçamentação de obras públicas. 

Diante disso, desenvolvemos dois materiais complementares e práticos. Neles, você encontra informações legais, metodológicas e tecnológicas atualizadas que vão te ajudar a alcançar mais qualidade e agilidade na produção das planilhas orçamentárias.

Acesse o KIT: Guia tech-legislativo + Infográfico: Orientações para elaboração de planilhas orçamentárias de obras públicas.

Você conhece todas as funcionalidades de um sistema ERP?

O uso de um ERP na construção civil tem sido uma solução eficiente para os empreendedores melhorarem continuamente seus serviços, atendendo às crescentes demandas que surgem na área e reduzindo os custos, mas sem comprometer o tempo e a qualidade na entrega.

Por ser um setor que trabalha com dados precisos, comprometendo-se diante de qualquer erro na base de cálculo, um bom sistema para construtora é aliado fundamental na redução de riscos. No entanto, a escolha do ERP deve ser feita com cuidado, considerando as particularidades da empresa. 

Nesse artigo vamos te ajudar a entender melhor as funcionalidades e especificidades de um ERP para construção civil, assim como o que você considera para fazer uma boa escolha de sistema para a sua construtora. Continue essa leitura! 

O que é um ERP?

ERP (Enterprise Resource Planning) consiste em um sistema de gestão integrada, que tem por objetivo auxiliar a empresa a melhorar processos internos. Para isso, a plataforma ERP centraliza as informações do negócio e promove a integração dos setores, tornando a gestão mais prática e eficiente.

Uma das diversas vantagens do sistema é a eliminação da duplicidade de dados, que dá ao gestor uma visão mais precisa do seu empreendimento, favorável às tomadas de decisão mais acertadas.

Além disso, o ERP ajuda na padronização e automatização de alguns processos, reduzindo o tempo despendido na resolução de demandas, contribuindo, portanto, para uma gestão mais eficaz.

Todos os ERPs são iguais?

Assim como os negócios são diferentes, os ERPs também são. A tecnologia dos sistemas de gestão integrada é variável nas funcionalidades, modo de operação e qualidade do que oferecem.

Mas, além disso, existem sistemas que são desenvolvidos pensando nas necessidades de nichos específicos. Esse é o caso, por exemplo, de um ERP especializado na área da construção civil.

No entanto, podemos perceber que existem outros modelos de ERP, como por exemplo:

1. ERP legado 

Esse tipo de ERP já foi bastante utilizado no mercado, e não é à toa que foi um dos primeiros a serem criados. No entanto, pelas demandas atuais, ele acabou ficando completamente obsoleto, já que não atendia mais às expectativas e necessidades dos negócios. 

Por esse motivo, optar por um ERP legado pode acabar “engessando” os processos. Isso porque, com a necessidade de integrar novos modelos para otimizar atividades, iremos empacar esse tipo de sistema de gestão, uma vez que ele não comporta integração com outros sistemas mais modernos. 

2. ERP engessado 

Trata-se de um ERP bem mais barato, se formos comparar com os novos modelos de mercado. Entretanto, por ser engessado, como o próprio nome diz, ele não garante processos funcionais. Caso a sua construtora deseje crescer em tamanho, por exemplo, o ERP engessado não é o mais indicado.

Isso porque ele irá focar apenas nos processos atuais do negócio. Caso a empresa perceba a necessidade de implementar e adotar novos recursos, ela estará limitada, uma vez que esse tipo de ERP não se encaixa com processos, tecnologias e implementações mais atuais. 

3. ERP para Omnichannel

Mais indicados para atendimento direto, como é o caso de e-commerces, por exemplo, o modelo de ERP tipo omnichannel costuma ser o mais indicado. Para segmentos que possuem estabelecimentos físicos, precisam obter novos jeitos de emitir boletos e notas fiscais, controle sobre comissões, e etc, ele pode ser de grande valia.

4. ERPs gratuitos 

Para quem busca custo-benefício, muitos gestores tendem a investir em sistemas de gestão gratuitos. No entanto, aquilo que sai barato, pode acabar sendo caro lá na frente. Grande parte dos negócios que optam por sistemas ERPs gratuitos, acabam precisando  de mais dinheiro para investir em consultoria, já que essas ferramentas não oferecem suporte.
Dessa forma, esses profissionais acabam migrando para softwares de gestão pagos.

Como entender de qual sistema para construtora eu preciso?

Existem diferentes tipos de sistema para construtora, que podem ser mais abrangentes ou focar em aspectos mais específicos do negócio, como o orçamentário ou o desempenho de pessoas e equipamentos.

Todos eles têm o seu lugar. Entender qual é o melhor sistema para a sua construtora vai depender de quais são os gargalos com os quais ela lida no momento.

Não só para grandes construtoras, mas principalmente para elas, o ERP para construção civil tem o diferencial de ser uma solução mais completa. A partir da integração promovida por ele, toda a cadeia de produção se conecta, favorecendo uma visão completa do negócio e a comunicação entre os setores.

Portanto, os dois principais pontos para definir o melhor sistema para uma construtora dizem respeito à especialidade do software e, em seguida, ao quanto ele atende às demandas específicas do empreendimento. Com isso em mente, podemos listar algumas reflexões que ajudam a alcançar essa compreensão.

1. Avaliar as necessidades da construtora

O primeiro passo é identificar os pontos críticos e de maior fragilidade na rotina. Ao mapear os principais desafios que a construtora enfrenta, é possível orientar a busca por um sistema que contemple tal realidade.

2. Escolher sistemas fáceis e práticos

É importante considerar que o sistema para uma construtora, provavelmente, será manuseado por diferentes colaboradores. Assim, uma interface intuitiva e de fácil compreensão são relevantes para que a otimização dos processos seja alcançada, portanto, deverão contar para a sua escolha.

3. Optar por sistemas em nuvem

Os sistemas que operam na nuvem são mais práticos por permitirem o acesso remoto e simultâneo, resultando em maior flexibilidade de uso. Paralelamente, eles oferecem maior segurança para os dados e processos, evitando, por exemplo, a perda de informações devido a problemas na máquina. 

4. Realizar testes

Antes de adquirir um sistema para a construtora que você gerencia, experimente as alternativas e as funcionalidades para tomar uma decisão mais segura sobre qual ferramenta atende ao seu negócio. Alguns serviços disponibilizam teste gratuito, o que traz maior segurança para o investimento posterior no software. 

5. Priorize sistemas específicos para construção civil

Quanto mais específico for o sistema que a sua empresa adotar, melhor ele vai se encaixar às necessidades do seu empreendimento. Isso é particularmente verdade no caso de um setor como o da construção civil, que tem diferenciais consideráveis em relação a outros tipos de negócio.

Conheça as funcionalidades do 90 Compor ERP: feito por especialistas!

Entre as opções de ERP construtora direcionadas para a construção civil, o 90 Compor ERP desponta como a ferramenta mais completa e especializada para otimizar a gestão das construtoras. Ele conta com os seguintes módulos:

1. Financeiro

Compreende funções de tesouraria, contas a pagar, fluxo de caixa, dentre outros, gerenciando a movimentação financeira da empresa de maneira integrada.

2. Controladoria

Oferece uma visão clara dos custos e receitas da construtora, além de análise de resultados personalizada de acordo com as necessidades da empresa.

3. Faturamento

Solução que emite notas fiscais com inserção automática no banco de dados governamental, integrando com a Receita Federal e diversas prefeituras.

4. Suprimentos

Promove um controle de compras e materiais integrado com os demais módulos e alinhado com padrões internacionais de qualidade.

5. Business Intelligence

Elabora análises precisas, com base em dados reais, de maneira prática e de fácil visualização, conferindo maior confiança para as tomadas de decisão da gestão.

6. Incorporação

Facilita o controle de vendas, contando com correções automáticas, emissão de boletos, gestão de unidades e renegociação de dívidas.

7. Fiscal e Contábil

Ferramenta fundamental para a gestão tributária, auxilia no cumprimento de prazos das obrigações fiscais, contábeis e apuração de impostos.

8. Gestão de obras (GEOB)

O GEOB promove o controle efetivo de cada obra, fornecendo o controle da produção, medição, contrato com clientes, dentre outras facilidades.

9. Mobile

O 90 Compor ERP ainda conta com a versão mobile, para facilitar ainda mais a missão da gestão das construtoras, compreendendo funcionalidades essenciais que poderão ser executadas com agilidade e segurança.

Outros sistemas da 90TI para construção civil

A 90TI oferece mais duas soluções em sistemas para construtora, que podem ser complementares ao ERP engenharia ou, em alguns casos, apresentarem-se como solução mais conveniente para algumas empreendedoras. Saiba mais sobre elas a seguir!

90 Compor Orçamento e Planejamento de Obras

No controle de Orçamento e Planejamento de Obras, o 90 Compor Orçamento e Planejamento de Obras  traz funcionalidades que otimizam a gestão financeira da construtora, tais como: planilhas editáveis, atualização de custos de serviços e insumos conforme a precificação dos principais órgãos e integração com o BIM.

90 Compor Manutenção de equipamentos

O 90 Compor Manutenção de Equipamentos auxilia no controle do desempenho do maquinário, atuando de maneira preventiva e agilizando a resposta às necessidades de manutenção.

Entre as funcionalidades, temos: controle do aluguel de máquinas, do consumo de combustível, das horas trabalhadas, entre outros aspectos que ajudam a garantir uma vida útil maior aos equipamentos da obra.

Menos planilha. Mais planejamento e organização

Talvez um dos maiores gargalos da gestão de uma empresa de construção civil seja a quantidade de planilhas para gerenciar e atualizar. Planilhas orçamentárias, de equipamento, de materiais, de escala de trabalho. Todas são importantes para a rotina da obra, mas acabam onerando o tempo de trabalho e acumulando o risco de erros no preenchimento e controle manual.

Com um sistema ERP para construtora, grande parte do tempo que se gasta preenchendo e atualizando planilhas manualmente é economizado a partir das funções da ferramenta.

Isso aumenta a produtividade da equipe, que poderá se dedicar a questões mais complexas do trabalho, otimizando a mão de obra e o tempo de serviço. Enquanto isso, o sistema ERP garante a segurança dos dados, bem como o cruzamento destes, o que possibilita uma visão macro e detalhada das atividades da construtora.

Viu como as inovações da 90TI poderão transformar a sua gestão de obras? Veja o resumo de nosso sistema ERP abaixo e entre em contato conosco para começar a mudança agora mesmo!

Veja todos os benefícios de um ERP para construção civil neste infográfico

Como criar um bom orçamento de obra

orçamento de obra

Não há como fazer um bom planejamento sem primeiro fazer um bom orçamento de obra, não é mesmo? E isso vale para tudo, desde nosso planejamento financeiro pessoal até os planejamentos mais complexos e elaborados, como é o caso das grandes obras presentes na construção civil

Dessa forma, o orçamento é uma ferramenta essencial para a gestão de obras e não há como fazer uma gestão eficiente se ele estiver inconsistente ou incorreto. Por isso, ao ser criado, ele precisa contemplar todos os detalhes da obra e de todos os departamentos.

Assim, pode ser um grande desafio considerar tudo que está previsto no projeto, sem perder de vista questões importantes como, por exemplo, recursos humanos, logística, preço e qualidade. 

Neste artigo vamos falar sobre o que é um orçamento de obra, a diferença dele para orçamentação e dar orientações e dicas sobre como fazer um orçamento detalhado. Você verá que ele é uma ferramenta estratégica que contribui para que a empresa cumpra o que foi planejado e obtenha os melhores resultados. 

O que é um orçamento de obra?

O orçamento de obra é uma das mais importantes e imprescindíveis ferramentas de gestão. Ao mesmo tempo em que ele é uma imagem do financeiro da obra, ele é também um mapa detalhado que dá direcionamento para a criação de planejamentos estratégicos com alto índice de decisão.

Ele nos diz quanto a obra vale e, apesar de ser uma estimativa,  ele deve ser feito sobre bases muito sólidas e informações muito consistentes. Por meio do orçamento de obra, é possível fazer uma previsão de custos do início à finalização do empreendimento.

Assim, da mesma forma que ele prevê e auxilia no controle dos custos, ele também permite a previsão dos lucros. É possível, por exemplo, aumentar o lucro agregado de uma obra a partir de alguns ajustes para reduzir custos e desperdícios. Dessa forma, como o orçamento nos mostra onde e como os recursos estão alocados, realizar estes ajustes se torna uma tarefa muito mais fácil.

De forma geral, um orçamento de obra contempla todas as etapas e atividades do projeto. Ele apresenta previsões precisas sobre quais recursos são necessários para a realização da obra, como por exemplo, os gastos com materiais, equipamentos, recursos humanos e demais insumos.

Além disso, quando bem planejado, ele permite o controle correto dos recursos financeiros da empresa, fazendo com que ela seja mais rentável e tenha mais credibilidade junto ao mercado de construção civil. Tudo isso aumenta o poder de negociação da empresa junto a seus fornecedores e a torna mais competitiva em concorrências e licitações, em obras privadas ou públicas. 

Orçamento de obra versus Orçamentação

Explicando de forma simples, a orçamentação é o processo de levantamento, análise e definição dos custos de uma obra e o orçamento é o resultado deste processo.

Portanto, quando um gestor ou profissional orçamentista está fazendo o levantamento de tudo o que será necessário para que a obra aconteça, será preciso fazer a previsão dos recursos e custos. Assim, o orçamento é a finalização, ou seja, a integração de todas estas informações em um único documento. 

A partir da orçamentação podemos ter três tipos diferentes de orçamentos:

Estimativa de custos – é uma avaliação feita a partir da comparação entre projetos similares ou de índices genéricos, como por exemplo, o custo unitário por metro quadrado construído. Nestes casos uma das referências mais utilizadas é o CUB (Custo Unitário Básico de Construção).

Orçamento preliminar – É uma previsão mais detalhada que a estimativa de custos. Para fazê-lo são usados alguns dados quantitativos. Ele é feito após o anteprojeto e antes do desenvolvimento de projetos básicos.  

Orçamento analítico – É o orçamento mais detalhado, pois faz previsões considerando os custos diretos e indiretos, valores unitários de insumos, produtos e serviços, para cada etapa da obra. Geralmente, este tipo de orçamento é feito a partir de projetos básicos, pois eles contemplam informações quantitativas importantes e mais precisas.

Como fazer um orçamento de obra?

Antes de mais nada, é importante poder contar com a contribuição e participação de todas as áreas da empresa. Não há como organizar um orçamento preciso sem que todos os departamentos estejam envolvidos neste processo, apresentando dados,  percepções e necessidades. Este conjunto completo de informações é que permitirá que nenhum detalhe seja esquecido.

Existem muitas soluções tecnológicas para geração de orçamento de obra, como por exemplo o 90 Compor ERP. Conhecer e utilizar o BIM (Building Information Modeling), também contribui muito para que os orçamentos sejam cada vez mais precisos. No entanto, paralelo ao uso destes sistemas, é preciso conhecer todas as etapas e procedimentos essenciais para criação do orçamento de obra.Veja a seguir algumas etapas que precisam ser cumpridas e que contribuem para a criação do orçamento.

1.Desenvolva o projeto executivo

O projeto executivo é o detalhamento de tudo o que é necessário para a realização da obra. Este não é um projeto novo, mas um aprofundamento do projeto básico, com informações muito mais específicas e minuciosas de cada etapa. Ele deve conter informações claras e precisas sobre:

Cronogramas – Previsão do tempo necessário para execução das etapas do projeto e prazo de entrega dos serviços.

Relação de materiais e equipamentos – Detalhamento descritivo e quantitativo de todos os materiais e equipamentos que serão utilizados para que a obra aconteça.

Cotações e negociações – Junto à relação dos materiais e equipamentos é necessário anexar os orçamentos e negociações feitas junto aos fornecedores de serviços, com o máximo de detalhamento possível.

Plantas baixas – Deve conter todas as especificações do projeto, com informações e desenhos detalhados.

Especificações técnicas –  São informações sobre a instalação, montagem e execução da obra. Estas especificações devem estar dentro dos padrões de qualidade exigidos pelas normas da ABNT. O documento deve ser construído considerando estas normas para evitar que o projeto executivo perca sua validade e impeça a obtenção de alvarás e licenças para realização da obra.

Dessa forma, quando a empresa está participando de licitações, públicas ou privadas, estes cuidados devem ser redobrados para evitar inconsistências, por exemplo, em desenho incorretos e cálculos. Além disso, em caso de obras públicas, estes erros podem levar a ações judiciais contra a construtora e os profissionais responsáveis pelo projeto.

2. Orçamento de obra: desenvolva o memorial descritivo

O memorial descritivo é um documento público, exigido por lei e registrado em cartório, que  traz a descrição detalhada de tudo que será utilizado no projeto. Por ser um documento aberto à consultas, ele permite que os consumidores finais consigam visualizar como será o empreendimento quando estiver finalizado. Assim, é possível saber exatamente em que está investindo.

Considerando que podem haver problemas na entrega e nos prazos, o memorial funciona como uma segurança a mais para eles. Ele traz mais credibilidade para a construtora, mais segurança para o cliente na hora da compra e melhora a relação e a confiança entre eles.

O memorial descritivo é um documento de consulta que permite o gerenciamento da execução da obra. Ele é um guia para que ela seja feita de acordo com a planta aprovada do projeto, desde as fundações até os materiais utilizados nos acabamentos finais, como jardins, vidros, cerâmicas, etc.

De forma resumida, em um memorial descritivo não pode faltar:

  • Informações sobre a obra, como nome e tipo de construção.
  • Informações sobre proprietário e localização, como o nome dele e dos profissionais responsáveis e seus respectivos registros (CREA), CNPJ, dados para fiscalização, e onde a obra estará alocada.
  • Detalhamento sobre tudo que foi projetado para cada etapa de execução da obra, como parte elétrica e hidráulica, alvenaria e acabamentos.
  • Relação de tipos e quantidades de materiais utilizados na alvenaria, número de andares e medidas. Descrição minuciosa de todos os materiais utilizados no acabamento, como tipos de pisos, cerâmicas, azulejos, torneiras, vidros, etc.
  • Especificação das normas que definiram os cálculos, como a NBR 6118 para estruturas de concreto, a NBR 7480 para construção de  concreto armado, a NBR 8800 para a execução de estruturas de aço de edifícios, etc.
  • Objetivo do projeto, como por exemplo, ser uma referência em segurança, uso de tecnologia e sustentabilidade. 

3.Calcule os custos, diretos e indiretos

É uma etapa estratégica na construção do orçamento de obra. Através da composição dos custos primários encontramos os custos diretos da obra. Por isso, é preciso analisar o projeto para verificar quais serviços serão executados, qual será a mão de obra necessária, quais materiais e equipamentos serão utilizados. Todos os quantitativos devem ser averiguados.

Da mesma forma, é preciso levantar todos os custos indiretos, que são compostos pelos gastos com energia, água, transporte, materiais de escritório, segurança e outras situações ou condições que podem de alguma forma impactar negativamente a realização da obra, causando atrasos e gastos extras.

4.Não esqueça os impostos e taxas

É uma das etapas da orçamentação que precisa de mais atenção. Erros ou negligência nos cálculos de impostos e taxas podem comprometer bastante o orçamento e trazer problemas, como multas e punições. Como nossa carga tributária é bastante alta, todo cuidado é importante.

5.Acrescente o lucro

O cálculo do lucro é feito, basicamente, a partir da diferença entre o faturamento e os custos. No entanto, calcular os lucros em construção civil nem sempre é uma tarefa fácil, pois existem diversos fatores que interferem nos resultados finais. 

No caso de obras podem ocorrer imprevistos e atrasos que podem trazer impactos negativos. Além disso, é preciso levar em consideração as características próprias da obra, o mercado e os níveis de competitividade enfrentados. 

Um bom ERP para construção civil contribui muito para que estes cálculos sejam feitos com mais segurança e assertividade, pois conseguem analisar um número maior de informações e variáveis.

4 dicas para desenvolver um orçamento de obra de qualidade

1.Use tabelas referenciais

Para evitar diferenças nos cálculos finais, fique atento aos custos unitários específicos de cada item durante a orçamentação. Isso evitará orçamentos inflados com compra de itens em quantidades inadequadas que resultarão em sobra ou falta destes itens.

Uma boa solução é utilizar tecnologia especializada para realizar um controle mais rigoroso de quantidades, encontrar possíveis duplicidades de itens orçados e evitar gastos desnecessários. 

2.Compare valores de prestadores de serviço

Entenda como valor não apenas o preço, mas as vantagens e benefícios que a empresa tem ao contratar prestadores de serviços. Ao fazer este levantamento, considere itens como produtividade, tempo de entrega da atividade e qualidade. Ao focarmos apenas no preço, o “barato pode sair caro”. 

Um software de gestão é fundamental nestes momentos, pois pode entregar relatórios completos, com um histórico dos valores pagos a prestadores de serviços em outras obras e os resultados obtidos. Isto é essencial para uma tomada de decisão segura e mais estratégica.

3. Equilibre qualidade e preço dos materiais de construção

Fazer isso nem sempre é uma tarefa fácil, mas equalizar bem essa relação é fundamental para a definição de um bom orçamento de obra. Qualidade e durabilidade podem favorecer o aumento da produtividade e atender melhor às expectativas dos clientes. Por isso, o fator preço pode ser adequado ao que foi definido como meta, mesmo que em um primeiro momento pareça “caro”

Uma boa solução tecnológica especializada em construção civil pode ajudar a calcular exatamente o que a empresa precisa, sem perdas de qualquer tipo ou gastos adicionais desnecessários. 

4.Planeje a logística e o armazenamento

Quando a logística e o armazenamento não são planejados cuidadosamente, o prejuízo pode vir através de perdas financeiras com materiais expostos a condições inadequadas ou até mesmo de funcionários parados, aguardando materiais ou equipamentos, impactando em sua produtividade.

Um software de gestão pode contribuir para que tudo funcione perfeitamente na obra. Além de evitar sustos e prejuízos, eles trazem mais tranquilidade e qualidade para a execução destas atividades. 

Otimize a criação de seu orçamento de obra

Poder contar com informações detalhadas e precisas na hora de desenvolver um orçamento de obra é fundamental. Soluções tecnológicas podem fornecer estas informações com mais agilidade, segurança e assertividade, fazendo com que a orçamentação seja algo mais simples de fazer. 

softwares de gestão que promovem o gerenciamento de dados integrados de todos os departamentos da empresa. Por isso, eles contribuem para a geração de relatórios mais detalhados e minuciosos, um levantamento de dados mais preciso, um melhor controle financeiro e  uma melhor eficiência em todos os processos de gestão. 

Tudo isso traz um embasamento mais sólido para as tomadas de decisão e contribui para a criação de um orçamento de obra mais rigoroso, com um custo justo e adequado ao contexto da obra. O resultado é uma entrega com mais qualidade e executada no tempo planejado.

Quando for criar seu próximo orçamento de obra, conte a tecnologia do  90 Compor Orçamento de Obras para otimizar este processo e ampliar a visão de gestão de sua empresa. Acesse nosso link e agende uma demonstração.

Como a Lei 8666 impacta no trabalho do orçamentista?

Para conseguir um orçamento de uma obra é comum que seja feita uma grande pesquisa de custos na intenção de encontrar a melhor oportunidade. Essa ação é frequente quando o projeto é encomendado por uma só pessoa. Entretanto, quando a construção é para o poder público, é preciso ficar atento à Lei 8666, de junho de 1993

Diferentemente de um empreendimento particular, onde se tem mais flexibilidade de compras, quando a obra é pública há uma série de regras que devem ser cumpridas. A intenção é garantir a lisura de todo o processo. Para que, dessa forma, seja possível obter todas as contratações das obras por meio de licitações. 

Claro que, para que tudo ocorra bem, é preciso que essas licitações tenham regras claras que, nesse caso, são estabelecidas pela Lei 8666. Em suma, essa legislação visa atender ao requisito do art. 37, XXI da Constituição da República Federativa do Brasil, que determina que a contratação de obras, compras e serviços seja feita por licitação. 

Quer saber como esse processo todo funciona e compreender a Lei 8666? Então prossiga com a leitura que nós vamos te ajudar!

90 compor

O que é a Lei 8666?

A Lei 8666 é uma norma que foi promulgada pelo ex-presidente Itamar Franco, mais precisamente em junho de 1993. Ela dita as regras sobre os contratos e as licitações feitas por instituições públicas. 

Assim, para a empresa ou as construtoras que pretendem prestar serviço para escolas, hospitais públicos, bancos estaduais e demais órgãos públicos, a Lei 8666 precisa ser vista como uma grande cartilha. Afinal, se a construtora não estiver preparada para atender a todas as normativas, poderá perder grandes oportunidades de negócio. Afinal, a Lei 8666 rege tal prática em órgãos:

  • dos estados;
  • dos municípios;
  • do Distrito Federal.

Em suma, de instituições que têm grande demanda de mão de obra. Por fim, além das licitações, a Lei 8666 também aborda temas como, por exemplo:

  • alienação;
  • concessões;
  • permissões de bens públicos.

Por que o orçamentista deve conhecer a Lei 8666?

Cabe ao orçamentista interpretar o projeto, visitar o local da obra, se necessário, fazer a cotação de preços dos insumos e definir quanto será cobrado pela obra completa. Embora todo esse trabalho seja padronizado dentro da construtora, é fato que quando a intenção for prestar serviço para o poder público, pode ser necessária uma adaptação.

Em suma, nesse caso a incorporadora precisará se adequar às regras da Lei 8666 e participar da licitação. Afinal, é por meio desse processo que a empresa que prestará o serviço será “escolhida”. Dessa forma, quem fizer a proposta mais vantajosa para a instituição fecha o contrato. 

O orçamentista precisa conhecer a Lei 8666 para que possa compreender as regras que as instituições públicas precisam seguir para poder contratar uma construtora. Assim, poderá adequar o seu trabalho e se preparar para participar da licitação. 

Sem contar que ao compreender o processo, o orçamentista consegue fazer os ajustes necessários para que a incorporadora se torne mais competitiva no processo licitatório. 

Por que é necessário licitar?

A licitação não é uma opção da instituição pública, mas sim uma regra determinada pela Constituição da República Federativa do Brasil. Em suma, o Estado assume obrigações perante a sociedade e cabe aos que trabalham nele garantir a melhor utilização do dinheiro.

Portanto, por meio da licitação, além da empresa garantir que o processo será legalizado e de acordo com as regras determinadas na Lei 8666, ela oficializará que está gastando o menor valor possível para o melhor trabalho terceirizado.

Quais são as fases da licitação?

A licitação requer uma série de passos que devem ser seguidos antes de comprar um bem ou contratar um serviço de terceiros. Quase todas as relações comerciais de uma instituição pública são feitas por meio de licitação. 

A exceção acontece em casos que levam à necessidade da contratação de serviços emergenciais como, por exemplo, quando há um desastre natural e a prefeitura precisa contratar mão de obra especializada para socorrer os municípios. Nesse e em outros casos emergenciais, é possível fazer a contratação sem a realização da licitação e, evidentemente,de forma legal.

No entanto, no caso de uma obra qualquer, como a reforma de uma escola ou a construção de um hospital, é preciso que a instituição realize uma licitação. Em suma, uma licitação é um conjunto de procedimentos que visa dar a oportunidade das empresas se candidatarem, igualmente, à prestação de serviço ou venda. 

Como as propostas são realizadas de forma sigilosa e só são abertas depois que o prazo de entrega de novas propostas termina, um concorrente não sabe o que o outro ofereceu. Assim, além de conseguir a contratação de acordo com a melhor proposta, as regras estabelecidas pela Lei 8666 garantem a isonomia do processo. 

Em suma, a licitação pode ser dividida em duas fases macro. A interna e a externa. Saiba mais sobre elas a seguir.

Fase interna da licitação

Essa etapa é feita antes mesmo da publicação do processo licitatório. A instituição pública avalia a possibilidade de pluralidade de participantes, bem como se há tempo hábil para a realização da licitação e quais são as especificações do que será licitado.

Por exemplo, se for uma licitação para a compra de ração para gado de leite, é possível colocar nas regras da licitação não só o tamanho da saca ou a constituição do alimento, mas também  a marca da ração. Já no caso de reforma, além do que será feito, a instituição poderá determinar algum padrão de material que precise ser usado.

Em hospitais, por exemplo, há especificações muito peculiares quanto ao que é usado no piso ou nas paredes. Afinal, além da parte estética e da durabilidade, é preciso considerar também a fácil higienização, possibilidade de descontaminação com produtos abrasivos, entre outros. 

Assim, esses detalhes deverão ser discutidos pela instituição antes da publicação do documento informando a abertura da licitação. Por fim, ainda na fase interna é elaborado o edital. 

Fase externa da licitação

Nessa fase há a publicação do edital de licitação e, posteriormente, ocorreram as seguintes etapas: 

  • habilitação;
  • julgamento da proposta;
  • homologação;
  • adjudicação.

Habilitação

É quando quem quer participar da licitação apresenta os documentos iniciais. Uma vez que isso seja feito, a instituição que abriu a licitação vai averiguar para ter a certeza de que os interessados têm as qualificações necessárias para realizar o trabalho ou entregar o produto licitado. 

Externa – julgamento

Nessa fase, o envelope com as propostas dos participantes da licitação é aberto. A instituição que abriu a licitação faz a avaliação das propostas e considera não apenas os valores, mas também se todos os itens solicitados no edital foram considerados.

Caso uma ou mais propostas estejam em desacordo com o edital de licitação elas serão desclassificadas. Na sequência, é feito o julgamento de acordo com o que foi estabelecido no edital. Em alguns casos, vence quem der o menor preço. Em outros, quem provar que tem a melhor técnica, por exemplo. Tudo depende do edital.  

Fase externa – homologação

Uma vez que a proposta vencedora tenha sido determinada, é feita a homologação e adjudicado o objeto da licitação. Nessa fase é preciso considerar o art. 43 da lei 8.666.

A importância da Lei 8666

Todo bem público deve ser usado corretamente, de forma que seja garantido a prestação de serviço de qualidade. Ao mesmo tempo, deve ser pago um valor justo por ela. Por outro lado, é preciso garantir que grandes ou pequenos contratos possam ser fixados com qualquer empresa prestadora de serviço que esteja apta para tal trabalho. Ou seja, é necessário garantir que a concorrência seja feita de forma transparente, honesta e livre de favorecimentos. 

Afinal, o gasto tem que ser feito visando o melhor uso possível do dinheiro público. Para isso, é preciso ter a certeza de que não haverá favorecimento de determinada instituição porque atende a interesses pessoais de quem está organizando a licitação, por exemplo.

A Lei 8666 ajuda a evitar que o famoso “jeitinho” na hora da contratação seja evitado. Afinal, as propostas são entregues lacradas e abertas juntas. Não há como burlar ou favorecer um ou outro participante.

Mas não é só isso. Com uma licitação bem realizada há a publicação de um edital detalhado. Assim, com tudo devidamente discriminado antes mesmo do orçamento ser feito, as partes têm mais segurança. Afinal, se por um lado o prestador de serviço não poderá descumprir uma obrigação documentada no edital, por outro o contratante não poderá exigir mais do que foi acordado. 

Por fim, é válido lembrar que, muitas vezes, as licitações feitas pelo poder público giram em torno de um valor alto. Assim, acabam atraindo muitos interessados. Isso pode aumentar as chances de tentativa de burlar o processo para favorecer determinada empresa prestadora de serviço. Com a licitação e as regras determinadas na lei 8666, isso acaba sendo coibido, dando mais transparência e garantindo a lisura do processo. 

  • O impacto da Lei 8666 na previsão orçamentária

Um orçamento bem realizado pode garantir que a construtora consiga vencer a licitação. Por outro lado, quando mal realizado também pode levar a incorporadora a um bom prejuízo.

Como nas licitações tudo é muito bem determinado no edital, cabe ao orçamentista ficar atento a cada detalhe. Assim, pode ofertar um valor justo, competitivo, mas que também consiga dar o lucro que a construtora visa. 

Assim, erros no orçamento devido a uma irregularidade não prevista por conta da Lei 8.666/93, pode afetar o preço da obra em questão. Dessa forma, é preciso ter uma atenção especial com a legislação vigente, para evitar prejuízos. 

Conclusão

Participar de licitações públicas é uma maneira de uma empresa conseguir realizar grandes obras e, consequentemente, ter um bom lucro. Entretanto, antes de começar a enviar propostas, é essencial que os responsáveis  conheçam os termos da Lei 8666. Assim, poderão realizar uma proposta que, ao mesmo tempo, seja competitiva, rentável e livre de erros. 

Para isso, é preciso considerar cada detalhe da construção. Aproveite que chegou até aqui e baixe o e-book: 90TI agora e otimize o trabalho na hora de compor o orçamento de obras.

Até a próxima!

Orçamento de construção civil: 8 dicas para tornar esse processo mais fácil e ágil

Orçamento de construção civil

Você sabe: um orçamento de construção civil exige atenção para englobar todos os custos, desde a concepção do projeto, até a obra pronta e finalizada.

Esse documento é parte fundamental da gestão de obras. Afinal, embasa a negociação dos serviços da construtora com o cliente, ajuda na previsão de lucros, garante sucesso na concorrência de obras de empresas privadas e até em licitações de obras públicas.

Queremos ajudar sua empresa a elaborar um bom orçamento, por isso, listamos informações e dicas para que você não perca nenhum detalhe.

Confira a íntegra do artigo!

Por que elaborar um ótimo orçamento de construção civil?

Um orçamento de construção civil bem elaborado reúne os gastos de cada etapa e atividade da obra. Assim, tanto a gestão financeira da construtora quanto o gestor de obras têm uma visão panorâmica do projeto e conseguem prever gastos, imprevistos, valor total a ser desembolsado e até a margem de lucro.

Algumas construtoras se arriscam a fazer um projeto sem um orçamento completo. Isso pode ser considerado até um descuido fiscal e contábil

Um bom orçamento garante um planejamento de obra mais assertivo, permite a criação de uma base de composições e insumos, gera um controle maior do dinheiro no canteiro de obras, garante maior rentabilidade nas vendas, e o ponto mais importante: resulta em credibilidade e confiança no mercado de construção civil e engenharia.

4 erros comuns no orçamento de construção civil

É claro que a elaboração do orçamento é suscetível a erros, alguns são bem comuns e podem ser corrigidos imediatamente. Os erros mais recorrentes são:

1 – Não adequar os métodos usados na construção

Algumas empresas costumam importar métodos construtivos, mas não fazem as adaptações necessárias para a execução da obra. As adaptações costumam aumentar o custo total da obra e também podem diminuir a qualidade do serviço. Por isso, é importante colocar a adequação no orçamento.

2 – Não atualizar a precificação

O preço dos materiais de construção é bastante volátil. Portanto, não inserir preços atualizados ou até não prever a variação dos preços ao longo do projeto pode acarretar em divergências no relatório final.

3 – Negligenciar os custos indiretos 

Taxas, custos administrativos, impostos, entre outros valores são chamados de custos indiretos. Eles precisam ser incluídos no orçamento.

4 – Esquecer impostos

O cálculo errado do imposto pode comprometer o projeto da obra, e o não pagamento pode levar a cobranças judiciais ou até mesmo ao fechamento do canteiro de obras.

Outros erros como: não realizar visitas de campo para conhecer melhor o local onde será realizada a obra, desconsiderar as leis trabalhistas por região, esquecer valores de frete e descarga dos materiais comprados e não fazer curva ABC são outros erros muito recorrentes na hora de elaborar um orçamento.

Princípios básicos de um ótimo orçamento

Um bom orçamento precisa ter os três princípios mais importantes para elaboração, sendo eles: aproximação, especificidade e temporalidade. Entenda melhor o que significa cada um destes termos!

Aproximação – se baseia em previsões de custo. Todo orçamento é uma aproximação, uma estimativa de todos os gastos do orçamento. O bom orçamento constitui em pesquisa, cálculos e outros métodos que fornecem um preço aproximado ao preço real de um projeto. Quanto mais atenção e olhar criterioso, menor a possibilidade de margem de erro.

Especificidade – o local e a cidade onde o projeto será construído, condições do terreno e as políticas da construtora, bem como políticas do cliente, são especificidades que alteram o orçamento de uma obra para a outra.

Temporalidade – por se tratar de valores, os orçamentos acompanham a inflação e as tendências do mercado. Por isso, pode ficar desatualizado depois de um certo tempo. Atenção na hora da precificação é essencial.

8 dicas para melhorar o orçamento da obra de construção civil

1 – Padronização do orçamento de construção civil

Cada obra possui  particularidades, necessidades e desafios. Ter um arquivo de orçamento padrão pode ser muito comum também em algumas construtoras, mas é necessário um olhar atencioso para automatizar o orçamento. Assim, a sua empresa terá maiores chances de sucesso no negócio. 

2 – Crie um roteiro para o orçamento

Peça para os responsáveis de cada área criar um passo a passo para cotar os preços e verificar cada elemento que possa agilizar os processos.

Um roteiro eficiente garante que todos os detalhes sejam lembrados e reduz as chances de erros. É ideal também que o orçamento seja feito por uma equipe de pessoas, revisando os preços e analisando o projeto como um todo.

3 – Estudo de viabilidade

Antes de elaborar um orçamento, faça um estudo de custos do mercado e potencial de lucratividade da obra. Esses critérios são utilizados para o estudo de viabilidade, além de identificar impostos, documentações e licitações necessárias para dar andamento no projeto.

4 – Internet como ferramenta para estudos e aproximação

Faça uma pesquisa no estudo de viabilidade e também para o orçamento. Com a internet é possível fazer estimativas de valores em lojas diversas (lembrando da aproximação como princípio base) e fazer comparações de preços entre lojas. Também é possível descobrir detalhes dos editais de licitação e documentações, além de verificar o clima da região específica.

5 – Profissionais especializados

O orçamento é um documento importante e não pode ser elaborado por qualquer funcionário. Se sua equipe não tem profissionais qualificados para orçar uma obra, busque candidatos que possam ser responsáveis pela confecção do documento.

6 – Criação de índices no orçamento de construção civil

É um processo para automatizar os cálculos mais simples, como por exemplo, cálculos padrões nos serviços. Estabeleça um valor médio para materiais de escritório, por funcionários, horas por metro quadrado, criando uma base de custo da mão de obra.

7 – Acompanhe a obra em todas as etapas: do começo ao fim

Mesmo o melhor orçamento elaborado pode ter divergências com o valor final da obra. Por isso, é importante fazer um acompanhamento do começo ao fim do projeto como forma de prever custos adicionais, atrasos no prazo, entre outros imprevistos.

8 – Conte com sistema automatizado e especializado na área

Obtenha o cálculo do orçamento da obra de maneira simples, prática e inteligente com um software especializado na rotina de cálculo da construção civil. Além de otimizar essas tarefas, torna o orçamento mais escalável e ágil. Tudo o que a sua obra precisa.

Para mais informações sobre o setor de engenharia e construção civil, dicas para elaborar orçamentos e projetos, além de notícias, acompanhe nosso blog!

Além disso, aproveite e baixo a nossa planilha que vai te auxiliar em uma melhor gestão de obras, aproveite!

Produção de Equipe Mecânica: a nova rotina do 90 Compor Orçamento

produção de equipe mecânica

Rotina de cálculo de produção de equipe mecânica auxilia o trabalho dos engenheiros nos canteiros de obras

O 90 Compor Orçamento e Planejamento de Obras ganhou, na sua nova versão, uma rotina para cálculo de produção de equipe mecânica. Foi adotado um modelo teórico que pressupõe o conhecimento de diversas variáveis intervenientes para calcular a produção de maneira eficiente.

Essas variáveis são calculadas em função das características intrínsecas dos equipamentos utilizados em uma obra e da natureza dos serviços a serem executados.

A nova função de cálculo de produção da equipe mecânica foi disponibilizada em tela e variáveis, que foram adotadas pelo DNIT, onde é possível realizar alterações para que se chegue o mais próximo da realidade da empresa
e da eficiência da sua equipe.

Também é possível realizar a análise da memória de cálculo da produção da equipe através de relatório formatado conforme o padrão do DNIT, explica Natália Meireles, product owner na 90TI.

As composições de custo do DNIT, principalmente daqueles serviços que utilizam muitos equipamentos pesados, são elaborados em função da produção mecânica, agora presente no 90 Compor Orçamento.

E a produção da equipe mecânica, obviamente, é calculada em função da produção de cada equipamento que a compõe.

A produção das equipes mecânicas corresponde, normalmente, a de seu equipamento principal, ou líder da patrulha, o qual condiciona a atuação do conjunto de equipamentos, em função de suas diferentes
capacidades e produções.

A determinação da produção das equipes mecânicas constitui elemento fundamental para formação dos custos unitários dos serviços. O custo unitário de execução é a relação entre o custo horário de execução de determinado serviço e a produção calculada na mesma unidade de tempo.

A produção mecânica dos equipamentos pode ser determinada por métodos teóricos ou empíricos e que levam em consideração os seguintes fatores:

  • Informação de fabricantes;
  • Informações de catálogos dos equipamentos;
  • Experiência de profissionais;
  • Informações de aferições de produções de serviço no campo;
  • Critérios técnicos fundamentados em conceitos de engenharia.

Os métodos teóricos de cálculo de produção mecânica compreendem a utilização de fórmulas específicas por tipo de equipamento. As fórmulas consideram diversas variáveis intermitentes.

As principais variáveis intervenientes são:

  • capacidade;
  • velocidade;
  • tempo de ciclo;
  • consumos específicos;
  • espessura;
  • afastamento;
  • espaçamento;
  • profundidade;
  • fatores de correção, cuja finalidade é ajustar os resultados teóricos às condições reais em que os serviços são executados

O sistema do 90 Compor Orçamento e Planejamento de Obras utiliza esta metodologia para calcular a produção da equipe nas composições, atendendo assim as exigência do DNIT e outros órgãos em suas licitações. Entre em contato e utilize você também!