Skip to content

Categoria: Gestão da obra

Gestão de obras: saiba como otimizá-la em 9 passos

gestão de obras

A gestão de obras é fundamental para o sucesso do seu projeto! Mas o que ela significa na prática e quais são as melhores estratégias e metodologias para otimizá-la? Descubra neste conteúdo!

Toda obra tem como objetivo cumprir a relação de atividades planejadas, evitar imprevistos como atrasos, acidentes, diminuir retrabalhos e garantir que custos sejam poupados graças a tudo isso.

Aliás, quem dera se tudo ocorresse dessa maneira, não é mesmo?

Pois bem, embora falhas, refações e o aumento do tempo médio para determinadas entregas naturalmente aconteçam, é possível frear o impacto negativo delas com um gerenciamento de obras preciso e eficiente!

Então, confira agora o que é gestão de obras, qual a sua importância prática em um projeto e quais ferramentas, metodologias e estratégias aplicar para melhorá-la.

O que é Gestão de Obras?

A Gestão de Obras é uma disciplina que envolve a organização e o gerenciamento de todos os aspectos de um projeto de construção. 

As atividades são desenvolvidas com o objetivo de assegurar que o projeto seja concluído dentro do prazo, orçamento e especificações acordados.

Por que é importante otimizar a Gestão de Obras?

Responda de “bate-pronto”: como criar perspectivas e projeções em cima de algo que você não controla? E aí podemos falar de diversos aspectos, como projetos pessoais, vida financeira, o planejamento de uma viagem, o andamento do mercado da construção civil e afins.

É aqui que mora o ponto principal: a gestão de obras é essencial para coordenar todas as etapas de um empreendimento e alinhar as expectativas com os objetivos por meio de planejamento.

Com uma gestão de obras adequada, é possível cumprir prazos, orçamentos e metas estabelecidas para o seu projeto à medida em que se orienta todas as áreas nele envolvidas.

Em outras palavras, esse é o melhor e mais seguro caminho para ter controle sobre tudo o que acontece e garantir que o projeto seja entregue no prazo e dentro da qualidade esperada.

Esse gerenciamento, quando bem executado, irá implementar ações a fim de trazer melhorias a todas as etapas e componentes da obra, desde o planejamento até acompanhamento de mão de obra humana e otimização das máquinas de engenharia.

9 dicas para otimizar a gestão de obras

Confira abaixo 9 dicas para otimizar a gestão de obras na prática e garantir o sucesso do seu projeto:

1 – Tenha um bom planejamento

Tudo começa com um planejamento. Até porque se você parar para pensar é a relação atividades acordadas X entregues que mede a eficiência e qualidade de uma obra no final das contas.

Logo, ter um plano detalhado sobre o projeto é essencial para uma gestão bem-sucedida. Isso inclui:

  • estabelecer metas claras e mensuráveis;
  • criar um cronograma de atividades;
  • definir quais serão as prioridades em cada etapa do projeto;
  • analisar orçamentos;
  • escolher fornecedores confiáveis;
  • gerir materiais e estoque;
  • contratação de mão de obra;
  • acompanhamento da equipe.

2 – Estabeleça escalas de gerenciamento

As atividades de uma obra são interligadas, e a sua execução deve ser feita de modo a evitar que uma tenha efeito negativo sobre a outra.

Portanto, antes mesmo de iniciar a parte operacional, é preciso que as escalas de gerenciamento estejam definidas envolvendo gestão dos materiais, serviço e mão de obra por parte do engenheiro responsável.

No fim, essa relação irá envolver o gestor da obra, fornecedores e o cliente. A ideia central é garantir que todos cumpram com suas obrigações nas datas acordadas e colaborem com o desenvolvimento do projeto.

3 – Garanta uma comunicação eficiente

Uma boa gestão de obras conta com canais de comunicação claros e confiáveis para garantir que todos estejam sempre a par das últimas novidades.

Além disso, se comunicar com frequência e assertividade garante que desencontros de informações e ruídos não aconteçam.

4 – Faça inspeções e controle de qualidade

O controle de qualidade eficiente, bem como inspeções regulares, são essenciais para assegurar que o produto final atenda às expectativas. 

Para tal, estabeleça critérios claros de aceitação e monitore o projeto de perto para garantir que os padrões sejam mantidos de acordo com os principais indicadores de performance da obra.

Nessa hora, um sistema ERP como o da 90TI  é fundamental para conferir os principais dados sobre a obra, como estoque, orçamentos, prazos, dentre outras.

5 – Calcule os riscos

O gerenciamento de riscos minimiza imprevistos e problemas durante a obra. É importante identificá-los e traçar planos de ação para minimizar os seus impactos.

Gestores mais experientes normalmente já sabem quais são os problemas mais comuns de acordo com o tipo de projeto e se antecipam em relação a eles, ganhando tempo.

De todo modo, é fundamental analisar todas as etapas da obra a fim de levantar quais falhas de processo ou mesmo técnicas podem surgir ao longo do caminho.

Com isso mapeado, elas não serão surpresas e não terão impacto significativo na entrega final. 

6 – Acompanhe a equipe

A gestão de pessoas dentro de uma obra é primordial para que ela ocorra perfeitamente, e isso envolve desde a contratação dos profissionais até o acompanhamento diário de suas tarefas.

Estar próximo das pessoas significa instruí-las sobre as atividades que devem ser entregues, bem como o cumprimento de prazos e criar lideranças internas para conduzir a obra.

Assim, você pode mensurar o volume e qualidade da mão de obra e realizar ajustes na equipe com a finalidade de manter a alta produtividade.

7 – Cuide do canteiro de obras

Por incrível que pareça, o canteiro de obras pode ser um ponto crítico do projeto, pois acumula sujeiras e deixa a operação desorganizada.

Mantendo a higiene e organização do local é possível reduzir custos, salvar materiais que seriam desperdiçados e ainda realizar o descarte correto deles. 

8 – Utilize um sistema de gestão

O sistema de gestão integrada (ERP) é um programa que organiza todas as operações da obra, proporcionando comunicação eficiente e garantindo que os processos sejam aplicados de modo automatizado e mais eficiente, pois evita erros humanos.

Assim, é possível ter uma visão total da obra dentro de uma única plataforma e acessar de forma rápida as informações que mais interessam, independente do setor. Isso resulta em:

  • assertividade;
  • rapidez;
  • eficiência;
  • praticidade.

9 – Acompanhe e revise o cronograma inicial

Você tem um planejamento e está trabalhando para que ele seja cumprido dia após dia. Ótimo! Porém, em alguns casos é preciso revê-lo ainda que nada de tão preocupante tenha acontecido.

Na prática, revisar o cronograma inicial traz a vantagem de evitar erros que passariam despercebidos e, mais que isso, identificar oportunidades de potencializar os resultados do projeto.

Otimize agora a gestão da sua obra

Neste conteúdo, você conferiu o que é gestão de obras, sua importância em cada etapa, como ela deve ser desenvolvida e quais estratégias, metodologias e ferramentas utilizar para otimizá-la.

Diante disso, você já deve ter percebido que o sucesso de um projeto está baseado em seu gerenciamento, pois é ele quem garante que todas as atividades sejam cumpridas da maneira correta e no tempo mais adequado.

Agora que você já sabe de tudo isso e está pronto para aplicar as dicas deste artigo, eleve o nível da sua gestão de uma vez por todas com o ERP Da 90TI e tenha o controle total do projeto na palma da sua mão!

 

 

 

 

Sustentabilidade na construção civil: saiba tudo sobre este conceito

sustentabilidade na construção civil

A sustentabilidade na construção civil é um tema que se torna mais relevante a cada dia que passa, mas o que isso significa e quais são as ações práticas para promovê-la? Descubra neste artigo!

A quantidade de entulhos e lixos tóxicos que uma grande obra costuma gerar é de se espantar. Só para se ter uma ideia, os últimos estudos mostram que a construção civil além de estar entre as indústrias que mais geram resíduos aqui no Brasil, com mais de 100 toneladas por ano, recicla cerca de apenas 20% a 22% de tudo isso.

Como se isso não bastasse, o processo de extração de matéria-prima e o uso elevado de energia elétrica são outros dois causadores de problemas. O que nos traz um desafio: como minimizar os impactos das grandes construções?

É aí que entra o conceito de sustentabilidade! Continue a leitura deste artigo e entenda mais sobre ele, suas vantagens e quais são as medidas práticas que o seu projeto deve adotar!

O que significa “sustentabilidade na construção civil”?

A sustentabilidade é uma palavra que tem sido cada vez mais utilizada nos últimos anos, a preocupação com o meio ambiente e a constante pauta da poluição são as principais causas. Essa pauta também se tornou importante na área da construção civil. Mas afinal, o que ela significa? 

De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), sustentabilidade é o “desenvolvimento que atende às necessidades do presente sem comprometer a capacidade das gerações futuras de atenderem às suas próprias necessidades”. 

Ou seja, na prática, sustentabilidade na construção civil significa desenvolver projetos e construir edifícios com foco em processos e materiais que minimizem o impacto ambiental negativo, ao mesmo tempo em que maximizam o conforto e a segurança dos moradores. 

Pilares da sustentabilidade na construção civil

Você já sabe o que a sustentabilidade significa quando falamos em construção civil, mas ela vai muito além disso. 

Desse modo, quando falamos em uma construção sustentável, estamos sustentados por três pilares que guiam todas as ações a serem implementadas e devem fazer parte do acompanhamento da obra. São eles: 

  • Meio ambiente;
  • Economia;
  • Impacto social.

Pilar 1: meio ambiente

No que diz respeito ao meio ambiente, sustentabilidade na construção civil envolve a minimização do impacto ambiental de um projeto, seja durante a construção ou no seu funcionamento. 

Isto pode ser alcançado através da redução do consumo de energia e água, dos resíduos sólidos, da gestão adequada do lixo e do esgoto, entre outras medidas. 

Pilar 2: economia

Falando em economia, sustentabilidade significa maximizar os benefícios financeiros para todos os envolvidos em um projeto, desde o proprietário do terreno até os trabalhadores da construção. 

Isto pode ser feito através da redução dos custos de construção e operação, bem como aumentando a eficiência energética do edifício para diminuir as despesas com água e energia, por exemplo. 

Pilar 3: impacto social

A profissão de um engenheiro civil, por exemplo, não só é importante para o desenvolvimento do país mas também para a vida das pessoas, com a construção de escolas, empresas, moradias e afins.

Indo além, quando se fala no pilar de impacto social, as medidas sustentáveis referem-se ao bem-estar das pessoas que vão habitar ou trabalhar no edifício. Para isso, é importante considerar fatores como:

  • Acessibilidade;
  • Segurança;
  • Iluminação;
  • Ventilação adequada;
  • Entre outras.

Qual é a importância desses pilares?

Todos esses pilares são cruciais para a ESG na construção civil pois asseguram que o ciclo de vida dos materiais seja respeitado, dá a devida importância às comunidades locais e tornam a construção mais rentável no fim das contas, pois se tem economia direta na forma como recursos são aplicados.

Quais são as boas práticas de sustentabilidade na construção civil?

As boas práticas de sustentabilidade na construção civil não só são necessárias como trazem vantagens, tendo como incentivos fiscais uma das mais relevantes dentro do pilar econômico.

Com isso em mente, algumas das boas práticas que devem ser implementadas para tornar um empreendimento sustentável no longo prazo são:

Utilização de materiais sustentáveis

O mercado hoje disponibiliza muitos materiais sustentáveis, como por exemplo, os a madeira certificada, painéis de fibra de coco, entre outros.

Com mudanças pequenas de preferências de materiais sustentáveis já é possível reduzir significativamente o impacto ambiental negativo das construções.

Conheça o ERP 90Compor

 

Promover eficiência energética

As construções sustentáveis ​​devem priorizar a eficiência energética, para isso utilize recursos como painéis solares e iluminação natural para reduzir o consumo de energia.

Utilizar sistemas de reuso de água

Implementar sistemas de reuso de água nas construções pode ajudar a economizar este recurso vital. Exemplos incluem cisternas para captação da chuva e sistemas de irrigação que utilizam água reciclada.

Redução de desperdícios

A redução do desperdício durante o processo de construção pode economizar custos e recursos. Reutilizar materiais de construção existentes sempre que possível e investir em produtos para minimizar o descarte também podem ajudar nesta área.

Pensa bem, se você utiliza um sistema ERP para diminuir os custos da obra, por que não praticar a sustentabilidade para contribuir ainda mais com eles?

Promover isolamento térmico

A implementação de isolamento térmico nas construções sustentáveis ajuda muito na redução do consumo de energia, já que os edifícios ficam menos expostos às variações de temperatura.

Aqui, tem dois benefícios. Primeiro, o bem-estar dos habitantes do edifício. Segundo, a proteção de determinados materiais.

Como funciona o incentivo fiscal para obras sustentáveis?

Quem promove a sustentabilidade na construção civil pode ter isenções fiscais de 5% até 100%! Isso depende de detalhes do empreendimento e segue incentivos locais, um dos programas mais conhecidos é o IPTU verde.

Além disso, uma construção eco friendly ou ecologicamente correta, tem maior facilidade para conseguir determinados financiamentos.

Entretanto, vale dizer que cada município tem uma regra para conseguir essas isenções.

No geral, as ações incentivadas pelo programa IPTU verde são captação e reutilização de água, reciclagem de materiais da construção, uso de placas solares e energias sustentáveis e criação de espaço verde.

Gostou deste artigo e quer conhecer ainda mais sobre sustentabilidade na construção civil além de saber como a tecnologia pode contribuir com os seus projetos de engenharia?

Entre em contato com a 90TI clicando aqui e tenha o apoio de um especialista no assunto!

Quanto custa um ERP para a área da construção civil?

Quanto custa um ERP para a construção civil?

Quando falamos de administração de negócios, é indiscutível a necessidade do uso de tecnologia, especialmente softwares de gestão. A recomendação é que as empresas utilizem um sistema de gestão integrada, que chamamos de ERP – Enterprise Resource Planning, ou Planejamento de Recursos Empresariais. Trata-se de um software que reúne e integra informações de diversos setores de uma empresa, organizando-as e armazenando-as de maneira automática.

Se tratando de empresas de construção civil ou pesada, agilidade e precisão são necessidades vitais, o que torna ainda mais importante a utilização de um ERP para manter a competitividade e permanência no mercado.

Um ERP específico para Engenharia mescla eficiência com menor investimento, fornecendo maior integração das áreas e uma gestão mais completa de dados, além de análises de projetos, de forma que as construtoras não precisem contratar inúmeros sistemas que não conversam entre si.

Neste artigo falaremos mais sobre o ERP e todos os seus benefícios. Confira!

Por que o ERP é tão importante para a construção civil?

O ERP utilizado na construção civil serve para auxiliar na organização e gerenciamento da construtora em diferentes setores.

O ERP faz com que a construtora torne-se mais competitiva, uma vez que otimiza a tomada de decisões, através do cruzamento de dados para análise de cenários, identificação de problemas e direcionamento da gestão para as melhores soluções.

Com tantos benefícios, fica fácil entender a importância do ERP para o funcionamento mais eficaz de uma construtora. Vamos analisar alguns deles a seguir:

1. Reduz custos da obra

Um dos benefícios mais notáveis do ERP é a redução de custos. O sistema permite que o trabalho seja mais eficiente e focado na construção civil ao automatizar os processos e permitir que o planejamento seja mais preciso.

Assim, o gestor consegue obter mais informações sobre as atividades da obra, bem como as entradas e saídas, aplicação de insumos, avanço da obra, permitindo que esses recursos e execuções sejam otimizados e previsíveis.

Ao final, essa visão macro do projeto se traduz na redução de custos de materiais e mão de obra, uma vez que a quantidade de erros e de retrabalho diminuem.

Portanto, a redução de custos com a obra é uma necessidade importante para o especialista responsável pela condução do projeto.

Saiba mais sobre a redução de custos de obra com ERP nesse vídeo que fizemos pra você.

2. Centraliza e valida informações

O ERP tem como funcionalidade centralizar e cruzar dados importantes. As informações são lançadas em diferentes módulos totalmente integrados, facilitando o acesso e compartilhamento de dados. O gestor pode ter uma visão mais ampla da obra, fazendo com que a duplicidade de informações seja evitada.

3. Otimiza o tempo de obra

Já que todos os processos são automatizados e otimizados, o uso de um ERP diminui a perda de tempo de obra. O levantamento de estoque, por exemplo, torna-se mais simples e rápido, já que o sistema permite o acesso em tempo real a relatórios e gráficos. 

Além disso, o sistema elimina a necessidade de digitar informações várias vezes em planilhas diferentes.

4. Consegue estimar um prazo de entrega do projeto

Um outro benefício que se destaca do ERP é a possibilidade de criação de cronogramas bem estruturados, permitindo que o gestor acompanhe a evolução diariamente. Assim, os cronogramas podem estimar um prazo de entrega mais realista, correto, objetivo e certeiro.

5. Gera competitividade

Ao oferecer tantos benefícios, é natural que o ERP seja um diferencial para a empresa. Construtoras que investem em tecnologias para desenvolver seus projetos tendem a ser bem vistas e a ganharem mais relevância no mercado, e o ERP trilha um bom caminho para isso.  

O ERP também diminui os riscos de acidentes e imprevistos ao tentar preveni-los. Nesse processo, a construtora pode tomar medidas preventivas ou criar respostas rápidas, diminuindo impactos negativos e aumentando a sua competitividade no mercado.

A competitividade da empresa também fica em alta com o auxílio nas tomadas de decisões que o ERP fornece: elas podem ser feitas de forma mais assertiva, inteligência e ágil.

Afinal, quanto custa um ERP para a construção civil?

Após entender melhor sobre os seus benefícios, é natural surgir a dúvida sobre quanto custa implantar um ERP em sua empresa.

Existem hoje no mercado uma variedade de sistemas ERPs, com os mais diversos custos de investimento. Alguns sistemas são desenvolvidos especificamente para uma área, incluindo sistemas especializados para Engenharia.

Na área de Construção, é necessário levar em conta a quantidade e complexidade dos projetos, prazos de entrega, controles de insumos e mão de obra, além de outras características da empresa como quadro de colaboradores, parceiros, fornecedores, clientes, para que seja feita uma escolha adequada de um sistema de gestão.

O custo de investimento em um ERP varia de acordo com o tamanho da empresa e suas necessidades. Os principais fatores que influenciam no custo de um ERP são: a licença de uso e manutenção incluindo suporte e atualizações, a sua implementação contemplando cadastros e treinamento de colaboradores, necessidade de customizações de acordo com a aderência do sistema aos seus processos.

Atualmente, os softwares são geralmente ofertados em formato SaaS (do inglês Software as a Service), ou software como um serviço. As vantagens de se utilizar um software como serviço são muitas, podendo citar o acesso a tecnologias por um valor muito mais acessível do que antigamente, quando era necessário comprar a licença e instalar em uma infraestrutura própria dentro da empresa.

Hoje, com aplicativos SaaS, não é necessário adquirir, instalar, atualizar ou manter o software. O SaaS torna aplicativos corporativos como ERP e CRM acessíveis a organizações que não têm recursos para comprar, implantar e gerenciar a infraestrutura e software necessários. Você também economiza porque o serviço SaaS escala verticalmente e horizontalmente de acordo com o nível de uso, ou seja, você pode contratar mais acessos e mais módulos mediante demanda.

Os usuários podem acessar aplicativos e dados SaaS por meio de qualquer computador ou dispositivo móvel conectado à internet. Além disso, você não precisa de especialistas para gerenciar problemas de segurança inerentes à computação móvel. Com dados armazenados na nuvem, os usuários podem acessar suas informações por meio de qualquer computador ou dispositivo móvel conectado à internet. E, quando os dados do aplicativo estiverem armazenados na nuvem, nenhum dado será perdido se um computador ou dispositivo do usuário falhar.

O investimento para implantar um ERP é menor quando a oferta é no modelo SaaS.

Nesse modelo, geralmente é contratado o serviço de acordo com o número de usuários e módulos habilitados, e o pagamento ocorre mensalmente como uma assinatura. Os valores variam desde R$300 por usuário e por módulo podendo chegar a valores bem maiores quando se trata de uma solução mais completa.

Além do investimento no uso da licença, normalmente existe a necessidade de implantar o sistema, com cadastros e integrações bancárias, além do treinamento dos usuários. O custo de implantação geralmente é único e pode ser parcelado, e algumas linhas de crédito oferecem um financiamento para viabilizar o investimento para empresas que assim desejarem. Os valores de implantação variam muito de acordo com o tamanho da solução contratada, partindo desde R$20.000 podendo chegar até a R$200.000 em grandes projetos.

Antes de escolher um ERP, é de extrema importância verificar todos os recursos oferecidos, o que está incluído no pacote contratado e o quanto esse sistema está preparado para fazer a gestão de seu negócio. Isso evita surpresas ao longo da implantação, o famoso barato que sai caro.

O retorno do investimento em um sistema de ERP é rápido e facilmente mensurável, o que não diminui a necessidade de ser criterioso na análise e escolha da melhor opção para a sua empresa. Isso porque a dedicação para a implementação de um software integrado é grande e passa por todas os setores de sua empresa, sendo ideal que a empresa tome essa decisão planejando permanecer com o mesmo sistema por um médio a longo prazo.

Após analisar as demandas da empresa, é recomendado optar por um ERP que atenda a todas elas e ponderar o melhor custo x benefício.

90 Compor ERP: a melhor solução do mercado!

Atualmente existem alguns sistemas ERP que se propõem a atender o mercado de Engenharia. Porém, são poucas que realmente oferecem uma solução 100% integrada de forma nativa. O que isso significa? No intuito de atender um mercado tão abrangente como é o mercado de construção civil e pesada, algumas empresas fazem uma integração entre diversos sistemas, construindo o que chamamos de colcha de retalhos. São sistemas independentes que são apresentados para o cliente como se fosse uma coisa só que, na prática, não funcionam muito bem.

Isso gera insatisfação e muitas vezes diminui a eficácia de sistemas de gestão por parte dos usuários, que acabam por voltar a utilizar planilhas de Excel para fazer seus controles.

Ao escolher um sistema de gestão integrada, é essencial verificar se os módulos são integrados dentro da mesma aplicação, de forma a conversarem entre si sem a necessidade de nenhuma API (interface de programação de aplicações, um conjunto de definições e protocolos para criar e integrar softwares de aplicações).

Atualmente o melhor e mais completo software especializado para Engenharia é o 90 Compor ERP. Há mais de 3 décadas a 90 TI vem desenvolvendo esse sistema, oferecendo soluções seguras, completas e específicas para empresas de Engenharia, principalmente empresas de construção.

O 90 Compor ERP é uma ferramenta completa e especializada na otimização da gestão de construtoras, com módulos totalmente integrados, como suprimentos, financeiro e gestão de obras, entre outros. Confira os benefícios:

1. Otimiza o seu financeiro

Com o uso do 90Compor ERP você pode fazer a gestão financeira do seu negócio, controlando as contas a pagar e a receber, fluxo de caixa, conciliação bancária automática, tudo isso integrado aos módulos suprimentos, contábil e fiscal e incorporação.

2. Gestão de custos e receita 

Por meio de uma controladoria eficiente, você pode gerenciar seus custos e receitas, captando análises de resultados Através de uma controladoria eficiente, você pode gerenciar seus custos e receitas por local e centro de custo, captando análises de resultados que podem ser apresentados de acordo com as demandas atuais da sua corporação.

3. Faturamento integrado aos órgãos municipais e federais

Tenha o seu faturamento totalmente integrado à Receita Federal, além de várias prefeituras. Em outras palavras, quando precisar emitir notas fiscais, essa inserção é praticamente automática no banco de dados do governo, fazendo a integração simultânea.

4. Gestão de suprimentos

Se você busca um controle mais otimizado e eficiente na gestão de materiais de suas obras, o 90 Compor ERP certamente atenderá suas demandas. A inteligência do sistema permite diversas conferências durante o processo de compras, evitando erros de compras e controle de estoque e avaliação de fornecedores. Além disso é possível controlar os contratos com seus fornecedores, sabendo exatamente o que já foi entregue e o saldo do contrato.

5. Gestão de obras

O módulo de Gestão de Obras entrega exatamente o que seu nome diz: a gestão completa de suas obras. Por meio dele é possível cadastrar os contratos das obras e acompanhar seu avanço através das rotinas de produção e medição, além da parte diária de mão e obras e equipamentos.

Um grande diferencial desse módulo é o controle de contratos com subempreiteiros, que são serviços terceirizados que impactam no saldo das obras. Com essa rotina, você têm toda a gestão da prestação desses serviços de forma prática e segura. Os relatórios permitem que você tenha informações sobre o previsto versus realizado, tanto em termos de custos como prazo.

Essas são apenas algumas das inúmeras vantagens de optar pelo 90 Compor ERP!

Agora que você já sabe um pouco mais sobre os benefícios de se utilizar um ERP, entre em contato com a gente e fale com um de nossos consultores. Não espere mais tempo para levar sua empresa para outro patamar, otimizando a sua gestão com o melhor ERP para engenharia do mercado!

Passou da hora de você usar um sistema de gestão integrada para obras!

sistema gestão integrada

Primeiro de tudo, o sistema de gestão integrada, também conhecido como ERP ou Enterprise Resource Planning, tem se revelado uma tecnologia indispensável para o sucesso da gestão em diversos segmentos. Por sua função de centralizar informações e automatizar processos, principalmente as áreas especializadas, como a de engenharia, se beneficiam dessa ferramenta.

O recurso, atualmente é encontrado On Premise. Ou seja, ele é utilizado em servidor local ou On Cloud, na nuvem, opção que facilita a comunicação e fluidez entre diferentes departamentos da empresa. Por exemplo, setores interdependentes, como compras, financeiro e estoque, visualizam em tempo real a atualização das atividades de cada um.

No entanto, esse tipo de sincronia evita ultrapassar o orçamento, a falta de materiais em estoque, a venda do que não está disponível, dentre outros descompassos, que prejudicam desde a rentabilidade da obra até a relação com o cliente.

Hoje, nossa missão aqui é trazer mais informações sobre o sistema de gestão integrada como aliado da eficiência na gestão de obras. Dessa forma, ao final, você encontrará um material completo sobre o assunto e uma alternativa especializada de ERP para construção civil. Prossiga!

O que queremos dizer com sistema de gestão integrada?

Antes de tudo, o ERP surgiu em 1990, como uma evolução dos softwares de planejamento de materiais (MRPs). Gartner incluiu nessa ferramenta, além da manufatura, outras áreas de uma empresa, como recursos humanos e finanças.

Sendo assim, o sistema de gestão integrada é estruturado na forma de módulos, dispondo de ferramentas integradas que geram dados unificados para cada um dos setores da organização. Ainda em termos de estrutura, ele se divide em três camadas:

  • Código: diz respeito à linguagem a partir da qual o software é construído;
  • Banco de dados: local de armazenamento dos dados inseridos no ERP;
  • Interface: é a camada superficial do programa, acessível para visualização e interação.

Do que você precisa para ter controle sobre o seu projeto?

Em suma, da sua criação aos dias de hoje, o ERP surge como uma solução que visa oferecer maior controle aos processos de gestão, mitigando alguns dos principais gargalos que prejudicam os negócios, tais como:

  • informações segmentadas e fragmentadas;
  • lentidão e falta de estrutura em processos;
  • incapacidade de cumprir o planejamento;
  • monitoramento ineficiente das atividades;
  • erros e retrabalhos recorrentes;
  • grande gasto de tempo com operações administrativas manuais;
  • desperdício de recursos materiais, financeiros e humanos;
  • falta ou falha na comunicação entre setores.

Se você viu a situação da sua construtora nestes itens, saiba que é o momento de buscar um sistema de gestão integrada que atenda às particularidades do seu empreendimento. Muitos desses problemas extrapolam um único fator de prejuízo, gerando um efeito dominó de falhas nos processos da empresa.

Isso não quer dizer, necessariamente, que o gestor da obra não seja competente, que os colaboradores sejam o problema ou coisas do tipo. Fato é que chegamos a um momento de complexidade das atividades na construção civil, que não permite mais contar apenas com as habilidades humanas.

Automatizar, centralizar e virtualizar processos e informações se tornou condição para manter a competitividade no mercado de engenharia.

Soluções para uma gestão integrada e eficiente na construção civil

Um ponto que já sugerimos é sobre a especialidade do ERP. É possível encontrar no mercado uma série de sistemas de gestão integrada genéricos, construídos de acordo com os princípios de administração dos negócios em geral.

Contudo, os serviços de engenharia lidam com particularidades únicas. Dessa maneira, a adoção de um sistema genérico pode acabar solucionando apenas parte das necessidades de gestão de obras, deixando rebarbas de problemas que continuarão a minar o potencial de sucesso dos serviços.

A lida, por exemplo, com o desempenho, produtividade e manutenção de equipamentos, dentre outras questões afins, é algo inexistente em outros tipos de prestação de serviço, mas fundamental para a construção civil.

Por esse motivo, um ERP especializado será um auxílio valioso desde aos processos de planejamento, até à entrega ou venda da construção, passando por todas as atividades internas e em campo que uma obra envolve.

Dessa forma, a 90 TI, empresa movida por uma equipe de engenheiros apaixonados pela área, desenhou um sistema de gestão integrada completo, dinâmico e na medida do nicho de construções. Criamos um material robusto para que você saiba mais detalhes sobre os ERPs e a nossa solução.

O 90 Compor ERP funciona na nuvem, alternativa mais flexível, que proporciona a possibilidade de acessar informações e realizar ações de qualquer lugar. O nosso sistema de gestão integrada ainda conta com versão mobile e módulos de: finanças, controladoria, faturamento, suprimentos, BI, incorporação, fiscal e contábil, além de um core business de gestão de obras.

Portanto, baixe agora o nosso E-book para conhecer a solução que o seu empreendimento de engenharia precisa para alcançar um controle eficaz na gestão de obras.

sistema gestão integrada

Como fazer um checklist para acompanhamento de obra?

acompanhamento de obra

O acompanhamento de obra é fundamental para entregar um bom produto final e obter benefícios reais para a construtora.

Com isso, é possível cumprir o cronograma previsto, o orçamento e tudo o que foi planejado a partir de um monitoramento contínuo e exato. Mas, como fazer um acompanhamento de obras eficiente?

Além de atender a todas as normas e pormenores exigidos pela região e tipo de construção, o checklist de obra é uma das ferramentas que pode ajudar nesse processo.

Neste artigo você vai conferir dicas preciosas sobre o assunto. Prossiga!

Qual a importância do acompanhamento de obra?

O acompanhamento de obra tem a função de monitorar todos os processos envolvidos na construção. Ele acompanha, ajusta e avalia cada etapa do projeto, do planejamento inicial até a entrega do produto final e respectivos fechamentos na construtora.

Diante disso, ele permite identificar qualquer erro com antecedência, evitando ou mitigando situações de desperdício, retrabalho e contribuindo para um gerenciamento de riscos efetivo.

O devido acompanhamento da obra amplia a capacidade dos especialistas em projetar cenários, de modo a melhorar a gestão dos recursos e custos, assim como tomar decisões mais rápidas e assertivas.

Sendo assim, ele contribui para o sucesso do projeto a partir da promoção da produtividade e controle dos processos.

Quando um acompanhamento de obra é eficiente?

Um acompanhamento de obras eficiente sempre precedido de um bom planejamento. Para avaliar se o monitoramento está ocorrendo da melhor forma possível, certifique-se de que:

  • Há um responsável técnico habilitado para a atividade;
  • Foi definida a frequência com que o monitoramento será realizado;
  • As impressões sobre a obra são devidamente documentadas;
  • Há a confecção de relatórios periódicos sobre o acompanhamento da obra;
  • O planejamento de gastos está sendo devidamente cumprido;
  • Não há desperdício de recursos e materiais;
  • Todos os prazos acordados estão em dia;
  • Não faltou nem sobrou material durante a obra;
  • Há um sistema de comunicação eficiente entre os setores envolvidos na construção;
  • Faz uso de tecnologias digitais para maior precisão e agilidade no acompanhamento da obra. 

Como fazer um Checklist para apoiar a gestão no acompanhamento de obras?

O acompanhamento de obras envolve uma série de detalhes. Por uma questão de limitação humana, é difícil até mesmo para os profissionais mais excepcionais ter sucesso nessa tarefa sem ferramentas de apoio, principalmente se houver acúmulo de responsabilidades.

O checklist de obra é uma das ferramentas mais básicas para auxiliar no processo de gerenciamento da construção. Mas, para realmente ser um recurso de apoio, ele precisa atender a todas as necessidades de monitoramento do projeto.

Confira a seguir algumas dicas para elaborar um checklist de construção civil completo e funcional. 

#1 Certificar-se sobre o cumprimento de ações anteriores ao acompanhamento de obra

Antes de fazer o checklist da obra, é preciso se certificar de que tudo o que precisava ser definido antes de sua realização esteja pronto e adequado para elaboração da ferramenta auxiliar.

Isso é indispensável, pois certos documentos iniciais serão a base para a criação do checklist. As informações que você precisará juntar ou providenciar para elaborar o checklist são:

  • Projeto da obra, incluindo documentos como planejamento, cronograma, orçamento e programação de compra de materiais;
  • Relação de recursos humanos disponíveis, com identificação de qualificação, atribuições e habilitações;
  • Levantamento ou definição dos índices de desempenho e produtividade de interesse da construtora;
  • Identificação ou definição das metodologias e processos que guiarão a execução da obra nos setores envolvidos;
  • Levantamento de recursos materiais, equipamentos e tecnologias de apoio disponíveis ou necessárias para realização do empreendimento.
  • Identificação de aspectos gerais da obra sobre o terreno; para auxiliar na relação com a comunidade e estabelecer os diferenciais do produto.

#2 Processos logísticos do canteiro de obras

Ter uma organização bem definida dos processos logísticos é essencial para executar a obra conforme o planejado, culminando no produto que foi prometido. Diante disso, o planejamento logístico deverá incluir:

  • Política de acessos e circulação, envolvendo restrições e medidas de segurança conforme as particularidades dos trechos do terreno e construção;
  • Planejamento de canteiros provisórios, locais de armazenamento de materiais, descanso e atividades administrativas;
  • Processos e fluxos de recebimento, armazenamento e distribuição de materiais, assim como de alocação de equipamentos e ferramentas.

#3 Plano de ação de segurança no trabalho

As medidas de segurança no trabalho vão permear todos os processos envolvidos na construção.

Esse ponto deverá contar com uma pessoa específica, qualificada e habilitada para assegurar o cumprimento de todas as ações de prevenção e resolução de riscos e acidentes no trabalho. O checklist da construção civil deve prever para esse aspecto:

  • Planejamento de segurança, compreendendo a adoção de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC), conforme as particularidades da obra;
  • Programas de treinamento e capacitação de colaboradores para comportamentos responsáveis, que previnam a ocorrência de acidentes e adoecimento no trabalho;
  • Elaboração de documentos embasados no Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA); Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO); Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho (PCMAT); Programa de Ergonomia (PERGO);
  • Assegurar-se de que todos os colaboradores tenham adequado Atestado de Saúde Ocupacional (ASO).

#4 Planejamento e controle da construção

Os aspectos de planejamento e controle na construção civil envolvem os planejamentos e documentos prévios para o acompanhamento da obra.

Os principais pontos desse aspectos são: tempo, orçamento e processos. Portanto, o checklist de obra deverá considerar:

  • Estrutura Analítica do Projeto (EAP), com a definição de cada etapa da construção e das entregas;
  • Sequência de execução operacional das frentes de trabalho;
  • Cronograma da obra, considerando o estudo de durações e recursos, restrições e pré-requisitos para a realização dos serviços, fluxo de suprimentos e o planejamento geral da construção;
  • Histogramas e caminho crítico;
  • Definição dos processos de acompanhamento e controle de execução da obra;
  • Orçamento, considerando curvas de custo, indicadores e previsão de relatórios gerenciais.

#5 Atribuição de funções e responsabilidades

Esse ponto do checklist da construção é relativamente simples, mas de importância primordial para realizar um bom acompanhamento da obra.

Nele, devem constar todos os colaboradores com suas respectivas atribuições, isto é, tarefas e ações que deverão executar.

Deve-se também determinar a atribuição de responsabilidades, de modo a saber exatamente quem procurar ou responsabilizar por qualquer evento. Para este tópico, vale a pena utilizar a metodologia dos 5W:

  • What: o que será feito;
  • Who: por quem;
  • Where: onde;
  • When: quando;
  • Why; por quê.

#6 Plano de Sustentabilidade e qualidade

Diante das exigências do mercado atual, como o ESG, governança e compliance, pensar nos aspectos de sustentabilidade e excelência nos processos da construção civil se tornou um diferencial competitivo. Alguns pontos que podem ser levantados para o checklist aqui são:

  • Diferenciais de sustentabilidade e contrapartidas ambientais;
  • Plano para manutenção ou conquista de certificações, selos e outros reconhecimentos semelhantes;
  • Programa de redução de resíduos, reciclagem e prevenção a danos ambientais;
  • Controle de documentos, cumprimentos legais e normativos;
  • Controle de qualidade de materiais, equipamentos e processos, tanto da construtora quanto dos fornecedores;
  • Investimento em pessoal qualificado e programas de capacitação orientados para a qualidade.

Como a tecnologia pode ajudar no acompanhamento de obras

São muitos os pontos a serem avaliados no acompanhamento de obras, concorda? Para cumprir essa missão, mesmo com um checklist, será necessário investir em muita mão de obra e tempo.

Para lidar com esse desafio, a tecnologia chega como uma solução para fazer um acompanhamento de obra excelente, mas com uma gestão de custos inteligente.

Ela pode ser usada de diversas formas. Um bom exemplo é o uso de drones para capturar imagens de todo o canteiro e transmiti-las para outro dispositivo, sem a necessidade de locomoção de pessoal para inspeção.

Contudo, medidas como essa são mais eficientes com o aparato de um software de gestão. Esse recurso oferece maior controle de todos os processos da obra de maneira integrada, facilitando o monitoramento e a comunicação entre os setores envolvidos na construção.

Quer saber mais sobre como a tecnologia pode ajudar no acompanhamento de obras e outras atividades da sua construtora? Então baixe o nosso e-book Como a transformação digital pode beneficiar sua construtora?

Orientações para elaboração de planilhas orçamentárias de obras públicas sem erros!

Mesmo os profissionais mais experientes podem precisar recorrer a orientações para elaboração de planilhas orçamentárias de obras públicas. A complexidade do instrumento se reflete nos mais de 50 erros frequentes listados no Manual do TCU, lançado em 2014.

A planilha, em si, é simples. Mas, justamente por essa percepção, ela pode se tornar uma armadilha, capaz de prejudicar todas as etapas envolvidas na prestação do serviço de construção civil licitado.

Cientes da importância que a eficiência desse instrumento tem para o sucesso das obras públicas, criamos um material para facilitar e reduzir os riscos de erro na sua construção. Continue a leitura e confira como ele vai te ajudar!

Por que a planilha orçamentária de obras públicas não deve ser subestimada?

A planilha orçamentária está atrelada a outros instrumentos e procedimentos centrais para as licitações de obras públicas. Portanto, sua elaboração é interdependente do conhecimento e efetividade dos demais elementos.

Além disso, a legislação tem passado por várias mudanças, exigindo constante atualização. O presente momento soma a peculiaridade da convivência entre a nova lei de licitação e dispositivos anteriores, parcialmente vigentes até 2023.

Ademais, o setor de construção civil responde às normativas das instâncias federal, estadual e municipal. Diante dessa complexidade, o auxílio de orientações para elaboração de planilhas orçamentárias de obras públicas centralizadas, adequadas e atualizadas, previne complicações administrativas e jurídicas decorrentes de erros nesta atividade.

6 erros que o apoio de orientações para elaboração de planilhas orçamentárias de obras públicas podem evitar

A falta de precisão e suficiência dos dados orçamentários lançados na planilha para obras públicas é o que a maioria dos erros recorrentes neste documento têm em comum.

Falhas dessa natureza são passíveis de penalidades em variados níveis, uma vez que prejudicam a aplicação correta do dinheiro público, dentre outros prejuízos. Veja alguns exemplos desses equívocos a seguir. 

1. Quantificação inadequada de materiais e serviços na licitação

Ocorre quando a projeção de quantidades de materiais e serviços é omitida ou inconsistente em relação às previsões reais do projeto básico ou executivo.

2. Superestimativa de serviços sem justificativa

A ideia de que ‘é melhor sobrar do que faltar’ não cabe na elaboração dos instrumentos públicos. Não se admite que as planilhas orçamentárias superestimem o quantitativo de serviços sem justificativa plausível.

3. Falta de critério na estrutura da planilha orçamentária

Além de dados precisos e projeções factíveis, a planilha orçamentária deve ser estruturada por algum critério, como a ordem de execução dos serviços. Isto é fundamental para que ela seja capaz de apoiar a gestão e fiscalização de todas as etapas da construção.

4. Pesquisa inadequada de preços

Dentre as orientações para elaboração de planilhas orçamentárias de obras públicas, o modo de contratação, de pagamento e da formação de preços são assuntos frequentes. Por mais que o orçamento seja uma previsão, é importante que suas projeções tenham base na realidade e atendam aos requisitos legais.

5. Tratar a administração local como vários serviços na planilha

Não incluir a administração local no orçamento é um erro. Todavia, incluí-la seguindo a mesma lógica dos demais serviços também é. O setor administrativo deve ser orçado por composição de custo unitária específica.

6. Consumar aditivos sem planilhas demonstrativas

Atualizações e mudanças relacionadas ao que foi definido por contrato, projetos, planilha orçamentária e demais documentos relacionados às obras públicas precisam ser justificadas e detalhadas em instrumentos adicionais. Afinal, documentos rasurados e acordos verbais têm frágil validade legal.

Como as orientações para elaboração orçamentária de obras públicas podem ajudar?

O que você achou desses erros? Assim como as outras dezenas de falhas listadas, muitos deles poderiam ser evitados. Processos bem definidos e fundamentados nas orientações para elaboração de planilhas orçamentárias de obras públicas contribuem para a elaboração de um documento adequado e correto.

Mas, então, o que acontece para que tantos profissionais não se apoiem em recursos capazes de ajudá-los? Uma das dificuldades consiste na segmentação, diversidade e volume de dispositivos legais, reguladores e orientadores.

Fora isso, muitos materiais governamentais de apoio, que organizam tópicos importantes de interesse da construção civil no setor público, contam com lenta atualização. Ainda, há quem nem saiba como procurar ou encontrar tais materiais.

Essa complicação acaba submetendo o exercício de serviços de engenharia no poder público à pior face da burocracia, dificultando o trabalho de servidores e agentes privados envolvidos.

O Kit de materiais que vamos disponibilizar aqui foi criado para ajudar a superar estes problemas. Ele reúne e facilita a consulta às orientações para elaboração de planilhas orçamentárias de obras públicas, com base em materiais oficiais e atualizados.

Acesse o nosso kit de orientações para elaboração de planilhas orçamentárias de obras públicas!

Analisando os erros frequentes nos orçamentos das construções públicas, percebemos um problema paralelo ao descumprimento das normas:

  • a necessidade do suporte de tecnologias, para maior agilidade e precisão nas atividades de elaboração;
  • a dificuldade de gerir os documentos e processos relacionados à orçamentação de obras públicas. 

Diante disso, desenvolvemos dois materiais complementares e práticos. Neles, você encontra informações legais, metodológicas e tecnológicas atualizadas que vão te ajudar a alcançar mais qualidade e agilidade na produção das planilhas orçamentárias.

Acesse o KIT: Guia tech-legislativo + Infográfico: Orientações para elaboração de planilhas orçamentárias de obras públicas.

Projeto básico: o que todos os envolvidos e interessados em obras públicas devem saber

O resultado dos serviços de construção civil no setor público é a materialização de infraestruturas e edificações de interesse público. O primeiro passo para o sucesso desses empreendimentos é elaborar um projeto básico completo e qualificado.

Conhecido também como termo de referência, o projeto básico compõe, no geral, o processo de licitação e interessa a servidores públicos envolvidos com as atividades de engenharia, assim como empresas interessadas na concorrência de licitações.

Esse documento, que é fundamental para a qualidade das obras públicas, envolve uma série de normas e legislações, que orientam e regulam o seu formato. Ele será uma referência fundamental para outras etapas das construções públicas, portanto, exige atenção especial.

Neste artigo vamos abordar algumas definições importantes sobre o projeto básico e boas práticas na sua elaboração, a fim de evitar equívocos e mitigar riscos nos processos relacionados às obras públicas. Continue para se aprofundar no assunto!

O que deve constar no termo de referência ou projeto básico?

O projeto básico, como o nome sugere, é um dos instrumentos mais essenciais para nortear toda a atividade de construção civil no setor público. Portanto, nele deve constar tudo que o será feito, desde antes da execução ao resultado da obra.

Por sua função orientadora, o termo de referência da licitação deverá conter elementos técnicos capazes de fundamentar o orçamento, identificar e justificar os tipos de serviço envolvidos na contratação, além de definir os termos e prazos da execução, fiscalização do contrato e entrega do produto.

Itens do projeto básico segundo a nova Lei de licitações

Conforme a Lei 8.666/93, o projeto básico deve ser elaborado com “base nas indicações dos estudos técnicos preliminares, que assegurem viabilidade técnica e o adequado tratamento do impacto ambiental do empreendimento”. 

Já a lei 14133/2021, determina que o projeto básico deve conter, necessariamente:

  • os levantamentos topográficos, cadastrais, sondagens, ensaios geotécnicos e demais dados afins conforme a demanda o projeto;
  • soluções técnicas detalhadas, globais e localizadas, suficientes para prevenir a necessidade de reformulações;
  • identificação dos tipos de serviços, materiais, equipamentos, dentre outros recursos necessários para execução da obra;
  • dados que possibilitem o estudo e a determinação de métodos construtivos, instalações provisórias e condições organizacionais pertinentes à construção;
  • subsídios para elaboração do plano de licitação e de gestão da obra;
  • orçamento minucioso, compreendendo o custo global da obra.

Requisitos de qualidade na elaboração do termo de referência da licitação 

Soma-se a estes requisitos a exigência de que o documento seja elaborado e assinado por profissionais habilitados legalmente ou responsáveis técnicos, com registro validado pela Anotação de Responsabilidade Técnica de Projetos, do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, sob risco de repercussões jurídicas.

Ainda de acordo com legislação específica, os projetos executivos de obras e serviços devem ter atender à critérios satisfatórios de:

  • segurança, sustentabilidade, funcionalidade e economia;
  • resposta adequada ao interesse público que motiva o empreendimento;
  • facilidade de execução, conservação e operação com manutenção de durabilidade e qualidade;
  • respeito às normas técnicas de saúde e segurança no trabalho;
  • priorizar emprego de recursos humanos, materiais e tecnológicos regionais;
  • respeito às normas e busca por soluções que reduzam o impacto ambiental.

Transformação_Digital_Construtoras

Check-list para elaboração do projeto básico de obras públicas

Considerando o que observamos anteriormente, todo projeto básico deve conter os seguintes itens no check-list: 

  • Necessidade;
  • Definição do objeto;
  • Justificativa;
  • Especificação do objeto;
  • Responsabilidade das partes;
  • Estimativa de custos (pesquisa de mercado);
  • Cronograma físico‐financeiro;
  • Condições de recebimento;
  • Critérios de escolha da proposta;
  • Definição da empreitada;
  • Prazo de execução;
  • Procedimentos de gerenciamento e fiscalização

Os riscos de um projeto básico ou termo de referência de licitação incompleto

Um projeto básico mal elaborado ou inconsistente implica em vários problemas, a começar pelo aumento dos riscos na execução da obra, que pode afetar todo o escopo do planejamento.

Outros impactos no processo embasado em um termo de referência insuficiente envolvem menor produtividade, baixa qualidade do resultado, incompatibilidade da obra final com o projeto, afora as respectivas punições decorrentes disso, que afetam todos aqueles cuja responsabilidade foi apurada.

A legislação prevê, também, a nulidade do ato administrativo, do contrato ou responsabilidade do gestor. Isso ocorre quando são previamente identificadas informações incompletas, vagas, deficientes; ausência de controle de qualidade, dentre outras incoerências.

Nesse contexto, a licitação do termo é qualificada como vício insanável, passível de colocar sob grave ameaça o sucesso da contratação, os interesses da Administração Pública e a tutela sobre o gasto público, além do desperdício de recursos humanos e materiais. 

Por que o projeto básico é um documento tão importante?

O projeto básico é essencial na execução de qualquer obra pública, uma vez que ele vai guiar todo o trabalho da empresa contratada. Igualmente, ele é o principal documento que fundamentará a elaboração de outros instrumentos obrigatórios para acompanhamento, atualização e fiscalização dos serviços.

De acordo com a modalidade da licitação, as informações definidas no termo de referência vão conduzir todo o processo de contratação, que envolve a pesquisa de preços, a convocação de empresas, o tipo de contrato que será firmado entre a empresa e o órgão público e tudo o que busca assegurar o desempenho satisfatório da prestação de serviços em questão.

Boas práticas na elaboração do projeto básico

Da concepção à consolidação do projeto básico ou termo de referência da obra pública, são boas práticas primordiais a objetividade, precisão e clareza em todos os itens que o compõem.

Nesse processo, paralelamente ao alinhamento com a legislação, deve-se consultar documentos oficiais que indicam os melhores caminhos para elaboração do termo de referência de acordo com aspectos gerais e específicos de cada obra pública e órgão contratante.

O TCU é um dos principais órgãos públicos para consulta de materiais instrutivos relacionados aos serviços de engenharia no setor. Pode-se encontrar conteúdos relevantes principalmente na seção de publicações institucionais e na consulta à jurisprudência.

Estudos acadêmicos e técnicos somam voz aos entes públicos na indicação, principalmente, do uso:

  • de metodologias de gestão atualizadas, que auxiliem na organização e eficiência do gerenciamento da obra;
  • de ferramentas tecnológicas que simplifiquem, automatizem e imprimam maior precisão aos processos, principalmente orçamentários e fiscais.

Nunca é demais lembrar que cada decisão deve ser tomada visando a excelência da prestação de serviços aos cidadãos, reais contratantes de qualquer serviço público.

Considerações para empresas interessadas em concorrer às licitações de obras públicas

No geral, o termo de referência é elaborado pelo próprio setor público, responsável pela licitação. Todavia, eventualmente a construção do documento é feita por meio de abertura de edital para empresas.

É importante que os interessados nos processos licitatórios de serviços da construção civil saibam, em primeiro lugar, que caso uma empresa seja contratada para elaboração do projeto básico, ela não poderá concorrer à licitação em questão.

Ademais, deve-se ter ciência de que as licitações devem respeitar a critérios regidos por lei e a partir de princípios constitucionais, como: legalidade, impessoalidade, isonomia, probidade administrativa, moralidade, publicidade, celeridade, julgamento objetivo e vinculação ao Instrumento Convocatório.

Dessa maneira, pode-se exigir que cada edital atenda às respectivas exigências legais que visam tornar o processo de concorrência democrático, dentre os quais a disponibilização de um projeto básico contundente, que ampare as providências dos interessados para inscrição.

Como o que trouxemos neste artigo, percebemos que um projeto básico de qualidade é impactante desde para promoção de um processo licitatório democrático até para a excelência do resultado da obra pública contratada.

Atualmente, nos encontramos em um processo transitório entre legislações, que articula leis mais antigas e recentes. Dentre os instrumentos regulatórios do termo de referência e outros itens de uma licitação, está a Lei 8.666.

Ela tem particular impacto no processo de orçamentação. Ciente da necessidade de acessar, também, outras normas, como a mencionada lei 14133/2021, convidamos você a continuar a leitura com o nosso artigo: Como a Lei 8.666 impacta no trabalho do orçamentista?

 

24 pontos de atenção para a fiscalização de obras públicas

A fiscalização de obras públicas é uma atividade complexa e de extrema relevância. Ela evita problemas como atrasos, paralisações por falta de licenças, penalidades pelos órgãos de controle e qualquer outro tipo de irregularidade que caracterize o mau uso do dinheiro público.

Em cada momento do processo de fiscalização, tudo precisa estar nos conformes, para que o andamento da obra siga de acordo com o planejado e dentro dos recursos destinados. Considerando essas ressalvas, neste artigo vamos abordar alguns pontos estratégicos essenciais para um bom controle e fiscalização de obras públicas. Acompanhe!

Sobre a importância da fiscalização de obras e do profissional que a executa

No setor privado, a realização de uma grande reforma ou obra nova é uma tarefa que exige muito controle e monitoramento. No setor público, por sua vez, a importância disso se potencializa, pois são aplicados recursos arrecadados da população por meio de tributos. 

Isto é apenas um dos fatores, claro. A fiscalização de obras públicas é também importante pois todas as ações devem seguir o que está estipulado no projeto e o que foi aprovado por meio da licitação. Cronograma, aplicação de recursos, compra de materiais e todas as demais especificações detalhadas no projeto devem ser acompanhadas e analisadas. 

Lembrando que o que se espera de uma obra pública é que os recursos sejam usados de forma econômica, eficiente e sustentável, o que reforça ainda mais a importância da fiscalização e do papel do profissional que realiza essa tarefa: o fiscal de obra.

Esse profissional é o responsável pela fiscalização adequada de todos os requisitos, normas e procedimentos legais, para verificar se estão sendo cumpridos.

Por falar em normas e práticas, essas são as que devem ser atendidas e para as quais a atenção da fiscalização de obras públicas deve se voltar:

  • leis, decretos, códigos, portarias e normas municipais, estaduais e federais. Isso inclui normas de concessionárias de serviços públicos;
  • resoluções e orientações dos órgãos do sistema CREA/Confea;
  • normas técnicas da ABNT e do Inmetro.

O fiscal é aquela pessoa que está periodicamente presente no canteiro de obras. Ele verifica cada etapa do projeto, faz os registros necessários, efetua medições e tem como um de seus principais objetivos evitar que o cronograma atrase.

Além disso, verifica as medidas de segurança necessárias, considerando que o canteiro de obras é vulnerável a diversos tipos de acidentes; assim como a necessidade de ações que diminuam os impactos ambientais e medidas que auxiliem a prevenir falhas que poderiam atrapalhar o andamento ou a conclusão da obra.

Dessa forma, o trabalho da fiscalização de obras públicas é essencial para uma gestão eficiente da construção civil nesse setor.

Irregularidades que a fiscalização de obras públicas não pode deixar passar

Ressaltamos a importância da fiscalização de obras públicas para que o seu resultado atenda à população de maneira eficiente. Mas, de fato, não se restringe à atividade do fiscal durante a execução da construção os eventos de fiscalização relevantes para essa atividade.

Abaixo listamos algumas irregularidades em diferentes momentos que envolvem as atividades da construção civil no setor público, com base em um apanhado em documentos de diversos órgãos de controle, como TCU, CGU, Controladorias estaduais e municipais e Tribunais de Contas.

Essas irregularidades foram constatadas em auditorias de obras públicas e servem para alertar gestores de licitação e gestores de projetos e obras em relação à importância e aos pontos de atenção na fiscalização de obras públicas. 

No procedimento licitatório

Algumas das constatações de irregularidades nos processos de licitação são:

  1. Projeto básico incompleto ou inadequado, sem elementos suficientes para caracterizar a obra, elaborado posteriormente ao processo licitatório ou não aprovado por autoridade competente;
  2. Tipo ou modalidade de licitação inadequados;
  3. Dispensa de licitação com justificativa discordante ou sem justificativa;
  4. Falta da publicidade necessária nas etapas da licitação;
  5. Manipulação de preços, de forma que os serviços iniciais se mostrem caros e os finais muito baratos, podendo gerar desinteresse do contratado nas etapas finais do projeto, por causa dos baixos valores dos serviços remanescentes.

Na gestão do contrato

Dentre as irregularidades mais comuns em relação à gestão do contrato estão:

  1. Discordância entre a constante do edital do processo de licitação e a descrição do objeto;
  2. Discrepância entre os projetos executivo e básico;
  3. falta de aditivos que contemplem eventuais alterações no cronograma físico-financeiro ou no projeto;
  4. Falta de justificativa sobre supressão ou acréscimo de serviços;
  5. Adição de serviços contratados por preços unitários diferentes do orçamento apresentado no processo licitatório;
  6. Contrato encerrado com o objeto não concluído.

Na execução do orçamento

Como exemplos de irregularidades na execução do orçamento, temos:

  1. Obra não inclusa no Plano Plurianual ou em lei que autorize que seja incluída (em casos de execução superior a um exercício financeiro);
  2. Falta de previsão de recursos do orçamento que garantam o pagamento das etapas que devem ser executadas no exercício financeiro corrente.

Referentes à medições e pagamentos

Em relação às medições e pagamento, algumas irregularidades são:

  1. Pagamento de serviços que não foram executados;
  2. Pagamento de serviços feitos, mas não aprovados pela fiscalização;
  3. Pagamentos a serviços de supervisão, apesar de a obra estar parada;
  4. Falta de conferência e comprovação dos serviços feitos;
  5. Medições e pagamentos feitos a partir de critérios diferentes do estipulado no edital e contrato;
  6. Superfaturamento.

No momento de receber a obra

  1. Obra entregue com falhas visíveis de execução;
  2. Condições descritas no edital do processo de licitação ou no contrato não cumpridas;
  3. Prazos previstos no contrato e nos termos aditivos (de entrega, conclusão e recebimento definitivo) não cumpridos;
  4. Falta de recebimento provisório pelo fiscal da obra, de acordo com o termo circunstanciado assinado pelos envolvidos;
  5. Falta de vistorias para a emissão do habite-se feitas pelos órgãos públicos competentes.

Soluções tecnológicas que auxiliam na fiscalização de obras públicas

Soluções tecnológicas têm oferecido um suporte valioso à fiscalização de obras públicas, assim como outros momentos que envolvem essa empreitada. Há softwares que facilitam todos os processos, desde a análise de viabilidade dos projetos até o final de sua execução. 

Algumas soluções, por sua vez, são obrigatórias. Exemplo disso é o BIM, também conhecido por Modelagem de Informação da Construção. O decreto federal nº 10.306 estabelece o uso dessa tecnologia nos serviços de engenharia prestados ao setor público. 

Utilizando essa ferramenta, é possível:

  • compreender melhor as fases do projeto;
  • melhorar a comunicação entre as equipes envolvidas;
  • reduzir retrabalhos e desperdícios;
  • controlar melhor o orçamento;
  • estruturar melhor o cronograma de obras;
  • fazer o acompanhamento geral da construção. 

Outra novidade — e também obrigatoriedade — vem por meio do decreto federal 10.899, de dezembro de 2021, que adiciona novas funcionalidades à fiscalização de obras públicas. Esse decreto permite que o acompanhamento das obras possa ser feito por meio de vídeos e fotos dos empreendimentos. 

Esse novo tipo de fiscalização contempla as normas da Nova Lei de Licitações, que já está sendo adotada em partes, mas que entra definitivamente em vigor em 2023. Além dessas tecnologias obrigatórias, precisamos lembrá-lo/a sobre a importância da segurança digital, sobretudo quando se trata de obras públicas.

Há que se ter um programa completo de segurança, com recursos e ferramentas necessários para prevenção de ataques, proteção de dados, backup e recuperação de sistemas. 

Transformação_Digital_Construtoras

Para concluir, é importante ressaltar que os pontos de atenção para a fiscalização de obras públicas não interessam apenas aos fiscais em si, mas em todos os personagens públicos e privados envolvidos nos processos licitatórios dos serviços de engenharia.

Evitar equívocos antes mesmo da fiscalização é uma medida inteligente e eficiente para o sucesso e obtenção dos melhores resultados na construção civil no âmbito público. A busca por metodologias e tecnologias que facilitem cada momento é uma das ações favoráveis à prevenção de problemas.

Se você quer continuar se atualizando sobre informações e dicas relacionadas à construção civil e tecnologias que facilitam as atividades de engenharia, siga a 90Ti nas redes sociais!

Você conhece todas as funcionalidades de um sistema ERP?

O uso de um ERP na construção civil tem sido uma solução eficiente para os empreendedores melhorarem continuamente seus serviços, atendendo às crescentes demandas que surgem na área e reduzindo os custos, mas sem comprometer o tempo e a qualidade na entrega.

Por ser um setor que trabalha com dados precisos, comprometendo-se diante de qualquer erro na base de cálculo, um bom sistema para construtora é aliado fundamental na redução de riscos. No entanto, a escolha do ERP deve ser feita com cuidado, considerando as particularidades da empresa. 

Nesse artigo vamos te ajudar a entender melhor as funcionalidades e especificidades de um ERP para construção civil, assim como o que você considera para fazer uma boa escolha de sistema para a sua construtora. Continue essa leitura! 

O que é um ERP?

ERP (Enterprise Resource Planning) consiste em um sistema de gestão integrada, que tem por objetivo auxiliar a empresa a melhorar processos internos. Para isso, a plataforma ERP centraliza as informações do negócio e promove a integração dos setores, tornando a gestão mais prática e eficiente.

Uma das diversas vantagens do sistema é a eliminação da duplicidade de dados, que dá ao gestor uma visão mais precisa do seu empreendimento, favorável às tomadas de decisão mais acertadas.

Além disso, o ERP ajuda na padronização e automatização de alguns processos, reduzindo o tempo despendido na resolução de demandas, contribuindo, portanto, para uma gestão mais eficaz.

Todos os ERPs são iguais?

Assim como os negócios são diferentes, os ERPs também são. A tecnologia dos sistemas de gestão integrada é variável nas funcionalidades, modo de operação e qualidade do que oferecem.

Mas, além disso, existem sistemas que são desenvolvidos pensando nas necessidades de nichos específicos. Esse é o caso, por exemplo, de um ERP especializado na área da construção civil.

No entanto, podemos perceber que existem outros modelos de ERP, como por exemplo:

1. ERP legado 

Esse tipo de ERP já foi bastante utilizado no mercado, e não é à toa que foi um dos primeiros a serem criados. No entanto, pelas demandas atuais, ele acabou ficando completamente obsoleto, já que não atendia mais às expectativas e necessidades dos negócios. 

Por esse motivo, optar por um ERP legado pode acabar “engessando” os processos. Isso porque, com a necessidade de integrar novos modelos para otimizar atividades, iremos empacar esse tipo de sistema de gestão, uma vez que ele não comporta integração com outros sistemas mais modernos. 

2. ERP engessado 

Trata-se de um ERP bem mais barato, se formos comparar com os novos modelos de mercado. Entretanto, por ser engessado, como o próprio nome diz, ele não garante processos funcionais. Caso a sua construtora deseje crescer em tamanho, por exemplo, o ERP engessado não é o mais indicado.

Isso porque ele irá focar apenas nos processos atuais do negócio. Caso a empresa perceba a necessidade de implementar e adotar novos recursos, ela estará limitada, uma vez que esse tipo de ERP não se encaixa com processos, tecnologias e implementações mais atuais. 

3. ERP para Omnichannel

Mais indicados para atendimento direto, como é o caso de e-commerces, por exemplo, o modelo de ERP tipo omnichannel costuma ser o mais indicado. Para segmentos que possuem estabelecimentos físicos, precisam obter novos jeitos de emitir boletos e notas fiscais, controle sobre comissões, e etc, ele pode ser de grande valia.

4. ERPs gratuitos 

Para quem busca custo-benefício, muitos gestores tendem a investir em sistemas de gestão gratuitos. No entanto, aquilo que sai barato, pode acabar sendo caro lá na frente. Grande parte dos negócios que optam por sistemas ERPs gratuitos, acabam precisando  de mais dinheiro para investir em consultoria, já que essas ferramentas não oferecem suporte.
Dessa forma, esses profissionais acabam migrando para softwares de gestão pagos.

Como entender de qual sistema para construtora eu preciso?

Existem diferentes tipos de sistema para construtora, que podem ser mais abrangentes ou focar em aspectos mais específicos do negócio, como o orçamentário ou o desempenho de pessoas e equipamentos.

Todos eles têm o seu lugar. Entender qual é o melhor sistema para a sua construtora vai depender de quais são os gargalos com os quais ela lida no momento.

Não só para grandes construtoras, mas principalmente para elas, o ERP para construção civil tem o diferencial de ser uma solução mais completa. A partir da integração promovida por ele, toda a cadeia de produção se conecta, favorecendo uma visão completa do negócio e a comunicação entre os setores.

Portanto, os dois principais pontos para definir o melhor sistema para uma construtora dizem respeito à especialidade do software e, em seguida, ao quanto ele atende às demandas específicas do empreendimento. Com isso em mente, podemos listar algumas reflexões que ajudam a alcançar essa compreensão.

1. Avaliar as necessidades da construtora

O primeiro passo é identificar os pontos críticos e de maior fragilidade na rotina. Ao mapear os principais desafios que a construtora enfrenta, é possível orientar a busca por um sistema que contemple tal realidade.

2. Escolher sistemas fáceis e práticos

É importante considerar que o sistema para uma construtora, provavelmente, será manuseado por diferentes colaboradores. Assim, uma interface intuitiva e de fácil compreensão são relevantes para que a otimização dos processos seja alcançada, portanto, deverão contar para a sua escolha.

3. Optar por sistemas em nuvem

Os sistemas que operam na nuvem são mais práticos por permitirem o acesso remoto e simultâneo, resultando em maior flexibilidade de uso. Paralelamente, eles oferecem maior segurança para os dados e processos, evitando, por exemplo, a perda de informações devido a problemas na máquina. 

4. Realizar testes

Antes de adquirir um sistema para a construtora que você gerencia, experimente as alternativas e as funcionalidades para tomar uma decisão mais segura sobre qual ferramenta atende ao seu negócio. Alguns serviços disponibilizam teste gratuito, o que traz maior segurança para o investimento posterior no software. 

5. Priorize sistemas específicos para construção civil

Quanto mais específico for o sistema que a sua empresa adotar, melhor ele vai se encaixar às necessidades do seu empreendimento. Isso é particularmente verdade no caso de um setor como o da construção civil, que tem diferenciais consideráveis em relação a outros tipos de negócio.

Conheça as funcionalidades do 90 Compor ERP: feito por especialistas!

Entre as opções de ERP construtora direcionadas para a construção civil, o 90 Compor ERP desponta como a ferramenta mais completa e especializada para otimizar a gestão das construtoras. Ele conta com os seguintes módulos:

1. Financeiro

Compreende funções de tesouraria, contas a pagar, fluxo de caixa, dentre outros, gerenciando a movimentação financeira da empresa de maneira integrada.

2. Controladoria

Oferece uma visão clara dos custos e receitas da construtora, além de análise de resultados personalizada de acordo com as necessidades da empresa.

3. Faturamento

Solução que emite notas fiscais com inserção automática no banco de dados governamental, integrando com a Receita Federal e diversas prefeituras.

4. Suprimentos

Promove um controle de compras e materiais integrado com os demais módulos e alinhado com padrões internacionais de qualidade.

5. Business Intelligence

Elabora análises precisas, com base em dados reais, de maneira prática e de fácil visualização, conferindo maior confiança para as tomadas de decisão da gestão.

6. Incorporação

Facilita o controle de vendas, contando com correções automáticas, emissão de boletos, gestão de unidades e renegociação de dívidas.

7. Fiscal e Contábil

Ferramenta fundamental para a gestão tributária, auxilia no cumprimento de prazos das obrigações fiscais, contábeis e apuração de impostos.

8. Gestão de obras (GEOB)

O GEOB promove o controle efetivo de cada obra, fornecendo o controle da produção, medição, contrato com clientes, dentre outras facilidades.

9. Mobile

O 90 Compor ERP ainda conta com a versão mobile, para facilitar ainda mais a missão da gestão das construtoras, compreendendo funcionalidades essenciais que poderão ser executadas com agilidade e segurança.

Outros sistemas da 90TI para construção civil

A 90TI oferece mais duas soluções em sistemas para construtora, que podem ser complementares ao ERP engenharia ou, em alguns casos, apresentarem-se como solução mais conveniente para algumas empreendedoras. Saiba mais sobre elas a seguir!

90 Compor Orçamento e Planejamento de Obras

No controle de Orçamento e Planejamento de Obras, o 90 Compor Orçamento e Planejamento de Obras  traz funcionalidades que otimizam a gestão financeira da construtora, tais como: planilhas editáveis, atualização de custos de serviços e insumos conforme a precificação dos principais órgãos e integração com o BIM.

90 Compor Manutenção de equipamentos

O 90 Compor Manutenção de Equipamentos auxilia no controle do desempenho do maquinário, atuando de maneira preventiva e agilizando a resposta às necessidades de manutenção.

Entre as funcionalidades, temos: controle do aluguel de máquinas, do consumo de combustível, das horas trabalhadas, entre outros aspectos que ajudam a garantir uma vida útil maior aos equipamentos da obra.

Menos planilha. Mais planejamento e organização

Talvez um dos maiores gargalos da gestão de uma empresa de construção civil seja a quantidade de planilhas para gerenciar e atualizar. Planilhas orçamentárias, de equipamento, de materiais, de escala de trabalho. Todas são importantes para a rotina da obra, mas acabam onerando o tempo de trabalho e acumulando o risco de erros no preenchimento e controle manual.

Com um sistema ERP para construtora, grande parte do tempo que se gasta preenchendo e atualizando planilhas manualmente é economizado a partir das funções da ferramenta.

Isso aumenta a produtividade da equipe, que poderá se dedicar a questões mais complexas do trabalho, otimizando a mão de obra e o tempo de serviço. Enquanto isso, o sistema ERP garante a segurança dos dados, bem como o cruzamento destes, o que possibilita uma visão macro e detalhada das atividades da construtora.

Viu como as inovações da 90TI poderão transformar a sua gestão de obras? Veja o resumo de nosso sistema ERP abaixo e entre em contato conosco para começar a mudança agora mesmo!

Veja todos os benefícios de um ERP para construção civil neste infográfico